Esposa carente provou o gostinho de rolas, gostou e vai pedir mais!

Tenho 52 anos, sou normal, coroa, grisalho, barriguinha de chopp, 1,70 de altura e minha esposa se chama Lara, tem 36 anos, branquinha, 1,70, seios médios, bunda e coxas com muita fartura, com uma buceta de fazer os olhos brilharem, cheinha e com um clitóris robusto. Estamos juntos há 10 anos, temos um casamento tranquilo, mas morno, sem muita emoção. Lara é do tipo mulher recatada, com valores, discreta e com uma educação rígida. Nesse sentido, o sexo sempre foi o mesmo, muito gostoso, mas tedioso. Comecei um tratamento hormonal por causa da idade, porém, um efeito colateral está me deixando doido e estou gostando. Meu tesão voltou com tudo, fico com tesão o dia todo, quero comer minha mulher a toda hora, mas ela não está gostando nada. Então, resolvi começar a apimentar as coisas, libertar a minha mulher, percebi que ela fica presa aos pensamentos, aos valores e sempre travada. Comecei a mandar umas fotos de sacanagem durante o dia, mandava vídeos e áudios para provocar. Ela chegava ao fim do dia e não falava nada, sempre quieta, sem reação.

Mais tarde, durante o sexo, comecei a dizer que sonhei com ela fudendo, mas era com outro homem! Percebi que Lara acabou ficando mais molhada depois de minha fala e ela me pediu para contar os detalhes, enquanto metia. Inventei uma história de que eu sempre fantasio, sendo Lara a figura central. O sonho começou com Lara, minha esposa, chegando em um grande quarto, vestida com uma roupa sexy, de seda, cinta-liga preta, com uma cama ao centro e quatro cadeiras nas beiradas da cama. Então, ela se deita, depois chegam quatro homens, morenos, outros musculosos, outro magro, novos e um coroa tipo alfa, cada um senta em uma cadeira. Então chego, beijo minha esposa e Lara começa um show particular, ela começa a retirar sua roupa com muita sensualidade e dança com sensualidade para cada homem.

Bom, para o meu espanto, Lara ficou muito molhada com a história e acabamos gozando juntos, de forma sincronizada. Ela olhou para mim, ainda ofegante e disse que não me reconhecia mais, que eu virei um novo macho, um safado e que gostaria de saber o fim do sonho que estava contando. Eu brinquei e perguntei, por que não transformar sonhos em realidade? Sem drama ou qualquer tabu? Você quer? Ela ficou confusa, pensou, deu apenas um sorriso e virou para dormir.

Lara passou a semana inteira com aquele sorriso enigmático ecoando na mente. Não era um sorriso de deboche ou de negação. Era um sorriso de quem tinha sido tocada por algo novo, algo que mexia com os alicerces que ela mesma construiu durante toda a vida.
Eu percebia. Nos pequenos gestos. No jeito que ela demorava um pouco mais no banho. No silêncio durante o jantar, quando eu provocava com olhares maliciosos. Ela desviava, mas não negava. A semente estava plantada.
Na sexta-feira, depois de uma semana de tensão sexual acumulada, deitei na cama primeiro. Ela entrou no quarto com uma camisola branca, simples, de algodão. Nada sensual. Mas o olhar dela... o olhar dela tinha uma faísca diferente.

Deitei ao lado dela, puxei seu corpo para perto do meu. Senti seu calor, o cheiro do seu cabelo lavado. Minha mão deslizou pela sua cintura, subiu até seus seios. Ela não resistiu. Pelo contrário, arqueou as costas, oferecendo-se.
— Você tem pensado no sonho? — perguntei em voz baixa, os lábios roçando sua orelha.
Ela estremeceu. Literalmente estremeceu.
— Tenho... — a voz dela saiu quase inaudível, um fio de ar.
Minha mão desceu, encontrou sua calcinha. Já estava úmida. Molhada. Escorregadia.
— E o que você pensou, Lara? O que passou pela sua cabeça?
Ela virou o rosto para mim. Os olhos dela estavam arregalados, mas havia algo novo ali. Uma coragem que eu nunca tinha visto.
— Pensei nos quatro homens. Pensei em como seria... me exibir para eles. Sentar naquela cama e tirar minha roupa devagar, enquanto eles só olham. Enquanto você me beija.

