Ela escolheu o cenário perfeito: a biblioteca municipal. O cheiro de papel antigo contrastava com o aroma doce de sua própria excitação. Bia deslizou para um corredor isolado, vestida para matar: meias 7/8 brancas que apertavam suas coxas, uma blusinha rosa finíssima que revelava a rigidez de seus mamilos e uma saia preta tão curta que mal servia de moldura para sua bunda, adornada por um fio dental minúsculo que já estava desaparecendo entre suas curvas.
Sentou-se, fingindo ler, mas seu coração martelava contra as costelas. Com as mãos trêmulas de antecipação, ela ajustou a ball gag preta. O couro era frio, e a bola de silicone forçou sua mandíbula a abrir, preenchendo sua boca e silenciando qualquer protesto.
"Mmmph... hnn-nngh!" — o primeiro gemido saiu abafado, uma vibração gutural presa na garganta.
Ela posicionou o celular e iniciou a chamada. Do outro lado, o Mestre observava em silêncio absoluto. Bia não perdeu tempo. Ela tirou um dildo da bolsa e o posicionou sobre a mesa de madeira fria. Sem hesitar, ela montou. O impacto do plástico rígido contra sua intimidade a fez arquear as costas. (Imagem 1)
"Mmmrrghh! Haa-mmnph!" — os sons de prazer batiam contra a mordaça. A saliva começou a escorrer pelos cantos da boca, brilhando sobre o couro preto da tira. Ela cavalgava com fúria, os olhos revirando enquanto trocava de brinquedo, buscando mais profundidade, mais pressão. A cada estocada, ela sentia o perigo de ser descoberta, o que só a fazia babar ainda mais sobre os próprios seios agora expostos. (Imagem 2 e 3)
No ápice, ela apertou o colar de couro em seu pescoço até sentir o pulso forte sob os dedos. Levou as mãos à buceta, colhendo o mel que escorria, e espalhou a própria saliva e lubrificante no dildo azul gigante. Ela se empalou, buscando o fundo, enquanto o fio dental se perdia completamente em seu rabo. (Imagem 4)
"NGH-HNNNNGH! MMMPHH!" — o grito de prazer foi sufocado pela bola de silicone. O suor brilhava em sua pele e a saliva voava enquanto ela se sacudia, ignorando o mundo ao redor. Ela gozou de forma violenta, desabando no chão, o peito arfando, o som da respiração pesada ecoando abafado através da mordaça.
Após alguns minutos de entrega total, ela se ajoelhou diante da câmera. Com um sorriso travesso nos olhos, ela virou de costas e baixou a calcinha preta, revelando que, por baixo, usava um segundo fio dental ainda menor, preto e com abertura estratégica na frente.
Ela levou as mãos à nuca e soltou a ball gag, mas a boca de Bia não se fechou. Para o deleite do Mestre, ela revelou uma ring gag de metal que mantinha seus lábios escancarados em um "O" permanente. A ball gag estava apenas encaixada no buraco da ring gag, um isolamento duplo que a deixava completamente à mercê.
"S-shh... mmm... mestre..." — ela tentou balbuciar, mas o anel de metal impedia qualquer palavra clara.
Sem piedade de si mesma, ela pegou um plug anal e, após passá-lo pela abertura da mordaça de anel para lubrificá-lo com sua saliva abundante, o enterrou sem dó em seu cu. Simultaneamente, ela acionou um vibrador azul no clitóris e pegou o dildo anterior. Com a ring gag facilitando o acesso, ela começou a fazer um boquete profundo no objeto, engolindo-o até a base, sentindo-o tocar sua garganta enquanto o vibrador a levava ao delírio. (Imagem 5)
"Mmmm-gluck! Hnnngh-hmmm!" — os sons eram úmidos, animais.
O segundo orgasmo veio como uma explosão. Bia deu um grito agudo que morreu no metal da mordaça, apertando os seios com força enquanto o corpo tremia em espasmos rítmicos. Ela ficou estirada, uma poça de prazer e rendição.
Lentamente, ela se recompôs. Removeu os aparatos, guardou tudo na bolsa, mas deixou um "presente" final. Antes de vestir a saia, ela mostrou à câmera o plug anal ainda fixo, travado pela calcinha minúscula que agora pressionava sua feminilidade latejante.
Olhando fixamente para a lente, com os lábios inchados e o olhar faminto, ela sussurrou:
— "Estou indo para aí agora... Espero que tenha gostado do show, porque isso foi só o aquecimento. Quero ver o que você vai fazer com o que sobrou de mim."
Bia saiu da biblioteca com as pernas bambas, sentindo o plug anal de metal pesado pesando em seu interior a cada passo. A calcinha fio dental preta, minúscula e estrategicamente aberta, servia apenas para prender a base do brinquedo contra sua carne, forçando-o para dentro toda vez que ela dava um passo mais largo.
Ela chamou um carro por aplicativo. Ao entrar, o contraste do ar-condicionado gelado com o calor que emanava de suas pernas a fez soltar um suspiro trêmulo.
A Sensação do banco de couro do carro estava frio, mas o contato direto com sua bunda quase descoberta fez Bia dar um pequeno pulo. O plug deslizou um milímetro a mais para dentro.
