Meu sogro (marido dela) tinha morrido, mas ela contava histórias de como ele "não dava conta" fazia anos. Naquela noite, minha mulher saiu pra visitar uma amiga, deixando nós dois sozinhos. Eu tava na cozinha, só de short, quando ela apareceu de camisola fina, mamilos marcando o tecido. "Thiiago, não consigo dormir... tá quente demais." Eu sorri: "Vem cá, sogra. Eu ajudo a refrescar."
Puxei ela pra perto, mãos na cintura grossa. Ela não resistiu, colou o corpo no meu, sentindo meu pau endurecer contra a barriga dela. "Thiiago... isso é errado... sou sua sogra." Eu ri baixo: "Errado é você ficar olhando meu pau todo dia. Agora toma." Beijei ela com fome, língua invadindo a boca madura, mãos subindo pela camisola e apertando os peitos pesados. Mamilos duros como pedra. "Porra, sogra... esses peitos pedem boca de macho."
Tirei a camisola dela num puxão, ela nua na cozinha: buceta peluda, molhada brilhando. Sentei ela na mesa, abri as pernas grossas: "Abre mais, vadia. Mostra pro genro a buceta que teu marido não comia direito." Enfiei a língua no clitóris inchado, lambendo devagar, depois forte, sugando. Dedos dentro da buceta quente e experiente, mexendo rápido. Ela gritava: "Thiiago, caralho... lambe a buceta da tua sogra!" Gozou na minha boca em ondas, squirt escorrendo pela mesa, pernas tremendo.
Levantei, tirei o short devagar, pau de 21cm grosso saltando, veias pulsando. "De joelhos, sogra. Chupa o pau do genro que vai te foder como nunca." Ela ajoelhou gulosa, boca quente envolvendo a cabeça, depois mais fundo. Gagou, saliva escorrendo, mas continuou, lambia as bolas pesadas, sugava forte. "Isso, mama direito. Engole tudo." Forcei a cabeça, pau batendo na garganta: "Boa puta velha. Agora vira de quatro na mesa."
Ela empinou a bunda madura, cu rosado piscando. Cuspi na entrada da buceta e meti de uma vez, sentindo as paredes quentes e molhadas se abrindo. "Porra, que buceta gostosa! Melhor que a da tua filha." Socava forte, fundo, bolas batendo na bunda. Mãos nas nádegas grossas, tapas ritmados deixando marcas vermelhas. Ela gritava: "Fode mais, Thiiago! Me arromba como o genro puto que você é!"
Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho: "Agora no cu, sogra safada. Toma o pau no cu que teu marido nunca pegou." Forcei devagar, centímetro por centímetro, até enterrar inteiro. Ela gemeu alto: "Arromba meu cu, genro! Me destrói!" Bombeava selvagem, pau latejando no cu apertado e quente. "Goza sendo fodida pelo genro, sua corna viúva!" Ela masturbou o clitóris, gozando de novo, cu apertando forte em volta do meu pau, corpo convulsionando.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra quente." Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados enquanto eu tirava devagar. Porra escorrendo pela bunda madura. "Agora limpa." Ela virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados de tesão.
Caímos na cadeira, suados. Ela sussurrou: "A filha não pode saber... mas eu volto toda vez que ela sair." Eu ri: "Então prepare a buceta e o cu. Da próxima, trago um amigo pra gente foder você juntos. Vamos ver se a sogra aguenta ser puta de verdade."
Fim? Pra mim, o pecado com a sogra tá só começando.