Meu novo emprego - parte 4 . Conto real

Naquela época, o dinheiro era o que mais me prendia àquela loucura toda. O aluguel estava atrasado há duas semanas, as contas de luz e internet ameaçavam cortar, e eu mal conseguia comprar comida decente. O emprego na empresa de Marcus pagava bem — bem melhor do que qualquer outro lugar que eu havia tentado antes. Salário de analista sênior, bônus trimestrais, plano de saúde que cobria até terapia (ironia do destino). Eu precisava disso. Precisava muito. Então engolia o orgulho, a humilhação, o gosto residual de porra na boca e continuava. Era o preço da sobrevivência.
Dois dias depois daquela noite na mansão, eu estava no meu cubículo tentando me concentrar em uma planilha que não fazia sentido na minha cabeça. Olheiras profundas, pescoço marcado pela coleira que eu ainda escondia com a gola da camisa, corpo dolorido. Uma colega do departamento de marketing, Sofia, passou pela minha mesa com uma xícara de café na mão. Ela era uma mulher de uns 30 anos, cabelo castanho cacheado, sempre simpática, mas nunca invasiva.
"Ei, Alex… você tá bem? Tá com uma cara de quem não dorme há dias."
Eu levantei os olhos devagar, forcei um sorriso fraco. "Tô sim. Só… estressado com os prazos. Nada demais."
Ela parou, inclinou a cabeça, me estudando. "Você parece abatido. Tipo, realmente abatido. Se quiser conversar, eu tô aqui, tá? Sem julgamento."
Eu balancei a cabeça, murmurando um "valeu", mas algo dentro de mim quebrou. Talvez fosse o cansaço acumulado, talvez o peso de carregar tudo sozinho. Quando o expediente acabou e o escritório esvaziou, Sofia ainda estava lá, arrumando a mesa dela. Eu me aproximei, voz baixa.
"Sofia… posso te contar uma coisa? Mas você tem que jurar que não vai contar pra ninguém. Nem pro RH, nem pra ninguém."
Ela assentiu, séria, e me levou para a salinha de descanso vazia. Trancou a porta. Sentei na cadeira, mãos tremendo, e desabafei tudo. Comecei pela entrevista de emprego, o sexo na mesa, a chantagem de Lucas, as noites na casa de Marcus e Elena, a coleira, a urina, o boquete antes da reunião. Falei da humilhação, do prazer misturado com nojo, de como eu odiava e ao mesmo tempo precisava daquilo tudo porque o salário era a única coisa que me mantinha no apartamento. Terminei chorando baixinho, envergonhado.
Sofia ficou em silêncio por uns longos segundos, olhos arregalados, mão na boca. "Meu Deus, Alex… isso. Você tá sendo explorado, chantageado…"
"Eu sei", interrompi, limpando o rosto. "Mas eu… eu tô conseguindo sobreviver por causa disso. O dinheiro entra, o aluguel tá quase quitado. E… uma parte de mim gosta. Gosta da sensação de ser usado. Eu sou fodido, Sofia. Literal e figurativamente."
Ela respirou fundo, se aproximou e pôs a mão no meu ombro. "Você não é fodido. Você tá preso numa situação tóxica. Mas eu entendo… entendo que às vezes a gente faz o que precisa pra sobreviver. Eu não vou julgar. E se você precisar de ajuda — qualquer tipo de ajuda: dinheiro emprestado, lugar pra ficar, alguém pra te tirar daqui, ou até só pra desabafar de novo —, me procura. Eu prometo. Tá?"
Eu assenti, grato, mas sem saber se algum dia teria coragem de pedir. Saí dali me sentindo um pouco mais leve, mas ainda preso na mesma teia.
