Eu nunca esperava (II)

No nosso primeiro encontro ficou pactuado quando eu falei alto e num bom tom que não queria nem saber, mas o que aconteceria a gente naquele dia na cama nunca mais seria por mim esquecido, mas quando eu cruzasse a porta de saída de sua casa para ir embora tudo volta o que era antes, voltaríamos a ser família.
E numa terça feira daquela semana recebi a ligação de minha prima, que depois dos cumprimentos perguntou me se eu estava bem, que havia sumido. Respondi que estava ótimo, mas que meus negócios estavam tomando a conta exata da minha ociosidade. E ela me perguntou quando eu fosse na nossa cidade, onde ela morava, avisasse e fosse com ela tomar um café. Disse pode ser amanhã porque estou com a casa (referindo aos negócios) em ordem? Ela disse estou te esperando. Cheguei na cidade entre oito e meia e nove horas, liguei a ela que já havia chegado e fui num viveiro encomendar uns mudas de café orgânicos para eu fazer um aumento de mais mil covas no meu sitio.
Apertei a campainha e ela como se me esperasse abrir a porta, abriu o portão pela tecla do automático e eu entrei. Ela saiu de lado da porta para eu passar e fechou a mesma com duas voltas na fechadura. Depois ficou de frente comigo, me olhando de baixo para cima e o magnetismo de nossos olhares atraiu e beijamos, beijamos com loucura e sofreguidão. Intervalo para respirarmos de nossos beijos ela me pegou pela mão e me levou para sua sala de jantar onde nos esperava uma compoteira de inox uma salada de fruta com seis tipos de frutas clássicas picadinhas em pequenos pedaços que dava agua na boca,
Como diz o adagio, “para um bom entendedor um pingo é letra”, este seria o nosso almoço para aquele dia.
Dali ela me levou pela mão para o quarto, parou nos pés da cama, tirou as sandálias, puxou as alças do vestido que usava pelos lados ombros, o vestido desceu pelo seu corpo e caiu a seus pés depois deitou na cama e eu vi aquela mulher de sessenta anos como ela nasceu, e ela me falando num tom desafiador: você tira as suas roupas ou quer que eu tire? Acho que tirei as minhas vestes em tempo recorde e logo estávamos deitados paralelamente e ela veio em cima de mim me beijando, nossas línguas se desgradeavam uma hora a dela em minha boca, outra a minha dentro da dela e só parávamos para tomarmos folego. E neste primeiro intervalo e fiz uma coisa que mulher adora, comecei beijando sua testa, desci beijei os dois olhos, beijei forte e firme a sua boca, desci mordiscando seu queixo, lambi seu pescoço e depois mamei suas mamas. Ela revirava sobre a cama como uma cobra mal matada, e eu num sentido esperado coloquei a ponta da língua no seu umbigo e ela gemeu e eu desci mais um e quando cheguei na sua vagina ela estava totalmente depilada e eu vi com a ponta da língua que seu clitóris estava inchado de tanto tesão e quando eu tentei empurra ló para dentro e lambi ela pegou o travesseiro que a mim era destinado, colocou no rosto e gritou e chorou, eu nem me preocupei porque senti o agridoce que ela emanou quando gozou na minha boca.
Depois paralelamente deitados ela havia me devolvido o meu travesseiro, abandonado o dela e vindo deitar no meu ombro e assim caímos num gostosa e merecida madorna que nem imagino quanto tempo foi mais acordei com uma sensação boa e quando cai em si ela não estava ao meu lado e sim no pé da cama com a minha pistola o seu maior tamanho de vinte e dois centímetros no fundo da sua garganta e ela estava num combate criado com ela mesmo se conseguia engolir tudo e eu sentia que pelo esforço que as vezes alcançava a sua faringe. Fiz um sinal para ela parar e ela intensificou mais ainda e eu gozei na sua garganta e ela engoliu tudo e ficou lambendo os beiços. Depois veio novamente deitou ao meu lado e mais uma vez caímos nos braços de Morfeo, Deus do sono na mitologia grega, e desta vez um sono um pouco mais prolongado.
Quando acordamos estávamos juntos deitados e passamos a conversar, conversas do cotidiano, com ela me contando que havia colocado o carro dela na garagem atrás da casa e não na frente para caso alguém chegasse e tocasse a campainha que iria perceber a falta do carro e saber que ela não estava em casa, pois aquele dia era só nosso
