Esse finalmente vai ser aquele conto que vocês tanto me pedem. Vou finalmente contar como perdi minha virgindade. Para melhor entender este conto, sugiro ler primeiros os contos “ASSANHANDO A PRIMINHA” e “MEU PRIMEIRO BOQUETE”. Tudo começa alguns dias após o meu primeiro boquete, com o Bernardo, irmão do meu colega de colégio, o Ariel.
Como vocês já sabem, desde bem novinha eu tenho bastante intimidade com meus primos Ramon e Lucas. Este relato envolve pessoas diferentes e momentos diferentes que terminaram com o meu “descabaçamento”.
Voltemos para o dia em que eu fiz meu primeiro boquete, no Bernardo. Depois daquilo, saí de lá diferente. Estava me sentindo super segura de mim e orgulhosa, eu queria que o mundo todo soubesse que eu era quase uma mulher, mas claro, não iria contar pra ninguém. Foi então que, dois dias depois, numa daquelas tardes onde eu mandava fotos semi nua para meus primos, acabei confessando para meu primo mais velho, Bernardo, que nessa época tinha 27 anos, que eu havia feito aquilo. Ele quis saber tudo. Tive que contar em detalhes pra ele como aconteceu, e adorei contar. Foi então que rolou algo que nunca havia acontecido. Meu primo me mandou uma foto do pau dele, me espantei porque ele nunca havia mandado.
Ele sempre me respeitou nesse sentido, talvez por eu ser novinha ainda, mas daquele dia, ele mandou. Estava muito duro e era enorme. Era muito maior que o do Bernardo. Se saber muito o que dizer, elogiei. Disse que lindo. Ele me disse estava duro por ele ter me imaginado chupando enquanto eu contava sobre o Bernardo. Ele me perguntou se agora que eu já havia passado esse limite, iria chupar ele também. Fiquei um pouco sem jeito, rimos juntos, mas eu não disse que não. Na verdade, eu queria muito, mas não disse nada. Acabamos a conversa por ali.
No dia seguinte, logo na hora do almoço, quando eu cheguei em casa depois da aula, Ramon estava na minha casa. Sorrimos maliciosamente um pro outro, mas não dissemos nada. Ele almoçou com a minha família, e depois que meus pais saíram pra trabalhar, ele disse que iria ficar comigo porque havia trazido uns DVD’s de bandas de rock que queria me mostrar. Ficamos sozinhos em casa, e eu chamei Ramon pra sala, pra ver os DVD’s. ele riu e disse que não ligava pra isso. Ele disse que veio pra ganhar um boquete meu. Fiquei um pouco encabulada. Não disse que não nem que sim, mas eu queria, e ele sabia que eu queria. Ele perguntou se podia me mostrar pessoalmente o pau dele. Eu disse que sim. Claro que queria ver.
Ramon não se conteve apenas em baixar sua calça, ele fez mais. Começou a tirar a roupa e fiquei totalmente nu na minha frente. Ele segurava o pau e exibia pra mim. Não estava totalmente duro ainda, mas já estava grande. Ele se sentou no sofá pelado com as pernas abertas, exibindo pra mim aquele pauzão. Ele me chamou pra perto dele e me pediu pra chupar. Disse que iria me transformar numa profissional. Eu aceitei.
Ele me pediu pra começar punhetando ele quanto lambia e chupava suas bolas grandes. Eu obedeci. Me ajoelhei na frente dele e comecei a brincar aquele negócio enorme enquanto chupava e lambia as bolas. Depois subi pro pau e ele foi me guiando, falando o que queria que fizesse. Depois de alguns minutos chupando, ele me disse que queria gozar na minha boca. Abri a boca, ele se levantou, segurou minha cabeça pela nuca, bateu algumas vezes na minha cara com o pau e depois me pediu pra mostrar a língua. Ele repousou a cabeça do pau na minha língua e soltou muito leite dentro da minha boca, quente e grosso, e me pediu pra engolir. Eu obedeci.
Depois de beber todo o leite, disse que iria lavar a boca, o rosto e escovar os dentes, e corri pro meu quarto. Pra minha surpresa, ele subiu atrás de mim. Eu estava de calça de lycra e camiseta do colégio, entrei no banheiro e ele ficou parado na porta me olhando. Quando acabei de lavar a boca, ele veio até mim, me deu um beijo na boca e começou a me apalpar por cima da calça de lycra. Eu deixei. Ele já havia me visto sem roupa, como contei no conto “O DIA QUE JOGUEI STRIP POKER”, mas eu nunca havia deixado ele me tocar daquele jeito, mas eu permiti. Ele então disse queria tirar minha virgindade, mas eu não aceitei. Disse que apesar de tudo, não me sentia pronta. Na verdade, eu me sentia pronta, mas tinha medo de perder com um pau muito grande. Achei que não conseguiria.
