Com o boyzinho rico da faculdade - Parte 5 - Final

O final de semana inteiro foi uma loucura gostosa. Eu saia do trabalho e ia direto para o apartamento do Yan e ficamos nos curtindo o tempo todo, assistimos filmes, fizemos jantar, pedimos lanche, bebemos e transamos muito.

Sábado à tarde rolou na piscina coberta de madrugada, a porta ficava sempre destrancada (gente rica é muito inocente).
Entramos em rindo baixinho, já meio bêbados, só nós dois, a água estava gelada e nossos corpos quentes de cachaça.
Não podíamos ficar pulando ou fazendo muito barulho para não chamar atenção, então ficamos nadando abraçados e dando beijos
Chegamos até a borda da piscina e Yan se apoiou e sentou, comigo ficando entre as pernas dele dentro da água.

Felipe: Estou ficando mal acostumado boyzinho

Yan: Com o que?

Felipe: Piscina no condomínio, estar junto com você...transar todo dia

Yan: E eu to mais gamado em você a cada dia

Felipe: Gamado? Kkkkkk parece meu vô falando

Disse jogando água nele sentado

A água gelada fez o corpo dele arrepiar todo, eu vento os pelos ouriçando e o pau dele dando sinal de vida.

Felipe: Parece que tem algo aqui que precisa da minha atenção...

Yan: Você é mesmo um animal né... cada lugar impróprio te dá tesão

Felipe: O que posso fazer? Adrenalina me excita

Enfiei a mão por dentro de uma das pernas da bermuda e comecei a massagear seu pau que crescia mais na minha mão.

Yan: Você tá ficando doido, já nem era para estarmos aqui e agora quer safadeza?

Felipe: Se for pra fazer algo é melhor fazer tudo de uma vez... você pode pedir para eu parar mas eu duvido que você vá fazer isso...

Puxei seu shorts e ele ergueu a cintura para facilitar, baixei o shorts até a canela dele na água e agora seu pau meia bomba estava bem na minha frente, parecendo que me chamava

Lambi a cabeça do pau dele e fui descendo cada vez mais, chupando ele devagar enquanto a água batia nas minhas costas.

Fui aumentando o ritmo enquanto batia uma pra ele que estava com a cabeça jogada para trás e a mão na boca pra não gemer alto.

Chupei ele bem babado, tirava o pau da boca e chupava suas bolas, brincando com elas na minha língua, subia lambendo o pau dele e abocanhava chupando até o fundo, ele passava as mãos pelo meu cabelo, já começando a ditar o ritmo da mamada.

Ele gemia baixo, segurando minha cabeça, tentando não fazer barulho pra não chamar atenção. Eu sentia o pau dele pulsando na minha garganta a cada vez que eu engolia o pau dele inteiro.

Yan começou a fuder a minha boca, a água se mexendo mais mas ele nem ligava para o barulho mais.

Ele aumentou o ritmo e a força. Ele afundou a pica na minha garganta e gozou na minha boca com o corpo todo tremendo.

Ele jogou o corpo para trás respirando com força.

Yan: Você realmente não vale nada negão

Ele se sentou novamente, puxei ele pra dentro da água e o beijei com tanta vontade que era como se quisesse o devorar.

Voltamos para o apartamento dele e dormimos com os corpos molhados da piscina ainda.

Acordamos domingo de manhã, com o alarme do Yan às 7h. Ele levantou dando um pulo da cama e eu ainda sonolento.

Felipe: Cara porque tá levantando tão cedo? É domingo ainda por cima caralho

Yan: Bora negão, hoje também é dia de treino

Felipe: Vai na academia a essa hora?

Yan: Sim, hoje é mais tranquilo então eu vou na que tem aqui no condomínio, é pequena mas dá para o gasto e hoje está bem vazio. E você vai comigo!

Felipe: O que? Vou porra nenhuma, nem gosto de treinar de manhã, muito menos de fim de semana...

A gente foi para academia comigo a muito contragosto...

O lugar era realmente pequeno, mas muito bem cuidado, pesos, esteira, tudo parecia novinho e não tinha ninguém. Treinamos um pouco, suamos pra caralho.

Yan: Falei que ia ser bom

Felipe: Okay, realmente foi bom, mas eu não quero fazer mais nada por hoje.

Yan: Para de ser mole negão

Felipe: Você que é mole boyzinho

Dei um soco no braço dele e saímos da academia. Estava virando para a porta por onde entramos quando Yan me segura pelo braço, indo em direção a uma porta do outro lado do corredor. Entramos e era um pequeno vestiário com dois chuveiros, banheiros, armários e um banco.

Yan fechou a porta atrás da gente e já me puxou para um beijo, foi lento, com pegada e desejo e eu já estava me entregando quando ele parou...

Yan: Bora banhar negão, tá com cheiro de choro ainda

Felipe: Seu cretino

Ele tirou a camiseta e a bermuda bem provocante e entrou no chuveiro e eu fui logo atrás tirando a roupa também

Abracei ele por trás logo que ele ligou o chuveiro, a água caiu gelada por alguns segundos mas logo esquentou.

Deixamos a água cair enquanto nos abraçamos, passamos sabonete no corpo um do outro e ele passou um bom tempo ensaboando o meu pau, fazendo ficar meia bomba já.

Demos uns beijos molhados e nos enxaguamos.

Yan saiu na frente pegando a toalha e apoiando uma das pernas no banco para se secar, do jeito que ele estava já conseguia ver sua bunda aberta. Me aproximei por trás e encoxei ele levemente.

Felipe: Isso faz lembrar de quando nos conhecemos boyzinho, você já queria minha pica nesse dia?

