Era a Júlia, vizinha do 402, 29 anos, casada há pouco mais de um ano. Corpo de dar água na boca: peitos grandes, cintura fina, bunda empinada e um rosto de safada que fingia ser inocente. Vestia um baby-doll curto e transparente, claramente sem sutiã e, pelo volume, sem calcinha também.
"Thiiago… desculpa o horário, mas acabou o açúcar. Posso pegar um pouco?"
Ela mordeu o lábio inferior, olhando descaradamente para o volume que já começava a crescer no meu short.
Eu abri a porta toda, deixando ela entrar.
"Claro, vizinha… mas você não veio atrás de açúcar, né?"
Júlia fechou a porta atrás de si e encostou as costas nela, já respirando mais rápido.
"Meu marido tá dormindo no sofá… e eu tô há semanas sonhando com esse pau que eu vejo marcando na sua bermuda quando você desce pra academia."
Não falei mais nada.
Puxei ela pela cintura, colei o corpo no dela e enfiei a língua na boca da casada. Beijo molhado, guloso. Minhas mãos desceram direto pra bunda, apertando forte por baixo do baby-doll. Ela gemeu na minha boca quando senti que realmente não tinha calcinha.
"Porra, Júlia… tá molhada pra caralho."
Desci dois dedos na buceta dela e entrei fácil, escorregadia, quente, apertada. Ela rebolou nos meus dedos, gemendo baixinho pra não acordar o marido.
Tirei o short, meu pau de 21cm grosso pulou pra fora, babando.
"De joelhos. Chupa o pau do vizinho enquanto teu marido dorme."
Ela caiu de joelhos no hall de entrada, engoliu metade do meu pau de uma vez, olhos lacrimejando de tesão. Chupava com fome, saliva escorrendo pelo queixo, lambendo as bolas pesadas enquanto eu segurava o cabelo dela.
"Isso, vadia casada… mama gostoso. Engole tudo."
Depois de deixar o pau bem babado, levantei ela, virei de costas e empinei aquela bunda redonda contra a parede.
"Empina mais. Quero ver a buceta da casada pedindo rola."Cuspi na mão, esfreguei na entrada e meti tudo de uma vez. Júlia abafou um grito mordendo o próprio braço.
"Caralho, Thiiago… que pauzão… me arromba!"
Comecei a socar forte, fundo, bolas batendo na bunda dela. Cada estocada fazia um barulho molhado ecoar no corredor.
"Shhh… cala a boca ou teu corno vai acordar e ver a mulher dele sendo fodida como uma puta."
Ela tremia, gozando pela primeira vez só de ouvir as palavras, buceta apertando meu pau.
Tirei, virei ela de frente, levantei uma perna dela e meti de novo, olhando nos olhos:
"Olha pra mim enquanto eu te encho, vadia. Goza de novo no pau do vizinho."Júlia gozou pela segunda vez, squirt escorrendo pelas minhas bolas.
Não aguentei mais. Meti até o talo e explodi dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a buceta casada, transbordando e escorrendo pela coxa.Tirei o pau devagar, vendo a porra branca pingando no chão.
"Limpa."Ela ajoelhou de novo, chupou meu pau sujo de porra e buceta, lambendo cada gota com cara de safada satisfeita.Levantei ela, dei um tapa na bunda e falei baixinho no ouvido: "Da próxima vez que teu marido dormir cedo, você desce direto. Quero foder esse cu também."Júlia sorriu, ainda ofegante:
"Prometo… e trago a chave da porta de casa pra você entrar quando quiser."