Flagrei meu sogro comendo minha filha e acabei sofrendo também PT 2
Depois que ele destruiu minha buceta na manhã, eu fui tomar meu banho, a Marta voltou da rua e tudo em casa agiu como se nada tivesse acontecido, ele foi um avô normal com a Marta e um sogro normal comigo, mesmo depois de ter arrombado as duas em menos de 24h. Fiquei o dia todo desconfiada, até a noite, nem consegui dormir, toda hora eu ia olhar na sala pra ver se ele estava lá, se tava no quarto da Marta, e ele não fez nada, só dormiu, o dia seguinte inteiro a mesma coisa, agindo normalmente, (acho que foi proposital, pra gente "esquecer" e também pra ele se recuperar velho já e meteu duas vezes rápido), minha filha já tava bem de boa com ele de novo durante o dia, eu ainda meio com pé atrás, mas acabava ignorando a história, ele me ajudava no dia a dia. Até que chegou a noite, fomos todos dormir, e eu como tava muito cansada apaguei dormindo pelada como sempre, e não tranco a porta por causa da Marta, acordei umas 2h da manhã só sentindo uma pressão enorme no meu cuzinho, quando olhei pra trás, estava ele em cima de mim, colocando a cabecinha do pau na minha bunda (que é bem apertadinha, poucas vezes dei meu cu, o filho dele parece que não gosta) Ali já dei um berro, me mexendo e dando tapa nele tentando tirar ele de cima de mim, mas ele é muito maior e mais forte, com o meu "show" ele pegou e enfiou de uma vez a rola toda, me rasgando toda, dei um berro bem alto e a lágrima desceu no rosto na hora, aquele pau grosso e grande arrombando meu cuzinho, ele me puxava pelo cabelo, apertando meu peito, começou a socar sem dó o cacete no meu rabo, eu berrava gemendo, uma mistura de prazer e dor, me sentindo uma vagabunda, sendo violada e até que gostando, apesar da dor imensa, tinha esquecido completamente da minha filha, e com meus berros ela acordou, o safado ainda deixou a porta aberta, e Marta acordou, vindo devagar até o quarto, eu só vi a sombra dela na porta e já me desesperei, o Wagner então viu o controle da minha TV na cama, ele pegou e eu só senti o controle quase inteiro entrando na minha buceta, onde eu gemi e berrei mais ainda, ele olhou pra trás e viu a Marta na porta, logo disse "Marta meu amor, entra" e veio ela, de fininho, parou do lado da cama vendo ele socando sem dó a rola no meu cu, ela com cara de assustada olhou pra mim, passou a mão no meu cabelo e disse "tá tudo bem mãe?" Eu chorando aguentando as socadas disse que sim, mas que ela tinha que sair do quarto, então o Wagner disse, "não bebe, fica, olha como sua mãe realmente é, uma vagabunda, adora um pau", aí eu perguntei pra ela se ele tinha feito com ela, ela respondeu com a cabeça que sim "mas que não foi desse jeito", e eu perguntei se ela tinha gostado, e ela disse que "mais ou menos" Ela tava incomodada vendo meu sofrimento, a força que ele me batia, me socava no cu, eu tava até gostando embora a lágrima escorresse no rosto e meus gritos pareciam dizer outra coisa, e ela falava pra ele parar, ele então disse "Eu paro por você amorzinho, mas só se você arrancar sua roupinha (tirou o pau do meu cu, apontou pra ele e disse) ajudar o seu avô a terminar", eu fiquei desesperada e falei pra ela não fazer, mas ela me viu deitada completamente sem forças, ofegante demais, e começou a tirar a roupa, ele saiu de cima de mim, colocou ela de joelhos do meu lado e mandou ela mamar (menos mal, achei que ele ia arrombar o cu dela igual fez comigo) e ela se ajoelhou, mal conseguia passar da cabeça do pau dele, mas pelo visto ela chupava bem, ele tava ficando louco, todo arrepiado, se mexendo bastante, forçando um pouco mais até ela se engasgar, ver aquilo infelizmente tava me dando tesão, e quando me dei conta eu tava socando o controle na minha buceta de fininho vendo aquilo, ele reparou no que eu tava fazendo e começou a me humilhar, falando como eu era uma vagabunda mesma, estava me masturbando vendo a própria chupar o pau do avô, que acabou de sair do meu cu, que eu era uma pervertida, então ele pegou e começou a forçar muito a cabeça dela no pau dele, uma garganta profunda, os olhos da Marta se reviravam, ela tava tapas nele, se afogando na piça dele, eu levantei e meio que empurrei ele falando para parar, ele largou ela, mas me empurrou na cama e disse que não queria mais saber de mim, e gozou litros na boca dela, fazendo ela engolir, o que tava difícil para ela, ela quase vomitava, então eu peguei ela, sentei ela no meu colo e dei um beijo de língua nela, pegando toda a porra que ela não tinha engolido ainda e passando pra mim engolir, e com ela no meu colo, a bucetinha dela roçava na minha, isso me deu um tesão também.. Ele ficou louco vendo nós duas se beijando e trocando a porra dele, amou ver, ria atoa falando que eu era uma boa mãe, mandou a gente abrir a boca pra ver se tínhamos engolido tudo, nós engolimos, ele disse que tava amando ter duas putinhas e saiu do quarto, voltou pra sala e deitou, ali eu e a Marta ficamos mesmo, dormimos peladas as duas juntas, percebi que ela tava sentindo o mesmo que eu, ela tava "gostando" do que tava acontecendo, mas não sabia como e também por ser o próprio avô fazendo isso com ela, era um sentimento confuso..
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