- A ultima vez que te vi assim, você estava solteiro e eu brigada com meu namorado na época - eu ri, e olhei para ela - foi divertido, mas hoje estou casada e gigante - passou a mão na barriga - e você voltou com minha melhor amiga. - ela riu a vida é estranha, eu sorri para ela abrindo meu armário e pegando uma bermuda.
- Aquela vez divertida, mas, você também voltou e casou com meu amigo - coloquei a bermuda e ela fez um ah, fingindo decepção - e ambos somos apaixonados pelos nossos parceiros, afinal de contas foi disso que falamos aquele dia - ambos rimos.
- Verdade, e por falar nisso, ela me contou cada historia, fiquei chocada e - ficou um pouco vermelha - excitada tenho que confessar que rolou até uma inveja, mas cada um tem seu jeito. - eu ri ficando um pouco vermelho.
- Confidencializaram segredos ? Depois vou perguntar os seus para ela - ela riu - voltaram mais unidas, acho que precisam viajar mais juntas. - ela levantou e me abraçou.
- Sim, você tem razão precisamos. - o marido dela entrou quando estávamos abraçados e ele ficou olhando sorrindo.
- De olho em vocês dois com esses momentos fofos sem testemunhas - nos rimos e ele nos abraçou junto e me deu um tapa no ombro- vem me ajudar com as malas. - eu coloquei uma camiseta peguei duas malas e seguimos para a garagem, quando entramos no elevador ele me olhou - Deixa eu te perguntar uma coisa - eu olhei para ele - ela me contou o que ouve entre vocês, e queria saber de você, sei lá, eu e ela estávamos brigados, e você estava solteiro, mas me conta você o que houve. - eu não sabia o que ela tinha contado ou não o que fazia sentido falar ou não me deu até um suadouro, mas conhecendo ela sabia que ela não era de mentiras, então contei a verdade. Olhei para ele.
- Sabe que gosto muito de você então vou ser honesto e espero que essa honestidade não atrapalhe em nada a vida de vocês e nossa relação - ele assentiu com a cabeça - Ela estava estressada e cansada, e veio para me perguntar porque ela te amava tanto e não conseguiam fazer da certo, ai bebemos muito, muito mesmo e seu que não é desculpa, mas foi o que aconteceu e quando voltamos para casa rolou uma vez, e dormimos - eu olhei para ele e sorri amarelo - acordei no dia seguinte olhamos um para outro e eu falei para que estava te ligando para vocês conversarem aqui em casa e ela sorriu para mim dizendo que sim, que era o melhor a ser feito. E dai para frente você sabe oque aconteceu - colocamos as malas no carro e ele me olhou fechando o porta malas.
- Que bom que você não mentiu eu realmente confio em você, e queria te pedir para ser o padrinho do nosso filho, mas eu não queria que um dia essa historia surgisse torta ou atrapalhasse o respeito que temos - nos abraçamos - você é um irmão para mim e acho que você e a inquilina são as pessoas certas para padrinhos do nosso filho.
- Padrinhos? Obrigado, fico honrado e aceito de todo coração. - Subimos e ele contou a todos choros, risos e abraços. Almoçamos e eles foram os três embora logo após o almoço eles levaram a mãe da inquilina para casa. Voltamos para o apartamento a inquilina me olhou brincando com o menino.
- Esta se acostumando padrinho? - e riu, me deu um beijo enquanto pegava o menino do meu colo e levava ele para dormir pós almoço. Ela saiu do quarto dele e entrou no nosso e veio para a sala rindo com uma sacola na mão - Vou te mostrar as coisas que comprei as poucos -e riu - cada uma em seu momento para podermos curtir tudo - eu ri.
- Você é muito safada, estava só esperando as pessoas sairem e o menino dormir. - Ela fez um sim com a cabeça e um sorriso malicioso - Se for de vestir vi para o quarto veste e me espera lá - ela riu parando na porta e então se virou jogando a sacola para onde fica a cama e tirando o vestido, encostou a porta me mandando um beijo. Fiquei sentado ali for uns dez minutos esperando. - O que tinha nessa sacola, demora 10 minutos para por? Está aumentando minhas expectativas.- Ouvi a risada dela vindo de dentro do quarto e depois de mais uns cinco minutos.
