Depois que o André me largou (dizendo que eu era “puta demais pra namorar, só servia pra dar o cu e a buceta”), o Caio, coitado, tinha aceitado me receber de volta jurando que íamos recomeçar do zero e que eu o amava. Mas pra ele não ficar cismado que eu fosse ter uma recaída, fomos morar em Salvador, na Bahia, longe do passado. Eu fingi que concordava. Na verdade, eu só queria estabilidade: um teto, alguém que pagasse as contas e me tratasse com carinho quando eu chegasse cheirando a outro homem.
Mas o sexo com ele… ai, meu Deus. Era uma piada. Ele chegava em casa todo animadinho, me beijava com carinho, chupava minha buceta (que muitas vezes ainda estava melada de outro cara) e metia aqueles 12 cm fininhos por uns minutinhos. Eu fingia gemer, gozava rapidinho com o dedo dele no clitóris e depois virava pro lado pra dormir. Ele se contentava com punheta ou lambendo o que sobrava. Eu ria por dentro: “Esse corno ainda acha que me satisfaz…”
A gota d’água veio numa noite em que eu voltei tarde de um “trabalho extra”. Tinha saído com dois clientes que pagaram bem pra me ver chupando os dois e depois me foderem juntos. Cheguei em casa com a calcinha encharcada, o cuzinho ardendo e marcas de chupão no pescoço que nem maquiagem disfarçava direito. O Caio estava acordado, esperando. Começou a reclamar, dizendo que eu tinha prometido mudar, que a gente tinha vindo pra Bahia pra esquecer toda aquela putaria.
Eu ri na cara dele. “Esquecer? Caio, eu nunca prometi nada disso de verdade. Você sabe que eu gosto de pau grande, de ser tratada como vadia. Você me dá carinho, mas não me fode como eu preciso.” Ele ficou quieto, com aquela cara de corno sofrido que eu já conhecia bem. Brigamos feio. Eu disse que não aguentava mais fingir, que ele era um bom amigo, mas como homem… bem, como homem ele servia mais pra pagar as contas. No dia seguinte eu fiz as malas e saí. Não foi uma separação dramática com choro — eu só peguei minhas coisas e falei: “Fica bem, corno. Quem sabe a gente continua amigo.”
Ele ficou arrasado. Eu soube depois que passou quase dois anos sem transar com ninguém, se afundando na academia pra tentar melhorar o corpo e a autoestima. Enquanto isso, eu continuava minha vida: praia, academia, uns programas seletos e muita safadeza com negões da Bahia (que, nossa, tem bastante por aqui).
Foi nessa época que o Caio conheceu a Bárbara. Eu ainda não a conhecia pessoalmente, mas soube de longe. Ele me mandou mensagem um dia, todo orgulhoso: “Conheci uma mulher incrível, pretinha, bunda enorme, boca carnuda… vamos namorar.” Eu respondi com emoji de riso: “Parabéns, Caio. Tomara que ela te dê o que eu nunca dei.” Por dentro eu já imaginava: mais uma que ia acabar descobrindo o pauzinho dele e procurando diversão em outro lugar.
O que eu não sabia na época era que a Bárbara era tão puta quanto eu. Ela tinha uma filha adolescente gostosa chamada Dandara, trabalhava, malhava e adorava uma rola grossa tanto quanto eu. O Caio achava que tinha achado o amor da vida dele — transou com ela no primeiro encontro, declarou amor e já quis morar junto. Mas a Bárbara, assim como eu, logo percebeu que ele era mais um “corno bonzinho” do que um macho de verdade.
Eu só vim conhecer a Bárbara pessoalmente uns meses depois, quando o Caio (já namorando firme com ela) resolveu me chamar pra um “encontro de amigos” pra mostrar que tinha superado. Cheguei na casa dele pro churrasco na piscina, com um biquíni minúsculo, marquinha bem pequena, e lá estava ela: pretinha, 1,56 m, bunda que balançava só de andar, seios fartos e aquele olhar de quem já comeu o mundo. A gente se olhou e… clique. Instantâneo. Sorrimos uma pra outra como quem já sabe o jogo.
Enquanto o Caio preparava o churrasquinho, eu e a Bárbara fomos conversar. Em menos de dez minutos já estávamos rindo das mesmas coisas: do pau pequeno do Caio, de como ele goza rápido, de como nós duas adoramos ser fodidas de verdade. Ela confessou que já tinha traído ele algumas vezes com um personal da academia. Eu contei sobre o André e os outros.
A partir dali, viramos inseparáveis. Melhores amigas… e muito mais. O Caio achava que era só amizade feminina. Coitado. Ele não fazia ideia que, enquanto ele estava no trabalho, eu e a Bárbara estávamos na casa dela se chupando, usando vibrador uma na outra e rindo dele. E o melhor: a Dandara começou a entrar no meio da brincadeira também…
Mas isso eu conto na próxima parte, com todos os detalhes bem safados. Porque agora, além de ter traído o Caio, eu também tô sendo amante da atual dele… e ele ainda paga as contas pra gente. ??

