Yan fechou a porta com o pé e virou pra mim com aquele olhar de quem já sabe que vai apanhar gostoso.
Yan: Agora sem interrupção, só tu e eu.
Felipe: Então para de falar e vem cá, marrentinho.
Puxei ele pela regata e joguei na cama de costas. Ele caiu rindo, mas o riso morreu quando eu subi em cima dele, prendendo os pulsos dele com uma mão só acima da cabeça. Beijei forte, mordendo o lábio inferior até ele gemer e arquear o corpo contra o meu. Desci beijando o pescoço, chupei o ponto onde a veia pulsava, deixei marca vermelha que amanhã ia virar roxo.
Tirei a regata dele num puxão, joguei no chão. O shape dele era perfeito: peitoral definido, tanquinho marcado, aquela linha que desce pra virilha. Passei a língua devagar por ali, sentindo ele tremer.
Yan: Porra… tu vai me matar assim devagar?
Felipe: Devagar? Tu pediu forte lá na sala.
Virei ele de bruços e ele ja ficou com a bunda empinada, ainda vermelha dos tapas de antes, o cuzinho piscando, brilhando com o resto do meu gozo que escorreu. Abri as nádegas de novo e meti a língua fundo, lambendo tudo, limpando ele com a boca enquanto ele se contorcia e agarrava o lençol.
Yan: Caralho… isso… chupa mais…quero mais
Enfiei dois dedos junto, abrindo ele devagar. Ele gemia alto, rebolando contra minha mão, pedindo mais. Quando ele tava bem aberto e gemendo rouco, levantei, tirei a roupa toda e subi na cama de joelhos atrás dele.
Felipe: De quatro, boyzinho. Empina essa bunda pra mim.
Ele obedeceu na hora, empinando, olhando pra trás com cara de safado.
Yan: Vem… me fode de novo… quero sentir tudo.
Cuspi na mão, passei no pau e na entrada dele. Entrei devagar dessa vez, só pra torturar. Ele gemeu longo, apertando em volta da cabeça.
Yan: Vai logo… mete tudo…
Segurei firme a cintura dele e meti até o talo num golpe só. Ele gemeu fundo com o rosto no lençol, o corpo todo tremendo, mas empinou mais a bunda pedindo pela minha pica.
Comecei a socar forte, ritmado, o barulho da pele batendo ecoando no quarto. Segurei o topete dele como rédea, puxei a cabeça pra trás e mordi o ombro enquanto metia fundo. Ele gemia sem parar, xingava, pedia mais forte.
Yan: Isso… fode… me arromba… porra…
Virei ele de lado, levantei uma perna dele no meu ombro e meti de novo, olhando nos olhos. O pau dele balançava duro, pingando pré-gozo no lençol. Punhetei ele rápido enquanto socava, sentindo ele apertar em volta do meu pau.
Yan: Tô gozando… caralho…
Ele gozou forte, jatos quentes batendo no meu abdômen, no peito, no lençol. O cuzinho apertou tanto que eu não aguentei mais. Dei mais umas estocadas brutas e gozei dentro dele de novo, enchendo tudo, gemendo alto junto com ele.
Caímos os dois de lado, ofegantes, suados, melados. Ficamos ali uns minutos só respirando, o pau ainda meio duro dentro dele, escorrendo.
Yan: Tu é animal mesmo…
Felipe: E tu adora.
Rimos baixo. Ele se mexeu devagar, saiu de mim com um gemido, virou e me beijou lento, melado de suor e gozo.
Depois de um tempo ele levantou, pelado mesmo, foi até o banheiro e voltou com uma toalha úmida. Limpou a gente dois, jogou no chão e pegou o celular.
Yan: Tô morrendo de fome. Afim de comer Pizza?
Felipe: Boa. Pede uma grande, muita calabresa e borda recheada.
Ele pediu pelo app, ainda pelado, andando pelo quarto como se fosse a coisa mais normal do mundo. Enquanto esperava, abriu uma geladeira pequena que tinha no canto do quarto (sim, o quarto tinha frigobar), pegou duas long necks geladas e me entregou uma.
