Minha esposa está viciada em cheirar e mamar rolas

Sou casado com Lia, uma deliciosa morena, cabelos cacheados, boca desenhada com lábios carnudos, peitos médios, uma bunda farta, além de um par de coxas grossas, aonde fica uma buceta carnuda e muito suculenta. Tenho 53 anos e ela 35 anos, minha esposa sempre teve queda por homens mais velhos e grisalhos, mas nunca me deu os detalhes dos motivos. No início do nosso relacionamento ela era muito travada, teve poucas experiencias na cama, aos poucos foi se soltando. Eu sou um tarado nato e adoro putaria.

Comecei a doutrinar a minha esposa em chupar um pau, pois eu ganho uma boa mamada todos os dias. Ela pegou gosto pela coisa e anda chupando com muita desenvoltura, sendo impossível não gozar na boca dela. Na verdade, eu percebi que o tesão dela é colocar o cacete mole na boca e deixar ele em ponto de bala, até sai a porra toda. Nos últimos dias, eu senti que minha esposa anda mais taradinha, mais molhada na cama, curti, pois ela começou a brincar na cama, dizendo que outros homens a desejam e que ela fica muito excitada. Essas falas me deixam com tesão, pois ela é muito correta e quando flerta como putinha, eu vou ao delírio.

Certo dia, acabei chegando em casa mais cedo, como foi imprevisto, voltei sem avisar. Para minha surpresa, quando entrei em casa, me deparei com uma cena chocante. Havia um velho sentado no sofá, com um pinto imenso de fora e minha esposa ajoelhada em frente. O constrangimento foi imediato, minha esposa veio em desespero me segurar, com os seios de fora, e o velho rapidamente subiu as calças. Minha esposa chorando me segurava para eu não fazer uma besteira, o velho conseguiu sair porta a fora e escapou. Respirei, tomamos uma água e eu pedi explicações. Ela pedia perdão a todo momento e que sabia que havia feito algo errado, acabando com o casamento. Juro que fiquei com pena, mas não entendia o tesão que me subia naquela hora. Pedi que ela explicasse tudo.

O ar na sala ainda carregava o cheiro do sexo, do suor masculino e da adrenalina. Lia tremia em meus braços, seus seios macios pressionados contra meu peito, os mamilos duros visíveis através do sutiã que mal a cobria. Seu perfume habitual — algo doce e floral — estava agora misturado com um odor mais primitivo, terroso, inequivocamente masculino. Era o cheiro do pau dele, impregnado em sua pele, em seus lábios inchados, em sua respiração ofegante.
"Perdão, perdão, eu destruí tudo", ela soluçava, suas lágrimas salgadas escorrendo pelo meu pescoço.

Mas em vez de raiva, uma onda avassaladora de tesão me inundou. Meu pau latejava dentro da calça, duro como pedra, pressionado contra a coxa carnuda dela. A visão que tivera minutos antes estava gravada em fogo na minha mente: minha esposa, minha Lia correta e recatada, de joelhos no tapete bege da sala, os cachos castanhos balançando enquanto sua cabeça se movia para frente e para trás, engolindo um pau que não era o meu. Um pau mais velho, mais grosso, marcado pelo tempo, pertencente a um homem que cheirava a terra, a trabalho braçal, a macho alfa.

"Para de chorar", disse minha voz, mais rouca do que o normal. Puxei seu rosto para o meu, forçando-a a me encarar. Seus olhos castanhos estavam vermelhos, a maquiagem borrada, mas havia algo mais lá, um brilho selvagem que eu nunca vira antes. "Conta tudo de novo. Mas devagar. Cada detalhe."
Ela inspirou profundamente, engolindo o choro. Suas mãos ainda tremiam quando começou a falar, mas a voz ganhou uma estranha cadência sensual, como se estivesse revivendo cada instante com prazer.

"Ele me abordou no corredor dos laticínios", começou, os olhos perdidos em algum ponto sobre meu ombro. "Usava uma camisa xadrez de mangas arregaçadas, jeans gastos, botas. Cabelo grisalho, cortado rente, e olhos azuis claros que pareciam ver através da minha roupa. Cheirava a tabaco e a campo."
Minha mão desceu até a cintura dela, puxando-a mais perto. Meu pau pulsou contra sua barriga.

"Ele disse que me vira estacionando o carro. Que eu tinha um andar de mulher que sabia o que queria. Que minhas coxas... minhas coxas pareciam feitas para envolver um homem." Ela mordeu o lábio inferior, carnudo e já levemente inchado — de tanto chupar?, pensei, com uma pontada de ciúme que só alimentava o fogo dentro de mim. "Eu fiquei constrangida, tentei me afastar, mas ele era... persuasivo. Não vulgar. Tinha uma autoridade quieta. Uma confiança que me deixou... curiosa."

