Um troca-troca de filhos no meio do mato 2

Sexo pode ser uma experiência prazerosa ou uma tarefa a ser cumprida, depende de como se faz... ou com quem. Você pode ser casado, amar sua mulher, e ainda assim o sexo não ter nenhum prazer. E, por outro lado, pode acordar no meio da noite, se meter na cama do seu filho adolescente... e desfrutar do melhor sexo da sua vida.

Eu nunca vejo o sexo como uma tarefa. Embora seja novo nessa área, descobri que, quando me permito o prazer e me deixo levar, a coisa toda é muito prazerosa.

Acho que o fato de todos nós sermos novatos nisso tornava a exploração e a descoberta da nossa natureza sensual muito mais prazerosa. Quero dizer, só agora eu descobria os segredos da verdadeira natureza do meu pai. E foi ainda outro dia que o tio Beto me deixou chupá-lo na sua garagem. Então, estarmos todos ali numa barraca no meio do mato, nos comendo e nos chupando, era quase como uma iniciação pra mim e o meu primo.

Meu pai e meu tio, por sua vez, eram bem mais experientes nesse negócio de acampar e a vida no campo. Na verdade, como escoteiros, eles aprenderam bem cedo os prazeres da companhia de outros garotos. E imagino que os dois devem ter aprendido, bem antes da nossa idade, a chupar um pau.

Quando acordamos, no dia seguinte, mais do que eu e meu primo, meu pai e meu tio já estavam de pau duro, querendo mais um pouco do que dois garotos tinham a oferecer.

Ao mesmo tempo em que sentia o seu pau roçando atrás de mim, com sua mão ele acariciava o meu corpo nu dentro do saco de dormir. Mas o melhor de tudo era a sua língua no meu pescoço, me lambendo e me chupando. Então ele encontrou o meu pau e começou a me masturbar, enquanto eu me virava pra beijá-lo.

No outro canto da barraca, o tio Beto também já tinha acordado, e tava bem ocupado com o meu primo. Nossa, aquele era o melhor jeito de ser acordado; queria que o meu pai me acordasse todo dia daquele jeito.

Então ele me colocou de quatro e eu pude sentir as suas mãos abrindo a minha bunda. Ao lado, o tio Beto fez o mesmo com o Fabinho. Meu pai se abaixou atrás de mim e começou a lamber o meu cu enquanto o tio Beto fazia o mesmo com o meu primo.

Senti a sua língua deslizando pela minha fenda, beijando as minhas coxas e então ele meteu a língua bem na entradinha do meu cu, tentando me penetrar. Eu movimentava os quadris para frente e para trás, de encontro à sua língua. O tempo todo, eu podia ouvir os dois ao lado, meu tio lambendo o meu primo e fazendo ele gemer de prazer.

Meu pai me tinha dominado completamente, lambendo o meu cu e me deixando todo mole. Ele fazia aquilo com o mesmo prazer de chupar o meu pau, deslizando a língua até os meus testículos e enfiando no meu ânus, me fazendo contorcer de prazer.

O lubrificante quente da sua saliva cobria o meu orifício, e ele então viu que eu já tava prontinho pro seu pau. Ele entrou de uma vez e me penetrou fundo, com o som das suas bolas batendo contra a minha pele a cada estocada.

Ele então me deitou de costas, abrindo bem as minhas pernas. E, pela expressão no seu rosto, ele tava perto de gozar. Contraí meus músculos ao redor do seu pau, enquanto ele continuava metendo. Mas foder pela manhã cedinho é uma experiência mais intensa, e quando menos espera, você já tá gozando.

Sem muito esforço, eu gozei, fazendo escorrer esperma quente pela minha barriga. A ejaculação dele, por sua vez, pareceu durar uma eternidade. Ele continuava gozando dentro de mim, ao mesmo tempo em que nos beijávamos.

Ao se retirar, ele se abaixou e lambeu da minha barriga todo o meu gozo, sorvendo de mim o prazer que ele tinha me dado. Então, começou a me chupar. Depois voltamos a nos beijar, trocando um gosto de porra na língua.

Enquanto isso, ao lado, o tio Beto continuava a foder o meu primo. Era como uma competição entre os dois, meu pai e meu tio, pra ver quem metia mais e quem gozava primeiro. Nos dois quesitos meu pai era imbatível. Mas eu estava prestes a descobrir as vantagens de ter os dois ao mesmo tempo, não só pra competirem entre si, mas pra se unirem pra nos dar prazer.

