Nos primeiros dias, aquela rotina chata e já estava louca para largar. Estava lá como jovem aprendiz, mas ninguém tinha paciência para me ensinar. A filha dela tinha esta missão, mas ela não queria, não sei se tinha ciúmes. O único que me dava um pouco de atenção era o seu Pedro.
Um dia, sem querer, entrei de sopetão na sala dele e ele tomou um susto e começou a arrumar as calças. Pedi desculpas, ele mandou bater antes de entrar, disse que estava concentrado fazendo algo importante. Fui mostrar o relatório que pediu para fazer, para ver se estava certo. Enquanto ele olhava, reparei, meio de canto de olho, que parecia que tinha um filme pornô na tela do computador dele. Ele viu que percebi, ficou nervoso, desligou o computador e pediu para eu sair, que depois falava comigo.
Confesso que fiquei sem saber o que fazer. Tinha achado nojento aquele senhor fazendo aquilo no trabalho, com a mulher e a filha na firma, mas me deu tesão, muito tesão. No final do expediente, voltei à sala dele, bati a porta e entrei. Fui pedir desculpas novamente. Ele disse que tudo bem, mas que sempre batesse na porta. Antes de sair, disse. "Pode ficar tranquilo, não vou comentar com ninguém."
Depois daqueles dias, seu Pedro começou a ficar mais atencioso comigo, enquanto a mãe e a filha ficavam me sacaneando, não me ajudavam em nada.
Numa semana, teria um feriado prolongado. O feriado caía numa quinta, mas a empresa ia emendar. Fui à sala do seu Pedro para entregar alguns relatórios, ele me perguntou se eu ia viajar, respondi que não. "Consegues vir na empresa sexta de manhã, para me ajudar?", perguntou. Ana e Luana (a mãe e a filha) vão estar na praia.
Aquilo me deu uma descarga de tesão. "Será que seu Pedro está com má intenção?", pensei por dentro.
Disse que sim, que eu iria. Combinamos lá por umas 10h. "Não precisa vir arrumada com roupa de trabalho, vamos estar só nós, pode vir mais à vontade", falou ele, como se estivesse dando uma senha.
Fui de saia curta, uma camisa mais colada no corpo e chinelinho. A fábrica vazia, ele me esperava na sala dele, de short, camisa e chinelo. Me mostrou alguns documentos e começou a puxar conversa. Disse que estava de saco cheio da mãe, que a filha não queria nada com nada, queria saber do meu namorado, etc... Contava da vida dele e das coisas que tinha deixado de fazer.
"E aquele vídeo que o senhor estava vendo aquele dia?", perguntei para seu Pedro, que quase caiu da cadeira. "O senhor estava se masturbando?", perguntei com cara de safada. Nisso, olhei um volume crescendo por debaixo do short dele. "Não quer colocar o vídeo para vermos juntos?", provoquei ainda mais.
"Você tem a idade da minha filha", disse ele, ainda vacilando.
"Mas não sou. Se você quiser, posso ser sua putinha, se cuidar bem de mim", falei. "Coloca o vídeo, vai!"
Fui atrás dele, encostei meus peitos no ombro dele, disse no ouvido dele para ele relaxar e comecei a fazer uma massagem. O vídeo era de um coroa comendo uma novinha.
"Safado... é isso que queres fazer comigo", brinquei. Nisso, puxei a cadeira dele mais para trás, me agachei entre ele e o computador e fui tirando o short dele. Comecei a engolir aquele cacete, enquanto ele via o filme. Levantei-me, tirei minha calcinha, sentei de costas para ele, de frente para o computador, e cavalguei muito. Antes de gozar, ele jogou tudo que estava na mesa para baixo, me deitou nela e enfiou seu pau duro, forte, como se há tempo não soubesse como era uma boa transa. Gozou muito e eu também.
Ainda parecia nervoso, insisti para ficar tranquilo, seria nosso segredinho. Ele tirou uma nota de R$ 200 e me deu. Adorei.
Eu disse que poderíamos nos encontrar mais vezes. "Quem sabe na cama da sua mulher, da sua filha", falei bem puta. Vi que seu pau voltou a ficar duro.

Nossa que delícia bde conto
Show de conto.