Ana foi dormir em casa e comi gostoso

Meu nome é Miguel, tenho trinta e oito anos, sou casado com Isabel há doze. Trabalho com administração, ela é professora. Não temos filhos. Moremos num apartamento espaçoso, com sala ampla onde amigos costumam dormir quando a noite se estende. Sempre fomos hospitaleiros.

Havia uma jovem, Ana, que frequentava nossa casa. Tinha vinte e três anos, morena, cabelos cacheados até os ombros, olhos grandes e escuros. Seu corpo era curvilíneo – seios médios e firmes, quadris largos, uma bunda redonda que sempre chamava atenção, mesmo sem querer. Ela era estudante de design e vinha de uma família complicada, então às vezes dormia em nosso sofá-cama. Vestia pijamas justos, shorts que subiam quando ela se virava dormindo. Eu nunca havia permitido que meus olhos parassem nela… até aquela noite.

Naquela sexta-feira, tínhamos assistido a um filme. Ana estava conosco. Durante toda a exibição, eu mal conseguia prestar atenção na tela. Meus olhos fugiam para suas coxas bronzeadas, para a curva das suas costas quando ela se inclinava para pegar a pipoca. Um cheiro doce de shampoo de coco vinha dela. Eu me sentia culpado, mas o tesão era mais forte. Depois do filme, fui para o quarto com Isabel. Trancamos a porta. Fiz amor com minha esposa de forma intensa, mas na minha mente era Ana quem estava debaixo de mim. Isso me deixou ainda mais excitado e, ao mesmo tempo, cheio de remorso.

Depois do sexo, apaguei. Acordei por volta das três da madrugada com vontade de urinar. Saí da cama nu, como sempre durmo. O corredor estava escuro, silencioso. Ao passar pela sala, vi Ana dormindo de lado no sofá-cama. A luz fraca da rua entrava pela janela. Ela estava com um shorts curto e uma camiseta sem mangas. As pernas estavam levemente abertas, e a calcinha clara marcava no tecido. Parei. Respirei fundo. Meu pau, que já estava meio duro, ficou completamente ereto. Olhei por alguns segundos – o contorno dos seus seios sob a camiseta, a sombra entre suas coxas. Voltei para o quarto com o coração acelerado.

Na manhã seguinte, ofereci carona a Ana, pois passava perto da faculdade dela. No carro, ela quebrou o silêncio.

— Tive um sonho estranho essa noite — ela disse, olhando pela janela.

— Ah é? — respondi, tentando parecer desinteressado.

— Sonhei que você estava me observando dormir. E no sonho… você estava nu.

Fiquei gelado. O volante parecia escorregadio. Ela não estava sorrindo, mas havia um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto.

— Sonhos são coisas doidas — falei, mudando de assunto rapidamente para o trânsito.

Mas ela não insistiu. Ao descer, seus dedos tocaram levemente meu braço.

— Obrigada pela carona, Miguel. Até semana que vem, talvez eu precise dormir aí de novo se o projeto se estender.

A semana foi um tormento. A imagem dela dormindo, aquelas palavras no carro, tudo girava na minha cabeça. Quando Isabel me contou que Ana havia ligado pedindo para dormir conosco na sexta-feira seguinte porque tinha um trabalho para entregar, meu estômago embrulhou de ansiedade e desejo.

Naquela sexta, Isabel teve que viajar para visitar a mãe doente. Eu fiquei sozinho em casa com Ana.

Ela chegou por volta das oito da noite, com seu notebook e uma mochila. Vestia jeans justos e um top que deixava a cintura à mostra. Cheirava a loção corporal de baunilha. Assistimos a um filme, mas a tensão no ar era palpável. Dessa vez, sentamos no mesmo sofá, com uma almofada entre nós. Meus joelhos quase tocavam os dela.

No meio do filme, ela se levantou para pegar água. Ao passar por trás do sofá, sua mão tocou levemente meu ombro. Foi rápido, mas foi como um choque. Quando voltou, sentou-se mais perto. A almofada havia caído no chão.

— Está calor, não está? — ela disse, puxando a gola da blusa.

— Está — respondi, minha voz saiu rouca.

Ela se virou para mim. Seus olhos escuros me encararam diretamente.

— Você lembrou do meu sonho?

Eu não respondi. Meu coração batia tão forte que eu achava que ela podia ouvir.

Foi ela quem se moveu primeiro. Lentamente, colocou a mão na minha perna, bem acima do joelho. A palma estava quente através do tecido da minha calça.

— Eu não estava totalmente dormindo naquela noite, Miguel — ela sussurrou. — Eu vi você me olhando.

Aquilo quebrou algo dentro de mim. O medo, a culpa, a responsabilidade – tudo desabou diante do tesão que tomou conta. Puxei ela para mim e nossos lábios se encontraram. O beijo foi selvagem, desesperado. Seus lábios eram macios, seu sabor era de bala de menta. Minhas mãos subiram por suas costas, puxando a blusa para cima. Ela arqueou as costas, permitindo que eu a tirasse.