Numa hora em que meu pai tava sentado na cadeira dobrável, na frente da barraca, eu o surpreendi por trás, depois de voltar do lago, e então me ajoelhei na grama pra chupá-lo. Na hora não percebi que o tio Beto entrou na barraca e em seguida voltou com o lubrificante.

Ele então se ajoelhou atrás de mim e lubrificou o meu cu, pra em seguida meter o seu pau. E enquanto eu chupava o meu pai, ele começou a dar uma estocada atrás da outra, me segurando pela cintura e me fodendo bem na frente do meu pai. Acho que àquela altura, os dois pareciam já ter se acostumado a dividir os filhos, e ver seu filho ser fodido podia ser tão excitante quanto.

O Fabinho chegou pouco depois, ainda molhado depois de nadarmos no lago. E pelo volume do seu short, ele também tava excitado com a surpresa no acampamento.

Meu pai se virou e sorriu pra ele, passando a mão sobre a sua ereção. Então, fez ele baixar o short e começou a masturbá-lo. Em seguida, ele o puxou pra mais perto e começou a chupá-lo.

Eu continuava entre as suas pernas, tentando engolir seus vinte e poucos centímetros. E enquanto eu chupava o meu pai, ele chupava o Fabinho, ao mesmo tempo em que o tio Beto batia contra o meu cu, estocada atrás de outra. Mas acho que ele queria uma outra coisa, dos tempos em que ele e meu pai desfrutavam de uma intimidade que eu ainda não conhecia.

"Que tal a gente ensinar ao aos dois um pouco de dois em um?", ele disse atrás de mim.

"Não sei se esses dois agüentam. Acho que ainda não têm idade pra isso", meu pai ponderou.

"A gente já tentou e eles adoraram."

"É mesmo, garotos?", meu pai parecia surpreso, especialmente comigo.

"Foi bem divertido!", eu sorri.

Voltamos pra barraca e eu começava a entender como é a vida no campo. No meio do mato, você não precisa provar nada, a não ser a sua destreza em acender uma fogueira sem fósforos. Não precisa ser forte, mas saber se adaptar. Não precisa se mostrar o machão, mas saber contar com seu companheiro. E geralmente essa relação se revelava a mais íntima que você poderia ter com alguém.

"Por que a gente não começa?", o tio Beto passou a mão pelo peito do meu pai.

"Você quer?", ele perguntou.

"Já faz tempo..."

"A gente não sai pra acampar há tempo demais", ele pegou no pau do irmão. "Acho que a gente precisa de um pouco de lubrificante", e os dois se beijaram.

"Deixa comigo", meu pai passou um pouco de lubrificante na cabeça do seu pau.

Vai, mete logo", o tio Beto então ficou de quatro.

Meu pai ficou de joelhos atrás dele e foi guiando seu pau, até meter nele e começar a penetrá-lo. Era a primeira vez que eu via dois adultos fazendo aquilo, e de novo eu me arrependia de não ter entrado pros escoteiros quando tinha idade.

Outra coisa que poderia ter tornado a minha vida bem mais intensa e divertida, vendo meu pai e meu tio, era ter tido um irmão... poderíamos ter tido a mesma relação dos dois. E enquanto olhava a intimidade deles, não conseguia parar de me masturbar, ansioso por me juntar a eles.

O tio Beto gemia e eu me surpreendia que ele aguentasse aquele pauzão todo tão fácil. Aquilo me fazia pensar se ele também não fazia o mesmo com outros homens, como meu pai. E então uma outra coisa me ocorreu: será que nesses momentos, em seu prazer secreto, meu pai também gostava de ser fodido daquele jeito?

Ele segurava o tio Beto pela cintura e metia com força, do jeito que os adultos fazem entre si. E em meio a suspiros ofegantes e gemidos, o que se ouvia eram as bolas do meu pai batendo na bunda do tio Beto. Até que os dois foram diminuindo o ritmo.

Meu pai então saiu de dentro dele, deitando ao seu lado, agora com o pau duro apontando pro teto da barraca. Ele se masturbou um pouco, e , segurando seu pau pela base, olhava o tio Beto se ajeitar no seu colo, se deixando penetrar de novo. E assim que ele começou a cavalgar o meu pai, eu tive certeza que os dois já tinham feito aquilo antes.

Já estava começando a me impacientar, com meu pau na mão. Então, quando o tio Beto se virou pra nós, com aquele seu sorriso de prazer, eu não perdi tempo quando ele nos perguntou:

"Quem vai ser o primeiro?"

Não foi preciso mais nada, e eu já estava de joelhos atrás dele, segurando meu pau e enfiando nele, junto com meu pai.

