Meu novo emprego. Parte 3 - Conto real

Enquanto descia pelo elevador, meu telefone vibrou no bolso. Uma mensagem de Lucas: "Estou no estacionamento. Não me faça esperar, vadia." Meu estômago revirou. Ele sempre sabia quando Marcus me usava; talvez ele tivesse câmeras escondidas, ou simplesmente um instinto para farejar fraqueza. Saí para o ar fresco da noite, o estacionamento subterrâneo iluminado por lâmpadas amarelas que criavam sombras longas e sinistras. Lucas estava encostado no meu carro, fumando um cigarro, com aquele sorriso sarcástico que me dava calafrios. Ele era mais baixo que Marcus, mas tinha uma magreza atlética, músculos definidos sob a camisa apertada, e olhos castanhos que pareciam perfurar a alma.
"Boa noite, Alex", disse ele, jogando o cigarro no chão e pisando nele. "Parece que o chefe te deu uma surra daquelas hoje. Ouvi os gritos lá de fora." Ele se aproximou, cheirando o ar ao meu redor como um cão. "Ah, sim... sinto o cheiro dele em você. Ele gozou bem fundo, não foi? Adoro isso." Seus dedos traçaram meu peito, descendo até a braguilha das minhas calças. Eu tentei me afastar, mas ele me segurou pelo braço, apertando com força. "Você me deve, lembra? Aqueles relatórios que eu te forcei a alterar... e agora, a parte boa. Eu gosto de gozar depois que o Marcus goza em você. É como se eu estivesse limpando a bagunça dele, marcando território por cima."
Antes que eu pudesse protestar, ele me empurrou contra o capô do carro, o metal frio contrastando com o calor do meu corpo. "Tira as calças", ordenou, sua voz rouca de desejo. Eu obedeci, tremendo, expondo minha bunda ainda vermelha das palmadas de Marcus. Lucas riu baixinho ao ver o sêmen escorrendo pelas minhas coxas. "Olha só... ele te encheu bem. Agora é minha vez." Ele abriu o zíper da calça dele, revelando seu pau já duro, veias pulsando, menor que o de Marcus mas grosso o suficiente para me fazer arfar. Ele cuspiu na mão e lubrificou, misturando com o resíduo de Marcus, e me penetrou devagar, saboreando cada centímetro.
"Ah, porra... você tá tão escorregadio por dentro. Sinto a porra dele me ajudando a entrar." Ele começou a bombear, devagar no início, mas acelerando, suas mãos agarrando meus quadris enquanto me fodia contra o carro. O som úmido das nossas peles se chocando ecoava no estacionamento vazio, misturado aos meus gemidos involuntários. "Diz que você gosta, Alex. Diz que adora ser passado de um pro outro como uma puta de escritório." Eu mordi o lábio, mas as palavras saíram: "Eu... eu gosto, Lucas. Me fode mais." Ele riu, estocando mais forte, sua respiração quente no meu pescoço. "Boa garota. Vou gozar bem no fundo, misturando com a dele. Você vai pra casa pingando de nós dois." Ele acelerou, grunhindo, até explodir dentro de mim, sua porra se misturando à de Marcus em uma sensação pegajosa e proibida. Ele se retirou devagar, me dando um tapa na bunda. "Amanhã, mais relatórios. E quem sabe, da próxima vez eu te faço chupar antes."
Dirigi para casa naquela noite me sentindo usado, sujo e inexplicavelmente excitado. Os dias seguintes foram uma névoa de trabalho e segredos, com Marcus me ignorando publicamente mas me mandando mensagens safadas durante as reuniões. Então, veio o convite inesperado: Jantar na casa de Marcus. "Elena, minha mulher quer te conhecer.", dizia a mensagem. "Venha preparado." Meu coração acelerou. Elena, com sua beleza etérea, havia me deixado intrigado da última vez. Mas algo nela parecia... diferente, um mistério que eu não conseguia decifrar.
Cheguei à mansão deles ao entardecer, o sol se pondo sobre os jardins impecáveis. Marcus me recebeu na porta, impecável em um terno cinza, mas seus olhos tinham um brilho predatório. "Entre, Alex. Elena está ansiosa." Ela nos esperava na sala de estar, vestida em um robe de seda vermelho que acentuava suas curvas perfeitas. Seus cabelos loiros caíam em ondas, e seu sorriso era acolhedor, mas havia uma intensidade em seu olhar que me fez engolir em seco. Durante o jantar – um banquete de carnes grelhadas, vinhos caros e saladas frescas –, Elena flertava abertamente, tocando meu braço, inclinando-se para perto para sussurrar piadas. Marcus observava, bebendo seu uísque, um sorriso sutil nos lábios.