"E no carro?" perguntei, minhas mãos descendo para apertar sua bunda generosa através do shorts curto que ela usava.
"No carro...", ela suspirou, arqueando as costas para meu toque. "Ele dirigia com uma mão só. A outra ficou pousada no meu joelho. Seus dedos eram grossos, calejados. Eu conseguia sentir o calor através do tecido. Ele falava sobre a fazenda, sobre cavalos, sobre o cansaço do dia. E então... ele desabotoou o jeans."
Ela fechou os olhos, como se pudesse ver.

"Foi tão natural. Nem pediu. Apenas... libertou aquilo. Caiu para fora da cueca, já meio inchado, imponente mesmo mole. Deus, era enorme. Mais grosso que o teu, mais comprido. Veias salientes, a cabeça arroxeada e úmida já na ponta. O cheiro subiu até mim... um cheiro forte, salgado, de macho que trabalhou o dia todo. De testosterona pura."
Minha respiração acelerou. Eu mesmo pude quase sentir aquele odor.

"Eu disse 'não', é claro que disse. Mas minha calcinha... estava encharcada. Ele viu o meu medo misturado com o desejo. Pegou minha mão — ela parecia tão pequena na dele — e colocou sobre o pau. Estava quente. Quente e pulsante, como algo vivo. E então ele parou o carro num acostamento ermo, sob uma árvore grande. Virou-se para mim, segurou minha nuca... e não foi agressivo, foi... decisivo. Como se já soubesse que eu pertencia àquela rola naquele momento."

Lia abriu os olhos e me encarou, seu rosto agora marcado por uma expressão de pura luxúria confessional.

"Quando a ponta tocou meus lábios... eu abri a boca. Não pensei. Senti o gosto salgado do pré-gozo, a textura aveludada da pele esticada. E algo em mim... desabou. Só queria aquilo dentro. Queria engolir, sentir aquela massa preenchendo minha boca, minha garganta. Chupar até ele gemer. Foi o melhor orgasmo da minha vida, só com o pau na boca, sem tocar em mim mesma. Eu gozei só de ser a putinha dele na beira da estrada."
Um gemido escapou dos meus lábios. Minha mão subiu e apertou um de seus seios médios através do tecido fino do sutiã. O mamilo endurecido pressionou minha palma.

"E depois?", sussurrei, minha boca perto da orelha dela. "Depois que ele gozou?"
"Ele gojou muito", ela murmurou, seu hálito quente na minha pele. "Jorrou na minha boca, quente e espesso. Um gosto forte, amargo, diferente do teu. E eu engoli tudo. Lambi os lábios. Ele me olhou como se eu fosse um tesouro que ele encontrara. Disse que tinha uma putinha de ouro. Me deixou em casa, mas... mandou mensagens. Fotos."

Ela se soltou do meu abraço, pegou o celular que estava pousado na mesa de centro com as mãos trêmulas. Abriu a galeria e me entregou.
Eram dezenas de fotos. Close-ups impiedosos de um pau em plena ereção, contra fundos variados: o couro do banco da caminhonete, uma cerca de madeira, um escritório com papéis espalhados. O pau era realmente monumental. Grosso como um punho fechado, com uma cabeça bulbosa e uma veia proeminente correndo pelo lado inferior. Em algumas, ele estava segurando as bolas pesadas e enrugadas, puxando a pele do saco.

"Hoje...", Lia continuou, sua voz sumindo para um sussurro rouco enquanto eu devorava as imagens com os olhos, meu próprio pau agonizando de desejo dentro das calças. "Hoje ele bateu na porta. Quando eu abri, ele já estava com o jeans aberto, aquilo pra fora, latejando. Empurrou a porta, entrou, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele pegou minha nuca e levou meu rosto até... até a base. 'Cheira, putinha', ele disse. 'Cheira o pau do seu dono'. E eu... cheirei. Fede a macho, a suor, a virilidade pura. E eu adorei."

Ela caiu de joelhos ali mesmo, no meio da sala, olhando para mim com lágrimas secas e olhos suplicantes.

"Ele sentou ali", ela apontou para o sofá onde agora eu estava sentado. "Mandou eu ficar de quatro no chão, na frente dele. 'Vem mamar, vadiazinha. Mostra pro sofá de onde você é dona quem é que manda aqui'. E eu fui. Coloquei as mãos no chão, ergui a bunda pra cima — você sabe como ele adora essa minha bunda — e comecei a chupar. Com as duas mãos, babando muito, engasgando, tentando engolir tudo. Eu era só uma boca servindo um pau. E era tudo que eu queria ser."

Eu não aguentei mais. Me levantei tão rápido que tonturei. Abri meu cinto, baixei o zíper e liberei meu pau, que saltou para fora, duro e pingando.
"Então mostra pra mim", grunhi, caindo de volta no sofá, exatamente no lugar ainda quente deixado pelo estranho. "Mostra como você mamou ele. Mostra que você é minha putinha também."

Lia não precisou ser convidada duas vezes. Seu olhar se transformou, a vergonha substituída por uma fome animalesca. Rastejou até mim de quatro, seu shorts curto esticando sobre a bunda farta, o decote do sutiã mostrando a curva dos seios balançando com o movimento.
Quando chegou perto, ela não foi direto ao pau. Primeiro, enterrou o nariz na minha virilha, inalando profundamente.