Dois dias depois, era uma quinta-feira comum. Eu estava revisando um relatório quando o ramal interno tocou. Era a secretária de Marcus.
"Alex, o senhor Marcus quer você na sala dele. Agora. E tem uma visitante com ele."
Entrei sem bater — ele odiava quando eu batia. Marcus estava sentado na cadeira de sempre, pernas abertas, gravata frouxa. E ao lado dele, de pé, Elena. Vestida com um tailleur preto justo, salto alto, cabelo preso em um coque perfeito. Ela sorriu ao me ver, mas era um sorriso que prometia problemas.
"Fecha a porta, Alex. Tranca", disse Marcus, voz calma demais.
Obedeci, coração acelerado.
Elena deu um passo à frente, tirando os óculos escuros devagar. "Senti sua falta, querido. Aquela noite… foi boa, mas incompleta. Eu assisti vocês dois, gozei assistindo, mas não te toquei. Não te provei. E isso me deixou inquieta."
Ela se aproximou, dedos traçando meu queixo, depois descendo pelo peito até apertar meu pau por cima da calça. "Eu exijo terminar o serviço. Aqui. Agora. Na frente do meu marido."
Marcus riu baixo, recostando-se na cadeira. "Você ouviu, Alex. Tire a roupa. Tudo."
Eu hesitei só um segundo. Elena ergueu uma sobrancelha. "Ou quer que eu conte pro RH sobre como você 'conseguiu' esse emprego tão bem remunerado?"
Tirei a camisa, a calça, a cueca. Fiquei nu no meio da sala, pau já meia-bomba de nervoso e excitação. Elena abriu a blusa devagar, revelando sutiã de renda preta e, embaixo da saia, sem calcinha. Seu pau já estava duro, apontando para mim.
"De joelhos", ordenou ela.
Caí. Ela segurou minha nuca e guiou o pau até minha boca. "Chupa. Faz direito."
Eu chupei, sentindo o gosto dela — limpo, levemente salgado, diferente do de Marcus. Ela gemia baixo, fodendo minha boca com movimentos controlados enquanto Marcus assistia, se masturbando devagar por cima da calça.
"Que lindo", murmurou Elena. "Meu brinquedinho favorito do meu marido."
Depois de alguns minutos, ela me puxou pelos cabelos e me virou de costas, me inclinando sobre a mesa de Marcus. Papéis voaram. Ela cuspiu na mão, lubrificou o pau e me penetrou de uma vez, sem aviso. Eu gritei, mas Marcus tapou minha boca com a mão.
"Quieto, vadia. Os funcionários vão ouvir."
Elena me fodia com força, estocadas profundas, gemendo alto. "Ah, sim… tão apertado… tão meu…" Marcus se levantou, abriu a calça e enfiou o pau na minha boca enquanto ela me comia por trás. Os dois me usavam em ritmo sincronizado, um na boca, outro no cu, como se eu fosse só um objeto para prazer deles.
Elena gozou primeiro, enchendo meu cu com jatos quentes, gemendo o nome do marido. Marcus veio logo depois, gozando na minha garganta, forçando-me a engolir enquanto Elena ainda pulsava dentro de mim.
Quando terminaram, Elena se retirou devagar, deu um tapa na minha bunda e ajustou a roupa. "Pronto. Serviço terminado. Por enquanto."
Marcus me deu um beijo na testa, quase carinhoso. "Volte pro seu lugar, Alex. E não esquece: amanhã tem reunião às 10h. Esteja pontual."
Saí dali trêmulo, com porra escorrendo pelas coxas, o gosto dos dois na boca. Sofia me viu no corredor, olhos preocupados. Eu forcei um sorriso e balancei a cabeça: "Tô bem".

