PADRASTO DEVORADOR DE CU

A vida dupla que eu levava era excitante. Em casa, eu era a filhinha quietinha, a estudiosa; mas na rua, eu era a puta que mamava pau e bebia porra. Eu não tenho uma relação boa com meu padrasto. Além de ele se incomodar com tudo, a nossa energia não bate — ou melhor, não batia.
Na sexta, cheguei da faculdade mais cedo do que o normal. Estava silencioso, apenas o barulho da TV. De repente, ouvi vindo do quarto:
— Já faz dias que você não me toca, Flávio. O que está acontecendo?
— Nada, só estou cansado.
— Você deve estar se masturbando de novo.
— Não viaja, eu só estou cansado.
Arregalei os olhos e fiquei quietinha. Enquanto eu estava fodendo sempre que queria, minha mãe estava sendo negada pelo próprio marido. No outro dia, levantei tarde e achei que não havia ninguém em casa. Tirei minha roupa, a calcinha e me preparei para o banho. Liguei o chuveiro, lembrei que precisava me depilar e voltei para o quarto para pegar a gilete. Ao sair do banheiro, dei de cara com meu padrasto no meu quarto, com a minha calcinha suja no nariz, cheirando com vontade.
— O que é isso? — gritei, incrédula.
— É... não é o que parece...
— Vou contar para minha mãe, você é um tarado nojento!
Ele me agarrou pelo braço e a outra mão segurou meu pescoço com violência. A toalha caiu, me deixando nua.
— Eu falo para sua mãe que você fica me provocando, andando pelada pela casa!
Por um lado era verdade, eu andava de calcinha pela casa inteira.
— Eu não te provoco, me larga!
Ele soltou meu braço, mas ainda apertava meu pescoço. A mão dele percorreu meu corpo, parando nos meus seios que ficaram pontudos aos toques dele.
— Me larga, Flávio! — disse, me debatendo.
Ele não soltava. Desceu a mão e encontrou minha buceta peludinha, que automaticamente molhou. Ele puxou os dedos lambuzados e os lambeu olhando para mim. Aquilo me excitou; eu gosto de homem bruto. Ele encostou a boca no meu ouvido:
— Você me deixa louco. Faz tempo que eu fodo sua mãe pensando em você.
Eu me derreti e soltei um gemido de satisfação. Ele me empurrou contra a parede e beijou meu pescoço. Cedi aos toques dele e perguntei:
— Você pensa em me foder?
— Penso. Quero te deixar toda arrombada!
— Então me arromba, papai.
Quando o chamei de papai, ele me jogou na cama com brutalidade. Abriu minhas pernas e começou a me chupar, sugando meu grelo com força.
— Ai, caralho... chupa essa buceta!
Eu estava exposta, pernas no peito, e ele me dando prazer com aquele som de sucção, querendo arrancar meu grelo com a boca. A baba escorria até o meu cuzinho, e ele desceu para chupá-lo também.
— Caralho, que buceta gostosa... pisca o cu para mim chupar.
Eu obedecia, excitadíssima. Ele me puxou pelos cabelos, me pôs de joelhos no chão, cuspiu na minha cara e deu um tapão.
— Toma, puta. Abre a boca.
Eu abri e ele cuspiu de novo.
— Agora engole.
Sentia-me uma puta barata de rua.
— Fala que quer chupar meu pau.
— Me dá seu pau, papaizinho, quero chupar ele.
Ele tirou o pau para fora: duro, cabeçudo, parecendo um cogumelo, com o saco pesado. Abocanhei com vontade. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca. O pau batia na garganta, me fazendo lacrimejar. Num ato sádico, ele enfiou fundo e segurou. Perdi o ar, bati nas pernas dele, e quando ele soltou, caí no chão tossindo, com a baba grossa escorrendo.
Ele me levou para a cama dele e da minha mãe.
— Vou te foder aqui.
Apoiou minha perna na beira da cama e esfregou o pau grosso na minha bucetinha até entrar tudo.
— Ai, que pica grossa... entrou tudo!
— Me come devagarinho — pedi.
Mas o "devagarinho" durou pouco. Ele me fodia com toda a violência, as bolas batendo em mim com estalos.
— Ca-ra-lho! — eu falava pausadamente, sem fôlego.
Ele deitou e me puxou:
— Cavalga na minha pica.
Eu sentava com força, os estalos da minha bunda no saco dele ecoavam. Ele me deu um tapa que deixou a marca da mão. Me puxou pelo cabelo, me beijou e eu cuspi na boca dele.
— Isso, vadia! — ele rugiu, me suspendendo para enterrar fundo.
— Porra... vou gozar!
— Goza na minha pica, safada!
— Não para, papai... tô gozando!
O líquido espirrou, molhando o pau dele e a cama da minha mãe. Eu caí de lado, mas ele não deu descanso. Me colocou de quatro e focou no meu cu.
— Abre a bunda com as duas mãos.
Deixei meu cu piscando. Ele lambeu, passou a língua lá dentro e depois lubrificou a cabeça do pau com cuspe.
— No cu não... dói, meu cuzinho é virgem!
— Relaxa, já passou da hora de dar o cuzinho. Se doer você para?
— Sim. Vou por só a cabecinha.
Ele forçou a cabeçona e eu mordi o travesseiro de dor.
— Ai... tira, tá doendo!
— Relaxa o cu, a cabeça nem entrou ainda.
Ele cuspiu de novo e forçou.
— AI CARALHO, PUTA QUE PARIU! Tira, tá doendo!
— Calma, filhinha, a cabeça entrou.
Ele ficou parado até eu me acalmar, então começou os movimentos lentos. O vácuo fazia barulho de ar entrando e saindo, como um pum. Ele pegou a calcinha usada da minha mãe e enfiou na minha boca.
— Agora eu vou deixar ele todo arrombado.
Abri o cu com as duas mãos e ele enterrou até o saco. Ele acelerou o ritmo, rompendo minhas pregas, destruindo minha dignidade.
— Caralho, que cu gostoso!
— Devagar, por favor...
— Eu disse que ia te arrombar, toma no cu, sua puta!
A dor sumiu, substituída pela sensação do meu cu se abrindo cada vez mais. Ele tirava e empurrava com tudo.
— Abre para eu ver seu cu.
Eu abri e ele riu:
— Caralho, que coisa linda. Todo arrombado.
— Vou gozar!
— Goza na minha boca! — pedi, mas ele continuou no cu até me inundar de porra quente.
Ele tirou o pau e a porra escorreu pela minha buceta, sujando a cama deles. Passei os dedos atrás e senti o estrago: eu estava arrombada. Meu cu piscava e a porra vazava, mas ele não fechava mais.
— Vai tomar banho, sua mãe já chega.
Fui para o banheiro e o gozo começou a vazar do meu cu enquanto eu sentava na privada. Tomei banho, olhei no espelho e vi o buraco aberto, as pregas roxas e inchadas. Tirei uma foto, chocada com o estrago.
Minha mãe chegou, olhou a cama bagunçada e não disse nada. Mas a casa fedia a sexo. Será que ela desconfia?

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Ficha do conto

Foto Perfil barbara-cadelinha-
barbara-cadelinha-

Nome do conto:
PADRASTO DEVORADOR DE CU

Codigo do conto:
254417

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/02/2026

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2

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