ENTREVISTA SAFADINHA (VÁRIAS REVELAÇÕES)

Apesar de o conto a seguir parecer inacreditável, eu garanto que tudo que você vai ler aqui é 100% real. Antes de começar a ler, deixe de lado seus preconceitos e permita-se conhecer o meu mundo. Eu sou a Lua, sou poetisa gótica e escritora amadora. O texto a seguir é uma entrevista comigo usando perguntas feitas pelos meus seguidores. Aqui irei contar alguns momentos de minha vida que foram fundamentais pra me transformar na safadinha que sou hoje.

No escuro ou com a luz acesa?
Sem dúvidas luz acessa. Adoro que me vejam. Essa é graça de ser exibicionista.

O que você veste para dormir?
Depende muito do clima... Ou da companhia.
Nesse exato momento em que estou escrevendo antes de dormis, estou completamente nua. Minha janela está aberta e meus vizinhos do prédio da frente estão olhando pra mim.

Como funciona o seu processo criativo na hora de fazer seus vídeos?
Costumo pensar somente no que vou vestir. As vezes uma roupa sexy, as vezes um cosplay. Não faço roteiro. Deixo o sexo fluir naturalmente.

O que você mais gosta no sexo e qual sua posição preferida?
Anal. Amo. Não tem NADA mais gostoso que dar o cu. Minha posição preferida é frango assado, mas gosto muito de ladinho e de quatro também.

Existe algum "tabu" ou fetiche que você jurou nunca gravar, mas acabou mudando de ideia depois?
Meu único tabu é sexo com outras mulheres. Eu não faço. Gosto de homem. Gosto de pau. Grande, grosso, cheio de veias. Quando mais cara de macho, mais tesão me dá.

Já aconteceu de você estar gravando e a coisa ficar tão boa que você esqueceu que era trabalho e esqueceu totalmente da câmera?
Na verdade, eu NUNCA gravo se não estiver com muita vontade de dar, por isso, sempre é bom.

Você tem muitos brinquedos sexuais diferentes?
Tenho MUITOS, vários tamanhos e modelos. Meus preferidos são os plugs anais. Tenho 12 deferentes até o momento.

Qual é aquela fantasia que seus assinantes sempre pedem?
A modinha agora é ser corno. Pessoalmente, não gosto.

Qual parte do seu corpo você considera sua maior arma de sedução e qual você mais gosta de exibir nos closes?
Quando vestida, minha boca, meus olhos e meus seios (usando decotes). Quando nua, meu cu. Os homens adoram os closes do meu cuzinho.

Como e quando você começou a provocar seus primos.
Na verdade, eu acho que eles é que começaram a me provocar ainda bem novinha, mas eu também era bem safadinha. Logo que descobri meu corpo, descobri também a sedução. Me lembro de me sentar de frente pra eles de mini saia, mostrando a calcinha, ou então na piscina, quando eu me deitava na espreguiçadeira e enquanto lia algum livro, ou ficava no celular, abria as pernas exageradamente e fingia não perceber que estava exposta. Era onde eu também sempre pedia pra eles passaram protetor solar em mim, e adorava quando eles se demoravam passando o protetor nas minhas coxas e na minha bunda. Isso já acontecia lá pelos 1? anos. Muito antes de eu perder a virgindade.

Você já percebia os meninos te olhando na época de escola?
Com certeza. Eu nunca gostei muito de esportes, e no meu colégio, as meninas tinham duas opções para a educação física. Jogar vôlei, ou fazer ginastica aeróbica. Eu escolhi aeróbica que exigia menos aptidão. Os shorts de ginastica do colégio eram de cotton com lycra, e ficavam justinhos. Todo ano minha mãe comprava um novo, mas nem sempre eu usava os mais novos, porque as vezes não tinha tempo de lavar. Nas vezes que eu usava os mais antigos, eles ficavam mais justo e mais curtos. Dependendo dos exercícios que fazíamos, ele ia subindo, e vez por outra deixava a poupinha da bunda aparecendo, e eu sempre notava os meninos indo assistir as alas de aeróbica, e não por coincidência, se sentavam na arquibancada da quadra bem atrás de mim. Desde quanto eu estava no quinto, sexto ano, percebia isso com nos meninos do cursinho. Sempre fiz sucesso.

Conte algo engraçado ou inusitado que aconteceu com você na época do colégio.
Não foram muitas no colégio porque sempre fui uma nerd. Sempre estudei muito e tinha ótimas notas. Sempre foi meu sonho passa no vestibular pra medicina, e se eu não estudasse, não conseguiria nunca.

