Parte 5 - Como se fosse a última vez

        Olá, R aqui! Continuando a história, este é o fim mas não o final, temos muito mais estórias, mas aqui temos quase um capítulo, uma conclusão, depois do acontecido na última parte, acordei, normalmente eu precisava de mais tempo para me recuperar, nunca fui uma máquina, mas sempre fui melhor depois de dormir um bom sono, nosso sexo na noite passada tinha levado umas boas horinhas, dormimos meia-noite, e longe do normal, era sábado, eu dormi até umas 10 horas, e acostei apenas com C dormindo no meu peito, e um pau duro, quando tinha a oportunidade, era sempre melhor de manhã, de noite normalmente estava cansado e com menos tesão, de manhã estava cheio de energia em todos os sentidos, aproveitei a oportunidade para acordar C, não com as mãos, puxei ela pela cintura para cima e comecei a beijar o pescoço dela, cheirando o cheirinho doce do shampoo, até sentir ela gemendo no meu ouvido, quando passei a beijá-la, como um instinto, a mão dela foi para meu pau, respondi apertando a bunda dela, e ficamos ali uns bons minutos até perder a paciência, puxar ela para cima, ela passou a cavalgar no meu pau, com tamanha energia que nem parecia que estava dormindo minutos atrás, por algum motivo estava gemendo baixo, bem nesta altura, a responsabilidade me alcançou, tinha prometido à N que ela estaria incluída sempre, dei um tapa na bunda daquela cavala e comecei a meter de baixo para cima em sua buceta, ela começou a gemer alto, não demorou muito até o barulho chegar à sala, eu ouvi os passos correndo pelo corredor imediatamente, era ela, sorrindo como uma criança que acordou na manhã de natal, ao chegar, a visão era da nova amiga cavalgando a minha pica, os peitos durinhos, sem balançar muito, mas a juba cacheada balançava com o impacto de cada sentada, e ela fazia questão de se arquear para trás com o choque do prazer, ela ficou alguns segundos sem reação apreciando o momento até voltar aos seus sentidos:

- Vocês não descansam? Nem me chamaram! - Falou já tirando o short do babydoll.
- Dá bom dia para ela, minha cadelinha! - Falei dando um tapa na bunda.
- Bom dia! - Falou, conforme liberava a voz, começou a gemer.
- Bom dia, amiga! - N respondeu, já se aproximando, tirando a camisola e beijando sua nova sócia.
- Ei, esqueceu ninguém não? - Falei passando a mão nos peitos dela e puxando os peitos.
- Eu lembro bem de você sim! - Falou se inclinando e me beijando - Posso brincar com vocês?
- Ué, você não precisa trabalhar não? - Falei em tom de brincadeira sabendo o motivo de sua ausência na cama naquela manhã, enquanto apertava uma puta cavalgando e batia na sua bunda
- Ah, agora não quero trabalhar não! - Falou manhosa
- Pois agora você vai só assistir, aproveita que o quarto tá iluminado! Pega seu brinquedo que quero a cama toda foder essa cadelinha! - Falei já puxando C pelo cabelo para perto.
Ebaaaaaaaaaaaaaa! - N levantou os braços em comemoração e correu para a brinquedoteca, pegou o vibrador e foi para a poltrona.

        A cena era preenchida pelo sol que entrava pela janela, era uma varanda mas a luz dourada deixava tudo mais bonito de manhã, era uma sensação interessante ver o céu lá fora, estar seguro apenas pela altura de alguém ver a gente, minha cadelinha estava morrendo de tesão, não sei se o sono ou o lugar, mas ela estava muito mais “soltinha” agora, começou a gemer cada vez mais alto, olhar no meu olho, olhar para N e jogar o cabelo, se aquilo era um show, ela era uma diva, mas eu não ia virar um coadjuvante, me levantei, beijei ela, pegando firme seu cabelo, dali a pouco estavam os dois sentados, abraçados, se beijando, passei a participar do movimento, até que ela anunciou o gozo, num movimento ousado, ela virou para a N e perguntou se podia gozar no pau do macho dela, “macho”, esse termo era novo, mas a amiga respondeu de acordo:

- Goza! - Falou enfiando o vibrador fundo - Goza no meu macho sim!
- Essa rola gostosa! - Falou olhando no meus olhos e jogando o cabelo - A única rola que me faz gozar! - Deu um sorrisinho malicioso.
- Ei, acho que tem outra rola para te foder, tem não? - Provoquei olhando ela nos olhos, agarrei o peito e passei o dedo no mamilo que já estava durinho.
- Tem não! Eu só quero essa rola aqui! - A voz aumentava, ela parecia prestes a gritar - A melhor rola que me fodeu, me fode, me fode, me fode! - No último grito, ela gozou!

