No decorrer da semana foi tudo tranquilo, estava me acostumando com a rotina de Nero e também a de Jorge, tive algumas conversas com Jorge e tínhamos intimidade para conversar, mantive as brincadeiras de deixar que Nero lambesse minha buceta, mas não tinha rolado penetração. Na sexta decidi que seria o dia que finalmente Nero iria me comer, já que tenho certeza que não aguentaria esperar o fim de semana passar.
Por volta das onze da manhã levei ele até a área de serviço para dar banho e coloquei uma camisa larga e calcinha e comecei a passar sabão e aproveitava para acariciar seu pau, me molhei toda e já no fim do banho tirei a calcinha e fiquei de quatro para ele. Começou a lamber minha buceta com intensidade, parecia que entendia que sua recompensa seria quente e molhada. Quando ele tentou subir em minhas costas, decidi que ajudaria a encontrar minha entrada. Segurei seu pau com uma das mãos e direcionei a minha buceta.
Enfim, ele começou a me penetrar. Minha buceta estava escorregadia de tão molhada, ele deslizava entrando e saindo e saindo. Às vezes escorregava para fora, mas ele rapidamente conseguia enfiar seu pau de volta, suas patas estavam machucando minhas costas, mesmo por cima da blusa. Faziam poucos minutos, mas a sensação era incrível. Ser fodida como uma cadela, sabia que não demoraria muito para que ele gozasse. Do nada escutei um barulho de carro na garagem, tirei Nero de cima de mim e coloquei a calcinha rapidamente.
Antes que eu pudesse pegar uma toalha já estava só de calcinha e blusa, Jorge apareceu na porta. Me olhou dela cabeça aos pés e desfarsou, pedi desculpa pela roupa e Jorge me falou que ele que devia se desculpar, já que não avisou que viria almoçar em casa. Ele foi até a cozinha e eu continuei fingindo que estava dando banho em Nero, Jorge voltou até a área de serviço e Nero ainda estava com parte de seu cacete para fora. Jorge fez um comentário ácido entre risos, você devia tomar cuidado com esses banhos, Nero parece que ficou bem empolgado.
Engoli a seco e comecei e fui pegar uma toalha para secar Nero, Jorge pegou um roupão para mim e pediu que eu me cobrisse. Fiquei envergonhada, apenas me cobri e fui ao banheiro tomar banho. Quando voltei, imaginei que jorge já tinha saído, mas ele estava na bancada da cozinha mexendo no computador, falou que ia trabalhar de home aquela tarde e que eu poderia ir para casa se quisesse. Mas se quisesse aguardar o fim do seu expediente de trabalho, ele poderia me levar.
Falei que não tinha aula naquela sexta, perguntei se ele se importaria se eu tirasse um cochilo até que ele terminasse seu expediente, ele me respondeu que não. Fui até o quarto de visitas, estava puta que ele tinha atrapalhado e ao mesmo tempo ficava lembrando de como estava gostoso sentir Nero comendo minha buceta, tbm não esquecia o olhar de Jorge quando me viu quase sem roupa. Acordei por volta das seis da tarde, Jorge me levou até em casa sem falar uma palavra, apenas me olhava. Tenho medo que ele tenha percebido algo.