A primeira visita de Seu Osvaldo à nossa casa aconteceu em uma tarde de sábado ensolarada. Lara, sempre impecável, vestira um vestido floral discreto que caía até os joelhos — modesto, mas que não conseguia esconder as curvas do corpo que eu tanto desejava. Seus cabelos cacheados estavam presos em um coque desleixado que deixava seu pescoço longo e elegante exposto.
Quando Osvaldo tocou a campainha, senti um nó de excitação e ansiedade no estômago. Ele entrou vestindo jeans e uma camisa social de manga curta que mostrava braços musculosos para um homem de sessenta e um anos. Seu aperto de mão era firme, seus olhos castanhos claros, inteligentes e perspicazes.
"Paulo, muito prazer", disse ele, sua voz era grave, marcada por anos de cigarros e histórias. "E esta deve ser a dona Lara. O Paulo não exagerou. Você é ainda mais bonita pessoalmente."
Lara corou levemente, um sorriso educado nos lábios. "O prazer é meu, Seu Osvaldo. Paulo falou tanto do seu trabalho."
"Por favor, me chame só de Osvaldo. 'Seu' me faz sentir um ancião", ele riu, um som rouco e convidativo.
Passamos a tarde conversando sobre os reparos necessários na casa. Osvaldo era charmoso sem ser vulgar, atencioso sem ser subserviente. Notava os detalhes — elogiou as plantas que Lara cuidava, comentou sobre o aroma de bolo que ainda pairava na cozinha. Lara, normalmente reservada, parecia relaxar em sua presença.
Quando ela foi à cozinha preparar o café, Osvaldo se inclinou para mim e sussurrou: "Ela é um diamante, Paulo. Brilhante, mas preso em uma caixa forte. Vamos ver se consigo tirá-la dali."
Meu pau endureceu instantaneamente. Apenas anuí, incapaz de falar.
Naquela noite, durante o sexo, Lara estava diferente. Mais receptiva. Quando a penetrei, seus olhos estavam fechados, seus lábios entreabertos.
"O que você achou do Osvaldo?", perguntei, minhas estocadas mais profundas.
"É simpático", ela murmurou, suas mãos nas minhas costas.
"Simpático? O homem que comeu metade da firma?"
Ela abriu os olhos. "Você fala tanto disso. Parece que tem inveja."
"Curiosidade", corrigi, diminuindo o ritmo. "Você teria coragem?"
"Paulo, pare com isso", ela disse, mas seu corpo arqueou sob o meu, um gemido escapando de seus lábios.
"Imagina só", continuei, minha voz um sussurro quente em seu ouvido. "Um homem mais velho, experiente, te dominando. Te fazendo fazer coisas que você nem imagina."
Ela não respondeu, mas sua respiração acelerou. Sua buceta ficou mais úmida ao redor do meu pau. Quando gozei dentro dela minutos depois, ela teve um orgasmo silencioso mas intenso — seus dedos cavando minha pele, seu corpo tremendo.
Ela estava pensando nisso. Eu sabia.
O Café da Manhã Decisivo
Na manhã seguinte, Osvaldo chegou pontualmente às oito. Lara havia se arrumado com um cuidado extra — uma saia jeans justa que chegava até a metade das coxas e uma blusa de alcinhas branca que mostrava seus ombros nus. Seus cabelos estavam soltos, uma cascata de cachos escuros sobre seus ombros.
"Bom dia, Osvaldo", cumprimentou ela, seu sorriso mais aberto do que no dia anterior. "Café fresco acabou de ficar pronto."
"Com um sorriso desses até café amargo fica doce", respondeu ele, seus olhos percorrendo-a rapidamente antes de se fixarem em seus olhos.
Eu fingi me atrapalhar. "Poxa, preciso ir até a loja de ferragens buscar umas coisas. Vocês se viram aqui? Osvaldo, você pode começar pela varanda enquanto eu volto?"
"Claro, Paulo. Fique à vontade", disse Osvaldo, seu olhar me dizendo que entendera o sinal.
"Lara, fica com nossa visita, não deixa ele passar necessidade", disse eu, beijando sua testa antes de sair.
Mas não fui à loja. Fui direto para o pequeno escritório no fundo da casa, cuja janela dava para a cozinha e a varanda. A porta entreaberta permitia ouvir tudo.
Ouvi o tilintar de xícaras, o som do café sendo servido.
"Você cuida muito bem da casa, Lara", comentou Osvaldo. "E do Paulo também, imagino."
"Tento", respondeu ela, seu tom leve. "Mas você, pelo que Paulo conta, cuida bem de... muitas mulheres na firma."
Ele riu, um som profundo e confiante. "O pessoal exagera. Mas é verdade que tenho uma certa... habilidade com mulheres."
