Meu pai foi meu primeiro homem, mas minha mãe foi minha deusa do sexo

Se for verdade o que dizem, que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher, minha mãe não fazia questão de se revelar... pelo menos até descobrir sobre meu pai e eu.

Pensei que ela ficaria furiosa, afinal de contas era o seu homem e o seu filho, já não tão promissor assim. Será que ela ficou decepcionada com a minha sexualidade precoce e incomum? Afinal, geralmente um filho tem seu desejo despertado pela mãe, e não pelo pai.

Mas ela apenas me disse pra cuidar bem dele, ao me despedir. E agora, de volta do acampamento, as coisas teriam de ser passadas a limpo.

Chegamos em casa já de noitinha, e ela estava no seu quarto. Não fez questão de nos receber, depois de um fim de semana fora.

Mas então, quando tomei coragem e fui ao seu quarto, ela estava lá sentada em frente ao espelho, se penteando. E ao me ver, se virou e me sorriu enigmática. Então me entregou a escova e me disse pra continuar. De pé atrás dela, eu me via no reflexo do espelho, penteando o seu cabelo macio. Até que ela me perguntou:

"Já beijou uma garota, filho?"

Engoli em seco e demorei um pouco até dizer que não. Mas ela não se abalou, e parecia querer descobrir mais sobre o que eu sabia, sobre homens e mulheres.

"Nunca tocou uma garota?", ela me olhava pelo reflexo do espelho.

E de novo, o mesmo silêncio embaraçoso. Até que respondi com a voz insegura:

"Já vi uns vídeos pornô umas vezes..."

Ela então se virou e, pegando na minha mão, me fez sentar ao seu lado.

"O pornô só mostra os movimentos, mas mesmo assim é calculado, sem emoção. Você precisa dedicar tempo pra saborear, cheirar, sentir e ouvir o ato sexual. Não se trata apenas de molhar o pênis. Trata-se de aproveitar a si mesmo e ao seu parceiro... ou parceiros, se tiver muita sorte. Você precisa encontrar a pessoa certa pra ser sua primeira vez; alguém que permita que você explore e seja explorado no seu próprio ritmo."

Ela então se levantou da cadeira e ficou de pé atrás de mim. Colocou as mãos no meu pescoço e começou a me massagear. De tenso e enrijecido, meu corpo foi relaxando aos poucos, exceto meu pênis.

"Um bom par de mãos pode fazer você realmente aproveitar o sexo. Acariciando suavemente seu corpo, ela liberta sua mente e seu corpo obedece."

Ela começou a massagear minhas têmporas, depois meu rosto. Suas mãos então deslizaram pelo meu corpo, me deixando excitado. De repente, vi pelo reflexo que ela colocou a mão por baixo da camisola. Ela tirou uma das mãos e então voltou com ela no meu rosto. Dessa vez estava molhada.

"Respire fundo e inspire. Sinta o cheiro de uma mulher no seu rosto e nos seus lábios. Lamba os lábios e sinta o gosto de uma vagina. Aproveite a experiência, antes de mais nada."

Meio sem reação, fiz o que ela me disse. O cheiro era diferente de tudo que eu já tinha sentido. Meu pau estava pulsando, pronto pra ser usado. Lambi os lábios e o sabor agridoce era tão bom que eu queria mais. Fechei os olhos e me deixei levar. Soltei um suspiro incontido. Meu corpo estava em chamas. As mãos dela estavam levando todos os meus sentidos à loucura. Eu podia sentir meu líquido pré-ejaculatório escorrendo pelo meu pênis.

Nisso, meu pai aparece e se junta ao que quer que esteja acontecendo ali entre sua mulher e seu filho.

"Vamos mostrar ao nosso filho como o sexo deve ser", ela se dirige ao meu pai.

Sem dizer nada, ele tinha pra ela um olhar de cumplicidade. Então, minha mãe e meu pai se juntaram à minha volta. Acho que eles estavam dispostos a dedicar o tempo necessário pra que eu tivesse a melhor experiência que já tive. Eu estava em transe e senti minha cabeça balançando para cima e para baixo antes de me deixar ser conduzido pra cama dos meus pais.

Deitei na cama deles e minha mãe deitou ao meu lado. Ela acariciou minha cabeça delicadamente e olhou nos meus olhos.

