Aquela tarde de terça-feira tinha um peso diferente. O sol de outono entrava pelas frestas da persiana da nossa sala, desenhando listras de luz sobre o tapete. Sofia chegou da escola e, antes mesmo de pousar a bolsa ou tirar os óculos, ela me olhou. Não era o olhar da professora cansada; era o olhar de uma mulher que trazia no corpo os vestígios de uma batalha clandestina. Sem dizer uma única palavra, ela segurou minha mão. Seus dedos estavam frios, mas a palma de sua mão suava. Ela me conduziu pelo corredor até o nosso quarto. O silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo som dos nossos passos e pelo roçar das coxas dela sob a calça de poliamida justa que desenhava sua bunda generosa. No quarto, ela se deitou na cama de casal que compartilhávamos há duas décadas. Com movimentos lentos e deliberados, ela se despiu. Primeiro a blusa, revelando os seios fartos ainda com as marcas arroxeadas da pegada bruta do garoto; depois a calça, que ela deslizou pelas pernas grossas. Como eu já esperava, ela estava sem nada por baixo. A pele da sua intimidade, que ela agora mantinha totalmente lisa e impecável, brilhava sob a luz baixa, mas não era apenas de suor. Ela me puxou pelos ombros, forçando meus 100kg a me ajoelhar entre suas pernas abertas, que ela escancarou sem qualquer pudor. — Limpe, João — ela sussurrou, a primeira frase dita em horas, com uma autoridade que me arrepiou. — Limpe cada gota de leite que ele deixou em mim. Aproximei meu rosto e, antes mesmo de tocar, o aroma me atingiu em cheio. Era algo acre, metálico, o cheiro de um homem jovem e urgente misturado à excitação dela. Quando minha língua encontrou sua buceta, o choque foi físico: senti uma substância viscosa, densa e morna, acumulada ali como um troféu de posse. Tentei recuar por um instinto primitivo, mas as mãos de Sofia cravaram-se no meu cabelo com uma força selvagem. Ela me manteve ali, pressionando meu rosto contra sua buceta macia e úmida, obrigando-me a provar o que não era meu. Trabalhei com uma dedicação que nunca tive em 20 anos. Senti o gosto salgado e denso da gozada do garoto se misturando aos fluidos dela. Eu era o empresário bem-sucedido de 40 anos, reduzido ao papel de zelador, saboreando a prova cabal de que outro homem havia reivindicado minha esposa poucas horas antes. Sofia delirava, arqueando o quadril e esfregando-se contra meu rosto, gemendo o nome do aluno entre dentes enquanto eu limpava os rastros daquela invasão. Quando finalmente terminei, com o rosto úmido e a respiração pesada, tentei subir sobre ela. Eu precisava possuí-la, precisava sentir que ainda tinha algum domínio. Mas ela espalmou a mão firme no meu peito, negando-me a entrada. — Hoje não, João — disse ela, com um sorriso carregado de uma nova e excitante crueldade. — Hoje o meu corpo está marcado por ele. Você só tem o direito de olhar. Ela se ajeitou nos travesseiros, mantendo-se aberta e exposta, e permitiu que eu me masturbasse diante daquela visão. Enquanto eu o fazia, a voz dela começou a narrar, com uma crueza que me fazia latejar. — Foi no almoxarifado, João... entre as estantes de metal. Ele me prensou com tanta força que senti os parafusos nas minhas costas. Ele não pediu permissão; ele simplesmente levantou minha saia e me comeu ali mesmo, com a urgência de quem sabe que pode ser pego a qualquer segundo. Eu sentia o calor dele, a força bruta de um corpo jovem me esmagando. E quando ele chegou ao limite, ele não hesitou... ele gozou tudo dentro de mim, uma descarga quente e profunda que pareceu me preencher por completo. Eu senti cada pulsação dele, João. Ele me chamou de sua cadela de óculos, e eu... eu apenas fechei os olhos e aceitei que ele me marcasse por dentro. Eu olhava para ela, para a minha "professora recatada", e a imagem dela sendo preenchida por aquele moleque enquanto eu estava no escritório era o combustível mais potente que eu já havia experimentado. O segredo agora tinha um gosto real. E eu queria mais.
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Que delícia, fez o corno limpar tudinho e ainda não deixou comer maravilhosa que bunda linda se eu sou aluno também ficaria louco. Parabéns não vai demorar pra ele comer a bunda dela e tomara que ele seja o primeiro afinal desconfio que vc nunca comeu né corno kkkk
Nossa, que delicia de conto, bem curtinho e bem intenso, direto, bem escrito e excitante. Marido de esposa linda, gostosa e bem safadinha é assim mesmo, tem que cuidar dela, depois que ela chega em casa cansadinha, ter carinhos com ela e mostrar que a ama acima de tudo e de todos.
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