Ela bateu na minha porta com uma desculpa esfarrapada: "Thiiago, meu chuveiro tá vazando... pode dar uma olhada?" Entrei no apê dela, cheiro de perfume caro e tesão velho no ar. Ela tava de robe de seda curto, sem nada por baixo, mamilos duros marcando o tecido fino. "Obrigada por vir, menino... você é tão forte." Eu ri, tirei a camisa devagar, exibindo o abdômen definido e tatuagens. "Dona Márcia, você não chamou pra consertar chuveiro. Chamou pra consertar outra coisa."
Ela mordeu o lábio, abriu o robe deixando cair no chão. Corpo maduro nu: buceta com penugem grisalha molhada brilhando, peitos pesados balançando. "Thiiago... faz tempo que não sinto um pau jovem me arrombando. Meu marido só assiste pornô agora." Eu me aproximei, mãos nos peitos fartos, apertando forte, mamilos entre os dedos. "Então toma, coroa. Vou te mostrar o que um macho de 32 anos faz com uma puta experiente."
Beijei ela com fome, língua invadindo a boca madura, mãos descendo pra bunda redonda, apertando as nádegas. Ela gemeu alto: "Porra, menino... me fode como se eu fosse tua puta." Tirei a calça, pau de 21cm grosso saltando, veias pulsando. "De joelhos, Dona Márcia. Chupa o pau do vizinho que vai te destruir." Ela caiu de joelhos, boca quente envolvendo a cabeça, depois mais fundo, experiência pura, lambendo as veias, sugando as bolas pesadas, garganta profunda sem engasgar. "Isso, mama direito, coroa safada. Engole tudo." Forcei a cabeça, pau batendo na garganta: "Boa puta velha. Você nasceu pra isso."
Levantei ela, joguei de quatro no sofá da sala, foto do marido na mesinha de centro. "Olha pro corno enquanto eu te arrombo." Cuspi na entrada da buceta madura e meti de uma vez, sentindo as paredes quentes e experientes se abrindo. "Caralho, que buceta gostosa! Aperta mais, vadia!" Socava forte, fundo, bolas batendo na bunda. Mãos nas nádegas, tapas ritmados deixando marcas vermelhas. Ela gritava: "Fode mais, Thiiago! Me arromba na frente da foto dele!"
Tirei da buceta e esfreguei no cuzinho: "Agora o cu, coroa experiente. Toma no cu que teu marido nunca pegou direito." Forcei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado se abrir. Enterrei inteiro, pau latejando no cu quente. Bombeava selvagem: "Toma no cu, puta madura! Goza sendo fodida pelo vizinho jovem!" Ela masturbou o clitóris inchado, gozando forte, squirt escorrendo pelas coxas grossas, cu apertando meu pau como luva.
Não aguentei: "Vou gozar dentro do teu cu, encher de porra quente pro corno sentir o cheiro depois." Explodi num urro, jatos grossos enchendo ela, vazando pelos lados enquanto eu tirava devagar. Porra escorrendo pela bunda madura. "Agora limpa." Ela virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados de tesão satisfeito.
Caímos no sofá, suados. Ela sussurrou: "O corno chega em uma hora... mas eu volto amanhã pra mais." Eu ri: "Então prepare a buceta e o cu. Da próxima, chamo um amigo pra gente arrombar você juntos. Vamos ver se a coroa aguenta dois machos jovens."