Minha respiração acelerou. Eu já estava duro, latejando contra a coxa dela.
— E o que mais?
— Pensei em tocar neles. — Ela fechou os olhos, como se confessar aquilo fosse um pecado. — Pensei em passar a mão nos peitos deles, sentir a pele quente, o cheiro de outro homem. Pensei em ver os paus deles duros, todos apontados para mim.
Minha mão encontrou seu clitóris. Estava inchado, pulsando. Ela gemeu, baixinho, mordendo o lábio.
— Você quer fazer isso, Lara? Você quer realizar esse sonho?

Ela abriu os olhos. Me encarou por um longo segundo. Depois, num sussurro que parecia um grito abafado:
— Quero.
Eu a beijei. Um beijo profundo, molhado, de língua. Minha mão trabalhou seu clitóris em círculos lentos, enquanto ela se abria para mim como uma flor desabrochando.
— Então vai ser assim — comecei a explicar, ainda acariciando sua boceta molhada. — Você vai escolher os quatro homens. Pessoas que você nunca viu, que nunca vão fazer parte da nossa vida. Cada um com uma característica especial. Um moreno, sarado, jovem. Um magro, alto, de pau grande. Um coroa, tipo alfa, dominador. E um que você escolher por pura curiosidade.

Ela gemeu, os quadris se movendo contra minha mão.
— Eles não podem tocar em você. A não ser que você autorize. Você é quem manda. Você decide até onde vai. Pode ser só exibicionismo. Pode ser mais. Depende de você, do quanto você quer se libertar.
— E você? — ela perguntou, a voz trêmula. — Onde você fica nisso tudo?
— Eu estou ao seu lado. Te beijando. Te guiando. Vendo você se soltar, se entregar. Vendo você se tornar a mulher mais puta e mais linda que eu já conheci.
Ela gemeu mais alto. Seu corpo começou a tremer.
— Eu quero ver eles batendo punheta para mim — ela sussurrou, as palavras saindo como se fossem uma confissão suja. — Quero ver o leite deles jorrando.
Minha mão apertou seu clitóris. Ela arqueou as costas, quase gritando.
— Então você vai ver. Vou preparar tudo. Na próxima semana, você vai realizar esse sonho.

Ela gozou. Um orgasmo longo, intenso, que sacudiu seu corpo inteiro. E enquanto ela se contraía ao redor dos meus dedos, eu senti que algo tinha mudado para sempre.

Na semana seguinte...
O quarto de hotel era amplo, com uma cama king-size no centro e quatro cadeiras estrategicamente posicionadas ao redor. A iluminação era suave, indireta, criando um clima de intimidade e voyeurismo.
Lara estava diante do espelho, ajustando a cinta-liga preta que eu tinha comprado para ela. A seda roçava sua pele, os seios mal cobertos pelo sutiã de renda. Ela estava nervosa, mas seus olhos brilhavam com uma excitação que eu nunca tinha visto.
— Está pronta? — perguntei, por trás dela, as mãos nos seus ombros.
Ela respirou fundo. Acenou que sim.

Abri a porta. Os quatro homens entraram, um a um. Moreno sarado, magro alto, coroa alfa, e um quarto, um loiro de olhos claros, que ela tinha escolhido por pura curiosidade.
Eles se sentaram. Olhares fixos nela.
Lara começou a dançar. Devagar. Retirando a roupa com uma sensualidade que parecia inata, mas que eu sabia que era descoberta. Cada movimento era uma oferenda. Cada olhar, uma permissão.
E então, ela olhou para eles. E viu.

Os quatro homens estavam com os paus para fora. Duros. Grossos. Latejando. Mãos deslizando sobre a pele, punhetas lentas, provocantes.
O impacto foi como um choque elétrico.
Lara parou. Seu corpo inteiro ficou tenso. Os olhos percorreram cada um daqueles paus, da base à ponta, vendo o prepúcio deslizar, a glande brilhante, o líquido pré-ejaculatório escorrendo.
Ela engoliu em seco.
— Meu Deus... — murmurou, a voz falhando.