"Você está pronto pra sentir o melhor que já sentiu? Você confia em nós, não é, filho? Você confia que estamos aqui para lhe proporcionar apenas prazer? Está pronto para se entregar e nos deixar guiá-lo?", a sua voz me chegava como uma doce brisa sensual, que invadia os meus sentidos.

Eu apenas balancei a cabeça, e sussurrei que sim, com os olhos arregalados enquanto ela baixava a alça da camisola. Por trás de mim, meu pai me fez levantar os braços e tirou a minha camisa, me ajudando em seguida a tirar o resto da roupa.

Meu pau estava duro e a cabeça brilhava com o que escorria, meio sem querer. Não conseguia controlar minha excitação, e estava meio embaraçado da minha nudez diante da minha mãe. Até que ela puxou a outra alça da camisola, mostrando os seios enormes, de bicos bem durinhos, revelando que também estava excitada.

E, num gesto tão delicado quanto erótico, ela acariciou o seio, passando o polegar sobre o mamilo eriçado. Depois se virou pra mim, e a minha cabeça foi puxada para baixo, enquanto ela me oferecia o seio esquerdo.

"Agora, passe a língua suavemente sobre o meu mamilo. Hum, isso mesmo. Agora, contorne a aréola com a língua", um suspiro lhe escapou de repente. "Assim! Isso mesmo. Agora, chupe o meu mamilo e dê leves lambidas na ponta", dessa vez ela soltou um gemido. "Ah, sim, filho. Isso mesmo, chupa mais. Hum, você está me deixando molhada."

Seu mamilo era macio e ao mesmo tempo parecia enrijecer-se na minha boca. Sua aréola tinha pequenas protuberâncias nas bordas e eu senti cada uma delas com a ponta da minha língua. Então, comecei a chupar o seu mamilo, feito um bebê, sugando-o e puxando-o para dentro da minha boca. Passei a língua pela ponta e voltei a sugar intensamente.

As mãos dela apertaram minha cabeça, me segurando e me mantendo contra o seu peito, enquanto ela gemia e sua respiração ficava mais ofegante. Aquilo me excitava ainda mais, por saber que estava dando prazer à minha mãe.

Então senti as mãos do meu pai massageando minhas costas. No começo, fiquei tenso, mas depois relaxei enquanto deixava que ele me tocasse, deslizando as mãos em mim, como fazia quando estávamos só nós dois. Senti o corpo dele pressionando minhas costas. Ele começou a me instruir suavemente no meu ouvido:

"Isso mesmo, filho, agora vá para o outro seio dela e faça a mesma coisa."

Senti de repente a sua pele nua contra a minha, e percebi que ele tinha se despido. Suas pernas roçarem por trás de mim. Seu pau pressionava bem no meio das minhas nádegas e eu podia sentir o seu calor e o quanto estava duro. Minha mãe gemia e passava as mãos pelos meus cabelos, enquanto meu pai me roçava na entradinha do meu cu, me segurando pela cintura.

"Agora é hora de provar uma buceta, filho", era a voz macia do meu pai atrás de mim.

Ele colocou as mãos nos meus quadris e me levantou, me colocando de quatro. Minha mãe então foi puxando a camisola, deixando deslizar pelo seu corpo e revelando toda a sua nudez, bem diante dos meus olhos. E então, completamente nua, ela se esgueirou por baixo de mim e me puxou para a beirada da cama até que meu rosto ficasse alinhado com a sua vagina.

Por sua vez, meu pai pressionou a minha nuca e empurrou meu rosto em direção à primeira vagina da minha vida.

"Inspire o cheiro. É assim que o sexo de uma mulher te mostra que ela está pronta, com o aroma do prazer dela", ele me contava os segredos do corpo da minha mãe. "Agora incline-se e dê uma boa cheirada na buceta dela."

Inspirei fundo e o cheiro imediatamente chegou ao meu pau, que saltou e bateu contra minha barriga, pulsando como nunca.

"Agora incline-se e passe a língua ao redor dos lábios. Sinta o gosto do suco com a sua língua. Sinta a maciez da pele dela e o gosto da buceta da sua mãe. Veja como os lábios da buceta dela estão inchados, você vê como está excitando ela?"

A buceta da minha mãe estava brilhando com suco vaginal que lhe escorria. O cheiro era inebriante e o gosto, ainda melhor. Era algo que eu nunca tinha provado antes e era delicioso. A pele dela era tão macia e suave. Lambi toda a buceta dela como um cachorrinho sedento.

