Eu ri, tirei a camisa devagar, mostrando os 1.80m de músculos suados, tatuagens marcando o peito e a barriga definida. Meu pau já tava duro, 21cm grossos latejando na cueca. Entrei no quarto onde ela esperava de quatro na cama, lingerie preta rasgada de propósito. "Vem cá, vadia. Mostra pro teu corno como se fode de verdade."
Ela gemeu alto quando eu puxei o cabelo dela e enfiei a língua na boca. Beijo molhado, selvagem. Desci as mãos pros peitos, apertando forte, mamilos duros entre os dedos. "Olha isso, corno. Esses peitos são meus agora." Tirei a calcinha dela com um puxão, expondo a buceta encharcada, clitóris inchado. Cuspi na entrada e esfreguei o pau na racha, provocando. Ela rebolava: "Me fode, Thiiago! Me arromba na frente dele!"
O marido gemia baixo na cadeira, pau tentando crescer dentro da gaiola, vazando pré-gozo no chão. Eu meti de uma vez na buceta dela, sentindo as paredes quentes se abrindo pro meu pau grosso. "Porra, que buceta molhada! Aperta mais, sua puta." Comecei a socar ritmado, fundo, bolas batendo na bunda dela. Cada estocada fazia barulho molhado, ecoando pelo quarto. Ela gritava: "Mais forte! Me faz gozar no pau do macho de verdade!"
Eu virei ela de costas, pernas abertas pro marido ver tudo. Entrei de novo, socando selvagem, polegar no clitóris. "Olha, corno. Olha como ela goza no meu pau." Ela tremeu, corpo convulsionando, squirt jorrando no meu abdômen, molhando a cama. "Thiiago, caralhooo!" Eu não parei, tirei da buceta e meti no cuzinho dela, lubrificado pelo gozo. "Agora no cu, vadia. Toma tudo pro teu marido aprender."
O cu dela era apertado pra caralho, mas eu forcei, centímetro por centímetro, até enterrar inteiro. Ela gritava de prazer e dor misturados: "Fode meu cu! Me destrói!" Eu bombava forte, mãos nas nádegas, dando tapas que deixavam marcas vermelhas. O marido choramingava: "Isso... fode ela, Thiiago... ela é tua agora." Eu ri: "Ela sempre foi, corno. Você só assistia."
Acelerei, pau latejando dentro do cu dela. "Vou gozar dentro, encher esse cuzinho de porra quente." Ela implorava: "Goza, seu putão! Me marca!" Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados enquanto eu tirava devagar. A porra escorria pela bunda dela, pingando na cama.
Virei pro marido: "Agora vem limpar, vadia." Soltei ele da cadeira, empurrei de joelhos. Ele lambeu tudo, a buceta melada, o cu vazando minha porra, meu pau sujo. Chupou obediente, gemendo de tesão humilhado. Ela assistia, rindo: "Olha só o corno limpando o macho que me fodeu."
Caímos na cama, suados e satisfeitos. O marido sussurrou: "Obrigado, Thiiago... quero de novo." Eu sorri: "Então traz os amigos na próxima. Vamos fazer uma festa de verdade pro teu corno assistir."
Fim? Pra mim, a putaria nunca acaba.