"Você também tá com cheiro dele", ela murmurou, sua voz abafada contra minha pele. "Na sua calça. O cheiro dele tá em você também."
Então ela lambeu. Uma lambida longa e lenta da base até a ponta do meu pau, coletando o pré-gozo que já escorria. Seus olhos se encontraram com os meus enquanto ela fazia isso — um olhar de submissão devota e poder sensual misturados.

"É isso que você virou?", perguntei, minhas mãos se enterrando em seus cachos castanhos macios. "Uma viciada em rola? Uma putinha que abre a porta pra qualquer pau grande que bater?"
"Sim", ela sussurrou, antes de engolir metade do meu pau de uma vez só.

O calor úmido de sua boca foi eletrizante. Ela chupava com uma fera habilidade que não tinha antes — técnicas aprendidas na rola de outro homem. Usava a língua nas veias, sugava as bolas com a boca, massageava o períneo com os dedos enquanto sua cabeça subia e descia num ritmo hipnótico.
"Conta enquanto chupa", ordenei, minha cabeça recostando no sofá, os olhos fechando de prazer. "Conta o que você sentiu quando ele gozou na sua boca da primeira vez."
Ela soltou meu pau com um pop audível, uma linha de saliva conectando seus lábios à minha cabeça.

"Senti poder", ela respondeu, sua voz rouca e sensual. "Senti que eu tinha derrubado um homem forte, um homem velho e experiente, só com minha boca. Senti o jorro quente na língua, o gosto do desejo dele... e soube que era viciada. Que precisaria de mais."
E então voltou ao trabalho, com uma intensidade ainda maior. Suas mãos apertavam minhas coxas, suas unhas cravavam levemente na minha pele. Ela engolia fundo, fazendo a garganta se contrair ao redor da minha cabeça, um truque novo que me fez gemer alto.

"Você quer ele de volta?", grunhi, minhas ancas começando a bombear para cima, encontrando o ritmo da sua boca.
Ela soltou novamente, ofegante. Seus lábios estavam inchados e brilhantes de saliva.

"Quero", ela admitiu, seus olhos escuros queimando com confissão e desejo. "Quero os dois. Quero seu pau que conheço tão bem... e quero o pau dele que me faz sentir como uma puta barata e necessitada. Quero engolir a porra dos dois no mesmo dia."
Essa imagem — minha esposa de joelhos, alternando entre nossas rolas, bebendo nosso sêmen — foi a gota d'água. Um rugido escapou da minha garganta.
"Vai gozar, sua puta!", eu grunhi. "Engole tudo!"

Lia abriu a boca num "O" perfeito, sua língua estendida para receber. Quando o primeiro jato atingiu sua língua, seus olhos reviraram de prazer. Ela engoliu avidamente, lambendo a cabeça para pegar cada gota residual, suas mãos massageando minhas bolas para espremer até a última gota.

Quando terminei, ofegante e exausto, ela se recostou nas próprias pernas, limpando o canto da boca com o dedo e depois chupando o dedo limpo. Seu rosto estava radiante, triunfante, completamente transformado.
O silêncio desceu sobre a sala, quebrado apenas pela nossa respiração pesada. O cheiro do sexo era agora ainda mais espesso no ar — uma mistura do meu gozo, da saliva dela e do fantasma do outro homem ainda pairando sobre nós.

Lia quebrou o silêncio primeiro.

"Ele vai voltar amanhã", ela disse simplesmente, seus olhos fixos nos meus, desafiando-me a protestar. "Às três da tarde. Você... você vai estar em casa?"
A pergunta pendia no ar entre nós, carregada de todas as implicações possíveis. Minha esposa não estava apenas pedindo permissão para trair-me. Ela estava me convidando para testemunhar. Para participar. Para cruzar um limiar do qual não haveria retorno.

Olhei para ela — seus seios quase expostos, sua boca inchada de tanto chupar, seus olhos escuros brilhando com um vício recém-descoberto — e soube que nosso casamento nunca mais seria o mesmo.
Mas em vez de medo ou raiva, só senti uma excitação visceral e profunda.

Sorri lentamente, minha mão descendo para acariciar seu rosto ainda úmido.
"Vou marcar uma reunião fora do escritório", respondi, minha voz carregada de promessas obscenas. "Mas volto às duas e meia. Quero ver tudo."

O sorriso que ela me devolveu era pura perdição — e eu sabia, com certeza absoluta, que estava prestes a entregar minha esposa ao vício dela... e descobrir o meu próprio no processo.

Amanhã, às três, o fazendeiro voltaria. E nós estaríamos esperando por ele.

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa está viciada em cheirar e mamar rolas


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Comentários


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professorbsb Comentou em 26/03/2026

Se forem do DF e ela quiser pica para mamar só ver meu perfil!°

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loirinha-safadinha Comentou em 26/03/2026

Delicia de mulher. Mostra mais dela




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa está viciada em cheirar e mamar rolas

Codigo do conto:
257894

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/03/2026

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