No entanto tem uma coisa engraçada sim me aconteceu uma vez e que eu posso contar. Vocês sabem que desde os 1? anos eu já trabalhava como modelo para lojas de roupa de banha e lingerie, porque desde novinha já tinha corpo, e foi exatamente isto que causou essa situação.

Naquela época eu já tinha um bumbum grande e arrebitado, e como isso não era nada comum entre as meninas da minha idade, os meninos logo começaram a zoar dizendo que eu usava algum enchimento, e aquilo me deixava muito irritada. Quando percebiam minha irritação, começaram a ficar mais chatos ainda. Começaram a dizer que eu usava fralda. Aguentei aquela zoeira por um bom tempo, e sempre ficara muito brava. Fui até a diretoria, mas ninguém se importou. Eles continuavam me zoando.

Depois de uns dois meses aguentando aquilo, num certo dia eu estava no pátio da escola, durante o recreio, e alguns meninos do nono ano que estavam sabendo da zoeira começaram a rir de mim e me chamar de fraldinha. Naquele dia eu estava usando uma calça de uniforme bem justa. Um menino chegou atrás de mim e quase encostando a boca no meu ouvido, me chamou de novo de fraldinha. Irritava, perdi o controle e baixei minha calça ali mesmo no pátio, até os pés. Aos berros eu mostrava minha calcinha para o colégio todo perguntando onde se eles estavam vendo frauda ali.

Ainda com a calça abaixada, parti pra cima do menino e comecei a bater nele com muita força. Cheguei a machucar o moleque. Resultado. Fui parar na diretoria onde tomei três dias de suspenção. Chamaram minha mão que ficou brava comigo na frente da direção da escola, mas chegando no carro, ela disparou a rir e não parava mais, me chamando de maluca.

Hoje, quando me lembro disso, também dou muito risada.

Já te passaram a mão na rua? Sentiu o que?
Aconteceu algumas vezes sim, e as sensações foram bem diferentes em cada uma das situações. Vou contar algumas das que me lembro.

A primeira vez a gente nunca esquece. Eu tinha só 1? anos, e apesar de magrinha, já era bunduda. Um dia, de manhã, minha mão me chamou e me pediu pra bater na porta do nosso vizinho porque quando ele não estava em casa no dia anterior, os correios haviam deixado uma encomenda dele na nossa casa, pois isso já era combinado. Minha mãe me pediu pra levar pro nosso vizinho. Eu ainda estava de pijama. Usava uma camisolinha cor de rosa bem curtinha e calcinha de rendinha por baixo.

Sai da nossa casa, levei a chave do portão. Toquei a campainha, entreguei a encomendo do vizinho e voltei pra casa. Na volta, eu estava virada de frente pro portão colocando as chaves no portão pra entrar em casa, quando um cara desconhecido e com cara de maluco passou atrás de mim e meteu a mão por debaixo da minha roupa, passou a mão em mim e me chamou de gostosa. Passou a mão de baixo pra cima, com muita força. Nesse caso, minha reação foi de medo. Ele parecia muito maluco.

A outra aconteceu num dia que havia saído da educação física do colégio com um shortinho muito curto, e voltava pra casa. Quando passei por uma cara velho em uma rua deserta, ele deu um tapa forte na minha bunda. Não disse nada. Apenas continuou andando. Minha reação nesse caso foi apressar o passo, mas ali eu já entendia que mexia com os homens.

Aconteceram também algumas vezes que eu causei as passadas de mão. Uma vez, andando de skate, caí tentando descer a rampa do half. Primeira e única tentativa. Cai de bumbum e desci ralando na rampa. Ralei a coxa e poupa da bunda. Um menino amigo meu correu pra me socorrer. Me ajudou a me levantar e me disse que eu tinha que ir lavar, pra não infeccionar. Não tinha onde lavar, então ele me ofereceu a garrafinha de água dele. Eu agradeci, mas estava com medo de arder. Ele então me perguntou se podia lavar pra mim. Eu disse que sim. Fechei os olhos e ele derramou a água e foi passando a mão na minha coxa e na minha bunda. Eu estava certa em ter tido medo, porque ardeu mesmo, mas eu gostei de ter a mão dele no meu corpo. Foi uma sensação interessante.