Após o jantar, nos sentamos no sofá da sala de estar, com jazz suave tocando ao fundo. Elena se levantou, servindo mais vinho, e então se sentou entre nós dois. "Alex, querido, há algo que você precisa saber sobre mim", disse ela, sua voz suave como mel. Ela desamarrou o robe devagar, revelando lingerie preta que moldava seu corpo. Meu olhar desceu, e então eu vi: sob a calcinha de renda, um volume inconfundível. Elena era uma mulher trans, seu pau semi-ereto pressionando o tecido, belo e convidativo. Eu pisquei, surpreso, mas excitado. "Eu sou trans, Alex. E Marcus me contou tudo sobre vocês dois. Eu... eu desejo ver vocês transando. Assistir meu marido te dominando, te enchendo... me excita tanto."
Marcus riu, puxando-me para perto. "Ela adora shows, Alex. Vamos dar um pra ela." Ele me beijou com fome, suas mãos explorando meu corpo enquanto Elena observava, tocando-se devagar por cima da lingerie. "De joelhos", ordenou Marcus, e eu obedeci, chupando seu pau enquanto ele gemia. Elena se aproximou, seus dedos traçando minhas costas. "Que lindo... continue, Alex. Chupa ele bem." Marcus me virou de costas no sofá, me penetrando com força, cada estocada fazendo Elena gemer de prazer enquanto se masturbava. "Ah, sim... fode ele, amor. Faz ele gritar." O quarto encheu-se de sons de prazer: meus gemidos, os grunhidos de Marcus, os suspiros de Elena. Ele gozou dentro de mim, e Elena veio logo depois, jorrando em sua própria mão, os olhos fixos em nós.
Depois que Marcus me fodeu no sofá, com Elena se masturbando enquanto assistia, o ar estava pesado de suor, porra e tensão sexual. Meu corpo tremia, ainda aberto e escorrendo, quando Elena se levantou, o robe caindo completamente dos ombros. Seu pau, agora completamente duro, balançava entre as coxas enquanto ela caminhava até um armário discreto na parede da sala. Ela voltou com uma coleira de couro preto grosso, cravejada de metal, e uma corrente curta com mosquetão.
"Você foi um bom menino até agora, Alex", disse ela, a voz doce contrastando com o brilho predatório nos olhos. "Mas agora vamos te colocar no seu lugar de verdade."
Marcus me puxou pelos cabelos, me forçando de joelhos no tapete macio. Elena passou a coleira no meu pescoço, apertando o suficiente para eu sentir a pressão constante, mas sem cortar o ar. O couro frio contra a pele quente me fez arfar. Ela prendeu a corrente na argola e a esticou até a parede oposta, onde havia um gancho de aço embutido discretamente atrás de um quadro. Me arrastaram como um animal, me forçando a engatinhar até a parede. Marcus segurou meus pulsos atrás das costas enquanto Elena prendia a corrente no gancho, deixando-me de pé, mas inclinado para frente, braços imobilizados, bunda exposta, rosto virado para a sala.
"Perfeito", murmurou Elena, dando um tapa leve na minha bunda ainda vermelha. "Agora fica quietinho e assiste."
Marcus se virou para ela, puxando-a pela cintura. Eles se beijaram com uma fome que parecia acumulada há horas. As mãos dele exploravam o corpo dela — os seios firmes, a cintura fina, descendo até apertar seu pau com possessividade. Elena gemeu na boca dele, empurrando-o para o sofá onde eu acabara de ser fodido. Ela se sentou no colo dele, guiando o pau grosso de Marcus para dentro dela com um movimento lento e deliberado. Os dois gemeram juntos quando ele a penetrou até o fundo.
Eu assistia, preso à parede como um cão acorrentado, a coleira apertando meu pescoço a cada respiração ofegante. Meu próprio pau latejava, duro e ignorado, pingando pré-gozo no tapete. Eles transavam como se eu não existisse — ou como se eu fosse apenas parte da decoração, um espectador humilhado. Marcus socava para cima, as mãos agarrando os quadris dela, enquanto Elena cavalgava com movimentos fluidos, os cabelos loiros caindo sobre os ombros, gemendo alto.
"Olha pra ele, amor", disse Elena entre suspiros. "Olha como ele tá babando por nós. Patético."
Marcus virou o rosto na minha direção, os olhos escuros brilhando de prazer cruel. "Você quer isso, não quer, Alex? Quer estar no lugar dela? Ou quer ser só o nosso brinquedo sujo?"
