Thiiago, a mana viajou e eu tô precisando de um favor... posso entrar?" Ela entrou rebolando, shortinho jeans curto marcando tudo, blusinha fina sem sutiã, mamilos durinhos aparecendo. Sentei do lado dela no sofá, perto demais. "Que favor, Carol?" Ela mordeu o lábio: "Preciso de um homem de verdade... faz tempo que não sinto um pau grosso me arrombando." Claro, fiquei sem acreditar no que ela tinha acabado de falar, porém, homem nunca nega uma buceta, principalmente aquela que desejamos a vida toda.
Não perdi tempo. Puxei ela pro meu colo, mãos nas nádegas dela apertando forte. "Você sabe que eu sou o puto da família, né? Vou te foder como ninguém fodeu." Beijei ela com fome, língua invadindo a boca, mordendo o lábio inferior. Ela gemeu alto, rebolando no meu colo, sentindo meu pau endurecer debaixo dela. Tirei a blusa dela num puxão, peitos saltando livres, grandes, firmes, mamilos rosados. Chupei um, mordi o outro, enquanto ela esfregava a buceta molhada na minha cueca.
Thiiago, porra... me chupa." Deitei ela no sofá, arranquei o short e a calcinha. Buceta depilada, inchada, brilhando de tesão. Abri as pernas dela e enfiei a língua no clitóris, lambendo devagar, depois forte, sugando. Ela gritava: "Isso, Thiiago! Lambe minha buceta, seu putão!" Dedos dentro dela, dois, três, mexendo rápido enquanto chupava. Ela gozou na minha boca, squirt escorrendo pelo queixo, corpo tremendo.
Levantei, tirei a cueca e mostrei os 21cm grossos, veias saltadas, babando. "Abre a boca, cunhada safada." Ela ajoelhou, engoliu metade do pau, chupando com fome, saliva escorrendo. "Engole tudo, vadia. Mostra que é da família." Forcei a cabeça dela, pau batendo na garganta, ela gagando mas não parando, lambia as bolas, sugava forte. "Isso, mama no pau do teu cunhado."
Virei ela de quatro no sofá, bunda empinada. Cuspi no cu dela e na entrada da buceta. "Qual buraco primeiro?" Ela implorou: "Os dois, Thiiago! Me arromba!" Meti na buceta de uma vez, socando fundo, bolas batendo na bunda. "Porra, que buceta apertada! Melhor que a da tua irmã." Bombeava selvagem, mãos puxando o cabelo dela, tapas na bunda deixando marcas vermelhas. Ela gritava: "Fode mais! Me faz tua puta!"
Tirei da buceta e meti no cuzinho devagar, sentindo o anel apertar. "Relaxa, vai caber tudo." Enterrei inteiro, pau latejando no cu quente. Comecei a socar forte, cada estocada mais profunda. "Toma no cu, cunhada! Goza sendo arrombada pelo cunhado." Ela tremia, masturbando o clitóris, gozando de novo, cu apertando meu pau.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra." Explodi num urro, jatos quentes enchendo ela, vazando pelos lados. Tirei devagar, porra escorrendo. "Agora limpa." Ela virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados.
Caímos suados no sofá. Ela sussurrou: "Isso foi só o começo, Thiiago. Volta quando a mana não estiver." Eu ri: "Da próxima, trago um amigo. Vamos ver se você aguenta dois."