Ele, como sempre, foi carinhoso comigo. Me disse que tudo bem, e que iria esperar, mas me pediu outra coisa em troca. Queria chupar minha bucetinha. Aquilo era muito ousado pra mim. Ninguém nunca tinha tocado nela, mas eu achei a ideia interessante. Eu disse que sim. Que iria deixar, mas ele tinha mais um pedido. Queria que tirasse a roupa toda. Queria começar chupando meus peitos. Eu topei. Ele então tirou minha roupa toda. Ele também estava totalmente nu. Nos abraços e nos beijamos pelados e estava muito bom. Aquela sensação de pele na pele era muito gostosa. Ele me levou pro meu quarto, se sentou na minha cama e me colocou no colo dele. Eu sentia o pau dele tocando a entradinha da minha bucetinha enquanto ele me beijava e chupava meus peitos.
Foi então que ele colocou deitava na cama e me pediu pra abrir bastante as penas e relaxar. Ele disse que me fazia gozar. Me deitei, abri as pernas e fechei os olhos. Ele aproximou sua boca da minha bucetinha e eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, agarrando os cabelos dele. Ele me elogiava. Dizia que minha bucetinha era a mais linda que ele já havia visto. Pequena e apertada. Ele então a abriu delicadamente, expondo meu clitóris, e passou a língua com carinho. Depois uma segunda lambida com mais força, e por fim, uma terceira, com força, me arrancando um gemido que pareceu que deu mais tesão ainda nele.
Ele me pediu pra ficar com as pernas pra cima, e me ensinou a posição de frango assado. Ele então continuou chupando e lambendo minha bucetinha e vez por outra, descia com a língua até meu cuzinho me fazendo delirar de tesão. Não demorou nada que eu tivesse meu primeiro orgasmo. Ele lambeu tudo o que saiu de mim até a ultima gota. Depois se deitou na minha cama e me pediu pra me sentar na cara dele. Eu assim o fiz. Ele então me encaixou me fazendo meu deitar em cima do peito dele com a buceta na cara dele, e me pediu pra chupa-lo outra vez. Fizemos um 69 bem gostoso e ficamos assim até que os dois gozaram outra vez.
Por fim, ele me disse que não iria me comer se eu me sentisse pronta, mas quis fazer outra coisa. Ele me pediu pra me deitar de ladinho com a perna de cima levemente levantada, e começou a esfregar a cabeça daquele pau enorme na entrada da minha bucetinha e do meu cu ao mesmo tempo que beijava minha boca. Ficamos de conchinha com ele esfregando com força o pau em mim, até que finalmente gozou outra vez me deixando toda suja de porra. Depois disso fomos juntos para o banheiro e lavamos um ao outro. Passamos o resto da tarde junto como namorados, nos acariciando e nos beijando. Já era quase hora dos meus pais voltarem quando ele foi embora. Tinha sido tudo muito bom, mas eu ainda estava com muito tesão. Eu realmente queria sentir o pau dele dentro de mim, e só não aconteceu porque eu achava que era muito grande pra mim.
Eu senti que precisava mesmo perder a virgindade. Estava na hora pra mim. Como toda menina da minha idade, eu tinha alguns meninos com que trocava nudes, e me lembrei especificamente de um deles. Bruninho era gatinho super fofo, da minha idade, meu colega de sala no colégio, e de acordo com as fotos que havíamos trocado, ele tinha um pau de um tamanho menor, que eu julguei ser bom pra mim. Ele era virgem como eu. Eu ainda estava nua, então fui pra frente do espelho e fiz algumas fotos, incluindo closes da minha bucetinha recém chupada, e mandei pro Bruninho com um texto dizendo sem frescura e sem rodeios que queria dar pra ele. Não demorou nem cinco minutos pra ele responder dizendo que estava sozinho em casa e me chamou pra ir pra lá. Depois que meus pais chegaram, coloquei um vestidinho preto sem calcinha por baixo, não precisava de calcinha. Disse pra minha mão que iria encontrar minha amiga Marcela, e fui pra casa do Bruninho.
