Minha mãe flagrou meu pai e eu no meio de um boquete

Como filhos, somos uma versão mais jovem dos nossos pais. No meu caso, uma versão alta e magra. Além dessa, a outra diferença era o tamanho do seu pau, bem maior que o meu pobre pênis de tamanho médio.

Mas ele parecia estar me olhando de um jeito um pouco diferente, desde que nos tornamos mais íntimos. Agora, apesar da diferença de idade, nossa relação era uma relação de adultos; nossas conversas eram de adultos, e até passei a dividir com ele a sua bebida de adulto.

"Tudo o que aconteceu no último mês foi incrível!", eu disse a ele.

"Acho que tinha que acontecer", ele disse. "E ainda bem que aconteceu."

"Me conta como foi com você...", eu brincava com os pêlos do seu braço. "Quero dizer, quando foi que teve sua primeira experiência... com um garoto..."

"O que quer saber?"

"Não sei, quantos anos tinha, como foi..."

"Não foi muito diferente de como foi com você e seu primo."

E ele me contou como foi que começou a sua vida sexual, pra minha surpresa, não muito diferente de como acontece com qualquer garoto.

"Estava na cama do meu primo e achei que vi um movimento por baixo do lençol. Eu e meu primo tínhamos mais ou menos a mesma idade. Era verão. Eu dormia na casa dele, como costumávamos, seu tio e eu. Estávamos só de cueca e começamos a nos esfregar um no outro. De repente aquela provocação virou um lutinha de garotos.

Quando vi, seu tio também veio se juntar à brincadeira, e estávamos os três rolando no chão. E como sou um pouco maior, acabei por cima do meu primo, prendendo seus braços acima da cabeça. Meus quadris em cima dos dele, mantendo o domínio. Foi aí que percebi que nós dois estávamos de pau duro. Não sabia o que fazer, mas o pau dele também estava duro.

Apenas o algodão da cueca um do outro separava um contato mais íntimo entre nós. A sensação era boa. Me mexi um pouco, esfregando meu pau no dele, só pra testar. Olhei pra ele, ele pra mim. Ele então se impulsionou para cima. Pronto. Começamos. Esfregamos nossos paus um no outro por cima da cueca e, em pouco tempo, gozamos, ejaculando dentro da roupa íntima.

Parei e respirei fundo. Eu nunca tinha contado essa história. As lembranças eram fortes, e movi a perna para esconder meu pênis semi-ereto do olhar do meu primo. Percebi que o volume no lençol sobre o pênis dele estava um pouco maior. Continuei. Saí de cima dele e rimos olhando pra nossas cuecas encharcadas de esperma. Meu primo olhou pra minha cueca e perguntou: 'Você já fez isso?' Eu disse que não, nunca. Nunca nem pensei nisso, mas gostei. 'Eu também.'", ele disse. Depois, fomos os três pra cama e começamos a nos masturbar. Enquanto nos tocávamos, nossos pênis estavam ficando duros de novo.

Na hora eu sabia que queria fazer aquilo de novo. E, dessa vez, enquanto se movia sobre mim, ele tirou a cueca. Eu me abaixei e tirei a minha, seu tio fez o mesmo. Não havia mais dúvidas. Deitamos na cama e esfregamos nossos pênis duros até gozarmos. Ejaculamos uns nos outros. Rimos, levantamos e tomamos banho juntos, lavando um ao outro pela primeira vez e nos masturbando um ao outro.

Mais tarde, na sua cama, meu pênis estava duro de novo e havia uma mancha molhada no lençol sobre a ereção óbvia do meu primo. Continuamos nos masturbando por baixo do lençol. "Então, foi assim que começou." E, naquela mesma noite, pela primeira vez, chupamos um pau... e foi um do outro. Gozamos na boca um do outro e a sensação de provar o esperma um do outro, assim que passou o estranhamento inicial, foi algo que acabamos gostando. Então fizemos isso desde então. Depois entramos pros escoteiros e aprendemos tudo."

"Nossa!", eu me excitava. "E também fazia com o tio Beto?"

"Umas vezes, mas quase sempre eram os três, nos revezamos um em cima do outro, ou os três juntos."

"Acho que se tivesse um irmão também faria com ele o tempo todo!"

"Tô vendo que ficou excitado", ele acariciava a minha ereção por sobre o shorts. "Gosta mesmo de chupar um pau, não é, garoto!"

"Mais do que tudo."

"E quando é que vai comer uma buceta, só pra variar?", ele tava me deixando de pau duro.

"Não sei..."