        Senti meu saco molhar, arqueou o corpo para trás, e se jogou, tirei uma casquinha chupando cada peito e deitei ela na cama, N estava com o vibrador enfiando bem mais devagar, eu olhei para ela, perguntei se ela gozou e ela só assentiu, engolindo a seco, perguntei se ela queria limpar o gozo da minha nova puta, ela pulou na cama, tirei a pica e imediatamente ela chupou, começou chupando a cabeça olhando para mim, depois foi engolindo o pau, até fazer uma garganta profunda, por fim, chupou meu saco, e perguntou se tava bom assim, assenti engolindo seco e pedi água, ela saltitou rumo à cozinha, eu virei a minha atenção à nova cadelinha, e percebi ali uma diferença, o plug ainda estava ali, talvez isso é que estava dando tesão, eu sabia que foder a buceta com plug no cu dava um tesão, quando era grande eu sentia apertando a buceta, ela estava me olhando, eu deitei com ela, dei uns beijinhos no ombro, abracei por trás, de conchinha, e conversamos, ela perguntou se podia tirar o plug, e eu disse que não, que era parte do treinamento, ela só podia tirar se quisesse usar o banheiro, e tinha que limpar bem, e trazer para eu colocar denovo, perguntei se incomodava, ela disse que não, mas nunca tinha usado, tinha medo de “fazer mal”, eu tranquilizei que aquele é pequeno, se fosse um pesado, podia dar problema, mas esse era só pra trabalhar o músculo, não fazia mal, pedi para ela vestir uma roupa, bem quando N voltou com a água, eu bebi, dei um beijinho nela, e com as duas ali, determinei como seria o dia:

- Meninas, hoje, eu vou tratar de adestrar vocês duas, assim como deixar bem claras as funções das duas, primeiro, esqueçam qualquer calcinha ou short, quero saias, vestidos e camisolas, qualquer coisa que me dê livre acesso, além disso - Falei batendo na bunda da C - Eu só vou comer essa cadelinha aqui, ela tem que aprender que de agora em diante, a principal preocupação dela é me dar, e a outra cadelinha tem que estar pronta para assistir sempre.
- Mas eu preciso trabalhar, meu dono! - Falou manhosa minha cadelinha mais antiga.
- E você vai, ué, assim como a C vai trabalhar também!
- Eu sei bem que trabalho eu tenho! - Falou sorrindo e alisando meu pau.
- Sim, esse é um dos seus trabalhos agora, mas além disso, eu não vou passar fome na casa, o seu marido não ia gostar que o macho que te come passasse fome aqui! - Passei a mão no rostinho dela - Então você vai cuidar bem de mim, não vai?
Vou sim! - Falou me dando um beijinho na mão - Vou cuidar bem de vocês dois! - Falou passando a mão por cima da mão de N.
        
        Depois dessa conversa, eu dei um beijo em C, e fui rumo a sala, onde ficou minha mochila, levei a brinquedoteca comigo, vesti uma roupa leve, no resto do dia, ambas trabalharam, após limpar a mesa, C começou a cozinhar o almoço, enquanto N trabalhava no computador, olhando para mim de tempos em tempos, enquanto eu tomava o café da manhã despreocupado, aproveitando para conversar com N sobre por que ela estava trabalhando num sábado, ela explicou que não era bem trabalho, era um extra, um tipo de projeto, era rápido, mas não tinha como deixar para depois, pois era de sexta, quando ela não pode trabalhar direito por se distrair com C, Terminei meu café e reparei em C na cozinha lavando os pratos, como sempre, a máquina de maldades começou a fumegar, puxei a brinquedoteca, lembrando de algo que tinha visto no dia anterior, algo que estava lá quase por acidente, algo que sempre ficava na bolsa para nossas viagens por algumas brincadeiras entre nós, e simplesmente nunca saiu de lá, um bullet, um tipo de vibrador pequeno, redondo, e que só faz vibrar, mas seu tamanho é ótimo para outros propósitos, coloquei no bolso, peguei minha louça e fui deixar na pia, onde C estava ocupada lavando os pratos de ontem, deixei a carga ao lado, e abracei C por trás, ela respondeu com um gemido leve, tratei de encoxar devidamente, sentindo ela rebolando em meu pau que não ia aguentar muito até reagir, dei um cheiro em seu pescoço, ela começou a virar de frente enxugando as mãos no avental, reagi prensando ela contra a pia, impedindo ela de virar:

- Tá indo pra onde? - Falei com minhas mãos saindo da cintura, percorrendo sua barriga por dentro do avental.
- Lugar nenhum… - Ela falou manhosa, com as mãos buscando minha cabeça - Eu não vou a lugar nenhum.
- Eu achei mesmo que você estava ocupada - Apertei seu peito e com a outra mão ajeitei o cabelo por cima do ombro esquerdo, deixando o pescoço livre para começar a beijar - Não seria nada bom atrapalhar você, né?
- Eu não vou… - Ela começou a esfregar a bunda no meu pau - o que você quer, hein?
- Eu só vim ver se você tava precisando de ajuda pro almoço - beijei o pescoço, sussurrando no ouvido - Eu tô com fome!
Hmmmmmmmmmmmmmmmmm - Ela gemeu, senti a bunda rebolando, em um movimento brusco ela começou a girar, impedida pela minha cintura, que a pressionou contra a pia novamente.
- Tá querendo virar por que? - apalpei agora ambos os peitos - foca aí nos teus pratos!
- R! - Falou quase começando uma birra! - Você tá me deixando com vontade…
- Que bom, assim vai ter vontade de jogar um jogo, as regras são simples, primeiro, você é meu brinquedinho, segunda regra, você vai continuar trabalhando, e aí você perde se reagir a mim e perder o foco. - puxei ela pela cintura apertando o pau contra aquela bunda redonda e gostosa - Eu só não posso pegar em nada que atrapalhe seu trabalho, nem nas mãos, nem acima do pescoço, nem… - Passei a mão por cima do vestido na direção da bucetinha, por cima do vestido.
- Hmmmmmmmmmmmmmmmmmm, mas eu já não tô aguentando. - falou fazendo um bico que nem sabia que ela sabia fazer.
Mas vai brincar! - falei sussurrando em seu pescoço - Por que eu que mando!

        Ela entendeu o meu propósito ali, não queria nada mais que tentá-la, fiquei ali até ela terminar de lavar os pratos, eu aproveitava aquele corpo todo, ela rebolava e gemia, mas tentava focar no trabalho, tentando terminar o mais rápido possível, mas a brincadeira era mais difícil do que parecia, quando focava no trabalho, eu apertava os peitos por baixo do avental, tirando suspiros e gemidos altos que sabia que eram ouvidos na sala, quando focava no prazer e na brincadeira, pegava mais pesado, sussurrando em seu ouvido que era bom a cadelinha cuidar logo do trabalho, uma cadelinha como ela precisa de pica, que o maridinho mandou ela se divertir, e ela precisava se divertir com meu pau dentro dela, pela primeira vez, ela começou a responder, que não era isso, que ela fazia pelo marido, que ele que pediu pra ela gozar pra um macho, mas quanto mais ela negava mais a voz era carregada de tesão, aquilo demorou muito tempo, antes que terminasse, reparei que tínhamos companhia, N já tinha terminado de trabalhar e estava nos filmando literalmente com o celular, sentada num banquinho perto da mesa da cozinha, o celular numa mão estava apoiado na mesa, mas dava para ver a perna aberta e a mão para baixo, denunciando que ela não estava quieta, estava aproveitando o momento e guardando para depois, a maldade em mim cresceu, fui mais firme nela, apertando os peitos e torcendo os bicos:

- Você nega, mas eu acho que o arrepio no seu pescoço não consegue mentir - Chupei o pescoço deixando uma marca - você não faz isso só pelo maridinho!
- Faço sim! - Falou gemendo alto, largou o prato e agarrou firme no batente da pia - É tudo pelo meu marido, eu nem queria! - Terminou a frase dando um suspiro longo, tentando reaver a razão.
- Então por que ainda tá aqui, hein? Se você só queria satisfazer o corninho, você já deu pra mim, não basta? - Desci as mãos, levantei o vestido pela cintura, apertava e percorria cada centímetro daquela pele sedosa.
- Eu… - a razão escapou de vez, estava difícil formular frases
- Você quer minha pica? Você quer sentir prazer?
- Sim! - Falou sorrindo, arrepiada feito um gato. - Meu marido precisa que eu goze gostoso pra você!
- Para com isso vagabunda. - Insisti, agora o vestido dela era apenas um monte de roupa apertada acima dos peitos, e o avental era a única coisa entre ela e a nudez.
- Você tá me deixando louca! O que você quer de mim?!? - Falou já perdendo a paciência.
- Eu só quero ser um bom dono para minha cadelinha - Com uma mão, tirei meu pau duro e encaixei entre as coxas dela - Mas você não quer ser honesta comigo, aí não consigo saber o que você quer.
- Isso não vale! - Falou com um misto de raiva e tesão - Você falou que não ia tocar na minha buceta!
Eu disse que não iria pegar em nada abaixo do seu ventre - E prossegui a enfiar o pau nas coxas, bem abaixo da buceta, que já começava a molhar meu pau - Parece que eu estou pegando?
- Espertinho! Não tá pegando não! - Ela se inclinou para frente, apoiando sobre a pia.
- Volta aqui! - Falei puxando ela de volta contra meu corpo - Não foge, confessa, o que você quer!
- Eu quero sua pica, tá bom? - Falou rebolando no meu pau, reparei pelo movimento sem jeito que estava tentando colocar meu pau para dentro, sem sucesso. - Não é só pelo meu marido, eu preciso da sua pica, a dele já não é suficiente, agora me deixa gozar!

        Me afastei dela, que girou feito um peão e me abraçou em um beijo quente, tórrido, eu controlei ela, segurei firme pelo cabelo, tirei as mãos dela que tentavam pegar na minha pica, até sentir que ela se acalmava, e ver a razão voltando à sua cabeça quando reparou em N ao fundo filmando-a, deu um sorrisinho para a câmera e voltou a me beijar, assumindo que agora estava performando, apertei sua bunda, beijei seu pescoço, subi e sussurrei em seu ouvido:

- Nunca esqueça disso, tá? Seu marido não é culpado de ser corninho, a culpa é sua de ser uma cadela - Apertei com força a bunda, ouvindo ela gemer - Minha cadelinha!

        Olhei fundo nos olhos dela, busquei minha bermuda no joelho e busquei o brinquedinho no bolso, antes que ela perguntasse mais alguma coisa, beijei e calei a boca dela, dei um tapa na cara, e enfiei o bullet na boca dela, tampei sua boca, e falei olhando nos olhos:

- Não engole, quero bem babado, você consegue?
- Uhummmm! - Não podia falar, mas balbuciou, sentia a língua brincando com o brinquedo, larguei a mão da boca, colocando embaixo do queixo, ela deixou cair na mão o brinquedo babado, olhando nos meus olhos, com a linguinha para fora.
- Boa menina! - Peguei o brinquedo com as duas mãos, liguei, tracei uma linha de entre os peitos até a buceta, e em um movimento só, com 2 dedos, coloquei dentro da sua buceta, o mais fundo que pude, colando no útero, sua buceta estava terrivelmente molhada.
Ah não! - Ela gemia, se contorcia - Isso não, tira isso de mim!
Vem cá, cadelinha! - Falei olhando e apontando para minha pica, N já chegou ajoelhando e chupando meu pau - Boa menina você também! - Enquanto C aprendia a aguentar o brinquedo, se recompor, eu passei a mão em seu rosto, e falei olhando em seus olhos - Agora você pode finalmente terminar de lavar pratos, quero o almoço bem gostoso, e depois do almoço, eu avalio se posso liberar você.
        Ela puxou minha camisa, puxei N pelo cabelo, beijei ela, guardei a pica, só precisava dela limpa, e já sentia que ela gostava do “molho” de C, voltamos de mãos dadas para a sala, ficamos de carinho no sofá, controlando o tesão entre beijinhos e safadezas no ouvido, até C roubar nossa atenção dizendo que o almoço estaria pronto, logo, eu fui ajudar a ajeitar a mesa do almoço enquanto N trazia a comida, nada muito chique, uma comida caseira, ao terminar de colocar o último item na mesa, a abracei C por trás, a virei de frente para mim, e a beijei, ela respondeu o beijo, após o beijo passei a mão por baixo do vestido dela, estava ainda mais molhada:

- E o almoço? Vai esfriar! - Ela falou rindo, nem ela acreditava no que falava
- Vamos comer, eu só provei um pouquinho da sobremesa! - Ri e me sentei

        Tirei o brinquedo de dentro dela, e coloquei num copo que estava na mesa, coloquei suco no copo e servi na frente de N, sem perder tempo, ela bebeu o copo ainda vibrando, perguntei se estava bem adoçado, ela falou com um tom sarcástico que estava uma delícia. C se recuperava da ação, sentava com a bunda nua na cadeira quase sem força. O almoço estava uma delícia, enquanto a gente comia, eu olhava para C e fazia carinho na coxa, N observava tudo com um sorriso bobo no rosto, a mesa estava animada, conversávamos bastante mesmo com o clima no ar, denunciado pelo vibrador que descansava no canto da mesa do lado da N, ao fim, eu ajudei a recolher os pratos com C, enquanto N foi escovar os dentes, após colocar os pratos na pia, puxei C pela cintura, dessa vez não ficamos na cozinha, trouxe ela para a sala, deitei ela por cima da mesa de barriga para baixo, uma bunda linda, enorme, redonda, ainda com o plug anal, eu não aguentei o tesão e fiz questão de chupar a bucetinha, ela começou a gemer e me chamar de safado, dizendo que era essa a sobremesa que ela queria, nisso N voltou, viu a cena, e em silêncio só ouvi o vibrador sendo ligado, o zumbido me vez virar de lado, dei um tapa na bunda de N e a virei de frente na mesa ela foi, olhando para sua colega como uma predadora, deitou já empinando a bunda e levantando o vestido, N puxou uma cadeira e já estava sem a camisa (não tinha vestido uma calcinha, como tinha ordenado, era só a camisa desde quando acordou), os olhos vidrados no rosto de C, que não deixava de retribuir gemendo, elas conversavam com os gemidos, eu ouvia a sinfonia e minha língua não relaxava, eventualmente tomava fôlego, dava um tapa naquela bunda, admirava, e voltava minha cara para o lugar que merecia, cada segundo era mágico, sem aviso, um grito denunciou o gozo novamente, levantei, dei um tapa forte em sua bunda e levantei, olhei através da mesa, N ainda estava trabalhando, com os olhos fechados, eu precisava dar mais material para ela imaginar, então troquei de atitude, tirei a bermuda, o som dela caindo no chão roubou a atenção das duas olhando na minha direção, segurei o cabelo da nova cadelinha, dei um tapa forte na bunda, o barulho fez N morder os lábios, segurei firme sua cintura, pincenaldo o pau na sua bucetinha encharcada, dei mais um tapa, ela abriu um sorriso, me desafiando a dar outro, eu dei um terceiro tapa e comecei a pressionar o pau na entrada da sua buceta, olhei para N, que estava vidrada, falei alto, ao alcance das duas:

- O que acha de colocar um pouco mais de lenha na fogueira?
- Hmmmmmmmmm - ela respondeu, ainda largada no balcão
- Vamos dar um showzinho para a corninha, que tal?

        Bati novamente na bunda dela, puxei uma vez mais o cabelo, levantando os peitos da mesa, disse para a minha cadelinha mais antiga:

- Acho que agora é uma boa hora para torturar mais ela, não acha?
- Sim! Por favor! - Ela implorava, dessa vez em voz alta, com os olhos arregalados.
- Fala o que você quer para a corninha! - Meu pau já estava com a cabeça dentro, sentia a buceta pulsar.
- Não faz isso, por favor! - Ela gritava, mas sem fechar as pernas, mas serrando os dentes.
- Olha aqui, minha cadela, o que você acha, a nova aquisição do canil merece o que? - Falei olhando nos olhos dela, que estava com a cara completamente vermelha e mordendo a boca
- Mete o pau nela! - Ela gritou, na verdade, posso quase dizer que ela latiu.
- Sim! - Ela virou olhando para mim, me puxando pela camisa - Me fode, meu macho!
- É claro, minha cadelinha! - enfiei o pau de uma vez- Você tá pronta?
- Sim, sim, SIM! - Ela gritava, sem me empurrar em momento algum.