Eu não respondi — não conseguia. Minha garganta estava seca, o corpo tremendo de excitação e humilhação. Eles aceleraram, os sons molhados da foda enchendo a sala, até que Marcus grunhiu alto, puxando Elena para baixo com força e gozando dentro dela. Elena gozou logo depois, o pau dela pulsando e jorrando por cima da barriga dele, os dois ofegantes e suados.
Mas não acabara.
Eles se levantaram devagar, ainda entrelaçados, e vieram na minha direção. Marcus segurou meu queixo com força, forçando minha boca a abrir.
"Abra bem, vadia."
Elena se posicionou ao lado dele. Os dois estavam semi-duros ainda, pingando. Marcus foi o primeiro: segurou o pau na base e mirou na minha boca aberta. Um jato quente e forte acertou minha língua, enchendo minha boca de porra grossa e salgada. Ele gozou em espasmos longos, forçando-me a engolir tudo enquanto Elena ria baixinho.
"Boa garota", sussurrou ela. "Agora minha vez de te marcar."
Ela se aproximou mais, o pau dela apontado diretamente para meu rosto. Primeiro veio o jato de urina — quente, amarelo, com cheiro forte e acre. Ela mirou na minha boca, depois no peito, deixando o líquido escorrer pelo meu corpo nu, pingando no chão. Marcus se juntou, urinando também, os dois aliviando-se em mim como se eu fosse um mictório humano. O calor escorria pelo meu peito, pela barriga, pelas coxas, misturando-se com o suor e a porra que já escorria de mim.
Quando terminaram, eles se olharam, satisfeitos, e se beijaram de novo — um beijo lento, apaixonado, como se eu nem estivesse ali. Elena deu um último tapa no meu rosto molhado.
"Boa noite, Alex. Durma bem aí."
Eles apagaram as luzes da sala, deixando apenas uma lâmpada fraca no canto. Subiram as escadas de mãos dadas, rindo baixinho, e fecharam a porta do quarto no andar de cima. O silêncio caiu pesado. Eu fiquei ali, acorrentado à parede, nu, coberto de porra e urina dos dois, a coleira apertando meu pescoço, o corpo tremendo de frio e excitação negada. Meu pau ainda duro, latejando inutilmente, sem alívio. O líquido secava lentamente na minha pele, o cheiro impregnando tudo.
Fiquei sozinho na escuridão, ouvindo apenas minha própria respiração ofegante e o gotejar distante de alguma torneira. Eles dormiam confortáveis na cama king size, enquanto eu era deixado como um cão esquecido — sujo, usado, esperando o amanhecer para ver o que mais eles fariam comigo. E, no fundo, uma parte de mim ansiava por mais.
O amanhecer chegou cruelmente lento. A luz cinzenta filtrava pelas cortinas da sala de estar, iluminando o tapete manchado e meu corpo ainda acorrentado à parede. A coleira havia deixado marcas vermelhas no pescoço, a pele grudenta de urina seca, porra e suor. Meu pau, que passara a noite inteiro duro e ignorado, finalmente amolecera de exaustão. Ouvi passos descendo as escadas: Marcus e Elena, já vestidos e frescos, como se a noite anterior tivesse sido apenas um jantar comum.
Marcus se aproximou primeiro, desprendendo a corrente do gancho com um clique seco. A coleira ainda ficou no meu pescoço — ele não se deu ao trabalho de tirar.
"Levanta, Alex. Hora de ir trabalhar", disse ele, voz neutra, como se estivesse falando com um funcionário qualquer. Elena trouxe uma toalha úmida e me limpou superficialmente — rosto, peito, coxas —, mas sem carinho. Apenas o suficiente para eu não fedesse no escritório. Eles me vestiram com as roupas da noite anterior, amassadas e com cheiro de sexo, e me empurraram para fora da porta sem café da manhã ou uma palavra de despedida.
No caminho de volta para casa, peguei um táxi rápido, tomei um banho escaldante e me arrumei o mais rápido que pude. Camisa social branca, gravata azul-marinho, calça social preta. Tentei esconder as marcas no pescoço com a gola alta e um pouco de corretivo. O relógio marcava 8:15. Cheguei ao prédio da empresa às 8:45, suado e atrasado.
Marcus já estava na sala dele quando passei pelo corredor envidraçado. Ele ergueu os olhos do computador, me viu e balançou a cabeça negativamente, um gesto curto e claro: nada de carona hoje. "Ônibus, Alex. Você sabe o caminho." Ele nem abriu a boca — só aquele olhar que dizia que eu era descartável fora das horas de prazer.
