A porta da varanda, que dava para a areia, rangeu suavemente. Era ela. Ana. A irmã mais nova da minha ex-mulher. Entrou como se fosse dona do lugar, o vestido leve de chita esvoaçando ao redor de suas coxas douradas pelo sol. Seus cabelos escuros estavam molhados do mar, e o tecido fino do vestido colava-se ao seu corpo, deixando claro que ela não usava nada por baixo. Os contornos de seus seios fartos e de seus mamilos erectos eram perfeitamente visíveis.
"Miguel," disse ela, seu olhar escuro percorrendo meu corpo deitado. "A casa ficou tão quieta depois que elas foram à cidade."
Sentei-me, sentindo o sangue correr mais rápido nas minhas veias. "Está carente, Ana?"
Ela se aproximou, e o cheiro do mar e do protetor solar misturava-se ao seu perfume natural. "Carente é uma palavra pequena para o que estou sentindo." Seus dedos tocaram levemente o meu ombro. "Estou com uma saudade... física. De um homem."
Não houve mais necessidade de palavras. Puxei-a para o meu colo, e o vestido foi um obstáculo insignificante. Minhas mãos encontraram suas coxas nuas, depois subiram para agarrar suas nádegas firmes através do tecido. Ela emitiu um suspiro rouco, e seus quadris pressionaram-se instintivamente contra a minha ereção, que crescia rapidamente sob o shorts.
"Você sempre soube o que quer, não é, Ana?" sussurrei, enterrando o rosto no pescoço dela, sentindo o pulso acelerado contra os meus lábios.
"E você sempre soube me dar," ela respondeu, capturando minha boca em um beijo profundo e úmido.
O beijo era uma batalha de línguas, de dentes, de desejo contido. Minhas mãos subiram e arrancaram o vestido pelos ombros, deixando seus seios livres. Eles eram pesados e perfeitos, com auréolas escuras e mamilos que pediam atenção. Curvei-me e levei um à minha boca, lambendo e sugando enquanto minha mão apertava o outro. Ela arqueou as costas, gemendo, seus dedos se enterrando no meu cabelo.
"Miguel, por favor... eu preciso da sua boca noutro lugar."
Deslizei do sofá, ajoelhando-me diante dela. Afastei suas pernas e o aroma do seu desejo, misturado ao sal do mar, encheu meus sentidos. Sua **buceta** estava completamente depilada, inchada e brilhante de excitação. Não hesitei. Enterrei meu rosto entre suas pernas, e minha língua encontrou seu clítoris pulsante. Lambi-o em círculos lentos, depois concentrei-me no ponto exacto, sugando com força enquanto ela gritava, seus quadris elevando-se do sofá.
Enquanto minha boca trabalhava, deslizei dois dedos para dentro dela. Era quente e incrivelmente apertada. Senti suas paredes contraírem-se em torno dos meus dedos enquanto eu os movia para dentro e para fora, num ritmo que acompanhava o da minha língua. O corpo dela enrijeceu e depois dissolveu-se numa série de tremores violentos. Um jorro quente de prazer molhou meu queixo enquanto ela gemia, perdida no orgasmo.
Levantei-me, finalmente livrando-me do shorts. Minha ereção estava plena e dura, pulsando com necessidade. Ela olhou para o meu **pau** com uma mistura de admiração e desejo.
"É tão grande quanto eu lembrava," ela sussurrou, ajoelhando-se.
Sua boca envolveu-me com uma habilidade que fez meus joelhos fraquejarem. Ela não tinha pressa, chupando o comprimento todo, sua língua dançando na cabeça, suas mãos acariciando minhas coxas. A visão da minha cunhada de joelhos, com os lábios em torno do meu **pau**, era quase tão intoxicante quanto a sensação.
"Chega," grunhi, puxando-a para cima. "Quero estar dentro de você."
Virei-a de quatro no sofá, sua espinha formando uma curva graciosa. Suas nádegas estavam empinadas, e eu podia ver tudo: a **buceta** ainda latejante e o seu **cu**, um botão rosado e convidativo. Cuspi na palma da minha mão e untei ambos os orifícios.
"Qual você quer primeiro, Ana?" perguntei, minha voz um rosnado.
"Os dois, Miguel! Por favor, não me faça escolher."
Posicionei a cabeça do meu **pau** na entrada da sua **buceta** e empurrei, enterrando-me num único movimento profundo. Ela gritou, um som de pura satisfação. Comecei a mover-me dentro dela, estocadas longas e potentes que faziam o sofá ranger em protesto. A pele dela estava quente sob as minhas mãos, que agarravam seus quadris com força. O som dos nossos corpos a colidir misturava-se com o das ondas.
Após vários minutos de um ritmo acelerado e primal, retirei-me da sua **buceta**, ensopada. Mudei de posição, pressionando a ponta do meu **pau** contra o seu **cu**.
"Relaxa," murmurei, sentindo o músculo anelar tenso ceder lentamente sob minha pressão constante. "Abre-te para mim."
Foi uma sensação de calor e aperto intenso, diferente de tudo. Quando estive completamente dentro, parei, deixando-nos ambos nos acostumarmos à sensação. Então, comecei a mover-me de novo, mais devagar desta vez, cada estocada uma conquista íntima. Ela gemeu, uma vocalização baixa e contínua de prazer misturado com uma dor sublime.
"Está a sentir, Ana?" sussurrei, me curvando sobre suas costas. "Está a sentir o meu **pau** no seu **cu**?"
Ela apenas assentiu, incapaz de falar, seus dedos crispados no tecido do sofá. A sensação era avassaladora para ambos. A pressão cresceu dentro de mim, inevitável.
"Vou gozar," anunciei, minhas estocadas tornando-se mais rápidas e descontroladas. "Vou encher o seu **cu**."
Com um urro abafado, libertei-me, jorrando dentro dela em ondas poderosas, meu corpo tremendo com a força da descarga. Ficamos parados por um longo momento, ofegantes, o suor escorrendo pelas nossas espinhas.
Quando me retirei, lentamente, um fio branco escorreu do seu **cu** já relaxado. Ela desmoronou no sofá, e eu caí ao seu lado, exausto e satisfeito.
O som das ondas era o único a preencher o silêncio. Ela virou a cabeça para olhar para mim, um sorriso cansado e vitorioso nos lábios.
"A maré está alta," sussurrou.
Eu concordei com a cabeça, sabendo que aquilo era apenas o começo. "E ainda vai subir muito mais."
Nossa, adorei seu conto, me deu um tesão enorme lendo! Votado com prazer! Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela
olhardelobo