Toda sexta-feira era a mesma correria. Arrumava minhas coisas na maior pressão pra tentar pegar uma carona na BR antes que escurecesse, porque ônibus não passava nem perto dali. Dessa vez, porém, me fudi. Fiquei até mais tarde na escola terminando um trabalho e só pude ir pra estrada por volta das oito da noite. A estrada era um deserto. Nem um carro passando. Fiquei ali, parado, sentindo o mato chiar e o frio começar a apertar.
Até que, de longe, as luzes de um caminhão. Era uma carreta de frete internacional. O motorista diminuiu, encostou o caminhão e me encarou pela janela.
-E aí, moleque? Cadê vai pra onde?
-Vou pra ...,- respondi, já sem muita esperança.
-Sobe aqui. Eu vou passar por lá, mas preciso de um hotel pra dormir antes de continuar.
Não pensei duas vezes. Joguei a mochila no dormitório de trás e subi na cabine. Era um cara mais novo, talvez uns dez anos mais velho que eu, com um sorriso lindo e um jeito de malandro. Confesso que nem liguei de cara, só queria mesmo chegar em casa e tomar um banho quente.
Mas a viagem foi estranha. A cada curva, eu sentia o olhar dele em mim. E, de vez em quando, ele dava um jeitinho de ajeitar a calça, puxando o pau. Eu olhava de relance, e parecia ser um pauzao. O cara era bem dotado, isso era óbvio. E eu, bem... eu adoro um dotado.
Eu nunca fui afeminado, mas sempre mantive as pernas e braços depiladas e como estava de calção, ele começou a reparar muito em mim
Chegamos no trevo de acesso da minha cidade. Em vez de seguir em frente, ele encostou o caminhão numa entrada de chácara, desligou o motor e desceu.
-Vou mijar - falou, e já foi pro meio do mato, virado de costas pra mim. Mas mijou de lado, de propósito, me mostrando o pau todo. E, mesmo mole, era um monstro. Grande, grosso, cheio de veia. Eu fiquei olhando sem vergonha nenhuma.
Ele voltou, passando a mão no cacete ainda mijado.
-Olha aqui, rapaz. Eu não vou entrar na tua cidade à toa. Mas posso te deixar em porta de casa.
-Pode ser, brother. Te pago o que precisar.
-Grana não. Eu vi o jeitinho que você ficou olhando pra mim. Quero outro pagamento. Vem cá fora e pega nessa pica pra mim, viadinho.
Me deu uma vergonha, mas ao mesmo tempo um tesão do caralho afinal eu era novo e quase 0 experiencia. mas nunca neguei um convite assim.
-Espera um pouco - falei, e desci pra trás do caminhão. Abri a mochila e tirei uma cueca jockstrap que eu sempre carregava. Era um fetiche meu. Vesti ela, deixando a bunda toda de fora.
Quando ele me viu, os olhos dele brilharam.
-Porra! ganhei na loteria hoje! Que bunda é essa, caralho! Parece de mulher. Lisa, sem um pelo. Você deve dar o cu pra todo mundo naquela sua escola, né?
-Nem tanto, não - falei todo envergonhado
Ele me encostou na lataria do caminhão. Fiquei de cócoras na escada, e ele ficou em pé na minha frente. A altura era perfeita. Puxei a calça dele pra baixo e o cacete saltou na minha cara. Era quente, pesado. Coloquei na boca e senti ele crescer em segundos, tanto que quase engasguei.
-Chupa essa pica, moleque. Me faz gozar nesse boquete que eu só fico bom mesmo depois da primeira gozada
Atendi ao pedido. Usei a língua, a mão, tudo. E quando ele gozou, foi uma inundação. Parecia que ele não se masturbava há um mês. Escorreu tudo pelos cantos da minha boca. Cuspi um pouco no pau dele pra continuar chupando com o gosto da porra, até ele ficar duro de novo. Peguei uma camisinha na minha mochila e coloquei nele com a boca.
Desci da escada, me encostei na roda do caminhão e empinei a bunda. Ele não teve piedade. Meteu tudo de uma vez só. Eu gritei. Doía pra caralho, mas era uma dor boa. Não tinha ninguém por perto, então podia gritar à vontade. Uns quinze minutos nessa posição e minhas pernas já estavam tremendo. Peguei uma toalha da mochila, joguei no chão e mandei ele deitar.
- Agora é minha vez.
Sentei com o cu bem na cara dele, de costas. Meu rabo já estava todo arrombado por aquela vara. Peguei o pau dele e guiei até o meu cu. descendo devagar, sentindo cada centímetro entrar até o fundo. Aí comecei a rebolar. Sentava com força, e a cada vez ele ofegava, mas não gozava. O que ele tinha dito era verdade. Depois da primeira, ele era um cavalo.
-Isso, vadia! Senta assim! Forte! Pra mim sentir tudo dentro!
-Caralho, que pica! Meu Deus, tô ficando louco!
Meu pau estava duríssimo dentro daquela cueca apertada, mas eu não mexia nele. O prazer era todo no meu cu.
-Agora é minha vez, safada. Vou acabar com esse seu cuzinho.
Fiquei de quatro pra ele. Ele entrou de novo, com toda a força. Meu cu, já largo, engoliu ele sem problema.
-Haha! Quero ver você abrir mais que isso.
-Então vai ver, seu arrombado.
Ele começou a foder como um animal. Rápido, fundo, sem parar. Eu gritava no meio do mato, como uma vadia desalmada. Me sentindo completamente possuído, arrombado de verdade. De repente, senti a cueca ficar molhada. Eu tinha gozado. Sem nem tocar no meu pau. A porra escorreu pela minha perna. Minhas pernas falharam e eu cai de lado, mas ele não parou. Continuou me fodendo de lado, me pegando pela cintura.
-Caralho, vou gozar! Quero gozar na sua cara, sua puta!
Me levantei na hora, ainda tonto.
-Goza então! Goza em mim! Quero sentir sua porra toda!
Ele me cobriu. Jatos e jatos de porra quente no meu rosto, no meu peito. Foi uma libertação. Nunca tinha uma gozada daquele jeito, só levando no cu. Aquele caminhoneiro tinha mudado tudo pra mim.
Me limpei, limpei ele com a língua, troquei de roupa e ele me levou pra casa.
Deixo como sempre, uma foto da minha bunda pra atiçar vocês kk
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