E eu que na hora pensei que o tio Beto não fosse aguentar com o meu pai, agora me admirava vê-lo gemer, com dois paus ao mesmo tempo. Enquanto metia nele, fazendo os músculos do seu cu se dilatarem, por baixo meu pai continuava bombando seu pau. Ele o segurava pela bunda, abrindo pra mim, numa disputa injusta, já que o seu pauzão entrava no tio Beto como um trem num túnel, enquanto eu apenas tentava seguir o seu ritmo.

"Agora o Fabinho", o tio Beto se virou por um instante. "Vai, filho, sobe aí!"

E o meu primo se ajoelhou atrás do pai, assumindo o meu lugar. Acho que, diferente do meu pai e eu, o tio Beto e o Fabinho já estavam praticando há mais tempo. E isso dava pra ver pelo jeito como o meu primo metia atrás dele, feito um cachorrinho excitado.

Mas então, chegou a nossa vez.

"Querem tentar agora?", o tio Beto ainda recobrava o fôlego, olhando pra mim e meu primo com o rosto meio corado.

E é claro que não foi preciso dizer mais nada e eu já estava subindo no colo do meu pai. O pau dele tava todo melado e escorregadio, e não foi nenhum problema sentar nele e me deixar penetrar, sentindo deslizar pra dentro do meu cu facilmente.

Primeiro, eu quis me divertir um pouco, rebolando a bunda e fazendo entrar até onde dava. Diferente de como fodeu o tio Beto, comigo meu pai sempre começava devagar. Enquanto acariciava o meu peito, passando o dedo pelo meu mamilo, eu me movia em resposta às suas estocadas, brincando de cavalinho no seu pau.

"Pode doer um pouco no começo", meu pai me advertiu.

"Não tem problema", eu me abaixei e comecei a beijá-lo, enquanto ele me fodia.

"Melhor deixar o Fabinho começar", ele se virou pro lado, e o tio Beto deixou o meu primo se ajeitar atrás de mim. Ainda meio desajeitado, ele precisou passar um pouco de lubrificante na cabeça do seu pau. E então, quando ele conseguiu, os dois começaram a me foder ao mesmo tempo.

Era de tirar o fôlego; como dar uma volta de montanha-russa sem cinto de segurança. E eu sentia o meu cu se abrir, me deixando meio mole no meio dos dois. Às vezes o Fabinho se empolgava e acabava errando o lugar onde meter, mas aos poucos foi pegando o jeito, e eu já estava me acostumando a ter dois paus dentro de mim.

Mas quando o meu primo saiu de mim, deixando o tio Beto ter a sua vez de me foder, eu senti todas as minhas pregas se abrirem de uma vez.

O tio Beto assumiu o seu lugar atrás de mim, preenchendo o meu cu com seu pau, bem maior que o do meu primo. E enquanto me segurava pela cintura, podia ouvir as suas bolas batendo contra a minha bunda. Eu movia minha cabeça para cima e para baixo, me sentindo ser arregaçado como nunca antes!

Era uma delícia, e eu estava adorando receber a atenção dos dois ao mesmo tempo.

"Não pára!", eu gemia enquanto o tio Beto me penetrava com força.

Meu cu se abria em flor, e os dois entravam e saíam de mim no mesmo ritmo. Eles continuaram a me fodendo sem parar, enquanto literalmente me arrombavam, e mesmo quase sem fôlego eu estava adorando minha primeira dupla penetração.

Os dois estavam quase gozando dentro de mim, e ter essa experiência seria incrível, enquanto sentia a cabeça dos dois paus se roçarem no meu fundo do meu cu. Mas era a vez do Fabinho, e o meu primo estava ansioso pra também sentir o mesmo.

Meu pai ainda estava de pau duro, com a cabeça roxa brilhando enquanto sumia no cuzinho do meu primo. E assim que o tio Beto se ajeitou atrás dele, os dois começaram a meter ao mesmo tempo.

Era engraçado ver o Fabinho gemendo entre os dois, com aquela sua voz fininha de menina. E não foi preciso mais que algumas estocadas de dois paus ao mesmo tempo pra ele começar a gozar. Meu pai de repente tinha um pouco de porra escorrendo no rosto, estendendo a língua pra lamber a porra do sobrinho.

"Seu filho goza bem rápido!", meu pai sorria pro tio Beto.

"Dois paus ao mesmo tempo foi demais pra ele!"

"Eu quero de novo!", e subi de novo em cima do meu pai.

Os dois me olhavam surpresos com a minha disposição em ter dois paus ao mesmo tempo dentro de mim.

"A gente podia fazer desse jeito dessa vez", e me virei, deitando de costas sobre o meu pai.