O coroa alfa sorriu, a mão trabalhando o pau grosso, veiudo.
— Gostou do que vê, dona?
Lara não respondeu. Mas suas pernas tremeram. E entre suas coxas, eu vi. Uma gota de mel escorrendo, molhando a renda da calcinha.
Ela estava perdida. E estava amando cada segundo.
Lara ficou parada por um longo minuto, processando aquela visão. Quatro paus sendo masturbados para ela. Quatro homens que estavam ali apenas para satisfazer sua fantasia. O poder naquilo era inebriante.

Ela olhou para mim. Seus olhos estavam vidrados, úmidos.
— Eu quero tocar neles — disse, a voz firme, decidida.
Ela deu o primeiro passo. E eu soube que a noite estava apenas começando.

Lara deu o primeiro passo em direção ao moreno sarado. Ele era jovem, talvez uns 25 anos, corpo definido, tanquinho aparente. O pau dele era médio, mas bonito, reto, com a glande rosada e brilhante.
Ela olhou para mim. Os olhos dela pedindo permissão, mesmo sabendo que eu já tinha dado.
— Posso? — perguntou, a voz doce, quase infantil.
— Pode, amor. Explora ele. Sente como é diferente do meu.
Ela se ajoelhou na frente do rapaz. Mão trêmula, mas decidida. Envolveu o pau dele com os dedos, sentiu o peso, a textura. Começou a punhetar devagar, observando cada detalhe. A pele deslizando, a glande aparecendo e sumindo. O jovem gemeu baixo, a cabeça jogada para trás.
— É lisinho... — ela murmurou, mais para si mesma. — Quente. Pesado.

Ela passou o polegar na glande, espalhando o líquido que já começava a escorrer. Levou o dedo à boca, provou. Fechou os olhos, saboreando.
Depois de alguns minutos, levantou-se. Foi para o magro alto. Ele era mais velho que o primeiro, uns 35, braços compridos, mãos grandes. O pau dele era comprido, fino, quase elegante. Lara segurou, punhetou com curiosidade, medindo o comprimento com as mãos.
— Parece uma vara... — ela riu, nervosa. — Será que entra inteiro?
O magro sorriu, não respondeu. Ela continuou a punhetar, agora mais confiante, o movimento mais fluido.

O terceiro era o loiro de olhos claros, a escolha por curiosidade. Ele tinha um pau comum, mas os olhos dela brilharam ao ver a pele clara, quase transparente, as veias azuladas aparecendo.
— Você parece um anjo... — ela disse, rindo. — Mas com um pau de pecador.
Ele riu também, a mão dele coçando para tocar nela, mas se segurou.
Lara punhetou o loiro com calma, sentindo a textura, a temperatura. Depois, se levantou e foi para o último.

O coroa alfa.
Ele devia ter uns 50, cabelos grisalhos nas laterais, barba por fazer, olhos penetrantes. O pau dele era grosso. Muito grosso. Veiudo. A glande enorme, roxa, pulsando.
Lara parou na frente dele. Olhou para aquele monstro. Depois olhou para mim.
— Posso chupar ele? — a voz dela era um sussurro, mas tinha um tom manhoso, provocante. — Posso sentir o pau dele na minha boca?
Meu pau latejou dentro da calça. Eu estava duro desde o início, mas ver ela pedindo, implorando quase, para chupar outro homem...
— Pode, Lara. Chupa ele. Mostra como você sabe chupar um pau.
Ela se ajoelhou na frente do coroa. Olhou para ele, nos olhos. Depois, abriu a boca e engoliu a glande inteira.

O coroa gemeu, um som gutural, de homem. A mão dele foi para a nuca dela, mas ele segurou, não forçou. Respeitou a regra.
Lara começou a chupar com vontade. A cabeça subindo e descendo, a boca fazendo um barulho molhado, obsceno. Ela olhava para mim enquanto chupava, os olhos vidrados, as bochechas coradas. Ela estava no céu.

