FUI PUTEENHA EM UM BAR

Apesar de o conto a seguir parecer inacreditável, eu garanto que tudo que você vai ler aqui é 100% real. Antes de começar a ler, deixe de lado seus preconceitos e permita-se conhecer o meu mundo. Eu sou a Lua, sou poetisa gótica e escritora amadora, alguns devem me conhecer. O texto a seguir é uma entrevista comigo usando perguntas feitas pelos meus seguidores.

O relato de hoje aconteceu quanto eu tinha 1? anos. Naquele dia eu estava na casa dos meus tios quando meus primos, Ramon que tinha 29 anos, e Lucas, que tinha 23, disseram que tinham que levar umas coisas que o pai deles havia pedido deixar na pra chácara da família. Ramon e Lucas são meus primos tarados que já apareceram em vários contos. Era final de tarde, perto das sete da noite. Eles disseram que seria uma passada rápida por lá.

A chácara fica a cerca de 40 minutos da cidade, então não demoraria muito. Me ofereci pra ajudar. Eles disseram que era pouca coisa, e não precisavam de ajuda, mas eu podia ir com eles pra fazer companhia se quisesse. É claro que eu queria. Eu sempre gostei da companhia deles. Pegamos as coisas, colocamos no carro, e pegamos a estrada. Sempre brincando, rindo, falando muito besteira. Sexo entre nós nunca foi tabu. Falávamos de tudo e fazíamos de tudo juntos. Meus primos eram meus “exibidores” oficiais. A passada na chácara foi bem rápida. Nem paramos por lá. Eu realmente achava que eles poderiam querer me comer de novo na chácara, mas não rolou dessa vez.

Na volta, Ramon notou um bar na beira da estraba aberto, tinham poucas pessoas lá. Ele deu a ideia de descermos pra tomar algo gelado. O bar era velho, mal iluminado, típico bar de estrada de interior. Além do dono do bar, somente uma mesa estava ocupada por três homens mais velhos que bebiam e conversavam. Lucas, que não estava dirigindo, pediu uma cerveja, Ramon pediu uma coca, e eu pedi um suco de laranja. Ficamos lá conversando por uns 20 minutos, e então Ramon nos chamou a atenção para o fato de os caras da outra mesa não pararem de olhar pra mim. Nós rimos, mas não dei muita atenção. Ramon então gritou para o dono do bar pra saber o valor das bebidas e o cara gritou lá de trás mesmo o valor. Então o Ramon olhou pra mim e pro Lucas e com cara de safado, disse era eu quem iria pagar.

Como assim? Tudo? Sozinha? Perguntei. Ele então disse que iria me fazer pagar, já dando risadas maliciosamente. Ele estão se virou para mesa com os rês homens e perguntou se eles pagariam nossa conta se a “moreninha” (eu) fizesse um strip-tease pra eles. Os caras se animaram imediatamente. “Na Hora”, gritou bem alto um deles. Eu não sabia de nada, fiz cara de espanto, e fiquei brava, mas já ria da situação achando que era brincadeira. Ramon então disse que falava sério. Me segurou pela mão e disse pra relaxar e entrar na brincadeira. Ele me conhece, sabe muito bem como eu gosto de me exibir. Ramon me disse pra fazer em cima da mesa de sinuca, e eu me animei.

Naquela altura eu já aceitava a situação, mas disse que eles não podiam deixar os caras tocarem em mim. Só assistir. Ramon combinou com as caras que eles só poderiam olhar. Sem me tocar. Todos eles aceitaram. Meus primos me ajudaram a tirar meus tênis e meias, e me colocaram em cima da mesa. Ramon pegou o celular e me disse pra escolher uma música. Eu escolhi “Closer”, da banda “Nine Inch Nails”. Uma das músicas mais eróticas que eu conheço. Música rolando, comecei a dançar lentamente enquanto os caras vieram ver bem de perto, cercando a mesa de sinuca. O dono do bar também veio. Eu usava uma lingerie preta de renda e um vestidinho branco curtinho.

Dançava ao ritmo erótico da música, levantava um pouco o vestido e deixava que eles olharem minha calcinha minúscula. Desci as alcinhas do vestido e deixei cair na altura da cintura, revelando o soutien. Dancei ais um pouco e deixei então o vestidinho cair, ficando só de lingerie. Eu era elogiada por eles e aquilo me dava muito tesão. Soltei então o fecho do soutien e deixei cair. Fui aplaudida por todos, pois meus peitos sempre foram bem grandes e perfeitamente redondos.

Dancei um tempo só de calcinha vendo aqueles caras pirarem. Foi então que inclinei meu corpo pra frente com as pernas fechadas, e bem devagar, desci a calcinha até a altura dos joelhos. Levai as mãos até minha bunda e abri, expondo meu cu e minha bucetinha pra eles. Subi de novo a calcinha pra provocar e dancei mais um pouco de calcinha. Foi então que fui na direção de um dos caras, o que parecia mais doido por mim. Parei na frente dele, com minha buceta bem pertinho do rosto dele e baixei a calcinha, revelando minha raspadinha a poucos centímetros da boca dele. Deixei a calcinha cair, e com o pé, chutei na direção dele, como um presente. Voltei pro centro da mesa e continuei a dança, agora totalmente nua.

Eu dançava, rebolava, abria as pernas, e então fui além. Me deitei na mesa, abri as pernas e comecei a tocar de leve na minha buceta, abrindo um pouquinho pra eles verem a cor rosinha de dentro dela. Rebolei, fiquei de quatro, mostrei meu cu sem nenhuma frescura. Foi então que fui na direção do meu primo e de deitei outra vez, de frente pra ele, bem de pertinho.

Ramon entendeu e deu uma bela lambida na minha buceta me deixando com mais tesão ainda. Foi então que pedi pra ele me fazer gozar. Ramon começou a me chupar na frente deles, e logo começou também a colocar os dedos em mim. Primeiro da buceta, depois no meu cu, e continuou a dedilhar, chupar e esfregar meu grelinho com força até eu gozar e molhar a mesa de sinuca toda.

Me levantei da mesa ainda nua, peguei meu vestido e soutien, deixando a calcinha de presente para o tiozinho tarado. Mandei um beijinho no ar pra eles, e saímos de lá para o carro, comigo carregando minhas roupas, sem me vestir. Quando entramos no carro, Ramon disse que iriamos voltar pra chácara. Lucas e eu entramos no banco de trás e quando o Ramon dirigia, transei com muito tesão com o Lucas no banco de trás do carro. Chegando novamente da chácara, fomos direto para o quarto, onde meus dois primos de foderam muito, cu e buceta. Me fizeram gozar várias vezes e eu os fiz gozar varias vezes também. Depois de tudo, como sempre, fomos pra casa como se nada tivesse acontecido.

                                

Foto 1 do Conto erotico: FUI PUTEENHA EM UM BAR


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Ficha do conto

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Nome do conto:
FUI PUTEENHA EM UM BAR

Codigo do conto:
258356

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
31/03/2026

Quant.de Votos:
2

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