PARTE 14: Não bastavam sutilezas, eram encontros e desejos que vão muito além do "acaso". Era pra ser uma visita técnica de trabalho, Ele pediu para Ela dirigir, e ela ama a estrada. Ele define o repertório musical, e Ela é eclética! Ela não fala nada, só abre um pouquinho as pernas, o short subindo na coxa grossa e macia. ELE entende a abertura: estica a mão devagar, e ao invez de só puxar a calcinha pra fora, enfia os dedos por baixo, direto na pele quente. - "Caralho... a xota já tá ensopada Mulher!" - E ele tem esse poder! A bucetinha raspadinha, lisinha, inchada de tesão. Ele abre os lábios com dois dedos e sinto o calor saindo, o cheirinho doce e safado subindo e tomando conta da nossa atenção. Mordo o lábio mais forte, olhos semicerrados, e faço que sim com a cabeça, devagarinho, como se estivesse envergonhada mas louca pra continuar. Ele continuar a cutucar meu clitóris com o polegar, circulando devagar, sentindo ele pulsar, durinho, escorregadio de tanto mel. Nãome aguento (...) "Aiiinn ... isso, fode meu clitóris assim... tá bom pra caralho", e não consigo mais parar de gemer baixinho, com a voz tremendo, e sendo obrigada a me concentrar na estrada. - "isso, sente nosso tesao minha gostosa" E eu imploro : " mais fundo... tô toda molhada por você." Por vezes consigo alcancar e minha mão desce sozinha, entra pela bermuda, e agarro aquele pau que já tava duro como pedra, latejando, cabeça inchada babando pré-gozo. Nao me contenho, mas ainda me concentro : "Puta que pariu, seu pau tá enorme, Amor. Tão grosso, tão quente... deixa eu bater uma pra você também." Por favor... e paro o carro, ali mesmo, nas margens da estrada: Começo a punhetar devagar, mão macia subindo e descendo na rola toda, polegar espalhando o pré-porra na cabeça sensível. Eu gemo alto, "Ahhh porra.. sua mão na minha pica tá foda." Eh o que Ele consegue falar (...) E Ele aumenta o ritmo, agora dois dedos tentando entrar, mas o tesão é tanto, e minha buceta é tão apertada que só um vai fundo, curvando pra acertar aquele pontinho G que me faz tremer. Ele ainda me testa: - "Tá sentindo aqui, safada? Esse é seu ponto fraco. Vou te fazer gozar no meu dedo ." "Sim, caralho! Fode minha bucetinha apertada, por favor... Tá me deixando louca... ai, que delícia, seu dedo é grosso pra porra." Ele ainda se inclina e chupa meu pescoço, fala mais sacanagens gostosas no meu ouvido, enquanto estremeço, me arrepio, e ele me mordendo de leve, enquanto seu polegar continua massacrando meu clitóris inchado. O cheiro de buceta molhada enche ainda mais o ar, misturado com suor nosso dentro do carro. Aperta aibda mais seu pau mais forte, punhetando rápido agora, pele deslizando na pele, bolas apertadas de tesão. "Seu pau tá pulsando na minha mão Amor, meu Tesão, Meu Vício!" Gememos juntos, voz baixa virando grito abafado. Ele narra que sente minha xota se contraindo tão forte, sugando seu dedo como se quisesse engolir. Ao que o fulgor me consome: "Tô quase... não para, caralho! Tô gozando... ai meu Deus, tô gozando no dedo do meu macho!" As faces esbanjam puro êxtase, olhos revirados, boca aberta gemendo .... Ele não aguento mais. Seu pau incha na mão dela, bolas subindo. "... tô gozando também! Toma o leitinho!" Jorra forte, jato atrás de jato de porra grossa e quente, espirrando nas mãos dela, nos dedos que ainda punhetam, escorrendo pro saco, sujando a bermuda. Ela continua batendo devagar, ordenhando cada gota, olhando fascinada a porra branca cobrindo os dedinhos dela. " Recompostos seguimos para a estrada... manobras, paisagens encantadoras e toques sutis. Contatos que marcam, lembranças que jamais serão apagadas. Momentos únicos!
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