Depois de alguns minutos, ela tirou o pau da boca. Levantou-se. Estava ofegante, os seios subindo e descendo. Ela olhou para o coroa, depois para mim.
— Posso sentar? — a voz dela era manhosa, quase infantil. — Posso sentar no pau dele, marido? Ele não vai me tocar, eu prometo. Só vou sentar e rebolar. Você vai ver.
Eu engoli em seco. Minha esposa, a recatada, a discreta, pedindo para sentar no pau de um estranho.
— Senta, Lara. Senta gostoso.
Ela se virou de frente para mim. Queria que eu visse cada centímetro daquela penetração. Segurou o pau do coroa com a mão, posicionou na entrada da boceta. Ela já estava encharcada, os lábios inchados, o clitóris pulsando.

Ela sentou.

Devagar.

Muito devagar.

A glande grossa abriu caminho, esticando as paredes da boceta dela. Lara gemeu, um gemido longo, de prazer e surpresa. Ela foi descendo, sentindo cada centímetro daquela grossura abrindo ela.
— Ai, meu Deus... — ela sussurrou, os olhos arregalados, fixos em mim. — É tão grosso... Tão cheio...
Quando sentou completamente, ela parou. Ficou imóvel por alguns segundos, sentindo o pau do coroa dentro dela, pulsando. Depois, começou a rebolar.
Devagar, em círculos. A bunda dela se movendo, as coxas grossas tremendo. Ela olhava para mim o tempo todo, como se estivesse compartilhando cada sensação.
— Tá gostoso, amor? — perguntei, a voz rouca.
— Muito... — ela respondeu, ofegante. — Muito gostoso...

Ela começou a quicar. Subia e descia, o pau do coroa aparecendo e sumindo, brilhante de mel. Os outros três homens se masturbavam, os olhos fixos nela.
Depois de alguns minutos, ela parou. Levantou-se. O pau do coroa saiu com um plop molhado. Ela estava ofegante, suada, linda.
Ela se virou.

O negro.
Ele estava sentado na cadeira, o pau apontado para cima, descomunal. Deve ter uns 25 centímetros, grosso como um punho, cheio de veias grossas que pareciam cordas. A glande era escura, enorme, brilhante de líquido pré-ejaculatório.
Lara parou na frente dele. Olhou para aquele monstro. Depois olhou para mim.
— Ele é enorme... — a voz dela era de admiração, de medo, de desejo.
— Você aguenta, amor? — perguntei, a voz incerta.
Ela não respondeu. Apenas se ajoelhou, punhetou o pau do negro com as duas mãos, sentindo o peso, a grossura. Ela passou os dedos nas veias, seguindo o relevo.

Depois, se levantou. Virou a bunda para ele, mostrando a boceta molhada, os lábios abertos. O negro gemeu, a mão coçando para agarrar aquela bunda, mas se segurou.
Lara se virou de frente para ele. Segurou o pau do negro, posicionou na entrada da boceta. A glande era tão grande que parecia impossível.

Ela sentou.
A glande entrou. Só a glande. E Lara gozou.
O orgasmo foi instantâneo, violento. O corpo dela tremeu, os olhos reviraram, um gemido longo e agudo escapou. Ela ficou parada, sentindo as contrações, o prazer latejando.
— Gozei... — ela sussurrou, incrédula. — Só na entrada...
Ela respirou fundo. Depois, foi descendo. Centímetro por centímetro. O pau do negro abrindo caminho, esticando ela de um jeito que nenhum pau tinha esticado antes.

Quando sentou completamente, ela ficou imóvel. Olhou para mim. Os olhos dela estavam arregalados, cheios de lágrimas de prazer.
— É tão grande... — ela murmurou. — Tão cheio...
Ela começou a rebolar. Devagar, sentindo cada centímetro. O pau do negro desaparecia e aparecia, brilhante, molhado.
Depois de alguns minutos, ela parou. Olhou para mim. A voz dela era manhosa, quase infantil, mas com um tom de desafio.
— Marido... — ela disse, os olhos fixos nos meus. — Posso dar o cuzinho para ele?
Fiquei chocado. Minha esposa odiava sexo anal. Tinha feito comigo uma vez, há anos, e jurou que nunca mais. Eu respeitei.
— O quê? — gaguejei. — Lara, você odeia...
— Eu sei. — Ela me interrompeu, a voz firme. — Mas hoje eu quero. Quero sentir esse monstro no meu cu. Quero que ele me arrombe. Posso, marido? Por favor?

Eu engoli em seco. Meu pau latejava, quase doendo.
— Pode, Lara. Pode dar o cu para ele.