"Agora chupe suavemente os lábios da buceta dela. Sinta como são grandes, como eles se esticam na sua boca enquanto você os chupa."

Fiz o que ele disse, e lambi os lábios da buceta dela primeiro e depois comecei a chupá-los. Eram como um pedaço quente de pele solta, macia e suculenta. Quando as coloquei na boca, minha mãe arqueou a pélvis, pressionando sua vagina contra o meu rosto.

"Agora passe a língua dentro da vagina dela. Sinta o líquido e saboreie-o na sua boca."

Eu ouvia a sua voz grave e profunda e fazia tudo, chegando a me antecipar ao que ele dizia. E o grelo inchado da minha mãe era tão macio, que eu procurava ser o mais delicado possível. Podia sentir como era quente e molhada a buceta dela quando enfiei a minha língua e comecei a penetrá-la. O líquido era espesso, escorregadio e tinha um gosto delicioso. Minha mãe gemia e esfregava a buceta contra o meu rosto.

Eu estava de quatro, com o rosto enterrado na buceta dela. Então senti mãos massageando meu ombro, descendo pelas minhas costas e, em seguida, massageando suavemente minha bunda. Era uma sensação boa. Eu passava a língua para dentro e para fora da buceta dela. O seu líquido vaginal encheu a minha boca com um gosto doce e picante.

Minha mãe segurava minha cabeça com força enquanto esfregava a buceta contra o meu rosto. Eu podia sentir meu pau duro balançando entre as minhas pernas, espalhando líquido pré-ejaculatório contra a parte interna das minhas coxas.

Então, senti minha bunda sendo aberta e uma língua quente e úmida lambendo meu orifício. Tentei pular, mas minha mãe segurou minha cabeça firmemente contra a sua buceta e meu pai segurou minha bunda. Nunca imaginei que poderia sentir prazer antes mesmo dele me foder.

"Shhh, apenas aproveite, filho. Seu pai vai lamber sua grutinha, como você está lambendo a minha. Sinta a língua dele, querido. Ele realmente gosta de lamber um bom cu. É bom, não é? Sinta a língua dele dentro de você. Relaxe e deixe-o deslizar a língua bem fundo. Ele tem uma língua maravilhosa."

Senti meu corpo relaxar e comecei a sentir a língua dele. Era estranho, mas muito bom ao mesmo tempo. Comecei a gostar da sensação, não, eu amei a sensação. Comecei a gemer. As vibrações dos meus gemidos na buceta da minha mãe a levaram ao clímax e ela teve um orgasmo que fez seu corpo tremer.

Suas coxas internas começaram a tremer contra o meu rosto. Seu aperto na minha cabeça se intensificou enquanto ela gemia e suspirava ofegante. Então minha boca foi inundada por um líquido para o qual eu não estava preparado, mas comecei a lamber mesmo assim. Tinha um gosto diferente, mais espesso e até mais doce, mas delicioso.

Senti uma língua grossa forçando a entrada no meu cu. A sensação era de uma perversão deliciosa, e eu comecei a rebolar minha bunda na cara do meu pai, no mesmo ritmo da sua língua. Então, ele agarrou meu pau por trás e começou a me acariciar, me fazendo gemer. Mas voltei a mergulhar na buceta da minha mãe, enquanto ela gritava em seu orgasmo.

Gozei quase junto com ela. O esperma voou até a sua buceta, atingindo também a sua barriga. E eu quase ejaculei de novo, ao vê-la passar o dedo e levá-lo à boca, provando do meu gozo.

"Você tem gosto bom, filho!", ela me sorriu.

A mão do meu pai então espremeu mais um pouco de esperma do meu pau e eu olhei a tempo de ver sua mão coberta com o meu gozo. Ouvi-o gemer por trás antes de sentir o líquido quente caindo nas minhas costas e bunda. Ele usou meu esperma para se masturbar, e também gozou. Então, sua língua deslizava pelas minhas costas, até a minha bunda, lambendo seu próprio esperma.

Fui empurrado para o lado pelo meu pai. Minha mãe se virou para mim e me deu um beijo de língua profundo. Não era a primeira vez que eu sentia a sua boca contra a minha, mas aquele não era um selinho... e definitivamente não era um beijo de mãe e filho.