"Não me diga que continua com aqueles sonhos malucos com sua mãe."

"Não dizem que é normal a gente ter tesão pela mãe?", eu o provocava.

"Teria tesão o bastante pra nós dois?"

"Não sei... se ela quiser..."

"Qualquer hora dessas eu tomo coragem e falo com ela."

"Sério?"

"Primeiro me deixa ver o que tem aí a oferecer a ela."

Ele então tirou meu pau pra fora e começou a me masturbar. Eu queria fazer o mesmo por ele, mas acho que naquele momento ele preferia ficar admirando o meu pau.

Ele baixou o meu shorts e mandou eu me masturbar, pra ver como eu fazia. Então, comecei a me masturbar de pé, na frente do meu pai. Ele estava se deleitando com a visão do meu pau duro diante do seu rosto, observando enquanto eu me masturbava. Não precisei de lubrificante, tinha bastante líquido pré-ejaculatório na minha glande, que eu deslizava pra cima e pra baixo no meu pau, deixando aparecer e desaparecer. E só de vê-lo me observando, fiquei ainda mais excitado.

"Ai, caralho, vou gozar, pai!", foi tudo o que eu disse, em meio a um gemido.

Na mesma hora, meu pai começou a acariciar o meu saco e pegou no meu pau. Foi quase como um movimento de reflexo, não mais que um segundo entre abrir a boca e engolir o meu pau.

E lá estava o meu pai, sentado na minha cama, as mãos em volta da minha cintura, quase como num ato de adoração. Com sua língua estendida, ele lambia a glande roxa do meu pau, movendo os meus quadris para a frente.

Ele então puxou e repuxou o meu pau, envolvendo-o com a boca e tentando engolir o máximo que podia. E, num movimento de penetração, eu sentia a cabeça do meu pau chegar no fundo da sua garganta.

Meus olhos se fixavam na expressão do seu rosto, enquanto me devorava. E acho que começava a entender como meu pai, que eu considerava tão hétero, podia chupar um pau tão apaixonadamente. Ficava imaginando ele, seu primo e o tio Beto se comendo e se chupando, quase com a minha idade.

Ele segurava o meu pau, enquanto o mantinha na boca. E era igualmente excitante assisti-lo em sua arte, fodendo a minha mãe, como receber o seu boquete.

Soltei um suspiro, sentindo suas mãos em mim. Em comparação ao seu pau enorme, meu pequeno pênis, agora todo coberto de saliva, parecia ser o objeto do seu desejo.

Meu pai ainda acariciava o meu pau enquanto lambia de boca aberta, ansioso para tê-lo de novo todinho até na garganta. E foi o que eu fiz, metendo de uma vez, enquanto segurava a sua cabeça.

Eu mal podia acreditar no prazer que era sentir os seus lábios contraídos em volta do meu pau, enquanto fodia a sua boca.

A essa altura um dedo seu já tinha encontrado a entradinha do meu cu, me fodendo e me puxando contra o seu rosto. Era como uma dança, que ele conduzia, me fodendo e ao mesmo tempo me fazendo foder mais ainda a sua boca.

"Pai, não tô aguentando mais!", eu gemia ofegante.

"Deixa sair, filho!", ele continuava me puxando.
                
Eu ainda metia meu pau na sua boca, enquanto ele me chupava. Até que deixou que eu ejaculasse na sua boca, o que eu nunca fiz com tanta intensidade. Meu primeiro jato de porra desceu direto pela sua garganta. O resto espirrou na sua língua estendida e no seu queixo. Mas ele não desistia de me chupar, lambendo todo o resto.

Finalmente, quando não tinha mais nada, me inclinei sobre ele e lambi o esperma do seu rosto e do seu queixo. Não existe pornografia capaz de mostrar isso, nem fantasia capaz rivalizar com a experiência de lamber do rosto do seu pai o seu próprio gozo. Até não resistir mais e colar nele a minha boca, num beijo com gosto de porra.

Ele então passou o dedo mais uma vez pelo meu sexo ainda sensível, enquanto descia o meu shorts, junto com a cueca, me deixando peladinho da cintura pra baixo.

E quando eu vi, eu já tava inclinado sobre o seu colo, em busca do seu pau duro feito pedra.

Meu pai se deixou despir, com a nossa roupa largada sobre a minha cama. Então, completamente nus, nós rolávamos de um lado pro outro, querendo o pau um do outro.

De repente, estávamos rolando no chão do meu quarto, um em cima do outro, feito dois garotos numa lutinha desigual, já que ele levava uma vantagem, sendo maior e mais forte que eu.