Ela sorriu. Um sorriso de puta, de mulher liberta.
Ela levantou, o pau do negro saindo devagar. Se virou de costas para ele, de quatro na cama. A bunda enorme, redonda, oferecida.

Ela segurou o pau do negro, posicionou no cu. A glande enorme pressionou o esfíncter. Ela gemeu, apertou os olhos.
— Vai... — ela murmurou. — Vai devagar...
Ela foi sentando. Devagar. Muito devagar. O cu dela resistia, mas foi cedendo, centímetro por centímetro. Ela gemia, ofegava, suava.
Quando conseguiu meter tudo, ficou parada. Imóvel. Sentindo aquele pau monstruoso preenchendo o cu dela completamente.
Ela olhou para trás. Para o negro. A voz dela era um sussurro, mas tinha autoridade.
— Pode me tocar.

O negro não precisou ouvir duas vezes. As mãos grandes dele agarraram a bunda dela, apertaram, amassaram. Ele começou a meter. Devagar, depois mais rápido. O som era molhado, obsceno.

Lara olhava para mim, os olhos cheios de lágrimas, a boca aberta em um gemido silencioso.
Ela estava sendo comida. De verdade. Pela primeira vez em 10 anos de casamento, ela estava sendo comida por outro homem.
E ela amava cada segundo.

A noite estava longe de acabar. Lara tinha descoberto um novo mundo, um novo prazer. Ela tinha se libertado das amarras que a prendiam, tinha se entregado ao desejo sem culpa.
O negro continuava metendo no cu dela, enquanto os outros homens se masturbavam, esperando a vez deles. E eu? Eu estava ali, vendo minha esposa se transformar na mulher mais puta e mais linda que eu já conheci.

Lara ainda estava de quatro, o pau do negro enterrado fundo no cuzinho dela. Ela rebolava sem pressa, saboreando cada centímetro daquela rola descomunal. O som era molhado, rítmico, hipnótico.
De repente, ela parou. Olhou para o lado, para o magro alto que ainda se masturbava, o pau comprido e fino apontado para ela. Os olhos dela brilharam com uma decisão repentina.
— Vem aqui, magrelo — ela chamou, a voz doce, mas cheia de autoridade.

O magro se levantou, hipnotizado. Aproximou-se. Lara esticou o braço, pegou no pau dele com a mão livre. Sentiu o comprimento, a textura lisa. Depois, olhou para mim.
Os olhos dela estavam vidrados, molhados. Havia algo novo ali. Algo que eu nunca tinha visto. Uma entrega total, sem reservas.
— Marido... — a voz dela era um sussurro, mas clara. — Posso virar uma puta? A sua puta? A puta de todo mundo?
Meu pau pulsou. Minha garganta secou.
— É a coisa que eu mais quero, Lara. Vira a puta mais gostosa desse mundo.
Ela sorriu. Um sorriso largo, de libertação.
Ela segurou a rola do magro com firmeza, abriu a boca e engoliu. A cabeça dela começou a subir e descer, enquanto o negro continuava metendo de leve no cuzinho dela, um ritmo lento, quase preguiçoso.

A mamada era hipnótica. Ela usava a língua, lambia a glande, descia até a base, voltava. A boca fazia um barulho molhado, obsceno. Ela olhava para o magro enquanto mamava, os olhos cheios de safadeza.
O magro não resistiu. Em poucos minutos, o corpo dele enrijeceu, as mãos segurando a cabeça dela.
— Vou gozar... — ele avisou, a voz apertada.

Lara não tirou a boca. Pelo contrário, sugou mais forte. O magro gemeu, um som alto, e jorrou. Ela engoliu tudo, sem perder uma gota. Quando terminou, lambeu a glande, limpando.
Ela se despediu do magrelo com um sorriso.
— Obrigada, gostoso.
Ele cambaleou de volta para a cadeira, as pernas bambas.
Lara se levantou. O pau do negro escorregou para fora do cuzinho dela com um som molhado. Ela se virou, pegou o negro pelo braço e o jogou na cama, ao meu lado.

O negro caiu de costas, o pau enorme ainda duro, apontado para o teto, brilhante de mel e cuzinho.