Senti uma boca quente no meu pau, e nem acreditava que meu pai estava me chupando bem na frente da minha mãe. E enquanto ela me beijava, ele sorvia o resto do meu esperma. Ela então interrompeu o beijo e me olhava curiosa:

"E então, o que achou do sexo oral? Gostou?", ela estudava a minha reação. "É assim que o sexo deve ser: se entregar, sem rótulos ou estigmas; só prazer. E seu pai gosta muito disso."

Minha mãe me beijou de novo, depois meu rosto foi afastado dela e meu pai me beijou do mesmo jeito. Os dois então começaram a disputar a minha boca, me usando para o seu prazer, assim como me davam prazer. Até que de repente dividíamos um beijo a três.

Eu simplesmente me deixei levar, meio dominado pelo gosto da minha mãe na ponta da língua, e agora o gosto do meu pai. E ele, por sua vez, parecia reconhecer o gosto da sua mulher na minha boca.

Havia línguas por toda parte, e mãos que deslizavam pelo meu corpo e me masturbavam, me deixando de novo de pau duro. De joelhos na cama entre os dois, eu era como um brinquedinho deles, e estava adorando.

"Acho que eu preciso de um pouco mais de porra!", minha mãe olhava pro meu pai com uma cara de safada.

Então, ela o empurrou de costas na cama, deixando ele deitado e com o pau duro apontando pro teto. E, num gesto sinuoso, ela serpenteou pelo meu corpo e se inclinou sobre a ereção dele.

Minha mãe colocou a língua pra fora e limpou uma gota de porra da glande roxa do meu pai. Na hora, fiquei meio apreensivo, mas aproximei meu rosto do dela. Eu olhava atento enquanto ela abria bem a boca e engolia o seu pau, deixando deslizar para dentro tudo o que podia.

Era ao mesmo tempo um misto de tesão e inveja, vendo minha mãe chupar o meu pai como tantas vezes eu fiz. Mas, pra minha surpresa, ela estava disposta a dividi-lo.

Ela se deteve por um instante, e colocou um dedo no meu queixo, me puxando para um beijo. Sua língua invadiu a minha boca e eu pude sentir o gosto do esperma do meu pai na sua língua. Tinha gosto do meu, misturado com a saliva dela, e isso fez com que o sabor ficasse ainda melhor.

"Não precisa ficar tímido, querido. Seu pai tem o bastante pra nós dois!"

Enquanto nos beijávamos, nossos rostos se aproximavam do pênis do meu pai. Minha mãe então se afastou e começou a esfregar o pênis dele nos meus lábios.

"Você precisa se livrar de qualquer insegurança e entender que o importante é sentir prazer. Você gosta que chupem seu pênis, então saiba o quanto você vai fazer seu pai se sentir bem chupando o dele. Comece lambendo lentamente toda a glande. Sinta como o pênis dele é macio, e como o gosto se intensifica. Coloque-o na sua boca e sinta-o ficar duro e saiba que é você quem está fazendo isso. Continue a lamber e coloque a ponta da sua língua no orifício dele. Brinque um pouco com sua língua em volta da glande. Agora coloque-a na boca e chupe suavemente enquanto gira a língua ao redor. Sua saliva pode ajudar a começar a engolir devagar."

Mesmo já tendo chupado tantas vezes o meu pai, eu estava adorando receber instruções da minha mãe. Fiz exatamente o que ela me disse e isso me deu uma certa cumplicidade com ela.

Estiquei a língua e a passei pela glande dele. Quando coloquei a ponta da língua no orifício, um pouco de esperma escorreu e eu o puxei para dentro da minha boca. Então, apalpei o orifício e fiquei surpreso com a facilidade com que se abriu, permitindo a entrada da ponta da minha língua. Estava quente e macio enquanto minha língua girava ao redor.

A cabeça roxa era macia e esponjosa, e brilhava com a minha saliva, enquanto lambia. Depois, segui o contorno ao redor, inebriado pelo sabor. Abri a boca e coloquei a glande e cerca de dois centímetros do corpo do pênis dentro. Chupei um pouco, tentando sugar mais da sua porra, mas acho que já tinha tirado o resto. Levei minha saliva do fundo da boca para a frente e a usei para cobrir a glande.

"Agora respire pelo nariz, e tente colocar o máximo que puder na boca. Apenas aproveite o que conseguir engolir."

Consegui colocar mais uns dois centímetros. Senti a glande tocando o fundo da minha garganta. O pau dele pulsava e ficava mais grosso, expandindo-se na minha boca. Eu estava conseguindo deixá-lo duro de novo. O líquido pré-ejaculatório dele começou a escorrer para dentro da minha boca. Tinha um gosto totalmente diferente, mais doce, menos ácido e mais viscoso do que o sêmen.