"Habilidade ou lábia?", provocou Lara, e eu quase engasguei com meu próprio ar. Ela estava flertando.
"Um pouco dos dois", admitiu ele. "Mas a verdadeira habilidade está em ouvir. A maioria dos homens só quer falar, quer mostrar, quer possuir. Poucos sabem ouvir o que uma mulher realmente quer."
"E o que uma mulher realmente quer?", perguntou Lara, sua voz agora mais baixa, mais íntima.
"Depende da mulher. Algumas querem ser dominadas. Outras querem dominar. Algumas querem ser tratadas como rainhas na rua e como putas na cama. Outras querem exatamente o oposto."
Houve um silêncio carregado. Eu me encostei na parede, minha mão indo instintivamente para meu pau duro através da calça.
"E como você descobre?", perguntou Lara finalmente.
"Observando. Sentindo. Um homem que presta atenção percebe os sinais. O modo como uma mulher cruza as pernas quando está interessada. Como ela toca o próprio pescoço quando está nervosa. Como seus olhos escurecem quando algo a excita."
"Você está me observando agora, Osvaldo?", a pergunta dela foi um desafio suave.
"Estou. E vejo uma mulher inteligente, linda, com um desejo adormecido que nem ela mesma conhece completamente."
"Que ousadia", disse Lara, mas não havia raiz em sua voz. Apenas curiosidade.
"Ousadia ou honestidade? Você é casada, Lara. Tem um bom homem. Mas todo diamante precisa ser polido de vez em quando para continuar brilhando. Às vezes, o polidor precisa ser... diferente."
"Você está sugerindo algo inapropriado", disse ela, mas sua voz tremia levemente.
"Estou sugerindo nada. Apenas constatando que você é uma mulher com desejos não explorados. O Paulo me contou que vocês têm uma vida sexual... convencional."
Ela ficou em silêncio. Depois: "Paulo falou disso com você?"
"Homens conversam. Ele se preocupa com você. Quer te ver feliz. Plena."
"E você acha que poderia me fazer... plena?"
A pergunta pairou no ar como fumaça. Meu coração batia tão forte que achei que eles ouviriram.
"Se você permitisse", respondeu Osvaldo, sua voz agora um rugido suave. "Mas teria que ser sua escolha. Sempre."
Ouvi o som de uma cadeira sendo arrastada. "Preciso... preciso ver as roupas no varal", disse Lara, sua voz sumindo em direção ao quintal.
Osvaldo não a seguiu imediatamente. Esperou alguns minutos antes de dizer, alto o suficiente para ela ouvir: "Lara, poderia me dar uma ajuda aqui na varanda? Preciso medir algo no alto."
A Armadilha da Escada
Minha visão da varanda era parcial, mas suficiente. Osvaldo havia colocado uma escada de alumínio encostada na parede, aparentemente para verificar uma goteira. Ele estava no terceiro degrau, vestindo um moletom cinza que não escondia suas pernas musculosas nem a protuberância significativa na virilha.
Lara apareceu, hesitante. "O que precisa?"
"Segurar a escada para mim, por favor? Não quero cair."
Ela se aproximou, suas mãos segurando os lados da escada. Osvaldo subiu mais dois degraus, colocando-se bem acima dela. De minha posição, eu via perfeitamente como a visão de cima permitia que ele visse dentro da blusa de alcinhas dela — a curva dos seios, o vale entre eles.
"Está firme?", perguntou ele.
"Está", respondeu Lara, sua cabeça erguida olhando para ele.
Ele desceu um degrau, depois outro, até estar apenas um acima dela. Agora seus rostos estavam quase no mesmo nível.
"Você tem olhos lindos, sabia?", disse ele, sua voz suave. "Da cor do café forte. Profundos."
"Osvaldo, por favor..."
"Por favor, o quê? Que eu pare? Ou que eu continue?"
Ela não respondeu. Seus dedos brancos apertavam os lados da escada.
Ele desceu mais um degrau, agora no mesmo nível que ela. O espaço entre eles era mínimo. Eu via o peito de Lara subindo e descendo rapidamente.
"Quando uma mulher fica quieta assim", sussurrou ele, seu rosto a centímetros do dela, "é porque está decidindo. Decidindo entre o que deve fazer e o que quer fazer."
"Eu sou uma mulher casada", disse Lara, mas era um sussurro fraco, uma última defesa.
"E eu respeito isso. Respeito tanto que vou te dar uma escolha."
Ele desceu o último degrau, ficando agora ligeiramente abaixo dela, forçando-a a olhar para baixo para encará-lo.
"Você pode me dar um tapa agora, me chamar de velho safado e me mandar embora. Ou pode admitir que está curiosa. Que quer saber como é a boca de um homem que sabe o que quer."
Lara estava tremendo. Eu via seus músculos da mandíbula tensionados, sua respiração superficial.
