Ela entrou com uma malinha, vestidinho solto balançando, sem sutiã visível. "Thiiago, a prima pode ficar aqui? Prometo não dar trabalho." Eu sorri, fechei a porta: "Pode ficar o tempo que quiser... mas vai ter que pagar o aluguel de outro jeito." Ela corou, mas mordeu o lábio: "Que jeito seria esse, primo?" Puxei ela pela cintura, colei o corpo no dela, pau duro pressionando a barriga. "Do jeito que você sonha, vadia. Me mostra se é safada de verdade."
Beijei ela com fome, língua dominando a boca, mãos subindo pelo vestido e apertando os peitos. Mamilos duros como pedra. "Porra, Júlia... esses peitos pedem boca." Tirei o vestido num movimento, ela nua em segundos, buceta depilada, já molhada brilhando. Ajoelhei, abri as pernas dela contra a parede da sala: "Abre mais." Enfiei a língua no clitóris, lambendo devagar, depois forte, sugando. Dedos dentro da buceta apertada, mexendo rápido. Ela gritava: "Thiiago, caralho... lambe minha buceta!" Gozou na minha boca em minutos, squirt escorrendo pelas coxas, pernas tremendo.
Levantei, tirei a roupa devagar, pau de 21cm grosso saltando, veias pulsando. "De joelhos. Chupa o pau." Ela obedeceu gulosa, boca quente envolvendo a cabeça, depois mais fundo. Gagou, saliva escorrendo pelos cantos, mas continuou, lambia as bolas, sugava forte. "Isso, mama direito. Engole tudo." Forcei a cabeça, pau batendo na garganta: "Boa puta. Agora vira de quatro no sofá."
Ela empinou a bunda perfeita, cu rosado piscando. Cuspi na entrada da buceta e meti de uma vez, sentindo as paredes quentes se abrindo. "Porra, que buceta gostosa! Melhor que muita namorada por aí." Socava forte, fundo, bolas batendo na bunda. Mãos nas nádegas, tapas ritmados deixando marcas vermelhas. Ela gritava: "Fode mais, Thiiago! Me arromba como ninguém!" "Sua prima safada... trai a família toda, né?"
Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho: "Agora no cu, vadia. Toma o pau do primo no cu." Forcei devagar, centímetro por centímetro, até enterrar inteiro. Ela gemeu alto: "Arromba meu cu, primo! Me destrói!" Bombeava selvagem, pau latejando no cu quente e apertado. "Goza sendo fodida pelo primo, sua puta!" Ela masturbou o clitóris, gozando de novo, cu apertando forte em volta do meu pau, corpo convulsionando.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra quente." Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados enquanto eu tirava devagar. Porra escorrendo pela bunda. "Agora limpa." Ela virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados de tesão.
Caímos no sofá, suados e ofegantes. Ela sussurrou: "A prima vai ficar mais uns dias... e toda noite vem pedir mais." Eu ri: "Então liga pra tua prima e diz que tá ocupada. Da próxima, trago um amigo pra gente foder junto. Vamos ver se você aguenta ser a puta da família de verdade."
Fim? Pra mim, a visita da prima tá só começando.