Enquanto subia e descia no movimento da sua respiração, eu sentia o seu pau me invadir de novo. Ele me segurava pela cintura, metendo bem mais facilmente. O tio Beto então veio sobre mim, também metendo o seu pau.

Dessa vez eu mais parecia um recheio entre os dois, meio agarrado no pescoço do tio Beto enquanto ele me fodia. Eu levantei as pernas e entrelacei em volta da cintura dele, me deixando penetrar como nunca antes.

Meu pai então deitou de lado, sobre os sacos de dormir, ainda com seu pau dentro de mim. Acho que àquela altura ele já estava perto de gozar. Me inclinei pro lado e senti o pau dele me preenchendo quase que todo. Enquanto isso, o tio Beto me beijava meio ofegante, me fodendo com força.

Ele foi o primeiro a gozar dentro de mim, com seu hálito quente na minha boca, se alternando entre chupar a minha língua e me beijar. Em cima de mim, ele movia o pau no meu cu, deslizando por cima do pau que de repente explodia em seu gozo incontido dentro de mim.

Sentir ao mesmo tempo meu pai e meu tio gozando no meu cu e me enchendo de porra foi uma delícia. Eu quase já não aguentava mais, ouvindo o barulho de penetração molhada que os dois faziam, ainda dentro de mim, mas continuava que nem um carrapicho no tio Beto. Até que me dei conta que tinha literalmente exaurido os dois.

Depois de ser penetrando duplamente pela segunda vez, eu estava meio exausto, mas ainda não tinha gozado. Então, depois que os dois saíram de mim, eu sentia como que um vazio no meu cu. E só não podia ver, mas estava com um enorme espaço aberto, onde antes ainda havia alguma prega.

"Pelo visto tá cheio de leitinho aí!", meu pai pegou no meu pau e começou a me masturbar.

Então, depois de engolir tudo de uma vez, me puxando pela bunda, ele foi deslizando a língua pelo meu pau, fazendo uma intensa sucção na cabeça. Depois, ele e o tio Beto passaram a se revezar, me chupando e lambendo o meu saco.

Eu nunca imaginei um dia viver aquilo. Quando comecei a descobrir o prazer com o meu primo nunca pensei que um dia estaríamos ali, nós quatro, numa barraca no meio do mato, desfrutando de toda a liberdade.

Aquele nosso primeiro acampamento juntos foi incrível. E eu só pensava como seria quando voltássemos pra casa, especialmente agora que a minha mãe sabia de tudo sobre nós. O que será que ela quis dizer quando me disse pra cuidar bem do meu pai? Como será que ela reagiria na volta? Será que ela iria querer se juntar a nós?

Isso eu logo descobriria. Mas o que eu já tinha descoberto é que ali no meio do mato, com meu pai e meu tio, eu podia ter toda liberdade com os dois... até gozar na boca deles.

Não demorou muito, enquanto os dois me chupavam, e eu comecei a gozar, me dividindo entre um e outro, enquanto eles bebiam a minha porra. Claro que eu já tinha feito isso com meu pai antes, mas era o tio Beto que não resistia ao sabor agridoce da porra de um garoto.

Se, conseguir se conter, ele começou a lamber do rosto do meu pai um pouco do meu gozo que lhe escorria. E então, de repente os dois estavam de novo se beijando.

Eu me abaixei e me meti no meio deles, me juntando agora num beijo a três. Depois foi a vez do Fabinho se juntar a nós, e tudo então virou uma grande farra, com muitas línguas e mãos por toda parte; como se fossemos um bando de garotos descobrindo o prazer.

Mais tarde, quando voltamos do lago, depois de um banho pra nos limpar de todo o nosso gozo, ficamos deitados vendo o sol se pôr atrás das árvores. E no saco de dormir meu pai me disse com um sorriso, enquanto me acariciava:

"Você ainda tem muita coisa a aprender."

"E eu mal posso esperar pra você me ensinar tudo", eu beijei a sua boca, me aconchegando sobre o seu corpo nu.

Quando voltamos pra barraca, nenhum de nós dormiu aquela noite. E eu tanto me diverti sendo fodido pelos três, como gozei muito fodendo o meu pai e o tio Beto. Só queria que aquele acampamento durasse mais.

Depois eu conto como foi a volta pra casa e como de repente a minha vida de novo mudou drasticamente.

Foto 1 do Conto erotico: Um troca-troca de filhos no meio do mato 2

Foto 2 do Conto erotico: Um troca-troca de filhos no meio do mato 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um troca-troca de filhos no meio do mato 2

Codigo do conto:
258711

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/04/2026

Quant.de Votos:
2

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2