Isso aconteceu uma outra vez, porque é claro, ou sou totalmente desastrada. Vocês que me seguem nas redes sociais, sabem que eu saio pra correr na rua toda manhã. Isso aconteceu recentemente. Depois de ter chovido uma madrugada toda, eu sai pra correr na pista molhada. Ao passar por um lugar onde havia formado um barro, não percebi e escorreguei. Não machuquei nessa vez, mas sujei as coxas e o shortinho com aquele barro escuro.

Sem saber o que fazer direito, andei mais uns 300 metros e cheguei ao posto de gasolina do bairro onde eu sempre paro tomar água e os meninos que trabalham á são todos meus amigos. Pedi pra um deles se podia usar o regador de água que eles usam pra limpar os para-brisas, pra tentar me limpar um pouco. Ele me emprestou e eu lavei minhas pernas. Tentei lavar a parte de trás do shortinho. Jogava água e passava a mão, então, sem poder enxergar atrás, perguntei pra ele se estava limpo. Ele disse que ainda não.

Tentei mais umas duas lavadas, mas ele disseque eu não estava vendo onde estava sujo. Pedi pra ele me ajudar, ele ficou um pouco encabulado, mas disse que não tinha problema, ele pegou o regador, jogou a água na minha bunda e esfregou com as mãos de cima baixo. Foi uma experiencia interessante (risos).

A ultima situação aconteceu aos 1? anos. Eu sempre fui a muitos shows de rock e heavy metal, mas sempre acompanhada do meu pai ou do meu irmão, mas dessa vez, pela primeira vez meu pai me deixou ir a um show com amigos. Foi meu primeiro show sem supervisão. Um festival chamado Metal Riff Festival com muitas bandas que eu gostava (Hibria, Leviaethan, Distraught, It’s All Red e Scelerata). O show foi em Porto Alegre, no centro de eventos do Hotel Plaza São Rafael. Um teatro com cadeiras. O que poderia acontecer de errado, não é mesmo? Como era um evento pequeno, meu pai me deixou ir sozinha. Era novembro, e estava muito calor. Me arrumei toda pro show, me maquiei, coloquei uma mini blusa bem colada (sem nada por baixo) que eu mesma havia customizado, com a estampa do Krisiun (outra banda que eu amo). Vesti uma micro saia curtíssima, preta, plissada, uma calcinha de renda preta e um coturno estilo gótico. Eu estava muito sexy, acreditem. Fui para o evento de van, com alguns headbangers da minha cidade (a maioria amigos já conhecidos).

Chegando no local, começamos a assistir as bandas sentados enquanto alguns poucos meninos saiam das cadeiras do teatro e iam pra frente do palco curtir em pé, e mais perto das bandas. O evento era bem tranquilo, mas na terceira banda, o Distraught, uma banda que eu adoro, pensei em ir lá pra frente pra ver mais de perto. O teatro já estava bem escuro nessa hora, somente com as luzes de palco acesas. Comecei a tentar forçar minha passagem entre os caras que estavam lá, pois eu queria chegar mais perto do palco. No caminho entre eles, alguns mais safados passavam a mão em mim discretamente, eu não ligava. Queria chegar mais na frente.

Enquanto eles tocavam eu levei ainda algumas boas passadas de mão, mas sempre fingia não perceber. A coisa ficou séria durante a música “Shortcut to Escape”. Os caras abriram um pequeno mosh (roda punk) ali mesmo, e começaram a correr e a agitar. Não teve como eu ficar no meu lugar na frente. Dei uns passos pra trás pra sair do tumulto e não percebi quando um grupo de caras me cercou. Foi durante o momento mais pesado da música, no meio da bagunça, que aquele grupo de uns oito caras me atacou e começou a meter a mão sem pudor por todo meu corpo.

Apertaram meus peitos, levantaram minha saia e meteram a mão sem nenhuma cerimônia. Eles apertavam minha bunda, minhas coxas, esfregavam minha buceta, tentei lutar, mas era impossível sair do meio da bagunça. Minha calcinha acabou indo parar no meio das minhas coxas e levei dezenas de dedadas em todos os meus buracos.

Aquilo durou por toda a música, e quando ela acabou, eles finalmente foram saindo. Subi minha calcinha e corri pras cadeiras do teatro, onde fiquei até o fim do festival. Confesso que até hoje não consigo ouvir essa musica sem morrer de tesão.

                                

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Ficha do conto

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Nome do conto:
ENTREVISTA SAFADINHA (VÁRIAS REVELAÇÕES)

Codigo do conto:
258168

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
30/03/2026

Quant.de Votos:
8

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