- Pode vir, vem devagar - a voz dela um pouco nervosa e ansiosa, coloquei a mão na porta e abri devagar - ela estava de quatro na cama, com a bunda virada para porta, e olhando por cima do ombro, ela estava com uma tiara com orelhas de coelho brancas com a parte interna vermelha, luvas brancas com uma patinha de coelho vermelha dentro da luva, um body vermelho, com um decote generoso e uma fita branca trançada até os seios tinham rendas brancas na calcinha para o lado da coxa e era super alto e cavado e no meio era aberto, um elástico de cada lado prensando sua buceta toda exposta no meio, sua buceta tinha um óleo ou creme, provavelmente que usou para colocar um plug anal imitando um rabo de coelho branco, uma cinta liga vermelha com as elásticos brancos, eu fiquei parado admirando e ela sorriu vendo o resultado que causou, ela deu uma rebolada lenta balançando o rabo e fazendo a buceta se abrir - Gostou?
- Puuuuuuuuuuuta que pariu - foi só que consegui dizer antes de retirar minha roupa e puxar ela pelos cabelos para um beijo que veio com sorriso sabendo que me agradou, eu dei um tapa estalado na sua bunda, e ganhei um gemido seguido de um rebolado, então fui com a mão alisar sua buceta, ela abriu mais as pernas, ela continuava de joelhos na cama, dois dedos entraram fácil e ficaram um pouco quentes provavelmente o creme, ela deu mais um gemido e uma arrepiada mordendo o lábio, empurrei seu corpo para o lado ficando de joelhos ao lado do seu rosto, enquanto ela ficava de quatro novamente - Me chupa Celinha safada - dei mais um tapa na sua bunda, enquanto ela abriu a boca e me colocava inteiro de uma vez na boca e rebolava para receber meus dedos na buceta, eu alisava seu clitoris sem tirar os dedos da sua buceta e sentia o plug se mover e ela rebola e gemia em resposta, eu tirei os dedos da sua buceta e contornei puxando o plug sem tirar e ela parou de me chupar respirando mais tensa, com a boca aberta e meu pau dentro, então enfiei os dois dedos na sua buceta deixando o plug se encaixar, ela soltou um gemido e voltou a me chupar, eu repeti o movimento só que dessa vez quase retirei o plug e enfiei de novo assim que toquei na sua buceta e seu clitoris ela parou de me chupar e deitou a cabeça na cama e começou a tremer e gozar.
- Nossa, que loucura, que gostoso amor - ela falava em looping e gemia alto, eu comecei a enfiar os dedos e alisa mais forte sua buceta e ela segurou minha mão para parar antes de cair de lado na cama me olhando com um sorriso safado e satisfeita - Achei que você poderia achar ridículo, mas acho que gostou da sua coelhinha. - eu sorri indo para trás dela e levantando somente uma das pernas coloquei meu pau na sua buceta e comecei a fuder ela com força, uma das pernas entre as minhas na cama e a outra esticada no meu peito, eu puxava o elástico da cinta liga e soltava para bater na sua coxa e ela gemia mais alto, meu pau estava esquentando com o creme que ela tinha passado e eu alternava entre tapas e puxadas no elástico da cinta liga e ela só gemia e rebolava - Fode sua coelinha, fode com força - ela resmungava ente outras coisas, eu soltei a perna dela e coloquei ela de quatro, e continuei a castigar sua buceta, e depois de um ou dois tapas na sua bunda, eu comecei a brincar o plug ela gozou novamente, quanto tirei e voltei ele no seu cu, - Não mexe assim no rabo da coelha - gritou antes de começar a tremer travando as pernas e deitando novamente o rosto na cama, eu tirei o plug e coloquei meu pau no seu lugar, mas três estocadas depois eu estava gozando e enchendo o cu dela de porra, quanto tirei meu pau puxei ela e deitamos de conchinha, acho que pelo creme e pela porra o cu dela fez um barulho ante de melar minhas coxas que estavam coladas ao seu corpo.
Ficamos de conchinha ofegantes, abraçados eu com a boca em seu ouvido respirando pesado e ela respirando rapido e soltando gemidinhos quando fazia o som do seu anus expelindo mais um pouco da minha porra.
- Vai ter mais surpresas desse tipo? - ela riu mordendo o lábio respirando um pouco mais calma.
- Sim, espero que tenha o mesmo efeito que essa - apertou minha mão e trançou nossos dedos. No final dia estamos tomando café, e ela me contando o que tinham conversado na viagem, ela e a gravida, mas ai o menino surgiu com a tiara na mão falando ’Tueio, Tueio “, nos olhamos rindo antes dela colocar a tiara e passar o resto da tarde brincando com ele de Tueio.