O garoto que virou meu brinquedo de castidade

Era uma noite chuvosa quando o Lucas me mandou mensagem implorando. Ele, 24 anos, magrinho, pele clara, olhos tímidos, o tipo que finge ser hétero mas sonha com um macho de verdade mandando nele. "Thiiago, por favor... me coloca na gaiola. Quero ser teu escravo por uma noite." Eu ri sozinho. Respondi: "Vem pra cá. Traz a gaiola que eu mandei comprar."

Ele chegou tremendo, mochila na mão. Abri a porta só de calça de moletom, sem camisa, músculos suados do treino. 1.80m de puro poder. "Tira tudo, devagar. Quero ver meu brinquedo novo." Ele obedeceu, ficando nu em segundos. Pau pequeno, já duro de nervoso. Peguei a gaiola de metal frio, 5cm, apertada pra caralho. "De joelhos." Coloquei a gaiola no pau dele, tranquei com o cadeado. Clique. Ele gemeu: "Thiiago... isso dói gostoso."

Puxei ele pelo cabelo pro quarto. "Hoje você não goza. Só serve." Joguei ele de bruços na cama, bunda empinada. "Abre as pernas, vadia." Cuspi no cu dele, enfiei dois dedos sem aviso. Ele gritou, mas rebolou pedindo mais. "Olha só o putinho apertado. Quer pau?" "Sim, Thiiago... por favor..." Eu ri: "Não hoje. Primeiro, aprende a sofrer."

Tirei a calça, meu pau de 21cm grosso saltando livre, veias pulsando. Bati na cara dele, esfreguei pré-gozo nos lábios. "Chupa. Mas só a cabeça. Se engolir mais, apanha." Ele abriu a boca, lambendo devagar, língua na fenda, sugando a cabeça como um bom escravo. Eu gemia baixo: "Isso, mama direito. Mostra que merece ser meu." Ele tentava ir mais fundo, eu puxava o cabelo: "Não. Só o que eu permito."

Virei ele de costas, algemei as mãos na cabeceira. "Agora aguenta." Entrei no cu dele devagar, sentindo o anel apertar forte por causa da gaiola. "Porra, que cu virgem... relaxa." Meti até o meio, parei. Ele choramingava: "Mais, Thiiago... me arromba." Eu dei um tapa forte na bunda: "Cala a boca. Você fala quando eu mandar." Comecei a socar ritmado, fundo, bolas batendo. Cada estocada fazia ele gemer alto, corpo tremendo, pau preso tentando inchar em vão.

"Olha como você sofre gostoso, putinha. Gozar? Nem pensar." Acelerei, metendo selvagem, mãos apertando as nádegas dele, deixando marcas vermelhas. Ele implorava: "Thiiago, por favor... me deixa gozar..." Eu ri: "Não. Você goza quando eu decidir." Tirei do cu, subi no peito dele e bati punheta no rosto dele. "Abre a boca." Gozei forte, jatos grossos de porra quente cobrindo a língua, o nariz, os olhos. Ele lambeu tudo, gemendo de tesão humilhado.

Soltei as algemas, mas deixei a gaiola. "Vai pra casa assim. Volta amanhã pra eu decidir se libero você." Ele saiu cambaleando, porra secando no rosto, pau preso latejando. No dia seguinte, ele voltou implorando por mais.

Fim? Pra mim, o controle nunca acaba.


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Ficha do conto

Foto Perfil thiiagorad
thiiagorad

Nome do conto:
O garoto que virou meu brinquedo de castidade

Codigo do conto:
252999

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
23/01/2026

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