Lara olhou para mim. Depois, para o negro. Ela segurou o pau dele, posicionou na entrada da boceta e sentou.
— Olha, marido safado — ela disse, a voz provocante. — Olha como um macho come a sua esposa.
Ela afundou naquela vara, um gemido longo escapando. Começou a rebolar, os quadris desenhando círculos perfeitos. A bunda dela batia nas coxas do negro com um som molhado.
Depois de alguns minutos, ela olhou para o lado. O coroa alfa estava na cadeira, o pau grosso pulsando, os olhos fixos nela. Ele estava quase gozando só de assistir.
— Vem cá, coroa — ela chamou, a voz manhosa. — Vem meter no cuzinho da putinha.

O coroa sorriu. Um sorriso de lobo. Ele se levantou e foi até a cama. Agarrou a bunda branca de Lara com as duas mãos, apertou, amassou. Ela gemeu.
Ele posicionou o pau grosso no cuzinho dela. A glande enorme pressionou o esfíncter, já relaxado pela primeira penetração. Ele empurrou.

Deslizou.

Entrou inteiro.

Lara arqueou as costas, um gemido longo, gutural. Ela estava com o pau do negro na boceta e o pau do coroa no cu. Uma DP. Duas rolas dentro dela ao mesmo tempo.
— Ai, meu Deus... — ela sussurrou, os olhos arregalados. — Tão cheia...
Ela começou a rebolar. Os dois homens acompanharam o ritmo dela. O negro metia na boceta, o coroa metia no cu. Um movimento sincronizado, perfeito.
Lara gemia, ofegava, suava. Ela era uma máquina de prazer, uma deusa da luxúria.
De repente, ela parou. Olhou para mim.
— Levanta, marido. Vem aqui.
Eu me levantei, o pau duro, latejando. Aproximei.
Ela abriu a boca. Eu entendi.

Coloquei meu pau na boca dela. Ela começou a chupar, a cabeça subindo e descendo, enquanto os dois homens continuavam metendo nela.
Três paus. Um na boca, um na boceta, um no cu. Minha esposa estava sendo comida por três homens ao mesmo tempo.
O quarto era só gemidos, respiração ofegante, sons molhados. O cheiro de sexo era forte, inebriante.
Eu senti o gozo chegando. Olhei para baixo. Lara estava com a mão no pau do negro, compartilhando a rola com ele. Duas bocas de veludo, lambendo, sugando a mesma glande.

A visão era surreal. Minha esposa, a recatada, a discreta, agora compartilhando um pau com outro homem, enquanto levava duas rolas.
O coroa gemeu alto.
— Vou gozar...
O negro grunhiu.
— Também...

Lara apertou o pau do negro na boca, sugou forte. Eu senti o orgasmo subindo, incontrolável.
— Goza, Lara... — eu sussurrei. — Goza com todo mundo.

Ela gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, os olhos reviraram, um gemido abafado pelo meu pau. As contrações dela apertaram os dois paus dentro dela.
O negro gozou na boca dela. Jorros grossos, quentes. Ela engoliu, os olhos fixos nele.
O coroa gozou dentro do cuzinho dela. Ela gemeu, sentindo o leite quente inundando o cu.

E eu gozei na boca dela. Ela sugou, lambeu, limpou.
Depois, todos nós caímos na cama, exaustos, suados, satisfeitos.

Lara ficou deitada entre nós, os olhos fechados, um sorriso nos lábios.
— Eu sou uma puta... — ela murmurou, a voz sonolenta. — A puta de vocês.
Aos poucos todos foram se recompondo, o magrelo foi embora e o negro também, sobrou o coroa, bom de conversa, o qual conseguiu comer a minha mulher mais uma vez, antes de ir embora.

Voltamos para casa, um silencio no carro, quando cheguei, minha esposa me abraçou, disse que sempre me amaria, principalmente, depois de proporcionar um dia como o de hoje.

Fui dormir, já imaginando quais seriam as nossas próximas fantasias.

Até a próxima. Gostou?

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Ficha do conto

Foto Perfil ursodf45
ursodf45

Nome do conto:
Esposa carente provou o gostinho de rolas, gostou e vai pedir mais!

Codigo do conto:
264593

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/06/2026

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