A traição consentida que virou rotina

Era uma noite comum, mas eu sabia que ia esquentar. Minha parceira da noite, a Laura, 28 anos, morena gostosa com curvas que enlouquecem qualquer um, tava ansiosa no sofá. "Thiiago, o cara chega em 10 minutos. Você vai assistir tudo, né?" Ela piscou safada, já sem calcinha, buceta molhada brilhando debaixo do vestido curto.

O "cara" era o Marcos, amigo do trabalho dela, alto, tatuado, pau que ela descrevia como "grosso e longo". Eu tinha aprovado tudo: corno consensual total. "Vou assistir e mandar no que rolar, vadia. Ele fode você, mas eu decido quando e como." Ela gemeu só de ouvir.

Ele chegou, nervoso mas excitado. "Thiiago, valeu por deixar..." Eu cortei: "Cala a boca e tira a roupa. Mostra pro corno o que vai foder a minha mulher." Ele obedeceu rápido, pau saltando duro, uns 19cm, grosso mesmo. Laura ajoelhou na frente dele: "Deixa eu provar primeiro." Chupou gulosa, engolindo fundo, saliva escorrendo, olhos fixos em mim. "Olha, Thiiago... ele é gostoso." Eu ri: "Chupa mais, mostra que é puta de verdade."

Levantei, tirei a calça devagar, meu pau de 21cm veiado pulsando. "Agora os dois mamam juntos." Eles se ajoelharam lado a lado, línguas brigando na minha rola, ela na cabeça, ele lambendo as bolas. "Isso, putos. Mamem no macho alfa." Meu tesão subia, pau latejando na boca dos dois.

Virei Laura de quatro no tapete, bunda empinada pro Marcos. "Mete nela, mas devagar. Quero ver cada centímetro entrando." Ele cuspiu na buceta dela e enfiou devagar. Ela gemeu alto: "Porra, Thiiago... ele tá me abrindo!" Eu assistia de perto, batendo punheta: "Fode mais forte agora. Arromba a buceta da minha vadia." Ele acelerou, socando ritmado, bolas batendo na bunda dela. Barulho molhado enchendo a sala.

"Agora no cu dela." Eu mandei. Laura implorou: "Sim, Thiiago... quero os dois buracos cheios." Marcos meteu no cuzinho apertado, devagar no começo, depois forte. Ela gritava: "Fode meu cu! Me faz gozar!" Eu entrei na frente, enfiei meu pau na boca dela: "Chupa enquanto ele te arromba, corna." Dupla ação, pau na boca, pau no cu. Ela tremia, gozando forte, squirt escorrendo pelas pernas.

Marcos gozou primeiro, enchendo o cu dela de porra quente. "Boa, agora limpa." Eu tirei ele do caminho, meti na buceta melada de gozo alheio. "Sente o pau do dono voltando." Socava selvagem, fundo, mãos apertando os peitos dela. "Goza no meu pau, vadia. Mostra pro Marcos como goza de verdade." Ela convulsionou de novo, apertando forte.

Explodi dentro dela, porra misturando com a dele, vazando. Tirei devagar, porra escorrendo. "Agora limpa tudo, os dois." Eles lamberam meu pau sujo, depois a buceta e o cu dela, línguas se encontrando meladas.

Caímos exaustos. Laura sussurrou: "Thiiago, isso vira rotina, né?" Eu sorri: "Toda semana. Próxima vez, traga dois. Vamos ver até onde você aguenta."

Fim? Pra mim, a traição consentida tá só começando.


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Ficha do conto

Foto Perfil thiiagorad
thiiagorad

Nome do conto:
A traição consentida que virou rotina

Codigo do conto:
253331

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/01/2026

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