Direto ao ponto

A última noite de Carnaval. O clube fervia, a música alta, o calor grudando as roupas na pele. Eu estava no bar, tomando uma cerveja sozinho, quando percebi um olhar fixo me atravessando a pista.

Era ela.

Cabelos escuros, minissaia preta tão curta que mal dava pra imaginar o que havia por baixo, e um top que deixava pouco à imaginação. Dançava sozinha, mas os olhos não saíam de mim — um convite claro, direto, sem disfarce. Meu corpo respondeu na hora. Camiseta colada no suor, bermuda jeans, e o pau já começando a endurecer só de encarar aquela bunda redonda balançando no ritmo da batida.

Fiquei ali um tempo, trocando olhares, até que ela se aproximou com um sorriso aberto.
— Tá afogando o calor sozinho? — disse, a voz um pouco rouca, desafiadora.
Sorri de volta.
— Pensando em dar um mergulho. Tenho piscina em casa.
Ela mordeu o lábio.
— Só se for agora.

No carro, não deu nem cinco minutos. Puxei ela pelo cabelo, beijei aquela boca pintada com força, e minha mão escorregou pela coxa acima. A surpresa veio quando percebi: ela estava sem calcinha. A buceta já estava quente, úmida, pulsando sob meus dedos.
— Você é doida — grunhi, roçando a palma no lugar certo.
Ela gemeu baixo.
— E você tá com o pau todo duro. Dá pra ver daqui.

Queria meter ali mesmo, no banco do carro, mas ela insistiu:
— Aguenta até em casa.
E eu aguentei — mas não sem antes passar a mão nela o caminho inteiro, sentindo a umidade crescer, enquanto ela se contorcia e o meu pau latejava dentro da bermuda apertada.

Quando chegamos, a casa estava escura, só a luz azulada da piscina vazando pelas janelas de vidro. No centro da sala, a mesa de bilhar, lisa, verde, convidativa.
Não perdi tempo. Empurrei ela contra a mesa, ergui a minissaia e abri as pernas dela.
— Aqui — falei, antes de descer a boca.

Ela era adocicada, molhada, sensível. Chupava, lambia, dedava, e ela se contorcia, gemendo alto, as unhas cravando no tecido da mesa. Parava quando sentia ela ficar dura, perto do limite, só pra beijar a boca dela e ouvir um “por favor” ofegante.
— Tô com pressa não — resmunguei, tirando a roupa dela devagar, beijando cada pedaço exposto.
Levei ela pra piscina depois, mas a água não esfriou nada. Só deu mais fome. Deitei ela nas pedras quentes e chupei de novo, até ela tremer toda.

Foi ela quem puxou meu pau pra boca depois — enfiou tudo, sem medo, chupando com uma fome que me deixou tonto. Fiquei ali, segurando a cabeça dela, vendo ela engolir, até não aguentar mais.

Na mesa de bilhar de novo, agora de quatro. Enfiei com tudo de uma vez. Ela gritou, mas era de prazer. A buceta dela era quente, apertada, perfeita. Meti forte, fundo, trocando de buraco, enforcando de leve, puxando o cabelo. Ela pedia mais, falava palavrão, dizia que nunca tinha sentido algo assim.

No final, sentei na beirada da mesa e ela veio por cima, de costas, sentando até as bolas. Rebolou gostoso, devagar, depois rápido, até a gente gemer junto e gozar quase ao mesmo tempo.

Foi só depois, ofegante, suado, que vi no reflexo do vidro da janela: meu irmão, parado do lado de fora, olhando fixo.
Mas essa… é outra história.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico olhardelobo

Nome do conto:
Direto ao ponto

Codigo do conto:
257003

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/03/2026

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