"Paulo pode voltar a qualquer momento", disse ela, sua última tentativa de racionalidade.
"Ele disse que demoraria pelo menos uma hora", respondeu Osvaldo, sem tirar os olhos dos dela. "Tempo suficiente para um café... ou para outras coisas."
Ele então fez algo inesperado. Em vez de tentar beijá-la, ele pegou sua mão — a mão que segurava a escada — e a colocou sobre a protuberância em seu moletom.
Lara tentou puxar, mas ele segurou firme.
"Sente", ordenou ele, sua voz agora com uma autoridade inquestionável. "Sente o que você desperta em um homem."
Ela ficou paralisada, sua mão plana sobre a ereção dele através do tecido. Era enorme — mesmo através do moletom eu podia ver que era consideravelmente maior que o meu.
"Osvaldo...", ela gemeu, seu corpo agora inclinando-se levemente na direção dele.
"É sua escolha, Lara. Sempre sua escolha."
Foi então que ela quebrou. Com um gemido baixo, quase de dor, ela se inclinou e pressionou os lábios contra os dele.
O beijo não foi suave. Foi faminto, desesperado, cheio de anos de desejo reprimido. As mãos de Lara soltaram a escada e foram para seus ombros, depois para seus cabelos grisalhos, puxando-o com mais força contra ela.
Osvaldo a dominou imediatamente. Suas mãos grandes foram para sua cintura, puxando-a contra seu corpo rígido. Um de seus joelhos se insinuou entre suas pernas, pressionando contra sua buceta através da saia jeans.
Eu estava me masturbando freneticamente, minhas calças abaixadas, meu pau na mão enquanto observava minha esposa beijando outro homem com uma paixão que nunca demonstrara comigo.
Quando eles finalmente se separaram, ambos estavam ofegantes. Os lábios de Lara estavam inchados e vermelhos, seu batom manchado.
"Quero mais", ela sussurrou, seus olhos escuros de desejo.
"Tudo a seu tempo", disse Osvaldo, seu domínio completo da situação me impressionando mesmo em meu estado de excitação. "Primeiro, você vai me mostrar como uma mulher bem-educada... agradece."
Ele levou-a pela mão para dentro da sala, para fora da minha visão. Eu me arrastei silenciosamente para uma posição melhor, atrás do sofá, de onde podia ver através de uma fresta.
O Boquete da Vingança
Na sala, Osvaldo sentou-se na poltrona grande. Lara ficou em pé diante dele, hesitante.
"Você sabe o que eu quero", disse ele, sua voz agora áspera com desejo. "E você quer dar."
"É errado", disse ela, mas suas mãos já iam para o zíper de seu moletom.
"Nada é errado entre dois adultos que consentem."
Ele abriu o zíper, puxando o moletom e a cueca para baixo. Seu pau surgiu — e era, de fato, uma coisa impressionante. Grosso como meu pulso, com uma cabeça grande e arroxeada, veias salientes percorrendo seu comprimento. Era consideravelmente maior do que as fotos que eu vira na internet sugeriam que um homem de sua idade poderia ter.
Lara engoliu seco, seus olhos arregalados.
"Chega mais perto", ordenou Osvaldo. "Cheira. Sabe como é o cheiro de um homem de verdade."
Ela obedeceu, ajoelhando-se entre suas pernas abertas. Inclinou a cabeça e cheirou, seus olhos fechando-se por um instante.
"É seu agora", disse ele, sua mão indo para a nuca dela. "Mostra que você é mais que uma esposinha comportada."
Com um gemido de submissão total, Lara abriu a boca e levou a cabeça dele para dentro.
Osvaldo soltou um rugido baixo de prazer. "Isso, sua putinha linda. Enfia tudo."
Ela tentou, mas ele era grande demais. Babava enquanto tentava acomodá-lo, suas mãos indo para a base para guiá-lo. Os sons eram obscenos — seus engasgos, seus gemidos, os sons úmidos de sua boca trabalhando.
"Mais fundo", ele ordenou, pressionando sua nuca. "Engole essa porra toda."
Eu estava me masturbando com força, prestes a gozar, quando Osvaldo fez algo que congelou meu sangue.
"Para", disse ele abruptamente.
Lara recuou, confusa, saliva e pré-gozo escorrendo de seu queixo.
"Você é muito boa nisso", continuou ele, seu tom agora diferente — mais frio, calculista. "Mas sabe de uma coisa? Isso tudo foi uma aposta."
Lara congelou. "O que?"
"Uma aposta entre eu e seu marido. Ele apostou que você não cairia. Eu apostei que conseguiria fazer você mamar meu pau em menos de duas visitas."
O rosto de Lara perdeu toda a cor. Depois, lentamente, uma onda vermelha de raiva subiu de seu pescoço até seu rosto.