Ela já estava me esperando e abriu a porta pra mim antes de eu tocar a campainha. Ele também estava ansioso. Fomos direto pro quarto ele e começou a me beijar. Levantei o vestido e mostrei que estava sem calcinha. Ele imediatamente me colocou na cama dele de começou a chupar minha bucetinha. Ele não sabia muito bem como fazer, mas se esforçou pra me agradar. Depois foi a minha vez. Me ajoelhei no chão, baixei as calças dele e ele já estava duro. Bruninho tinha um pau menor, mas lindíssimo. Muito branquinho e com a cabeça rosa clara. Segurei e deu uma lambida de baixo pra cima nele. Senti o Bruninho se tremendo. Lambi mais duas vezes, bem devagar, e depois abocanhei a cabeça do pau dele. Chupei por alguns segundos e ele já me avisou que queria gozar. Pra evitar me sujar, coloquei ele na boca novamente e fiz sinal pra ele que podia gozar. Engoli tudo. Foi gostoso, mas foi muito rápido, mas era compreensível, porque ele era virgem.
Tirei toda minha roupa e me deitei na cama enquanto ele endurecia de novo e pegava uma camisinha. Ele colocou a camisinha e veio se deitando em cima de mim. Ele me penetrou e eu senti pela primeira vez um pau dentro mim. Era uma sensação muito boa, mas infelizmente durou muito pouco. Foram umas cinco estocadas e ele gozou outra vez. Sentindo que havia cometido um erro, me levantei e disse que havia gostado muito, mas que tinha que ir embora correndo. Fui pra casa feliz por não ser mais virgem. Estava finalmente livre, mas estava frustrada por mais ter sido bem, e por ele não ter me dado um orgasmo.
Naquela mesma noite, mandei mensagem para meu primo Ramon e contei tudo pra ele. Ele ficou chateado por não sido com ele, mas entendeu que eu tinha medo de fazer pela primeira vez com um pau grande. Ele então disse que iria me compensar pelo fato de não ter gostado da minha primeira vez. Era noite de sexta, então me disse que no sábado me buscaria pra ter um dia especial com ele. Disse queria me levar pra chácara e passar o dia todo comigo. Claro que eu aceitei. Ele disse resolveria tudo com a minha mãe. Minha mãe gostava muito dele (ainda gosta), e sabe que somos muito amigos, então ele inventou uma história pra me buscar pra passar o dia com ele. Ele disse que tinha que busca um material com um cliente dele em uma cidade próxima, e como o Lucas, irmão dele, não poderia ir pra ajudar, ele pediu minha ajuda. Minha mão deixou, claro, não teria nada demais.
Na manhã daquele sábado eu acordei cedinho. Tomei um banho demorado, reforcei minha depilação pra ficar muito lisinha, usei até o sabonete intimo da minha mão. Depois do banho passei hidratante no corpo todo, arrumei meus cabelos... eu queria estar perfeita pro Ramon. As nove e meia da manhã ele chagou. Tocou a campainha e minha atendeu. Ele não entrou. Ficou me esperando no portão. Quando apareci, percebi no olhar dele que havia se espantado. Eu estava usando um body de renda bem justo, com uma leve transparência, uma jaqueta preta estilo blazer feminino, bem justo e aberto na frente, um shortinho preto estilo de alfaiataria, bem justo na cintura e no colo, mas com uma leve folga nas coxas e uma botinha de salto preto. Ele sorriu como quem havia gostado do que estava vendo. Ele disse que estava maravilhosa. Agradeci o elogio. Eu realmente havia caprichado pro meu dia especial.
Dentro do carro, no primeiro semáforo que paramos, ele medisse que estava um tesão. Segurou meu rosto, me puxou e beijou minha boca com muita vontade. Tirei o blazer, revelando meu body completo. Ele imediatamente pegou nos meus seios e apertou carinhosamente enquanto me beijava outra vez. Paramos em um posto. Enquanto o carro abastecia, descemos na loja do posto, onde ele comprou algumas coisas pra passarmos o dia na chácara. Ele comprou morangos, chocolate, queijo e um vinho. Disse que só precisávamos disso. Voltamos pro carro e entramos na rodovia. Ele não parava de me provocar. Segurou minha mão, beijou e cheirou. Disse que meu cheiro o deixava doido de tesão. Então colocou minha mão em cima do pau dele, por cima da calça, e me fez apertar. Estava duríssimo. Ele levou sua mão na minha coxa e acariciou. Me pediu para abrir as pernas. Eu me ajeitei no banco, ficando quase deitada, e abri minhas pernas. Ele começou a acariciar suavemente minha bucetinha por cima do shortinho me deixando com um tesão enorme.
