Yan: Tô com a boca dolorida até hoje seu animal
Felipe: Reclamação ou elogio, marrentinho?
Yan: As duas coisas. Quando vc vai me dar revanche?
Felipe: Revanche de quê? De chupar ou de quase ser pego no flagra?
Yan: De deixar eu terminar o serviço sem carro passando do lado
Felipe: Então marca aí boyzinho. Mas dessa vez sem historinha pra me enganar
Yan: Amanhã depois da minha aula? Tipo 13h? Te passo o endereço
Felipe: Endereço de onde?
Yan: Da minha casa seu burro. Meus pais viajam sexta e só voltam segunda.
Eu fiquei olhando a mensagem uns 10 segundos. Casa. Sozinho. Sem pai, sem mãe, sem ninguém pra atrapalhar. Sorri igual idiota no ponto de ônibus.
Felipe: Manda o endereço e já vai se preparando pq dessa vez não tem interrupção.
Yan: Pode vir forte então negão. Tô esperando.
No dia seguinte eu cheguei uns 13:50, de propósito. Queria ver se ele ficava ansioso esperando. O condomínio era daqueles que parece hotel 5 estrelas: portão automático, jardim impecável, fontezinha na entrada. Mandei mensagem:
Felipe: Tô aqui na portaria
Yan: Tô descendo pra te buscar
Uns dois minutos depois ele aparece de elevador, bermuda tactel cinza, regata preta justa marcando o shape da academia, chinelo de dedo e aquele topete impecável. Fez cara de marrento enquanto caminhava até mim, mas o olho brilhava diferente.
Yan: Demorou hein
Felipe: Queria ver se tu aguentava esperar. Pelo jeito aguentou… ou não?
Ele deu um soco leve no meu braço e já virou de costas, andando na frente rebolando de propósito.
Yan: Vem logo antes que o porteiro ache que tu é pedinte
Subimos de elevador em silêncio. Só que o silêncio era daqueles carregados. Ele encostado na parede de espelho, eu encostado na outra, nos olhando pelo reflexo. Quando o elevador abriu no 14º andar ele passou na frente roçando de propósito a bunda na minha mão.
Entrei atrás dele no apartamento. Puta merda. Sala gigante, sofá de couro branco, tv que parecia cinema, janela do chão ao teto mostrando a cidade inteira. Cheiro de casa limpa misturado com perfume caro dele.
Yan: Quer tomar alguma coisa?
Felipe: Depois. Primeiro quero ver se essa boca aguenta mesmo revanche.
Ele riu baixo, jogou o celular em cima do sofá e veio andando devagar na minha direção.
Yan: Então vem pegar.
Não esperei convite duas vezes. Agarrei ele pela nuca e colei a boca na dele. O beijo veio violento logo de cara, língua brigando, dente mordendo lábio inferior dele até ele gemer alto. Empurrei ele contra a parede da sala, o corpo dele batendo com força, quadro torto atrás.
Passei a mão por dentro da regata, apertando o mamilo dele com força. Ele arqueou as costas e mordeu meu lábio em resposta.
Yan: Porra… vai devagar
Felipe: Devagar foi no carro. Aqui vai ser do meu jeito
Virei ele de costas, cara na parede, empinei aquela bunda empinada de quem faz agachamento todo dia. Desci a bermuda junto com a cueca boxer num puxão só. A bunda apareceu redonda, durinha, com a marquinha de sol do nadador. Passei a mão aberta, apertando forte.
Felipe: Tava guardando isso pra mim, né marrentinho?
Yan: Talvez… depende se tu merece.
Dei um tapa estalado na nádega direita. Ele gemeu e empinou mais.
Yan: Caralho…
Dei outro, mais forte. A marca da minha mão ficou vermelha na pele morena.
Felipe: Mereço sim. E tu vai me provar isso agora.
Ajoelhei atrás dele, abri as nádegas com as duas mãos e meti a língua direto no cuzinho dele. Yan quase caiu pra frente, apoiou as duas mãos na parede e soltou um “aaaa porra” arrastado.
