O velho Antenor e a minha esposa, cuidadora de idosos!

Minha esposa Letícia é enfermeira e nas horas vagas, ganha um bom dinheiro cuidando de idosos. Com 1,70h, branquinha, cabelos cacheados longos, coxas grossas e uma bunda perfeita, ela chama a atenção. Os seios são medianos, a boca carnuda, assim como sua buceta, com lábios densos e um clitóris avantajado, delicioso. Eu não gosto que ela faça estes extras, pois às vezes, é obrigada a fazer plantão noturno e dormir na casa dos velhos. Mas, ela é feliz com esta rotina e os idosos são alucinados com ela. No momento ela foi contratada para cuidar de um senhor de 70 anos, de alto padrão, segundo a descrição dela, seu Antenor era um homem com 1,80 h, mas, não aparentava a idade, a família disse que ele começou a esquecer as coisas, andava desastrado, além, de não tomar os medicamentos direito.

Porém, recentemente, um fato me chamou a atenção. A descoberta foi no sábado. Celular dela vibrando na mesa da cozinha. Tela desbloqueada. Grupo de cuidadores no WhatsApp. Entre memes e dicas de remédio, uma sequência de prints. Fotos de pica. Muitas. De vários tamanhos, vários ângulos. Alguns números mandando com mensagem: “Preciso dos seus cuidados!”. Ela tinha salvo várias. Senti o estômago virar. Ouvi o chuveiro desligar e deixei o celular no lugar.

Letícia saiu do banho, aquele roupão velho aberto no meio. Os peitos médios, firmes, balançando. A bunda perfeita marcando o tecido. Ela passou creme nas coxas grossas, sem pudor.

“Vai pro plantão do velho hoje?” perguntei, tentando parecer normal.
“Vou. O Antenor tá pior da confusão mental. A família pediu pra eu ficar a noite toda.”
“Precisa dormir lá?”

Ela olhou pra mim, um fio de desafio no olho. “É o contrato, Miguel. Tu sabe.”
Beijei ela com força, mão apertando aquele rabo. Ela gemeu baixo na minha boca.
“Me liga depois,” falei, soltando ela.
Ela sorriu, um sorriso que não chegou nos olhos. “Claro, amor.”
________________________________________

O apartamento do Antenor cheirava a remédio e coisa velha. Letícia organizou os comprimidos. Ele tava na poltrona de couro, de roupão. Velho de 70 anos, mas parecia mais novo. Alto, ombros largos. O olho azul seguia ela pela sala, comendo cada curva do uniforme branco colado nela.
“Letícia,” a voz dele era grossa, rouca. “Você é um espetáculo. Me distrai da senilidade.”
“Obrigada, senhor Antenor. Tome os remédios.”

Ele engoliu os comprimidos, mas o olho não saiu do decote. “Esse uniforme é uma provocação. Sabe disso, né?”
Ela corou. “Não fale assim, por favor.”

“Por quê? É verdade. E você gosta. Vejo como você me olha quando acha que não tô vendo.”
Letícia não respondeu. Foi pra cozinha. Enquanto cortava legumes, a lembrança das fotos no celular voltou. Apertou as coxas uma na outra. Sentiu a xoxota ficando úmida. Imaginou aquele velho peludo por cima dela. Sacudiu a cabeça, envergonhada e excitada.

Na hora de dormir, ele reclamou que não conseguia tirar o pijama.
“Precisa de ajuda?” ela perguntou, profissional.
“Preciso.”
Ela se aproximou. Os dedos dela tremeram ao desabotoar a seda. O peito dele apareceu, peludo, branco. A mão dele, grande e veiada, cobriu a dela.
“Sente,” ele ordenou, puxando a mão dela pra baixo, até a cintura do pijama. “Sente o que você causa.”

Debaixo do tecido, ela sentiu. Não era mole. Era um volume duro, quente, enorme. Ela tirou a mão rápido.

“Senhor Antenor, isso…”

“Isso é natural,” ele cortou, voz firme. “Você vem aqui, com esse corpo deslumbrante, e espera o quê? Que eu fique de pau mole? Senta aqui.” Ele bateu na beirada da cama.