"O que... você está dizendo?"
"Paulo está aqui, aliás", disse Osvaldo, apontando casualmente na minha direção. "Escondido, nos observando. Assistindo sua esposinha direitinha engolindo o pau de um velho."
Eu me encolhi atrás do sofá, meu desejo evaporando em puro pânico.
Lara se levantou lentamente, seus olhos agora faíscas de fúria pura. Mas então, algo extraordinário aconteceu. Em vez de chorar, gritar ou correr, ela começou a rir. Um riso baixo, amargo, perigoso.
"Uma aposta", repetiu ela, limpando o queixo com as costas da mão. "Então ele queria me ver assim? Sua pequena esposa obediente, de joelhos para outro homem?"
"Exatamente", confirmou Osvaldo, observando-a com interesse renovado.
Ela caminhou até ele, seus olhos fixos em seu rosto. "E você... você só queria ganhar a aposta?"
Ele sorriu, um sorriso de lobo velho. "No começo, sim. Agora... agora vejo que valeria mesmo sem aposta nenhuma."
Lara mordeu seu lábio inferior, seu cérebro trabalhando rapidamente. Eu podia quase ouvir os pensamentos girando.
"Pega seu celular", ordenou ela.
Osvaldo ergueu uma sobrancelha. "Para quê?"
"Para gravar", ela respondeu, sua voz agora gelada e determinada. "Se ele queria um show, vai ter um show completo. Mas vai ser do meu jeito."
Uma lenta compreensão iluminou o rosto de Osvaldo. Ele pegou o celular do bolso, configurou-o para gravar e apoiou-o em uma estante, com ângulo para capturar a poltrona e o espaço ao redor.
"Está pronto?", perguntou Lara, começando a desabotoar sua blusa.
"Mais que pronto."
Ela tirou a blusa lentamente, depois o sutiã. Seus seios caíram, pesados e perfeitos, os mamilos escuros já duros de excitação e raiva. Em seguida, despiu a saia jeans e a calcinha, ficando completamente nua diante dele — seu corpo esculpido, as coxas grossas, a bunda carnuda, a buceta perfeita com seu clitóris avantajado já inchado e visível.
"Você vai me foder", anunciou ela, sua voz tremendo não de vergonha, mas de pura determinação. "Vai me foder como eu nunca fui fodida na vida. E ele vai assistir tudo. Cada segundo."
Osvaldo sorriu, seu pau ainda duro e latejante. "Com prazer."
Lara então olhou diretamente para onde eu estava escondido, seus olhos queimando através da fresta.
"Você ouviu, Paulo? Você queria uma puta? Agora vai ter uma. Mas cuidado com o que deseja."
Ela então subiu na poltrona, cavalgando Osvaldo, guiando seu pau enorme para dentro dela com uma determinação que era assustadora e excitante ao mesmo tempo.
Quando ele entrou nela, ela gritou — um grito de dor, prazer e vingança. E começou a cavalgar com uma fúria que era magnífica de se ver.
Eu, trêmulo, com meu pau agora mole de medo e excitação conflitantes, assisti. Assistir minha esposa ser possuída por outro homem era meu maior fetiche. Ver ela fazê-lo por vingança, sabendo que eu estava assistindo... isso era algo completamente novo.
E enquanto os gemos dela enchiam a casa, misturados com os grunhidos de prazer de Osvaldo, eu sabia que nada nunca mais seria o mesmo.
O jogo tinha virado. E eu não tinha mais controle algum sobre as regras.
E aí? Gostaram d emais uma história de minha esposa?
Em breve, mais histórias ...





Meu amigo Paulo parabéns por sua coragem de fazer essa aposta proibida vc não ganhou a aposta mas realizou o seu desejo que era ver a sua esposa muito gostosa por sinal eu vi nas fotos dela um tesão e infelizmente não tinha como vc ganhar essa aposta até pq vc estava em desvantagem por ter uma esposa muito gostosa demais e o opisitor um sr muito experiente em comer mulher casada e o Osvaldo sabia que iria ganhar a aposta proibida era ele fazer a sua esposa Lara só mamar na rola dele e econseguiu
Paulo eu acho que a aposta não é proibida não a aposta quem aposta sempre deve imaginar que as vezes pode ganhar confiando cegamente em sua esposa fiel e honesta que ela não ia seder pra outro homem e o seu Osvaldo é um coroa experiênte e comedor de todas na empresa e usou a aposta contra vc contando pr a sua esposa e ela ficou muito nervosa e se sentiu enganada e quiz vingar de vc dando bem gostoso pr o seu Osvaldo e vc realizou o seu fetiche e vc saiu ganhando muito e o Osvaldo ganhou a aposta
que delicia de esposinha maravilhosa e putinha.. toda deliciosa... adoro