"Te ver chupando o seu pai está me deixando com a xoxota toda molhada, meu amor!", ela gemia, enquanto me masturbava.

Meu pau pulsava na mão da minha mãe, ao mesmo tempo em que eu chupava o meu pai.

"Parece que está pronto pra fazer o que deve, filho", ela se deitou ao lado.

Me afastei do pau do meu pai e ele me ajudou a rolar por cima da minha mãe. Ficamos deitados cara a cara e eu de repente não sabia o que fazer. Até que meu pai agarrou meu pau e o guiou em direção à buceta da minha mãe. Eu podia sentir o calor e o quanto estava molhada, só de senti-lo roçar entre os lábios dela.

"Seu pai vai te guiar para dentro, relaxe os quadris e deixe que ele te ajude até você entrar. Então ele vai te mostrar como foder uma xoxota."

Balancei a cabeça afirmativamente enquanto meu pai ficava atrás de mim. Eu podia sentir o pau duro dele roçando na minha bunda. A mão dele apertava meu pau com firmeza. Ele empurrou meu quadril um pouco para baixo, de modo que a glande ficasse na entrada da buceta dela. Depois, ele pegou o meu pau e o esfregou lentamente em círculos ao redor do grelo dela. Era tão macio quanto quente, e estava úmido, com o gozo que escorria dela.

A mão dele guiou meu quadril lentamente para baixo, ao mesmo tempo em que sentia o seu pau pressionando atrás de mim. Então, meu pau começou a entrar lentamente na buceta da minha mãe, que se abria toda para recebê-lo. Meu pau se contraiu e eu pude sentir a glande expandir dentro do seu canal vaginal.

Minha mãe gemeu enquanto levantava as pernas e as envolvia delicadamente em volta da minha cintura, me segurando firmemente no lugar para que meu pau pudesse se acomodar mais fundo.

"Continue, está indo bem, filho!", ela me incentivava.

E enquanto eu começava a penetrá-la, minha mãe não se conteve e puxou o meu rosto em direção ao seu seio e me mandou chupar o seu mamilo. Comecei a mamar no seio dela como antes e pude sentir a buceta dela se contrair ao redor do meu pau. Ela ficava mais molhada à medida que meus testículos ficavam encharcados. E enquanto passava os dedos pelos meus cabelos, me mantendo com a boca no seu peito, ela gemia baixinho.

Senti as mãos do meu pai em cada lado dos meus quadris. Ele levantou minha bunda, me fazendo entrar e sair da minha mãe. E quando por um instante saiu por completo, a cabeça estava brilhando com o gozo dela. Minha bunda foi empurrada de volta para as entranhas dela. Depois, puxada para cima e para baixo novamente. E então eu passei a assumir o controle e comecei a penetrá-la com força.

"Ai, meu Deus, isso mesmo, querido! Continua metendo. Não pára!"

Ao mesmo tempo, eu continuava a chupar o seu peito, fazendo uma intensa sucção no seu mamilo.

"Assim mesmo. Pode morder um pouquinho, bem devagar", e eu fiz o que ela disse tirando dela gemidos cada vez mais intensos.

Meu pai foi para o lado da cama e ofereceu o pau pra minha mãe chupar. A visão dela fazendo sexo oral nele foi demais pra mim. Comecei a estocar mais rápido enquanto meus testículos se contraíam. Senti meu pau inchar. A buceta dela apertou meu pau com força e não demorou e o orgasmo tomou conta do seu corpo. Levantei a cabeça e meti fundo meu pau na buceta dela, fazendo minha mãe gemer e buscar um pouco de ar.

E enquanto se recobrava, eu nem acreditei quando ela de novo dividiu comigo o seu brinquedo. Na mesma hora eu meti o pau dele na boca e comecei a chupá-lo, deixando que ele segurasse a minha cabeça e me fodesse à vontade.

Meu pai então soltou um forte gemido e eu senti o seu pau começar a pulsar na minha boca. Nesse instante, ele começou a gozar, e o seu pau jorrava esperma quente na minha garganta.

Meu pai segurou minha cabeça enquanto ejaculava o seu gozo, como fizemos tantas vezes no meio da noite. Engoli o que eu pude, mas ele tirou seu pau e o ofereceu à minha mãe, dividindo com ela a sua porra.