        Finalmente eu comecei a macetá-la, reparei que estava mais molhada e sensível que o normal, mas não parei, ela sabia o que fazer para parar, não queria, em algumas metidas, a atitude dela acabou virando, ela já não conseguia concatenar palavras, até um momento que eu perguntei de quem era aquela buceta, e ela disse que era minha e me chamou de “mestre”, nunca vi esse termo na relação, mas, naquele contexto servia muito bem, ela gemia mais baixo agora, não esperneava mas claramente estava esgotada, a voz já demonstrava sinais de exaustão, perdendo potência entre os gemidos, N não perdia a chance de chamá-la de cadelinha, que ela ia acabar viciando, que agora ela ia ter que dar para mim sempre, cada provocação parecia ter impacto duplo, tanto em quem ouvia, quanto em quem falava, ambas se enchiam de tesão e eu também, era insustentável, puxei os peitos de C, depois puxei ela pela cintura, e derramei porra bem no fundo de sua buceta, pouca porra e rala, não que desse para perceber, naquele momento, ao tirar o pau, recebi um esguicho por toda minha barriga, C havia gozado intensamente, e em sincronia, N também gozou sentada na cadeira, com os olhos fechados e um sorrido cerrado.
        Houve silêncio por alguns momentos, quebrado pela cadeira de N se levantando, me encontrando apoiado no balcão completamente suado e gozado na barriga, me puxou para um beijo, C reagiu apenas virando de barriga para cima, sinal compreendido pela amiguinha, que imediatamente mergulhou chupando o nosso gozo na buceta de C, que reagia sem fechar as pernas, depois, chupou meu pau já perdendo rigidez, e por fim, se apoio sobre uma cadeira que estava sobrando, subiu na mesa, subiu encima de C, e a beijou, um beijo profundo, apaixonado, todos os fluidos transitando em suas bocas, uma conclusão, eu fitei aquilo, incrédulo pelo que acabou de acontecer, não interrompi nada, N saiu de cima com beijinhos por todo o corpo de sua amiga, se levantou com calma e me abraçou, agradecendo por ter realizado seu sonho, que agora ela sabia como era ter aquilo que só sonhou, que eu era o amor da sua vida por ter realizado, eu só fazia carinho em seu cabelo, e em alguns instantes ela começou a chorar, C que estava na mesa se recuperando, observou tudo com um olhar gentil, eu abracei minha namorada, a gente sabia que tinha sido a última transa das férias, tanto por eu não ter mais capacidade de sustentar uma ereção, quanto pelo tempo, Sr. D voltava de noite, nossa última dança foi após o almoço, elas colocaram a roupa que estavam usando, não havia o que limpar, exceto o chão onde caíram alguns respingos, mas C insistiu que limparia depois, decidimos assistir um filme, assistimos abraçados no sofá, em algum momento ali mesmo, N colocou o “filminho” da cozinha no grupo, onde tudo começou, C se despediu da gente na porta, e nos despedimos daquela aventura.
        Deixamos o apartamento em direção a nossa casa sabendo que estávamos ainda mais apaixonados, entre nós, e agora com uma relação muito especial com outro alguém, nos próximos meses o grupo do “canil” ficou animado, tanto com putaria quanto com papos corriqueiros, C estava muito feliz pelo que tinha acontecido, após algumas semanas, ela falou que tinha experimentado algumas coisas com o marido, ela tinha contado tudo que tinha acontecido, ele ficou particularmente interessado quando viu um plug anal no banheiro, eu esqueci nela, ela tirou no banho, foi um acidente, ela então teve que contar toda a aventura, foi tão excitante que ela ainda contava para ele em partes (o que me deu parte da ideia de escrever isso) que eles transaram e ele acabou impressionado com as novas habilidades orais da esposa, entre nós 4 tudo ficou bem encaminhado, ocorreram outras aventuras, não há nenhuma tragédia aqui, mas esta estória já está de bom tamanho, quem sabe outra hora eu volte com minhas cadelinhas contar outro capítulo, um abraço!


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Ficha do conto

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ocanil

Nome do conto:
Parte 5 - Como se fosse a última vez

Codigo do conto:
254379

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/02/2026

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