Depois que Elena saiu da sala de Marcus, eu fiquei ali por mais alguns minutos, tentando me recompor. A porra dela ainda escorria devagar pelas minhas coxas internas, misturada ao suor e ao cheiro forte de sexo que impregnava minha pele. Ajustei a calça, limpei o rosto com a manga da camisa e saí para o corredor como se nada tivesse acontecido. Meu corpo doía — o cu latejando da penetração dela, a garganta arranhada do pau de Marcus antes. Mas o salário entrava no final do mês. Isso era o que importava.
No fim da tarde, quando o escritório já estava quase vazio, Lucas apareceu na minha mesa. Ele não bateu na divisória; só se encostou, braços cruzados, aquele sorriso torto de sempre.
"Alex... olha só pra você. Cara de quem levou uma surra e gostou." Ele se inclinou, voz baixa. "Elena te comeu na sala do chefe, né? Eu vi ela entrando. E vi você saindo mancando um pouco. Ela abusou de você hoje, não foi? Te fodeu sem dó, na frente dele. Aposto que você gozou sem nem encostar no pau."
Eu corei, olhando para o monitor como se estivesse trabalhando. "O que você quer, Lucas?"
Ele riu baixinho. "O de sempre. Mas agora eu tenho mais munição. Porque eu sei que você abriu a boca pra Sofia. Contou tudo pra ela. A chantagem, o Marcus, a Elena... até a coleira e a mijada na sala deles."
Meu coração parou. "Como você sabe disso?"
"Porque Sofia e eu somos próximos, seu idiota. Amigos desde a faculdade. Ela me contou ontem à noite, preocupada pra caralho. 'O Alex tá numa merda, Lucas. Tá sendo abusado.' Ela acha que é só abuso. Não sabe que você adora ser tratado como puta."
Ele se sentou na borda da minha mesa, pernas abertas, me olhando de cima. "Mas eu e ela bolamos um plano. Ela tá preocupada com você, mas também... curiosa. Quer 'ajudar'. E eu quero te foder enquanto você chupa a buceta dela. Vamos ver se você aguenta ser usado pelos dois ao mesmo tempo. Se você recusar, eu mando as fotos que tenho — você de quatro pro Marcus, gozando na cara da Elena — pro grupo da empresa. Ou pro RH. Escolhe."
Eu engoli em seco. O pavor misturado com a excitação traiçoeira. "Quando?"
"Hoje. Depois do expediente. No banheiro masculino do andar de cima. Sofia vai estar lá. Ela topou. Surpreendentemente, ela gostou da ideia. Disse que sempre achou você fofo... e que ver você sendo dominado pode ser 'interessante'."
O expediente acabou. Eu subi as escadas tremendo. O banheiro do andar executivo estava vazio — luzes baixas, cheiro de desinfetante. Sofia já estava lá, encostada na pia, nervosa mas com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto. Vestia uma saia lápis e blusa justa, cabelo solto. Lucas trancou a porta atrás de mim.
"Alex...", disse Sofia, voz suave. "Eu... eu não queria te machucar. Mas Lucas me convenceu que isso pode ser... bom pra você. Liberador. E eu... eu quero ver."
Lucas me empurrou para o chão, de joelhos. "Tira a roupa dela, Alex. Mostra pra gente o quanto você obedece."
Eu obedeci. Levantei a saia dela devagar, puxei a calcinha de renda preta para o lado. A buceta dela estava molhada, lábios inchados, clitóris já duro. Sofia gemeu baixinho quando minha língua tocou ali pela primeira vez — lambi devagar, círculos suaves, sentindo o gosto doce e salgado dela. Ela segurou minha cabeça, empurrando contra si.
Lucas abriu a calça atrás de mim, cuspiu na mão e lubrificou o pau. "Continua chupando ela, vadia. Não para."
Ele me penetrou de uma vez, estocada profunda que me fez gemer na buceta de Sofia. O som ecoou no banheiro vazio — meus gemidos abafados, os dela altos e surpresos. Lucas socava com força, mãos nos meus quadris, enquanto Sofia cavalgava meu rosto, esfregando o clitóris na minha língua.
"Ah, porra... isso é tão bom", sussurrou ela, voz rouca. "Eu... eu não imaginava que ia gostar tanto. Ver você assim, sendo fodido enquanto me lambe... me deixa louca."
Ela virou outra pessoa ali. A Sofia gentil, preocupada, sumiu. No lugar, uma mulher dominadora, gemendo ordens: "Mais língua, Alex. Chupa meu clitóris. Faz eu gozar na sua boca." Ela apertava meus cabelos, controlando o ritmo, enquanto Lucas acelerava atrás de mim.
"Olha só pra ele, Sofia. Nosso brinquedinho de escritório. Toma pau e buceta ao mesmo tempo. Patético... e perfeito."
Sofia gozou primeiro, tremendo, jorrando na minha boca, gemendo alto enquanto eu engolia tudo. Lucas veio logo depois, enchendo meu cu com porra quente, grunhindo e me dando tapas na bunda. "Boa, Alex. Continua assim e talvez a gente te proteja de verdade."
Eles me deixaram ali no chão, ofegante, coberto de fluidos. Sofia se abaixou, beijou minha testa — um gesto quase carinhoso, mas com um sorriso novo, predatório.
"Eu prometi ajudar, né? Agora eu ajudo... do meu jeito."
Saí dali mais preso do que nunca. Sofia não era mais só uma aliada. Era cúmplice. E Lucas... Lucas tinha ganhado mais poder. O plano deles estava só começando. E eu, no fundo, ansiava pelo próximo capítulo. Porque o salário continuava entrando, e o prazer — por mais sujo que fosse — também.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sedutorrj

Nome do conto:
Meu novo emprego - parte 4 . Conto real

Codigo do conto:
254781

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/02/2026

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