Ela não quis. Mas os pés moveram. Sentou.
Ele retirou o pijama completamente. Ficou de cueca de seda. O pau dele fazia uma tenda clara no tecido. Era grande até mole. Letícia sentiu a boca encher de água.

“Toca,” ele disse.

“Não posso.”

“Pode. E vai.”

“Não posso, sou casada e isso não está correto.”

Ele olhou de forma fixe e disse: ”Eu sou homem vivido e você uma mulher com desejos repreendidos. O que acontece aqui neste quarto, fica aqui, um segredo guardado que ninguém precisa saber. Se você desejasse ir embora, já teria saído daqui. Eu conheço uma mulher carente de longe. Meu passatempo preferido é satisfazer uma mulher, dar o tratamento de fêmea que uma delicia como você, merece. Aqui, nesta cama, você está segura, mas quem manda, sou eu.”

Letícia ouvia tudo, mordendo os lábios, sentindo as mãos do velho em suas pernas. Antenor, continuou: “Eu quero que você seja uma menina obediente a partir de agora, garanto que será bem recompensada pelos seus cuidados. Se liberta, sem julgamentos, apenas prazer e nada mais.”

Quase hipnotizada pela conversa do velho, Letícia ficou paralisada e concordava com tudo. As mãos do velho já estavam próximas de sua xoxota, ensopada a esta altura. Ela olhou para o pau do velho e parecia imenso, proporcionado pelo volume do tecido. Então, vendo que a sua presa já estava pronta para iniciar a transformação em puta, ordenou falando próximo ao ouvido dela: ”Vai minha putinha, pega no pau do velho, sente o teu brinquedo!”

A mão dela, quase sozinha, se moveu. A palma encostou no volume. Era quente, pulsante. Ela apertou, involuntariamente. Ouviu ele prender a respiração.
“Isso… assim. Agora tira ela para fora dessa cueca, seja obediente.” O velho ficou de pé e ela continuou na cama.

Ela puxou a cueca para baixo. O pau dele saltou. Letícia engoliu seco. Era grosso, veiudo, com a cabeça roxa e escorrendo um pouco de lubrificante natural. Um pau de verdade. Um pau que prometia foder com força.

“Minha família acha que eu sou um vegetal,” ele riu, baixo. “Manda um presente como você, para me dar banho. Agora, abre a boca.”
“Não…, isso não está certo. Não posso!”

“ABRE A BOCA, PUTA!”

O grito a fez pular. E a obediência veio antes do pensamento. A boca carnuda dela se abriu. Ele pegou seu cabelo cacheado com força e puxou sua cabeça pra perto.
“Engole. Até o fundo.”

A cabeça dele bateu nos seus lábios. O gosto salgado, masculino, invadiu. Ela gemeu. Ele empurrou. Ela engasgou, mas ele não parou. Meteu até a base, os pelos pubianos encostando no seu nariz. Ela sufocava, olhos cheios d’água.

“Engole essa pica de velho, minha cuidadora. É pra isso que você veio.”

Ele começou a foder a boca dela, devagar e ritmado. Letícia pensou, que loucura! Mas, lembrou que sua vida não tinha emoção alguma nos últimos anos e que merecia uma aventura. Enquanto saboreava aquele pau imenso, imaginou o pau do marido, mediano e sem graça. Aquele velho era macho e isso fazia o seu corpo arrepiar.

Antenor sentia o calor dos lábios de Letícia, sensação maravilhosa. Ela começou a mamada tímida, mas já estava se soltando e alisando o saco do velho, bolas enormes pensou ela. Na cabeça de Letícia, o único pensamento, esse pau vai me arregaçar, muito grande! Mas agora, era se entregar ao prazer, foda-se o mundo! Ela sentiu que estava muito molhada, sua xoxota escorria, encharcando a calcinha branca. Ela se esfregou contra a própria perna, buscando alívio.

Ele viu. Tirou mão da nuca dela, segurou o queixo da safada e disse: “Tá com tesão, sua vadia? Tá molhada?”