Ver a minha mãe lambendo e mamando a porra do meu pai me deixou mais excitado, e me fez meter ainda mais forte nela. E quando meu pai me deu de novo o seu pau pra eu chupar, um jato da sua porra voou no meu rosto, me fazendo estender a língua pra lamber em volta da boca.

Então, tomado daquele êxtase incrível, também comecei a gozar, sem conseguir me conter. Eu ejaculava na minha mãe, ao mesmo tempo em que meu pai ejaculava na minha boca. O corpo da minha mãe se contraía. Sua buceta massageava o meu pau, extraindo cada gota de esperma dos meus testículos.

Quando nos acalmamos, o pênis do meu pai escorregou da minha boca, deixando um rastro de sêmen no meu queixo. Rolei para o lado enquanto saía de dentro da buceta dela, encharcada de porra. Eu estava exausto, mas acho que ainda não tinha terminado.

Meu pai se moveu entre as pernas da minha mãe, colocou as mãos sob sua bunda e levantou sua vagina até a boca. Primeiro, ele lambeu a minha porra, que escorria num fio brilhante. Então, lambeu toda a volta da buceta dela. Os lábios dela estavam vermelhos e inchados, com porra entre os seus pêlos. A língua do meu pai lambia cada gota enquanto escorria. A visão estava me excitando novamente.

Até que ele passou a mão pelo meu pescoço e me puxou para perto dela. "Agora você, filho. Saboreie cada gota."

Fui me posicionando entre as pernas dela e comecei a lamber e chupar a sua buceta molhada. Eu estava de quatro novamente, lambendo meu próprio esperma da minha mãe, e fazendo ela de novo gemer.

Meu pai então se moveu para trás de mim novamente, e dessa vez eu apenas apreciei a sensação da língua dele no meu orifício. Ele estava deixando-o bem molhado.

Comecei a rebolar contra o rosto dele, enquanto sua língua deslizava no meu cu. Senti o dedo dele começar a massagear a saliva ao redor. Então ele o enfiou e pressionou para frente, me penetrando lentamente.

Minha mãe me segurou firme contra a sua buceta enquanto eu lambia mais esperma. "Relaxa, querido, você vai gostar de uma boa massagem com os dedos. Empurre para fora enquanto sente a pressão do dedo dele entrando."

Suspirei fundo e me entreguei à intrusão do meu pai, sentindo o dedo dele entrando em mim. A mão dele estava contra a minha bunda. Senti o dedo dele se mexer lá dentro. Então ele tocou bem fundo. Meu pau deu um pulo e meu líquido pré-ejaculatório escorreu. Ele começou a me foder lentamente com o dedo. Meu pau não parava de pulsar. Meus olhos reviraram e comecei a gemer, deixando que ele me fodesse.

Minha mãe estava esfregando a buceta no meu rosto, me deixando inalar o cheiro intenso do meu próprio esperma misturado ao seu gozo. Era uma sensação incrível. Meus sentidos estavam à flor da pele.

Meu pai então tirou os dedos, e eu senti meu buraco se abrir, aceitando facilmente o que mais ele tinha a me dar. Ele começou a girar os dedos enquanto os movia para dentro e para fora. Eu empurrava para trás e rebolava como uma putinha do papai.

Então ele tirou os dedos e eu senti a cabeça do seu pau me invadindo sem muita dificuldade. Meu corpo se tensionou quando meu pai empurrou a cabeça do seu pau para dentro de mim.

Empurrei para trás, deixando meu orifício se abrir mais, e então empurrei meu corpo contra o pênis dele. Eu queria que ele entrasse todo de uma vez. Acho que depois do fim de semana, estava mais do que acostumado ao seu pau. E estava certo, porque meu orifício engoliu o pau dele quase que inteiramente.

Meu pai então começou a me penetrar para frente e para baixo. Senti meu pau latejar, e minha mãe o conduziu de novo para dentro da sua buceta, pressionando contra os seus lábios. Eu estava duro o suficiente para penetrá-la, já que ela estava bem molhada.

E enquanto eu afundava meu pau na buceta dela, o pau do meu pai continuava enfiado fundo no meu cu. A cabeça do seu pau roçava bem fundo dentro de mim, enquanto ele acariciava o meu corpo. Ao mesmo tempo, meu pau começou a endurecer dentro da minha mãe.