Yan se levantou ficando totalmente de costas pra mim mas com o corpo colado no meu e a bunda mais pressionada contra o meu pau

Yan: Nesse dia eu queria sair no braço com você logo que te vi

Felipe: Quem diria, sempre marrento né boyzinho, mas hoje quer rebolar no meu pau todo dia né

Yan: Você vai ficar falando ou vai fazer algo negão?

Esse garoto sabe me provocar...

Beijei a sua nuca e descendo pelas costas até chegar na bunda dele, já sentia o cuzinho dele piscando.

Abri a bunda dele e comecei a linguar naquele cuzinho, enfiava minha língua bem fundo e apertava a bunda dele com mais força

Não conseguia olhar para ele, mas sentia o seu corpo se mexendo conforme eu chupava seu cuzinho.

Comecei a bater uma e meu pau já estava babando querendo mais. Me levantei e cuspi no meu pau e espalhei para molhar ele mais e já fui encaixando na entrada do cuzinho dele.

Ele se apoiou no banco, ficando de quatro com a bunda empinada.

Felipe: Vai ter aguentar quietinho hein seu puto

Yan: Cala a boca e mete logo...

Fui metendo nele devagar e puxando ele pelo quadril, chegou até o talo e fui começando a mexer

Ele estava gemendo baixo enquanto eu aumentava o ritmo. Dei uma estocada forte bem fundo e ele gemeu mais alto do que ele queria e logo pôs a mão na boca. Eu gostei de ver isso e comecei a me meter com vontade.

O cheiro de vapor e sexo ja se misturando no ar, ergui a cabeça e nos vi no espelho. Ele de quatro no banco, eu metendo forte por trás, o espelho refletindo tudo: a cara dele de prazer, minha mão tapando a boca dele pra abafar os gemidos, o pau dele balançando duro enquanto eu socava fundo.

Ver isso me deu mais tesão e começou a se masturbar enquanto eu metia fundo, já não aguentando segurar os gemidos. Gozamos quase ao mesmo tempo, suados, ofegantes, rindo depois como dois idiotas. Jogamos uma água no corpo no chuveiro e subimos para o apartamento dele.

Pedimos almoço e ficamos vendo filme o dia todo e dormimos no sofá abraçados.

Segunda acordei cedo pois tinha de ir trabalhar, os pais dele ainda não tinham chego

Ele foi comigo até a portaria, mas esitou de me dar um beijo de despedida, por trás do vidro escuro eu vi o porteiro e o segurança nos olhando.

Yan deu um aperto de mão e um abraço de lado e nos despedimos assim, achei estranho mas não questionei isso na hora.

Yan: A gente se vê na facul...

Ele me olhou de um jeito diferente nessa hora, tipo… carinhoso demais, vulnerável.

Felipe: até lá, boyzinho

Mas a vida voltou a atropelar a gente. Provas finais, estágio dele rolando de verdade agora (ele conseguiu numa empresa grande, óbvio), meu trampo dobrando turno para pagar as contas. As mensagens continuaram no começo: bom dia, meme, foto do almoço, áudio safado à noite. Mas aos poucos foram rareando.

Primeiro ele demorava mais pra responder. Depois só visualizava e sumia. Eu mandava:

Felipe: E aí, marrentinho? Sumiu?

Nada.

Felipe: Tudo bem aí?

Visualizado. Silêncio.

Uma semana depois vi no story dele: foto num restaurante chique, luz baixa, taça de vinho, legenda “noite boa”. Do lado dele, uma mina loira, sorridente, mão no ombro dele. Ele repostou com coraçãozinho. Meu estômago deu um nó.

Mandei mensagem:

Felipe: Quem é a sortuda?

Yan: (depois de horas) Uma amiga da firma. Bora almoçar qualquer dia?

Felipe: Claro. Quando?

Yan: Tô corrido essa semana. Te aviso.

Nunca avisou.

Os dias viraram semanas. Eu via os stories dele: viagem rápida pro litoral com os pais, balada com os amigos da empresa. Ele começou a postar foto com ela, mão dada no shopping, beijo na bochecha, legenda “??”. Namoro oficial.

Eu parei de mandar mensagem. Doeu pra caralho no começo. Ficava olhando o celular esperando um “oi” que nunca vinha. Eu pensava no cheiro dele, no jeito que ele gemia meu nome, no café da manhã que ele fez pra mim. Mas vida que segue.

Um dia abri o Instagram e vi que ele ainda me seguia. Eu ainda seguia ele. Comecei a curtir os stories dele de vez em quando um like discreto numa foto de viagem, num prato de comida, num meme que ele postou. Ele curtia os meus também: foto minha na academia, story do trampo, uma selfie suado depois de correr. Nada de DM, nada de conversa.

Passaram meses. Ele terminou a faculdade, arrumou um emprego foda numa multinacional. Eu terminei a minha, e comecei a trabalhar em um escritório e ter somente esse emprego, me mudei para um apartamento (é pequeno mas é meu).

Às vezes, de noite, abro o perfil dele, vejo os stories antigos, lembro de quando que o sol nasceu na cozinha dele, do gosto da boca dele, do jeito que ele dizia “me fode” com voz rouca.

Ele seguiu o rumo dele. Eu segui o meu.

E a gente ainda curte os stories um do outro.

Foi foda enquanto durou.

Fim.


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Comentários


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aguanambi Comentou em 18/02/2026

Aí que revolta... Mas é mais comum do que gostaríamos.




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Ficha do conto

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philipau

Nome do conto:
Com o boyzinho rico da faculdade - Parte 5 - Final

Codigo do conto:
254789

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/02/2026

Quant.de Votos:
4

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