O Som: "Mmnnh..." — ela mordeu o lábio inferior com força para não gemer alto na frente do motorista.
Ela abriu a bolsa discretamente e pegou o celular. O Mestre ainda estava na linha, mas agora apenas observando a câmera frontal que Bia posicionou no colo, apontando para seu rosto corado e suado.
O motorista olhava pelo retrovisor, curioso com o silêncio absoluto e a respiração pesada da passageira. Bia, sentindo o olhar dele, decidiu arriscar. Ela abriu um pouco as pernas, deixando a saia preta subir até o limite.
Pelo reflexo do vidro, ela via o próprio rosto: os lábios ainda inchados por causa da ring gag, a marca vermelha em volta da boca denunciando o uso da mordaça por tanto tempo. Ela levou a mão à boca e começou a chupar o próprio dedo, olhando fixamente para a câmera do celular, imaginando que era o Mestre ali.
"Hnn-nngh... ah..." — o som saiu como um sussurro rouco enquanto ela sentia o vibrador (que ela havia escondido na bolsa e ligado no modo silencioso) encostado contra sua coxa, enviando vibrações indiretas para seu clitóris hipersensível.
O carro passou por uma rua de paralelepípedos. A trepidação foi o golpe de misericórdia. O plug anal começou a vibrar junto com o carro, massageando suas paredes internas de uma forma que a fez arquear as costas no banco de trás.
Suas meias 7/8 roçavam uma na outra enquanto ela apertava as coxas para tentar conter o prazer. A excitação era tanta que ela sentia sua intimidade latejar sob a abertura da calcinha, molhando o banco de couro do desconhecido. Ela digitou rapidamente para o Mestre: "O plug está tentando sair, mas eu o empurro de volta com cada passo... Estou ensopada. Quero você agora."
Quando o carro finalmente parou em frente ao prédio do Mestre, Bia estava em frangalhos. Ela fechou a porta com as mãos trêmulas, sentindo o plug latejar ritmicamente em seu cu. Ao descer, a brisa da rua bateu em sua buceta úmida, um choque térmico que quase a fez gozar ali mesmo na calçada.
Ela caminhou até o elevador, cada passo era uma sinfonia de prazer abafado. Ela sabia que, assim que aquela porta se abrisse, o "aquecimento" terminaria e a verdadeira punição — ou recompensa — começaria.
Assim que a porta do apartamento se abriu, o Mestre não disse uma palavra. Ele apenas a puxou pelo braço, fechando a porta com um estrondo seco que fez Bia estremecer. O contraste entre a luz do corredor e a penumbra do loft era absoluto, e o cheiro de couro e perfume amadeirado dele a atingiu como um soco de testosterona.
O Mestre a avaliou de cima a baixo: a blusa rosa amassada, as meias 7/8 brancas levememente desalinhadas e o olhar de súplica de Bia, cujas pupilas estavam dilatadas de puro tesão.
Ele a virou de costas imediatamente, segurando-a pela nuca e forçando seu rosto contra a porta fria. Com a outra mão, ele levantou a saia preta, revelando o cenário caótico que ela havia preparado: o plug anal de metal brilhando entre as nádegas, travado pela calcinha fio dental preta que estava completamente encharcada.
"Você se comportou como uma cadelinha exibicionista no caminho, não foi?" — a voz dele era um trovão baixo no ouvido dela.
Sem dar tempo para ela respirar, ele pegou a ring gag que ela trazia na bolsa e a forçou de volta em sua boca, travando-a com as tiras de couro bem apertadas. Agora, a boca de Bia estava permanentemente aberta, pronta para ser usada.
Ele a jogou sobre a mesa de jantar — o mesmo móvel onde ela costumava jantar comportada — e abriu suas pernas com violência.
O Mestre pegou o dildo inicial e o empurrou através do buraco da ring gag.
O Som Abafado: Bia tentava gemer, mas o plástico rígido ocupava todo o espaço de sua boca, batendo no fundo da garganta. "Gugh-gluck... mmmph!" — a saliva escorria sem parar, molhando o queixo e o colar de couro.
Enquanto ela era obrigada a "foder" o dildo com a boca presa na mordaça de anel, o Mestre usava o vibrador azul na potência máxima em seu clitóris, enquanto seus próprios dedos forçavam o plug no cu dela.
Ele a tirou da mesa e a colocou de quatro no chão. O Mestre pegou uma ball gag ainda maior e a encaixou por cima da ring gag, lacrando qualquer som que não fosse um murmúrio desesperado.
Ele se posicionou atrás dela, segurando-a pelos quadris, e começou a possuí-la com uma intensidade que a biblioteca jamais perdoaria. Bia sentia o metal da mordaça vibrando com seus próprios gritos sufocados, a saliva voando pelo tapete enquanto ela era estocada com força.
No momento em que ela sentiu que ia desmaiar de prazer, ele a obrigou a olhar para o espelho lateral. Ela viu a si mesma: amordaçada em dobro, babando, com o corpo marcado e o olhar perdido. Foi o gatilho final. Bia gozou tão forte que suas pernas cederam, e ela só não caiu porque o Mestre a segurava firme, martelando até que ele também despejasse tudo o que guardou enquanto a assistia pelo celular.