Ela, com o pau dele ainda na garganta, fez que sim com a cabeça.
“Tira a roupa. Tudo. Agora.”

Ofegante, ela se soltou. As mãos trêmulas abriram o zíper do uniforme. Deixou cair. Depois o sutiã. Depois a calcinha encharcada. Ficou nua diante dele, os seios médios pontudos, a buceta carnuda com os lábios grossos inchados de desejo, o clitóris avantajado latejando.
“Vira de costas. Mostra esse rabo.”

Ela virou. Inclinou. A bunda perfeita, redonda, empinada pra ele.

Ouviu ele suspirar de desejo. “Caralho. É isso que eu quero. Sobe na cama. De quatro.”

Ela obedeceu. A goteira da sua xoxota já molhava as coxas. Ele se ajeitou atrás. A cabeça do pau dele, enorme, esfregou na sua entrada.

“Implora. Implora pra esse velho te foder.”
“Por favor…” a voz dela saiu um gemido.
“Por favor, o quê?”
“Por favor… me come. Me fode, senhor Antenor.”
“Isso. Sua puta submissa.”

Ele enterrou de uma vez.

Letícia gritou. Foi uma dor aguda, um estiramento torturante. Ele era largo demais. Ele parou, todo dentro.

“Aguenta. Sua buceta foi feita pra isso.”

Ela respirava fundo, tomada, completamente empalada. Então ele começou a se mover. Devagar no começo, depois mais forte. Cada bombada a fazia gemer. O som da carne batendo na carne encheu o quarto.

“Essa buceta é apertada… mas é de puta. Tá gostando? Gosta de ser comida por um velho?”
“Sim… sim…” ela gemeu, a cara enterrada no travesseiro. O prazer vinha em ondas, apagando a vergonha. Era proibido, era nojento, e era o mais gostoso que ela já sentiu.

Ele mudou o ângulo. A ponta do pau dele começou a bater direto no ponto certo. Ela começou a tremer.

“Vai gozar, sua cadela? Vai gozar no pau do véio?”

“Tô… tô quase…”
“Goza. Goza agora.”

O comando a levou ao limite. O orgasmo a atingiu como um choque. Ela gritou, a buceta contraindo violentamente em volta do pau dele. Ele riu, um som rouco e vitorioso, e continuou metendo enquanto ela ainda tremia.

“Agora é minha vez.”

O ritmo dele ficou frenético, animal. As bolas batiam nela. Ele grunhia.

“Vou te encher, puta. Vou te encher de porra. Vai ter meu leite dentro de você a noite toda.”

Ela sentiu o jorro, quente e abundante, disparando lá dentro. Ele gemeu alto, enterrando até o fim e ficando parado, pulsando.
Ficaram assim por um tempo. Ele mole dentro dela. Depois ele saiu, e um fio de porra branca escorreu da xoxota arrombada dela na cama.

Ele deitou ao lado, ofegante. “Amanhã cedo, antes do café, quero acordar com esse rabo na minha cara. Entendeu?”
Letícia, exausta, marcada, sentindo a porra dele vazar dela, apenas assentiu.

“Boa. Agora dorme.”

O celular dela, na mesa de cabeceira, vibrou. Era minha mensagem: “Tá tudo bem aí?”

Ela olhou pra tela, depois pro Antenor roncando ao lado, pro pau dele agora mole e pegajoso sobre a coxa.

Digitou: “Tudo tranquilo. Ele dormiu. Te amo, Miguel.”

Ela tentou dormir, cabeça a mil, pensamentos e mais desejo.

Amanhã, será outro dia, de ser putinha de um velho safado. Se ele quer acordar com a minha bunda na cara dele, assim será...me aguarde seu Antenor.

Foto 1 do Conto erotico: O velho Antenor e a minha esposa, cuidadora de idosos!

Foto 2 do Conto erotico: O velho Antenor e a minha esposa, cuidadora de idosos!

Foto 3 do Conto erotico: O velho Antenor e a minha esposa, cuidadora de idosos!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O velho Antenor e a minha esposa, cuidadora de idosos!

Codigo do conto:
259792

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/04/2026

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