Eu sou um punheteiro nato, não me considero um bissexual, mas na minha infância tive experiências com um homem, um senhor, muito carinhoso comigo, me ensinou as delícias do sexo, na descoberta da adolescência, depois, na faculdade, tive mais duas experiências casuais e nada mais. Depois, adulto, meu foco eram as mulheres e acabei casando com a Ana, no começo, nosso sexo era intenso, mas a chama vem se apagando.
Em nosso condomínio, não existem muros entre as unidades e recentemente, um novo vizinho chegou. Um empresário, Paulo, também maduro, divorciado, 1,80h, barbudo, estilo comedor, carrão, relógio, musculoso e sempre tinha uma festinha com belas mulheres em sua casa, aos fins de semana. Eu ficava apenas observando toda aquela movimentação. Certa vez, enquanto eu lavava o carro, ele chegou, se apresentou, muito educado e disse que faria um churrasco na casa dele, sendo assim, nos convidou para participar, eu agradeci o convite e disse que iria conversar com minha esposa, trocamos contato. À noite, quando minha esposa chegou do trabalho, contei sobre o convite e ela achou bom interagir com os vizinhos. No dia seguinte, Paulo mandou uma mensagem pela manhã, perguntou se eu poderia dar uma ajuda na organização do churrasco, acabou ficando sozinho na missão. Falei com Ana e ela concordou ser uma boa dar este apoio, ela iria passar o dia no salão, coisas de mulher, eu já sabia que ela estaria uma deusa neste churrasco.
Cheguei na casa do Paulo perto das 9h, já fazia calor e ele me recebeu de bermuda e sem camisa, o cara era trincado e eu, liso, gordinho. Começamos a arrumar as coisas, mesas, cadeiras, churrasqueira e o Paulo fazendo um verdadeiro inquérito sobre quem eu era, o que gostava, como foi que eu acabei casando e outras perguntas que rodeavam a minha esposa, a Ana, estava um clima tranquilo, lá pelas 11h ele me ofereceu uma bebida, começamos a tomar whisky com energético e ele começou a acender a churrasqueira.
Paulo começou a contar detalhes de sua vida, a bebida foi subindo, o macho curtia contar os detalhes das sacanagens, tudo muito excitante. Ele confessou para mim que era um tarado, um ficcionado em cú, sentia um tesão absurdo por comer um rabo, não importava se fosse de homem ou mulher, cuzinho é tudo igual! Já estávamos mais altos com a bebida, estômago vazio e acabamos rindo. Ele me perguntou: E você Lauro, sua esposa curte liberar o cú? Fiquei confuso com a pergunta dúbia, ele riu e perguntou se eu comia o cuzinho da Ana. Respondi que não, ela abominava sexo anal. Ele riu e disse que eu tinha de ser pulso firme, pois esposa precisa dar o rabo para o marido, se não, outro come.
O calor estava aumentando com aquela conversa, eu já estava alto, foi quando o Paulo me chamou para tomar uma ducha, que ficava ao lado da churrasqueira. Eu disse que ia em casa pegar um short de banho, ele disse que não havia necessidade, estávamos apenas ele e eu na casa, dois homens, sem problemas tomar uma ducha de cueca, ou pelado.
Paulo ligou a ducha e tirou a bermuda, estava de sunga branca e de cara eu notei o tamanho do pacote. Ele literalmente, tirou minha bermuda e me levou para ducha, quando eu sai, notei que ele me observava e falou: Você tem uma bunda arrumada heim? Eu apenas ri e disse que ele já estava bêbado, ele riu e falou, você também. Bebemos mais e eu não conseguia tirar os olhos do volume da sunga branca, foi então que ele se molhou e tudo ficou transparente e o pau estava ereto.
Ele era um verdadeiro exibicionista, chegou perto de mim na churrasqueira, olhei de lado e vi que a cabeça da rola saia por cima da sunga, o tecido não comportava aquele volume. Ele chegou perto de mim e começou a brincar com perguntas: Lauro, qual tipo de carne você prefere? Picanha ou linguiça?
Eu ria desconcertado, mas decidi entrar na brincadeira, disse que preferia uma linguiça bem grossa. Ele chegou mais perto e falou encostando no meu ouvido: Tenho uma linguiça só para você, quer experimentar?
Eu me arrepiei todo, ele segurou na minha mão e levou até a sua rola imensa, por cima da sunga. Tentei argumentar algo e fugir dali, já era tarde, ela segurou no meu braço e me levou até o sofá na sala. Passou a mão na minha nuca, uma mão forte, forçou levemente meu corpo para abaixar, fiquei hipnotizado olhando aquele pinto. Ele disse: Todo seu vizinho, aproveita.
Ainda com a mão na minha nuca, puxou a minha boca ao encontro de sua pica latejante e cheia de veias. Comecei a beijar a cabeça da rola exposta, passando a língua e fui libertando aquele mastro. Engoli o máximo que pude e comecei a mamar deliciosamente.
Ele estava delirando com acena e dizia: Vai seu safadinho, não me enganei com você, desde a primeira vez que te vi. Sabia que tinha um viadinho escondido aí.
Ele então se sentou no sofá e continuei a chupar, eu estava delirando de prazer, não lembrava mais daquela sensação, de submissão ao macho. Mamei até o meu queixo doer, fui acelerando e senti que ele iria gozar. Foi quando, no momento de explodir, ele segurou minha cabeça e empurrou, senti o jato quente de esperma no fundo da minha garganta, jorrou muito e acabei engolindo boa parte.