Finalmente chegamos na chácara. Ramon foi pra cozinha, preparou uma bandeja com morango e chocolate e comemos juntos. Depois de comermos ele me segurou pela mão e me levantou. Disse que queria me ver sem o shortinho. Ele abriu meu shots e tirou. Fiquei só de body e botinha. Ele me abraçou e me beijou com força e tesão. Nós nos acariciávamos. Ele se sentou no sofá, me colocou no colo dele e ficamos nos beijando enquanto as mãos dele passeavam pela minha bunda e meus peitos.
El me deitou sofá com as pernas abertas e começou a chupar minha bucetinha por cima do body de renda, ele sugava meu clitóris por cima do body e logo eu deixei tudo encharcado. Estava com muito tesão. Ele então puxou o body pro ladinho revelando minha bucetinha totalmente melada e babando. Abocanhou como se fosse um doce. Lambeu, chupou, sugou meu clitóris e enfiou um dedo em mim me deixando doida. Logo ele enfiou o segundo dedo e começou a movimentar dentro de mim enquanto me chupava, até que eu não resisti e gozei pela primeira vez.
Ele então se levantou e tirou a roupa toda. Depois começou a bater com o pau na minha cara. Eu me ajoelhei no chão e comecei a chupar quele pica enorme. Ele já estava muito duro. Comecei a fazer carinhos nas bolas dele e lamber desde a base até a cabeça. Depois me concentrei em abocanhar e colocar o máximo que podia pra dentro da minha boca. Descia até onde conseguia e subia sugando todinho. Chupei bastante, até ele avisar que ia gozar. Abri a boca e ele a encheu de leite. Engoli tudinho. Ele me deu uma tapa na cara. Disse que era uma putinha. Fiquei com mais tesão ainda. Ele me levantou, tirou meu body e beijou minha boca. Ficamos namorando pelados por alguns minutos até que ele disse que iria me foder. Eu queria muito aquilo. Estava muito empolgada, mas ainda com medo por ser grande. Havia chegado a minha hora de perder a virgindade de verdade.
Ele me levou para o quarto e me posicionou deitada na cama de ladinho. Ficou em pé atrás de mim e começou a esfregar a cabeça do pau na minha bucetinha até me fazer babar novamente, e então, começou a forçar a cabeçona pra dentro. Não foi fácil. Eu reclamei um pouquinho, mas estava com muito tesão. Ele continuou até que afim a cabeça passou. Ele parou um pouquinho pra eu me acostumar e depois foi forçando mais, até entrar metade. Ele começou um vai e vem gostoso, tirava quase tudo e voltada a colocar, bem devagar, sem pressa. Aos poucos eu fui relaxando e ele percebeu, então, aos poucos, ele começou a colocar mais. Logo estava totalmente dentro de mim. Os movimentos foram aumentando de velocidade e eu morria de tesão, foi então que, além de rápido, ele começou a meter forte. Enfiava com muita força até o final e voltava devagar. Metia com força e rápido, tirava devagar. Isso me deixou louca, e logo gozei outra vez.
Ele disse pra irmos pra cozinha pra relaxarmos um pouco, abriu o vinho e tomamos acompanhado de um bom queijo. Estávamos na mesa quando ele me puxou pro colo dele e me fez senta no pau dele. Ele foi crescendo e ficando duro no meio das minhas pernas, e assim que ficou duro, ele posicionou e colocou pra dentro de mim novamente. Ele segurou minha cintura e me fez cavalgar nele. Depois disso fomo novamente para o quarto, onde ele me colocou de quatro e comeu minha bucetinha de novo, com bastante força e lento. Amei a posição. Não demorou muito pra eu gozar pela terceira vez.
Ramon disse que queria gozar de novo. Obviamente ele estava usando camisinha comigo, então ele tirou a camisinha e me pediu pra me deitar de frente. Ele praticamente se ajoelhou em cima de mim, segurou meus peitos e colocou o pau no meio deles, e assim fez uma espanhola neles. Ele esfregava com força. Me pediu pra tentar tocar a cabeça do pau dele com a língua enquanto ele fazia a espanhola, e então gozou ali mesmo, lambuzando meu cara e meus peitos.
Passamos o resto da tarde nos acariciando, e ele cuidou de mim e me deu carinho. Disse que tinha adorado, e eu disse que também tinha adorado. Nos trocamos e fomos embora. Hoje eu tenho 22, anos e ainda transo com o Ramon. Somos primos, amantes e amigos. Foram muitas aventuras juntos e muita diversão de lá pra cá.