Yan: Pra abrir o apetite.
Bebemos sentados na cama, conversando merda, rindo de besteiras, zoando um ao outro. A pizza chegou em uns 40 minutos. Ele vestiu só uma bermuda pra ir buscar na portaria e voltou com a caixa quente o pau meia bomba balando na bermuda.
Comemos na cama mesmo, sujando lençol de molho, bebendo mais cerveja, rindo alto. Quando a caixa ficou vazia e as cervejas acabaram, o clima voltou pesado.
Yan: Ainda tem gás?
Felipe: Sempre tem gás pra ti, marrentinho.
Puxei ele pra cima de mim. Ele sentou no meu colo, rebolando devagar, sentindo meu pau endurecer de novo. Beijamos devagar dessa vez, mãos passeando pelo corpo um do outro.
Ele me empurrou para deitar na cama enquanto ele rebolava em cima de mim. Se inclinou para me beijar e ja foi logo descendo beijando meu corpo, puxou minha bermuda, abocanhou meu pau e chupou meu pau devagar, lambendo tudo, bem babado, até as bolas, me deixando louco.
Ele subiu e me beijou, aquele gosto de pica e pre gozo ja impregnado, eu estava delirando.
Ele encaixou meu pau na entrada do seu cuzinho e sentou, meu pau ja deslizando pra dentro com o cuzinho dele aberto.
Ele sentou no meu pau, devagar, gemendo enquanto descia até o fundo. Cavalgou gostoso, mãos no meu peito, rebolando em círculos, subindo e descendo. Eu apertava a bunda dele, dava tapa, puxava os mamilos. Ele gemia rouco, acelerando.
Yan: Porra… isso… assim…
Gozei dentro dele de novo, ele gozou no meu peito sem nem tocar no pau. Ficamos abraçados, suados, exaustos.
Deitamos de lado, ele de conchinha na minha frente, minha mão na barriga dele. Ficamos assim vendo stories no celular, rindo de videos, até que percebi que o céu lá fora tava ficando claro.
Felipe: Caralho… já tá amanhecendo?
Yan: Pois é… a noite foi intensa.
Levantamos devagar. Insisti em arrumar o quarto mas ele disse que não precisava. Fomos para cozinha, ele foi pelado mesmo, eu segui atrás só de cueca. A cozinha era gigante, ilha de granito, geladeira inox enorme.
Yan: Senta aí. Vou fazer café da manhã.
Eu ri.
Felipe: Tu cozinha?
Yan: Surpreso, né? Minha vó me ensinou. Meus pais viajam muito, então…
Ele ligou a cafeteira, pegou ovos, pão de forma, queijo, tomate, cebola. Fez scrambled eggs e torradas crocantes (oq até então eu chamava só de ovo mexido) cortou tomate em rodelas, torrada na frigideira com manteiga. Serviu tudo em dois pratos bonitos, com suco de laranja natural.
Sentei na banqueta da ilha, olhando ele se mexer pela cozinha como se fosse rotina. Colocou o prato na minha frente, sentou do lado e começou a comer.
Felipe: Puta merda… tá bom pra caralho.
Yan: Eu sei cozinhar, negão. Não sou só rostinho bonito e cuzinho apertado.
Dei risada e beijei o ombro dele.
Felipe: Tu é foda em tudo, boyzinho.
Comemos devagar, vendo o sol nascer pela janela da cozinha, ele encostou a cabeça no meu ombro, eu passei o braço por trás dele.
Yan: E agora? Meus pais voltam só segunda, então a gente tem o final de semana inteiro.
Felipe: Quem me dera boyzinho, mas eu tenho de trabalhar ainda hoje.
Ele fez uma cara de confusão.
Felipe: Mas eu venho te ver pra você não ficar se sentindo sozinho e com medo...
Ele sorriu, aquele sorriso marrento misturado com carinho.
Yan: Então aproveita… porque eu ainda tenho muita coisa pra te mostrar.
E o café da manhã terminou com mais beijo, mais mão boba, e a certeza de que aquela noite não tinha sido só sexo. Eu estava gostando daquele marrentinho.