Bia chegou fatal. A blusinha preta revelava o umbigo magro adornado por um piercing brilhante, enquanto a minissaia jeans mal continha a ansiedade. Ela sabia que Pedro a amarraria na poltrona — esse era o combinado — mas o que ela não suspeitava era a profundidade do roteiro que ele havia escrito para aquela noite.
Assim que se acomodaram na penúltima fileira, a paranoia começou a tomar conta de Bia. Ela olhava por cima do ombro a cada dois minutos, temendo que alguém sentasse logo atrás e visse suas mãos presas. O que ela não sabia era que Pedro havia comprado secretamente todos os ingressos das fileiras de trás, garantindo um "paredão" de cadeiras vazias apenas para torturá-la com a sensação de exposição.
O som do filme mal havia preenchido a sala quando ele imobilizou seus pulsos nos braços da poltrona.
“Meu Deus, e se alguém sentar ali atrás agora? Eu não vou ter como me esconder!”, ela pensou, o coração disparado.
Pedro se inclinou e sussurrou: — Fica quietinha...
Ele afastou as pernas dela e as amarrou abertas. Com o movimento, a saia subiu e Pedro viu, pela primeira vez na noite, a calcinha fio dental vermelha de Bia. O contraste da seda vibrante com a pele clara dela o deixou em chamas.
— Que delícia... — ele murmurou, deslizando a mão por baixo do tecido, sentindo que ela já estava completamente encharcada.
Na metade do filme, a confiança de Bia de que seria "apenas" uma amarração comum ruiu. Pedro abriu a mochila e sacou uma ball gag vermelha. Bia arregalou os olhos, sentindo o pânico e o tesão colidirem.
— Pedro, e se alguém olhar para trás? — a voz dela era um fio de súplica.
Ele não respondeu. Simplesmente encaixou a esfera entre os dentes dela e apertou a fivela. Antes que ela pudesse processar o silêncio forçado, ele sacou uma venda preta.
“O quê? Ele vai me vendar também? Eu vou ficar cega e muda no meio do cinema?”, Bia entrou em parafuso mental.
O isolamento agora era total. O som estrondoso do filme abafava seus sentidos, deixando-a entregue apenas ao toque invisível dele. Pedro segurou a calcinha fio dental vermelha com firmeza e a puxou com força para cima, fazendo com que o tecido fino fosse inserido e engolido por sua vagina. (Imagem 1)
Bia arqueou o corpo, emitindo uma cacofonia de gemidos agudos e abafados:
— Mmmph-hnnng! Gnnnh... hnnn-nn!
Quando o vibrador em formato de ovo foi posicionado contra sua intimidade, Bia sentiu que perderia a consciência. (Imagem 2)
— Não é para gozar agora — a voz de Pedro era um comando frio. — Se desobedecer, o castigo será estendido.
“Eu não vou conseguir... está vibrando dentro de mim, a calcinha está me cortando, eu sinto tudo tão forte e não vejo nada!”, ela desesperava-se. Pedro, então, empurrou o ovo vibrador para dentro dela e reajustou a calcinha, inserindo-a novamente na vagina para travar o dispositivo lá dentro. (Imagem 3)
O prazer foi avassalador. O atrito do tecido, a vibração interna e o medo constante de ser descoberta — sem saber que Pedro tinha o controle total do espaço atrás deles — criaram o curto-circuito perfeito.
— HMMMMMM-PHHNNG! — O grito de orgasmo foi totalmente sufocado pela borracha da gag, enquanto seu corpo convulsionava contra as cordas e ela emitia sons desconexos de puro êxtase: — Nnggh... mmph... nhnnn!
— Menina má... — Pedro murmurou. Ele desamarrou uma das pernas, rasgou a frente da calcinha vermelha e a possuiu ali mesmo, na penumbra da sala. (Imagem 4) Bia só conseguia balançar a cabeça, o suor colando os fios de cabelo no rosto, gemendo ritmicamente contra a mordaça.
Ao fim da sessão, o choque final: ao tentar levar a mão à nuca para soltar a mordaça, Bia ouviu um click. Um cadeado.
— Você foi desobediente. Só tiro essa gag no carro.
“Como eu vou sair daqui? As pessoas vão ver a ball gag no meu rosto!”, o pânico cruzou sua mente. Pedro então colocou uma máscara preta sobre a face dela, escondendo a esfera, enquanto as tiras laterais eram cobertas pelos seus cabelos.
Antes de saírem, Bia sinalizou para o banheiro. Pedro sorriu sádico: — Pode ir, mas você vai amordaçada.
Ao entrar no banheiro feminino, o som do salto no piso frio ecoava seu nervosismo. Ela se trancou na cabine, o coração na garganta. “Estou no banheiro do shopping, amordaçada, com um vibrador dentro de mim e a calcinha rasgada... se alguém entrar agora e olhar pela fresta, eu estou perdida!”.
O ovo vibrador ainda pulsava em sua vagina. Bia sentou no vaso e, trêmula, deslizou a mão por baixo da minissaia. Seus dedos encontraram o que restou da calcinha fio dental vermelha, que Pedro havia inserido e socado contra sua intimidade novamente. Ela começou a se acariciar por cima do tecido úmido e rasgado, sentindo o metal do piercing do umbigo gelado contra seus dedos quentes.
— Mmmph-hnnng... gnnnhhh! — Ela gemia contra a ball gag, tentando abafar o som. O prazer era proibido, solitário e urgente. Ela se masturbava com força, a vibração do ovo agindo como um motor em seu clitóris. Ela estava quase lá, o corpo retesado, quando ouviu a porta principal do banheiro abrir.
Bia parou, imóvel. O suor escorria. “Meu Deus, tem alguém no espelho!”. O medo de ser pega fez seu útero contrair violentamente. Ela quase gozou ali mesmo, apenas pelo terror da situação.
Ao sair, Pedro a esperava com um olhar que atravessava sua alma. A caminhada até o carro foi uma tortura deliciosa; cada passo fazia o vibrador castigá-la por dentro. Quando finalmente entraram no veículo e ele destrancou a mordaça, Bia arqueou as costas, respirando fundo.
— Você demorou no banheiro, Bia... — Pedro disse, ligando o carro sem olhar para ela. — Eu sei exatamente o que você estava fazendo lá. Estava se tocando com a mordaça, não estava? Tentando gozar escondida de mim?
Bia corou violentamente, o silêncio sendo sua confissão.
— Hnnn... Pedro... eu... — ela começou, mas ele a interrompeu entregando o controle do vibrador.
— Coloque no máximo. Agora, você vai me mostrar o quanto sentiu minha falta enquanto estava naquela cabine.
O trajeto foi finalizado com Bia entregue ao prazer e à obediência, realizando o desejo de Pedro enquanto o vibrador a levava ao limite uma última vez. Eles chegaram em casa exaustos, mas com a certeza de que o cinema nunca mais seria o mesmo.




Oie. Que aventura invejável! Fiquei com minha bucetinha nipocoreana molhadinha em me imaginar no lugar da sortuda Bia. Parabéns ao casal. Bxos.