Seus seios eram perfeitos, mais firmes do que eu imaginava. Os mamilos eram escuros e eretos. Enterrei o rosto entre eles, cheirando seu perfume misturado com suor. Ela gemeu baixo, seus dedos se enfiaram no meu cabelo.

— Eu quero você — ela respirou no meu ouvido. — Faz tempo.

Deitei-a no sofá. Tirei seu jeans e a calcinha. Ela estava completamente nua agora. A luz suave iluminava o corpo dela – a curva da barriga, o triângulo escuro de pelos entre as coxas. Cheirava a mulher, a desejo, a algo doce e salgado ao mesmo tempo.

Ajoelhei-me no chão, puxando seus quadris para perto da minha boca. Ela suspirou quando minha língua tocou seus lábios inferiores. Era quente, úmido, tinha um gosto forte e adocicado que me encheu a boca. Lambi, chupei, explorei com a ponta da língua enquanto ela se contorcia no sofá, segurando meus cabelos com força.

— Assim… não para… — ela gemia entre respirações curtas.

Depois que ela gozou pela primeira vez, tremendo sob minha boca, tirei minhas roupas. Meu pau estava latejante, duro como pedra. Ela olhou para ele, seus olhos escuros cheios de cobiça.

— Quero sentir você dentro de mim — ela disse, deitando de costas e abrindo as pernas.

Não havia preservativo. A preocupação passou pela minha mente, mas foi varrida pelo deseço.

— Tem… tem algo que possamos usar? — perguntei, ofegante.

Ela olhou em volta.

— O condicionador do banheiro… serve.

Fui até o banheiro rapidamente, meu coração batendo na garganta. Voltei com o frasco. Despejei uma quantidade generosa na minha mão e passei no meu pau, depois nos seus lábios inchados e úmidos. O cheiro de coco encheu o ar.

Posicionei-me entre suas pernas. Ela me guiou para dentro com as mãos. A entrada foi lenta, apertada, incrivelmente quente. Ela gritou baixo, um som de dor e prazer misturados. Quando entrei completamente, parei por um segundo, sentindo cada centímetro dela envolvendo me.

Comecei a me mover. Cada embate era uma explosão de sensações – a textura úmida e quente, o som molhado dos nossos corpos se encontrando, seus gemidos abafados no meu pescoço. Ela se agarrava às minhas costas, suas unhas cavando minha pele.

Depois de gozar dentro dela pela primeira vez, ela olhou para mim com um sorriso safado.

— Quero você de novo — ela sussurrou. — Mas agora, lá atrás.

Meu pau já estava voltando a ficar duro. Ela se virou de quatro no sofá, sua bunda enorme e redonda à minha frente. Passei mais condicionador nela e em mim, dessa vez focando na entrada apertada entre suas nádegas e fui comer aquele cuzinho delicioso. A visão dela de costas, seios balançando, enquanto eu massageava sua entrada com o condicionador, foi quase mais do que eu podia aguentar.

— Mais devagar — ela implorou, olhando para trás com olhos vidrados.

Obedeci. A entrada foi lenta, cuidadosa, mas cada centímetro era uma explosão de prazer. O calor, a pressão, o som de nossos corpos se encontrando – tudo parecia mais intenso dessa vez.

— Mais forte — ela respondeu, ofegante. — Quero sentir tudo.

Acelerei o ritmo. As pancadas ficaram mais rápidas, mais duras. O sofá rangia no ritmo. Sua pele contra a minha suada e quente. Cheiravamos a sexo, a condicionador, a pecado.

— Vou gozar — avisei, minha voz um rosnado.

— Dentro — ela respondeu, ofegante. — Quero sentir.

Foi isso que me fez explodir. Uma onda de prazer tão intensa que me cegou por um segundo. Jorrei dentro dela, cada jato parecendo arrancar pedaços da minha alma. Ela gemeu alto, seu corpo tremendo em outro orgasmo.

Ficamos deitados no sofá, ofegantes, cobertos de suor e fluidos. O ar estava pesado, carregado. A realidade começou a voltar, e com ela a culpa. Mas também uma satisfação profunda, animal.

Ela se virou para mim, seu rosto sério.

— Isso nunca aconteceu — ela disse, sua voz calma mas firme.

— Nunca — concordei, sabendo o que aquilo significava.

— E pode acontecer de novo?

Olhei para ela, para o corpo que agora conhecia tão intimamente. A culpa lutava contra o desejo que já renascia.

— Pode.

Ela sorriu, um sorriso pequeno e secreto. Levantou-se e foi até o banheiro. Ouvi a água do chuveiro ligar.

Fiquei no sofá, batendo uma punheta e sentindo o cheiro dela em mim, sabendo que nada seria igual. E, no fundo, desejando que a próxima sexta-feira chegasse logo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ana foi dormir em casa e comi gostoso

Codigo do conto:
257247

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
19/03/2026

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