Peguei o ônibus mesmo. Era perto, só quinze minutos, mas o trajeto pareceu eterno. Eu sentia o corpo dolorido a cada solavanco, o cu ainda sensível da noite anterior, o cheiro residual de urina e porra grudado na pele apesar do banho. Quando desci na parada em frente ao prédio, Lucas já estava lá, encostado no capô do seu carro preto, fumando, como se me esperasse.
"Olha só quem resolveu aparecer de ônibus hoje", disse ele, soprando a fumaça para o lado. "O chefe te largou na mão, hein? Coitado." Ele abriu a porta do passageiro. "Entra. Te levo até o elevador. Mas tem preço."
Eu hesitei só um segundo. Ele ergueu uma sobrancelha, o sorriso sarcástico de sempre. "Ou você prefere subir fedendo a ônibus lotado e com o cu ainda pingando do Marcus?"
Entrei no carro. Ele dirigiu devagar pelo estacionamento subterrâneo, parando em um canto escuro, longe das câmeras. Desligou o motor.
"Você sabe como funciona", disse ele, abrindo o zíper da calça. Seu pau já estava semi-duro, saindo da cueca boxer. "Paga a carona, Alex."
Não precisei de mais ordens. Me inclinei sobre o console central, a boca abrindo automaticamente. Ele segurou minha nuca e empurrou devagar, gemendo baixo enquanto eu o engolia inteiro. "Isso... chupa bem, vadia. Sinto o gosto do Marcus na sua língua ainda." Ele fodia minha boca com movimentos curtos e controlados, sem pressa, aproveitando cada segundo. Quando gozou, segurou minha cabeça no lugar, forçando-me a engolir tudo. Depois me empurrou de volta para o banco do passageiro, limpou o pau na minha gravata e saiu do carro como se nada tivesse acontecido.
"Boa carona, Alex. Te vejo no almoço."
Subi para o escritório com o gosto dele na boca, o coração acelerado. Durante a manhã, tentei me concentrar nos relatórios, mas minha cabeça não parava. Marcus e Lucas. Os dois me usavam. Os dois sabiam exatamente quando e como me pegar. Será que um contava pro outro? Será que riam de mim juntos? A ideia me deixava enjoado... e estranhamente excitado.
Na hora do almoço, fui até a copa pegar café. Lucas estava lá, conversando com Marcus. Eles riam de alguma piada interna, ombro a ombro, como velhos amigos. Marcus deu um tapa amigável nas costas de Lucas, e os dois trocaram um olhar cúmplice. Meu estômago gelou. Eles eram próximos. Muito próximos. Será que Lucas contava tudo para Marcus? Será que Marcus sabia da chantagem e aprovava? Ou pior: será que os dois combinavam tudo?
Marcus me viu na porta e acenou com a cabeça, como se fosse só mais um funcionário. "Alex, vem aqui depois da reunião das 14h. Preciso de você na minha sala."
A reunião das 14h era com investidores importantes. Marcus presidia, impecável como sempre. Quinze minutos antes do início, ele me chamou para a sala dele por mensagem: "Agora."
Entrei. Ele estava sentado na cadeira de couro, pernas abertas, gravata frouxa.
"Fecha a porta. Tranca."
Obedeci.
"Preciso relaxar antes da reunião", disse ele, abrindo o zíper devagar. Seu pau grosso já estava duro, veias saltadas. "De joelhos. Rápido. Não tenho tempo pra preliminares."
Caí de joelhos entre as pernas dele. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e guiou minha boca até a base, forçando-me a engolir tudo de uma vez. "Isso... chupa bem, Alex. Faz eu esquecer essa merda de prejuízo." Ele fodia minha garganta com estocadas curtas e brutas, gemendo baixo para não chamar atenção. O som úmido da minha saliva e dos engasgos abafados enchia a sala. Ele acelerou, grunhindo, e gozou forte, enchendo minha boca até transbordar pelos cantos dos lábios. Segurou minha cabeça no lugar até eu engolir cada gota.
"Boa garoto", murmurou, ajustando a gravata e se levantando. "Agora limpa a cara e vai pra reunião. E sorria pros investidores. Ninguém precisa saber que você acabou de engolir a porra do chefe."
Saí da sala com o gosto dele na boca mais uma vez, o pau latejando na calça, a mente girando com a certeza crescente: Marcus e Lucas não eram só colegas. Eram cúmplices. E eu era o brinquedo que eles dividiam. A pergunta agora não era mais "se" eles sabiam um do outro. Era quanto tempo levaria para me usarem juntos — e o que fariam quando isso acontecesse.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sedutorrj

Nome do conto:
Meu novo emprego. Parte 3 - Conto real

Codigo do conto:
254674

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/02/2026

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