"Boa noite, Senhor Thiiago", disse baixinho, olhos baixos, já corada.Sentei no sofá, pernas abertas, e chamei com o dedo. "Vem cá. Hoje você vai adorar meus pés primeiro."Larissa engatinhou até mim, ansiosa. Tirei o tênis devagar, revelando as meias pretas de academia encharcadas de suor. O cheiro forte, masculino, salgado e quente invadiu o ar. Ela gemeu só de sentir."Cheira", ordenei.
Ela aproximou o nariz, inalando profundamente contra a sola do meu pé direito, olhos fechados de prazer. "Ahh… que cheiro bom, Senhor… seu suor é tão forte hoje…" Lambeu por cima da meia molhada, língua passando devagar, chupando o tecido, sentindo o gosto salgado. Depois passou pro esquerdo, beijando, cheirando, lambendo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.
Tirei as meias devagar, revelando meus pés grandes, quentes, ainda úmidos de suor. "Agora limpa direito."
Larissa não hesitou. Pegou meu pé direito com as duas mãos, beijou cada dedo, depois chupou o dedão devagar, sugando como se fosse um pau. Passou a língua entre os dedos, lambendo todo o suor acumulado, gemendo alto. "Seu pé tem gosto tão bom… me deixa tão molhada…"
Enquanto ela chupava meus pés com devoção, meu pau endureceu pra caralho dentro da calça. Tirei ele pra fora, grosso e latejando, e comecei a me masturbar devagar vendo ela trabalhar. Larissa olhava pra cima, olhos pidões, pé na boca, saliva escorrendo pelo queixo.
"Você é uma puta tarada por pé, né?", provoquei.
"Sou sim, Senhor… sou sua puta dos pés…"
Mandei ela deitar de costas no chão. Sentei em cima do peito dela, colocando os dois pés no rosto dela, esfregando as solas úmidas na boca e no nariz. Ela lambia desesperada, língua trabalhando rápido, inalando meu cheiro enquanto eu batia meu pau na cara dela.
Depois, coloquei um pé na boca dela (dedos dentro) e o outro no peito, esfregando o mamilo duro com a sola. Larissa chupava meus dedos do pé como se fosse um boquete, gemendo abafado, buceta pingando visivelmente na calcinha.
"Mostra como tá molhada", ordenei.
Ela puxou a calcinha pro lado, mostrando a buceta inchada, brilhando de tesão, clitóris pulsando. Enfiei dois dedos dentro dela enquanto ela continuava chupando meu pé. Meti rápido, curvando pra acertar o ponto G, sentindo ela apertar forte.
"Quer gozar com meu pé na sua boca?", perguntei rouco."
Quero… por favor, Senhor Thiiago…"
Acelerei os dedos, e ao mesmo tempo enfiei mais fundo o pé na boca dela. Larissa gozou violentamente, corpo tremendo, buceta jorrando na minha mão, gemidos abafados pelo meu pé. Gozo escorrendo pelas coxas dela.
Não dei tempo pra recuperar. Levantei ela, coloquei de quatro no sofá e meti meu pau duro na buceta melada de uma vez só. Enquanto fodia ela forte, bolas batendo, segurei um pé dela (ainda de meia) e enfiei na minha própria boca, chupando pra provocar. Depois tirei e bati com o pé molhado dela no meu peito.
Mudei: deitei no sofá, mandei ela sentar no meu pau de frente pra mim. Enquanto cavalgava, coloquei os dois pés dela na minha cara. Ela esfregava as meias sujas na minha boca, e eu lambia, cheirava, mordia de leve, metendo pra cima com força.
Gozei forte dentro dela, enchendo a buceta de porra quente, jatos grossos que escorreram quando ela levantou. Larissa, ainda ofegante, ajoelhou de novo e lambeu meu pau limpo, depois beijou meus pés uma última vez, agradecendo.
"Você foi uma boa putinha hoje", disse, passando a mão no cabelo dela. "Amanhã quero você de salto alto o dia todo… e sem calcinha."
Ela sorriu, olhos brilhando: "Sim, Senhor Thiiago. O que o Senhor mandar."