O cenário foi perfeito: meus pais viajaram, e eu fiquei responsável por cuidar dela. Marina sempre foi a única prima que me deixava sem fôlego — cabelos castanhos longos, peitos fartos que balançavam sob suas blusas justas e uma boca carnuda que parecia feita para coisas proibidas.
Naquela noite, ela decidiu tomar um banho antes de dormir. Eu estava na sala, tentando me distrair com um filme, mas o som da água caindo no chuveiro me deixava inquieto. Quando ela saiu do banho, apenas enrolada em uma toalha que mal cobria suas coxas, meu pau já latejava dentro da calça.
— *"Pedro, você tem uma camiseta emprestada?"* ela perguntou, com a voz suave e uma leve hesitação.
Eu me levantei e fui ao quarto buscar uma camiseta. Quando voltei, ela estava sentada na beira da cama, a toalha um pouco aberta revelando um vislumbre de seus seios. Entreguei a camiseta, mas ela me segurou pelo pulso.
— "Você nunca me olhou assim antes," ela sussurrou, com um olhar misto de tesão e curiosidade.
Não resisti. Puxei-a para perto e beijei aquela boca carnuda que sempre imaginei. Marina respondeu com urgência, abrindo as pernas para mim enquanto eu jogava a toalha no chão. Seus peitos macios encaixaram perfeitamente nas minhas mãos, e o calor de seu corpo me fez perder o controle.
Foi assim: ela deitou de costas, abriu as pernas completamente e pediu:
— "Vem, Pedro. Eu te quero tanto."
Eu estava duro feito concreto, mas ainda hesitava. Ela então pegou minha mão e a levou até sua buceta molhada.
— "Sinto isso por você desde sempre," ela confessou, enquanto eu deslizava os dedos em seu grelo inchado.
Quando enfiei meu dedo dentro dela, Marina gemeu meu nome e arqueou as costas. Tirei a calça e encaixei meu pau em sua entrada, devagar, sentindo cada centímetro de sua quente umidade. Ela agarrou minha bunda e puxou-me com força:
— "Tudo, Pedro! Me come toda!"
Então foi: socada forte, profunda, enquanto Marina gemia e eu jogava seu cabelo para trás para beijar seu pescoço. Ela gozou primeiro, com um jorro que molhou minha virilha. Eu segurei até não aguentar e gozei dentro dela, gemendo seu nome enquanto ela me abraçava forte.
No fim, Marina deitou em meu peito e sussurrou:
— "Isso nunca pode sair daqui, tá bom?"
Eu apenas concordei, sabendo que não seria a última vez.
olhardelobo