Ela entrou na cozinha, rebolando: "Thiiago, cadê aquela blusa que deixei?" Eu me aproximei por trás, colei o corpo no dela, pau duro pressionando a bunda. "Você veio atrás de pau, né, cunhada safada?" Ela gemeu baixo, virando o rosto: "Porra, Thiiago... o mano não me come direito faz tempo." Puxei o cabelo dela, beijei com fome, língua invadindo a boca. Mãos descendo pros peitos, apertando forte por cima da blusa fina, mamilos duros como pedra.
Rasguei a blusa num puxão, peitos saltando livres. Chupei um mamilo, mordi o outro: "Esses peitos são meus agora." Ela rebolava contra meu pau: "Me fode, Thiiago... me arromba como o irmão nunca fez." Tirei o short dela, calcinha já encharcada. Abri as pernas dela na bancada da cozinha, enfiei dois dedos na buceta molhada, mexendo rápido. "Olha como tá pingando, vadia. Quer pau de cunhado?" "Sim! Me enche!"
Ajoelhei, lambi o clitóris devagar, depois forte, sugando. Ela gritava: "Thiiago, caralho... lambe minha buceta!" Dedos dentro, língua no ponto certo, ela gozou na minha boca, squirt escorrendo pelo queixo, pernas tremendo. Levantei, tirei a calça devagar, pau de 21cm grosso saltando, veias pulsando. "De joelhos. Chupa o pau do teu cunhado."
Ela engoliu gulosa, boca quente envolvendo a cabeça, depois mais fundo. Gagou, saliva escorrendo, mas continuou, lambia as bolas, sugava forte. "Isso, mama direito. Engole tudo." Forcei a cabeça, pau batendo na garganta. "Boa puta. Agora vira de quatro na mesa."
Ela empinou a bunda, cu rosado piscando. Cuspi na entrada da buceta e meti de uma vez, sentindo as paredes quentes se abrindo. "Porra, que buceta apertada! Melhor que a da tua irmã." Socava forte, fundo, bolas batendo na bunda. Ela gritava: "Fode mais! Me faz tua!" Mãos nas nádegas, tapas ritmados deixando marcas vermelhas.
Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho: "Agora no cu, cunhada. Toma tudo." Forcei devagar, centímetro por centímetro, até enterrar inteiro. Ela gemeu alto: "Arromba meu cu, Thiiago!" Bombeava selvagem, pau latejando no cu quente. "Goza sendo fodida pelo cunhado, vadia." Ela masturbou o clitóris, gozando de novo, cu apertando forte em volta do meu pau.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra." Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados. Tirei devagar, porra escorrendo pela bunda. "Agora limpa." Ela virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados.
Caímos na cadeira, suados. Ela sussurrou: "O mano chega amanhã... mas eu volto quando quiser mais." Eu ri: "Da próxima, traga uma amiga. Vamos ver se você aguenta ser puta da família de verdade."
Fim? Pra mim, a putaria familiar tá só esquentando.