Chupei, lambi, forcei a língua pra dentro enquanto ele rebolava contra minha cara. O gosto dele era limpo, um pouco salgado, puro tesão. Enfiei um dedo junto com a língua, ele apertou em volta na hora.
Yan: Mano… vai devagar aí…
Felipe: Devagar uma ova.
Levantei, tirei a camiseta, abri a calça e botei o pau pra fora. Já tava babando, veia pulsando. Cuspi na mão, espalhei no pau e esfreguei a cabeça na entrada dele.
Yan: Tem lubrificante na mesinha do quarto…
Felipe: Depois. Agora tu aguenta do jeito que tá.
Segurei firme a cintura dele com uma mão, com a outra guiei o pau. Empurrei devagar no começo, só a cabeça entrando. Ele respirou fundo, tensionou todo.
Yan: Caralho… devagar mesmo…
Ignorei. Empurrei mais um pouco. Ele gemeu alto, mistura de dor e prazer. Quando metade já tinha entrado, segurei firme e meti até o talo num movimento só.
Yan: Puta que pariuuuuuu!
Ele quase gritou, as pernas tremendo. Segurei ele pela cintura pra não deixar cair. Fiquei parado uns segundos, sentindo ele pulsar em volta do meu pau, se acostumando.
Felipe: Respira boyzinho… relaxa esse cuzinho apertado
Yan: É fácil falar…filho da puta
Dei risada e comecei a mexer devagar, saindo quase todo e voltando até o fundo. Aos poucos ele foi relaxando, gemendo mais solto, rebolando pra trás pedindo mais.
Yan: Isso… assim… mete mais forte
Aumentei o ritmo. O barulho da pele batendo na pele ecoava na sala vazia. Segurei o topete dele como rédea, puxei a cabeça pra trás e mordi o pescoço enquanto socava fundo.
Yan: Porra… vai… me fode… me fode mesmo…
Segurei a cintura dele com as duas mãos e meti com força, sem dó. Ele gemia alto, xingava, pedia mais. O pau dele balançava duro, pingando no chão de madeira.
Tirei meu pau e vi aquele cuzinho aberto e piscando pedindo pra levar mais pica.
Virei ele de frente, e o puxei até o sofá, deitei ele e fui por cima beijando ele e fui descendo por seu corpo até chegar no seu pau babado.
Chupei ele mas ele segurou a minha cabeça e disse
Yan: Não quero isso agora negão, quero você dentro de mim.
Sorri com muito tesao já, levantei uma perna dele no meu ombro e meti meu pau de novo, deslizou pra dentro do cuzinho dele enquanto olhava nos olhos dele. A cara de marrento tinha sumido. Agora era só tesão, boca entreaberta, olhos vidrados.
Meti naquele boyzinho e estava totalmente delirando, ele contraia o cuzinho e me fazia querer meter mais forte ainda. Olhava para aquela carinha de puto e os olhos dele virando.
Yan: Tô quase… tô quase…
Apertei o pau dele com a mão, punhetando rápido enquanto metia fundo. Ele gozou em jatos fortes, sujando minha barriga, o chão, o sofá ali do lado. O cuzinho dele apertou tanto que eu não aguentei.
Felipe: Porra… vou gozar dentro…
Yan: Goza… goza dentro… me enche…
Dei mais umas cinco estocadas fortes e gozei gemendo alto, enchendo ele. Senti os espasmos, o pau pulsando dentro dele, enchendo tudo. Fiquei parado, ofegante, ainda dentro, sentindo ele pulsar em volta.
Quando saí devagar, vi meu gozo escorrendo pela coxa dele. Ele encostou na parede, pernas bambas, sorriso safado de volta.
Yan: Caralho… acho que agora estamos quites.
Felipe: Quitados uma porra. Isso aqui foi só o aquecimento.
Ele riu, passou a mão no meu peito suado e me puxou pra mais um beijo lento, melado.
Yan: Então bora pro quarto… porque eu ainda não terminei de te provocar hoje.
Olhei pra ele, pro apartamento vazio, pras horas que ainda tínhamos pela frente.
Sorri.
Felipe: Pode vir forte então, boyzinho rico.
E fomos.
Delícia adorei