Ela me esperava na clareira encantada, nua sob a luz lunar, correntes de videiras mágicas enroladas nos pulsos e tornozelos, não para prendê-la, mas para quem ousasse dominá-la. "Thiiago... o guerreiro que doma dragões. Venha domar esta feiticeira." Seus olhos brilhavam com fogo roxo, buceta depilada brilhando de orvalho encantado, peitos fartos com mamilos duros como pedras preciosas.
Eu ri grave, tirei a armadura devagar, exibindo o corpo tatuado com runas de vitória, pau de 21cm grosso saltando livre, veias pulsando como serpentes. "De joelhos, elfa vadia. Mostra pro teu senhor mortal o quanto uma imortal pode ser puta." Ela obedeceu, caindo na grama úmida, boca aberta. Engoliu a cabeça primeiro, língua mágica lambendo cada veia, depois mais fundo. Gagou, saliva encantada escorrendo como mel, garganta apertando em volta do pau. "Isso, mama com magia. Engole tudo." Forcei a cabeça dela, pau batendo na garganta, runas no meu corpo brilhando de tesão.
Levantei ela pelos cabelos negros, videiras se soltando sozinhas ao meu toque, minha vontade era lei ali. Virei ela de quatro contra uma árvore antiga, bunda empinada, cu rosado piscando com brilho etéreo. Cuspi na entrada da buceta, que se abriu como flor sob luar. "Toma o pau do guerreiro, feiticeira." Meti de uma vez, sentindo as paredes quentes e mágicas se contraindo, apertando como se quisesse me sugar pra dentro. "Porra, que buceta encantada! Aperta mais!" Socava forte, fundo, bolas batendo na bunda prateada. Cada estocada fazia faíscas de magia explodirem ao redor, ecoando gemidos dela pela floresta.
Ela gritava: "Fode mais, Thiiago! Me arromba com teu pau mortal!" Mãos nas nádegas, tapas ritmados deixando marcas luminosas. Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho: "Agora o cu proibido. Toma tudo." Forcei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel mágico se abrir como portal. Enterrei inteiro, pau latejando no cu quente e apertado. Bombeava selvagem, pau brilhando com essência dela. "Goza sendo dominada por um humano, vadia imortal!" Ela tremeu, corpo convulsionando, squirt mágico jorrando como névoa encantada, cu apertando forte em volta do meu pau.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra quente pro bosque lembrar do meu domínio." Explodi num urro primal, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados como luz líquida enquanto eu tirava devagar. Porra escorrendo pela bunda prateada, brilhando sob a lua.
Ela caiu de joelhos de novo, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota com língua mágica. "Thiiago... a lenda diz que quem domina a feiticeira ganha poder eterno." Eu ri: "Então prepare-se. Da próxima lua cheia, trago um aliado orc. Vamos ver se você aguenta dois machos te arrombando juntos."
Fim? Pra mim, a fantasia do bosque proibido tá só começando.