Estava na academia, descansando entre uma série e outra, quando recebi uma notificação no Teams. Entrei para olhar e me deparei com uma mensagem de um cara com quem troquei ideia uma vez no UOL; nunca havia rolado nada, mas a gente trocava algumas mensagens de vez em quando, apenas cordialidades. Na mensagem, ele perguntava se eu estava "de boa". Informei que estava malhando e ele questionou se eu não estava a fim de receber uma mamada, pois estava livre e cheio de vontade. Na hora, até considerei a ideia, pois fazia uns três dias que não gozava devido à correria do dia a dia, mas já era nove e pouco da noite; até ir para casa, encontrá-lo e voltar, ficaria tarde e me deu uma certa preguiça. — Cara, até gostaria, mas até terminar aqui e ir para casa tomar um banho, vai ficar tarde — respondi. — Qual academia você está? Posso passar aí, te pegar e te deixo em casa — ele disse. Informei onde estava e ele respondeu que era perto e poderia vir, se eu quisesse. — Mas ainda assim precisaria de um banho, estou suado. — Não precisa, vou curtir muito mais assim como está — respondeu. Essa declaração despertou algo em mim e acabei topando. Informei que ele poderia vir ao meu encontro, fiz correndo os demais exercícios que faltavam e, em 20 minutos, ele informou que chegou e a cor do carro. Saí da academia ao seu encontro, de bermuda e camiseta dry fit; visualizei o carro me aguardando e ele acenou com a mão ao me ver. Nos cumprimentamos ao entrar no veículo e conversamos amenidades durante o caminho para sua casa. Já no elevador, percebi que ele devia ter alguma ascendência de países nórdicos: era alto, esguio e de olhos azuis, um homem atraente com seus cinquenta e poucos anos. — Fique à vontade — ele disse ao chegarmos em seu apartamento, apontando para o sofá. Sentei-me enquanto ele se dirigia à cozinha; ao retornar, ele me entregou uma cerveja. — Quer me matar? — eu brinquei. Ele pegou o controle da TV, ligou-a e colocou em um canal pornô. Ajoelhou-se em minha frente e começou a desamarrar meu tênis; tirou um e depois o outro, uma meia e depois a outra, colocando-os delicadamente no canto do sofá. Ele começou a alisar e massagear minhas coxas; encostei-me no sofá e me entreguei ao momento. Bebi um gole da cerveja que estava em minha mão e olhei para a TV; ele seguia massageando minhas coxas carinhosamente e suas mãos subiram até minha virilha. Meu pau começou a crescer devagar e o volume apareceu em minha bermuda. Lentamente, ele puxou minha bermuda e começou a retirá-la. Ergui meu quadril do sofá para ajudá-lo e revelei uma cueca boxer cinza da Lupo, com minha pica já inteiramente dura dentro. Ele abaixou a cabeça e beijou levemente minhas coxas até se direcionar ao meu cacete; cheirou minha virilha e soltou um gemido de satisfação e prazer. Mordiscou minha glande, ainda protegida pelo tecido, deixando marcas de sua saliva. Com o rosto ainda entre minhas pernas, suas mãos começaram a puxar para baixo o elástico de minha cueca; novamente, me ergui para ajudá-lo. Ele passou minha cueca pelos pés e olhou meu pau deitado sobre meu colo. — Que delícia — ele disse, depois de um tempo em silêncio. Novamente se aproximou e colocou o nariz sobre meus pentelhos, respirando fundo. Uma de suas mãos segurou meu saco, quente e macia, e finalmente ele abocanhou minha rola. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás. Que mamada espetacular! Ele alternava entre forte e rápida com lenta e carinhosa; engolia toda a minha rola, lambia minha virilha, massageava com a mão em movimentos circulares a cabeça da minha pica. Ele sabia como tratar uma rola. Na TV, uma mulher branca era enrabada de quatro por um cara negro; as bolas dele batiam forte na buceta dela em cada estocada. E ali, em minha frente, aquele puto de joelhos se deliciando com meu pau na boca; ele chegou a cheirar e beijar meu pé, até voltar a caprichar na minha pica. — Está gostoso? — perguntei. — Uhum — ele respondeu, com meu pau na boca. — Então mama, isso, engole tudo, assim. — Coloquei a mão sobre seu pescoço e comecei a direcioná-lo. — Queria pica, não queria? — Uhum — ele respondia. — Então engole a pica do seu macho. Retirei o pau da sua boca e bati em seu rosto; ele gemeu de tesão. — Gosta, putinha? — Dei um tapa leve em seu rosto. Ele estremeceu em um pequeno orgasmo e pareceu mudar completamente. Ele colocou a língua para fora e me lançou um olhar pidão. Segurei sua cabeça e bati com a pica em sua língua. — Quer? — Ele fez que sim com a cabeça. — Então pede. — Dei outro tapa em seu rosto, desta vez mais forte. Novamente ele gemeu forte e estremeceu o corpo. — Me dá pica, meu macho, por favor! — Engole! Isso! — Segurei sua cabeça até ele engasgar. Levantei-me do sofá e fodi sua boca enquanto ele, de joelhos, me obedecia. A cada tapa e batida do meu pau em seu rosto, ele tremia de tesão. Eu já estava próximo de gozar. — Quer leite de macho, puta? — Quero, senhor! — Tira o leite do seu macho então, puta. — Goza na minha cara, senhor! — Quer leite na cara, vagabunda? — Dei outro tapa. Fodi sua boca mais um pouco e, quando estava próximo a gozar, retirei meu pau e me masturbei, segurando-o pelos cabelos com o rosto em frente à minha rola, até leitar fartamente, gemendo de tesão. Ele esperou minha porra de olhos fechados e boca aberta; tremia de tesão enquanto eu gozava. Bati minha rola melada em seu rosto, ainda segurando o cabelo; ele tremeu e gemeu mais forte: "Ai, vou gozar!", e estremeceu em um orgasmo. Achei aquilo incrível, pois nunca tinha visto alguém gozar dessa forma sem nem se tocar. E, assim, acabou valendo a pena sair da minha rotina programada em um dia de semana e sempre recebo uma mamada boa quando preciso.
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