Ele sorriu e disse: Gosto assim, safadinho e obediente! Você vai ser obedecer quando eu mandar, certo? Quer ser a minha putinha? Quer?
Eu estava fora de mim e disse que sim. Mas, notei algo que me impressionou, o pau do Paulo, não abaixava, continuava duro.
Então, ele levantou, preparou outra dose de whisky dupla e mandou eu virar, disse que eu ia precisar. Não entendi, acabei bebendo para tirar o gosto de porra. Então ele me levantou e me colocou de quatro no sofá. Eu relutei e disse que já estava bom, ele já havia gozado, ele riu.
Lauro, você vai dar esse cuzinho para mim. Vou ser carinho e você vai pedir mais, tenha certeza.
O homem era bom de convencimento, tirou minha cueca, me colocou de quatro e eu senti a língua dele invadir meu rabo. Eu me tremi todo e um arrepio correu a minha espinha. Ele segurava minha bunda com firmeza, eu sentia aquela língua áspera me invadindo e a sensação da barba era impressionante.
Paulo lubrificou meu rabo como se eu fosse uma caça, pronta a ser devorada. Levantou e eu o senti posicionar a rola dele na entrada do meu cuzinho. Inclinou o seu corpo sobre mim, eu fiquei pequeno perto daquele gigante. Chegou mais uma vez no meu ouvido e disse: Empina essa bunda gorda para o seu macho, vai putinha.
Prontamente eu empinei e senti que aos poucos ele forçava a entrada, dilatando e abrindo caminho. Ele não parou por aí, o macho gostava de falar.
_ Empina mais safado, pede a rola do seu macho. Será que a sua esposa vai gostar deste pau? Já imaginou ela sentindo o mesmo que você?? Tenho certeza que ali existe uma putinha escondida, igual a você.
Nesse momento eu enlouqueci e vi a cena em pensamento. Aproveitando o meu tesão, ele empurrou mais e aquela cabeça imensa invadiu meu rabo, eu urrei de prazer. Ele continuou a me provocar!
_ Meu safadinho, muito bem, agora rebola para minha pica ir até o fundo do seu cuzinho.
Ele segurou minha cintura com forma e foi enterrando o resto.
Gritei de dor, minhas pernas ficaram moles. Ele parou, disse para eu relaxar.
Continuou a falar no meu ouvido: Eu acho que a sua mulher vai aguentar mais que você, vai sentar no meu pau e rebolar. Você me deixa comer a sua esposa? Me autoriza? Posso dar este prazer para a sua mulherzinha?
Eu estava muito excitado com aquilo tudo, meu rabo já estava acostumando com o invasor. Ele iniciou um vai e vem cadenciado, devagar.
Enquanto me comia, ele fala muita safadeza e aquilo me excitava mais.
_ Vizinho, eu quero foder a sua mulher e vou comer o rabo dela, você permite? Diz que sim, anda! Libera sua esposa, vou transforma-la em uma putinha, vou comer vocês dois, o que acha?
O ritmo aumentava e ele insistia nisso e o meu tesão estava a mil.
Responde vizinho, posso comer atua mulher? E eu, nos meus delírios disse que sim, imaginando a cena e acabei gozando, sem tocar no meu pau. E ele, percebendo, acelerou mais e socou com força, gozando em seguida e lubrificando meu cuzinho com aquele pau descomunal.
Acabamos desfalecendo na sala. Cochilei por alguns minutos, acordei com o celular e minha esposa perguntando como estava a organização do churrasco, eu disse que havíamos acabado, já estava voltando para casa.
Deixei a casa do vizinho, ele estava desmaiado no sofá. No caminho senti a porra deslizando pelas minhas pernas, eu exalava sexo e estava tonto. Fui direto para o banho, senti o tamanho do rombo no meu rabo. Durante o banho relembrei cada momento, que loucura foi aquela? Ainda bem que Ana não estava em casa.
Horas depois, recebi uma mensagem de Paulo, dizendo que o churrasco havia sido transferido para o outro fim de semana, por questões técnicas. Avisei a minha esposa, a qual ficou brava, pois estava toda arrumada. Então ela ficou de cara feia e eu fui dormir, esgotado pelo sexo violento.
Mas, a história não acaba aqui, está apenas começando.
No outro dia, acordei com muito tesão e investi em minha esposa, ela relutou no início, mas acabou cedendo. Fizemos um sexo maravilhoso, porém, várias cenas não saiam da minha cabeça. Aquele homem havia plantado uma informação no meu subconsciente, pois eu comecei a visualizar minha mulher, nas mesmas cenas que aconteceram comigo. Isso me deixou cheio de tesão e gozei alucinado. Ela ficou impressionada e perguntou o que havia acontecido, pois há tempos não me via na quele tesão todo. Apenas sorri e disse que estava com saudade de fazer amor, com mais intensidade.
Na quinta-feira, recebi uma mensagem de Paulo, perguntou como eu estava, se estava com todas as partes inteiras. Eu disse que estava bem e que tudo foi um momento sem controle. Ele riu, mas disse para eu não esquecer a promessa que eu fiz, perguntei qual? Ele disse: Você me liberou para comer sua mulher, lembra?
Eu juro que não entendi e apelei: Você deve estar de brincadeira!