"Você está gostando de meter na sua mãe, e ao mesmo tempo ter um pau no seu cu?", ela me perguntava e eu não tinha forças pra responder. "Seu pau está te entregando, querido", a voz dela ecoava pelo quarto.

Meu pai tirou o pau até a metade do meu cu antes de penetrá-lo novamente. De repente, com a força que ele metia em mim, eu podia sentir as suas bolas batendo na minha bunda. E o seu movimento me fazia meter um pouco mais na minha mãe, como se numa dupla penetração.

Meu corpo de repente se ergueu levemente, no instante em que meu pai saiu do meu cu. Quando ele penetrou novamente, fui forçado para baixo e meu pau foi empurrado para dentro da buceta da minha mãe. Meu pai estava nos fodendo ao mesmo tempo.

Minha mãe girava os quadris embaixo de mim, se esfregando contra mim. Meu pênis estava duro novamente e eu fodia ela com força, sentindo a buceta dela ficar bem molhada enquanto continuávamos a transar.

"Como é a sensação do pênis do seu pai dentro do seu cuzinho? Ter o pênis de um homem te fodendo como se fosse de mulher é tão excitante, não é?", minha mãe me puxava pela cintura. "Você gosta de sentir seu pênis na minha buceta, querido?", minha mãe me provocava, me deixando louco.

"Adoro ver meu marido fodendo o cu de um garoto. Me excita ver você chupando o pau dele e o pau dele entrando e saindo do seu cuzinho!", ela não parava. "Seu pau está tão duro, eu sinto você se contraindo dentro de mim. Você gosta disso, não é? Agora você não é mais virgem, pelo menos não com uma mulher. Ai, meu Deus, vou gozar de novo. Me fode com força!"

Eu podia sentir o seu corpo se retesar embaixo de mim enquanto o orgasmo tomava conta das suas terminações nervosas. A buceta dela apertou meu pau, ao mesmo tempo em que meu pai estava todo dentro de mim.

A pressão na minha próstata era demais. Meu pau começou a ejacular o resto do meu esperma. Senti apenas alguns jatos. Então senti o pau do meu pai pulsando lá dentro. Ele ficou imóvel enquanto o seu pau ejaculava dentro do meu cu. Nós três gozamos ao mesmo tempo.

Meu pai beijou o meu ombro e me deu um chupão que eu olharia no futuro para me lembrar daquela noite. Seu corpo enrijeceu enquanto ele ejaculava mais dentro de mim. Meu pau estava vazio e murchando rapidamente. Minha mãe respirava fundo e beijava o meu rosto e pescoço antes de também chupar meu pescoço, me deixando marcado como lembrança da nossa primeira vez.

Ao final, estávamos deitados, exaustos, enquanto eu o meu pai deslizava para fora do meu cu. Com as pernas bambas e o corpo meio entorpecido de prazer, fiquei ali deitado entre os dois. Meu pai me abraçava por trás, enquanto minha mãe me acariciava.

"Espero que tenha gostado da sua primeira vez, querido."

Olhei pra ele e beijei seus lábios, não mais como um filho, mas como amante dela e do meu pai. Minha mãe me abraçou e beijou o meu pescoço, sem largar do meu pau. Com a outra mão, ela acariciava a minha bunda, numa cumplicidade gostosa do seu olhar e do pau do meu pai roçando atrás de mim.

"Esse foi o melhor sexo que tivemos em muito tempo", ela sorria pra ele, com a mesma cumplicidade.

E depois de tomarmos uma ducha, voltamos os três pra cama deles e transamos a noite toda... eu e minha mãe, meu pai e eu, e os três ao mesmo tempo de novo.

Eu sempre sonhei em ter meu pai como meu homem, e cavalgar o seu pau a noite toda, mas jamais sonhei um dia perder a virgindade com a minha mãe. E depois daquela noite, aproveitei ao máximo aquela nossa nova combinação de relações misturadas e incestuosas.

Foto 1 do Conto erotico: Meu pai foi meu primeiro homem, mas minha mãe foi minha deusa do sexo

Foto 2 do Conto erotico: Meu pai foi meu primeiro homem, mas minha mãe foi minha deusa do sexo


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Comentários


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casualsomente Comentou em 13/04/2026

Com certeza uma Deusa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu pai foi meu primeiro homem, mas minha mãe foi minha deusa do sexo

Codigo do conto:
259252

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
2