Mas assim que eu consegui alcançar o seu pau, ele se rendeu e me deixou masturbá-lo um pouco. Até que eu comecei a chupá-lo, num incrível meia-nove.

E nem demorou muito e ele soltou um gemido e começou a gozar na minha boca. Terminamos quando eu engoli e percebemos que ambos tínhamos esperma em volta da boca. Meu pai então veio me beijar e limpamos tudo o que havia sobrado do nosso gozo. Depois disso, meu pau já estava dando sinal de vida de novo.

Mas antes que pudéssemos continuar, uma silhueta esguia surgiu no meu campo de visão, ali parada na porta do meu quarto. Ela tinha uma expressão muda, que eu não conseguia decifrar, num primeiro instante. E nunca antes a imagem da minha me pareceu mais bonita, olhando desde as suas pernas e subindo pelo seu corpo de meia-idade. Mas naquele momento ela parecia igualmente intimidadora.

"Mãe?", eu disse, recobrando o fôlego.

Só então meu pai se virou pra porta, e viu que não tinha como esconder ou negar o que estava acontecendo ali.

Pra muitos casais, esse é o momento da verdade, de se encarar o que mesmo na cama pode passar despercebido. Talvez, pra uma mulher, nada pior que ser traída... mais ainda, flagrar o marido com outro homem. Mas, naquele momento, tudo isso parecia misturado com toques de luxúria e incesto.

Claro que sabíamos que isso era uma possibilidade. Mas agora que tínhamos sido descobertos nem eu nem meu pai sabíamos o que dizer.

Ele então se levantou e pegou suas roupas, e eu fiz o mesmo. Só que já era tarde demais pra voltar atrás, e admitir o nosso crime traria consigo uma inevitável pena.

Depois que os dois se trancaram no seu quarto, eu podia ouvir a discussão, que parecia a mais séria que eles já tiveram. E no meio de palavrões e portas batendo, meus pais não paravam de brigar... e tudo por minha causa. Ainda pensei em ir lá e tentar explicar tudo, mas talvez acabaria só piorando as coisas. Aquilo era uma coisa que os dois teriam que resolver e chegar num acordo.

Na hora pensei que o nosso acampamento já era, mas instantes depois meu pai entrou no meu quarto com sua mochila.
"Arrume suas coisas, estamos saindo em cinco minutos."

Pouco depois, eu fui encontrá-lo na garagem, arrumando na caminhonete a barraca e o resto das nossas coisas.

Mas, antes de sair, eu fui até a minha mãe e a abracei demoradamente. Não achava que os dois ficariam assim brigados por muito tempo; não era a primeira vez. Mas agora o motivo era bem diferente.

Enquanto abraçava minha mãe, sentindo seus seios fartos contra o meu peito, a minha vontade era de ficar com ela. Nunca me senti assim por ela, mas de repente tudo parecia mudado entre nós. E, no final, o que ficou comigo foram aquelas suas palavras no meu ouvido.

"Cuide do seu pai", ela disse ao nos despedirmos.

No caminho pra casa do tio Beto, revendo com mais calma e em suas delicadas nuances tudo o que aconteceu, eu tentava me ater aos pequenos detalhes. Não sei o que ela ouviu daquela nossa conversa, mas me surpreendia uma coisa que na hora me passou despercebido. Enquanto nos olhava, dava pra notar o movimento da sua respiração ofegante, no peito arqueado. E, pra minha surpresa, podia ver o relevo dos biquinhos dos seus peitos, bem pronunciados e revelando uma certa excitação.

E não era apenas isso. Minha mãe tinha uma das mãos sobre o ventre, com dois dedos no limite entre sua blusa e sua saia. Não sei se mais alguns instantes ali parada, e ela não desceria sua mão, pra se tocar entre as pernas... igualzinho no meu sonho.

Acho que quando voltássemos, muita coisa teria que ser colocada sobre a mesa na nossa relação. E não sei como a nossa família seria a partir dali. Mas no momento, a única coisa em que eu conseguia pensar era no que nos aguardava no acampamento, e em tudo o que rolaria naquele fim de semana, com meu primo, o tio Beto e meu pai.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Minha mãe flagrou meu pai e eu no meio de um boquete


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Comentários


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sozinho6969 Comentou em 16/03/2026

Caralho, assim você me obriga a bater uma sonhando em ser um dos protagonistas.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha mãe flagrou meu pai e eu no meio de um boquete

Codigo do conto:
256971

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/03/2026

Quant.de Votos:
2

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