Falei que havia deixado meu celular no modulo de voo que se alguém me ligasse ficava gravado e depois mais a noite em minha casa eu retornava.
E depois desta pausa e quando começamos novamente e ela querendo experimentar as posições, havia me pedido que não seria com ela me pediu na primeira vez que fosse paciente com ela que ela não fazia sexo a mais de seis anos, agora ela havia pela segunda vez perdido a virgindade e estava acostumando comigo.
Na noite anterior eu havia tomado um estimulante sexual e com a libido em alta estava pronto, com relação ao controle de gozar. E ficou por cima de mim, depois de mamar e lubrificar me com ele duro com a mãos pincelou sobre os lábios de sua vagina e achou certinho o inicio do canal vaginal e baixou o corpo sobre ele e como uma amazona cavalgou à vontade, não gozamos, depois passamos para o tradicional papai mamãe, frango assado, mas na posição de quatro que ela até assustou no inicio pensando que era no anu e eu disse que era a minha preferida porque o cacete entra num ângulo diferente e o gozo e mais satisfatório. Gozamos e notei que ela estava exaurida e novamente esticamos na cama para descansar. Depois ela me chamou para tomarmos banhos junto e desta vez aceitei. Ensaboamos um ao outro, enxaguamos, enxugamos depois ela pediu e eu atendi que passasse creme em seu corpo e eu com minhas mãos grande foi fácil depois d’eu já seco antes de vestir as roupas deitei novamente na cama inalando o cheiro de sexo enquanto ela secava os cabelos e ela veio pelada e deitou e ficamos namorando no famoso olho nos olhos e eu pensei que mulher bonita ainda é essa minha prima. Mas de uma coisa eu tinha certeza ela foi casada por anos, teve duas filhas e conforme ela havia me dito ela nunca teve sexo pegado com estava tendo agora e nunca mostrou a performance que estava mostrando agora comigo.
Bem antes de escurecer quando eu estava saindo ele me perguntou, será que se fossemos casados a gente iria se sentir tão realizados como acho que sentimos agora?
E eu respondi “O tempo é senhor da verdade e fica ele então assim incumbido de nos dizer a verdade”,

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254122 - IDOS OU TEMPOS PASSADOS - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
253547 - UMA PEQUENA GRANDE MULHER II - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
247822 - UMA PEQUENA GRANDE MULHER - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
241731 - Morar próximo - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
237931 - Moro num bairro muito bom aqui na minha cidade, e de uma vizinhança onde cada uma cuida sua vida - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
198951 - Nova nomenclatura “ BOM DE CONVERSA’’ (1) - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
192214 - Festividades Natalinas - Categoria: Coroas - Votos: 4
189001 - Uma mulher de classe. - Categoria: Coroas - Votos: 10
188738 - Eu nunca espera - Categoria: Incesto - Votos: 6
177894 - O fiel da balança - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
175179 - Um caso ao acaso - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
172067 - Uma boa vizinha - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
140825 - O amor é lindo III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
117514 - Valeu a pena - Categoria: Coroas - Votos: 2
115552 - O AMOR É LINDO II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
72321 - O amor é lindo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
71073 - Carencia Afetiva - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
70020 - Que delicia de vizinha - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
68912 - Uma garota franzina, mas valente! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico stroga

Nome do conto:
Eu nunca esperava (II)

Codigo do conto:
255919

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0