Esse fim de semana foi incrível e aconteceu muita coisa, então se preparem:
Eu morava numa casa de beira de praia, numa cidade muito famosa no litoral do Rio de Janeiro. A casa era grande e ficava bem em frente a uma praia magnífica e tinha uma varanda grande e aconchegante onde as vezes eu reunia os amigos pra ouvir um som chill house e beber umas cervejas de frente para o pôr do sol.
Numa dessas reuniões um amigo que era DJ e era casado, deu uma escapada com uma gatinha carioca e foi com ela para a festinha. Eles chegaram, por volta das 21h. Ele muito alegre e animado me cumprimentou e me apresentou Clara. Ela era morena clara, olhos amendoados, estatura média, cabelos castanhos, compridos e encaracolados, muito gostosa (sem ser malhada de academia, gostosa natural), bundão redondo firme e carnudo, sem barriga e seios volumosos e atraentes. Ela estava com um vestido bege curto e decotado nos seios e principalmente nas costas, e calçava sandálias de borracha altas da Reef Brazil, que era moda na época. Clara me deu um abraço, roçando seus seios sem soutien em mim, dois beijinhos no rosto e me olhou maliciosamente, me deixando instigado.
A chegada daquela beldade na festa realmente chocou o ambiente pois ela era espetacular e estava radiante depois de um dia de curtição no mar de Angra. Segundo ele me falou, eles já tinham passado o dia no mar em um passeio de lancha e já tinham bebido e transado bastante. Então ele resolveu ir pra essa festinha na minha casa pra tirar uma onda com a gata, socializar um pouco com a galera, dançar com ela na frente dos amigos e deixar todos com inveja.
Acontece que a mulher desse amigo DJ soube que ele estava lá e apareceu do nada, muito puta da vida, pois ele tinha sumido o dia todo e foi pra nossa festa sem ela. Pelo que pareceu ela não sabia que ele estava com a Clara. Ela ficou dando bronca nele na frente de todo mundo enquanto Clara veio pra perto de mim e ficou conversando comigo como se nada estivesse acontecendo. A mulher do meu amigo estava muito emburrada, não estava com clima pra ficar na festa e praticamente rebocou o meu amigo DJ de volta pra casa, deixando Clara sozinha na festa.
Clara estava adorando aquele ambiente a beira mar e pareceu não se importar. Começou a dançar comigo super sorridente e com cara de sapeca. Logo nos beijamos e eu disse pra ela não se preocupar que eu iria cuidar bem dela. Enquanto dançávamos e nos beijávamos, ela sentiu o calibre da minha espada e sem pudor algum me apalpou e me disse que iria adorar passar a noite comigo.
O barraco que a esposa do amigo arranjou acabou dando uma esfriada em algumas pessoas e pouco a pouco os convidados foram indo embora e logo estávamos sozinhos dançando.
Tirei o laço do seu vestidinho, atrás do seu pescoço e desci seu vestidinho até a sua fina cintura de quadris largos, enquanto ia enlaçando-a com meus braços fortes ao redor do seu quadril, e beijando seu pescocinho cheiroso. Olhei seus seios firmes e volumosos, de aréolas roxas e fiquei maluco. Apertei aqueles seios naturais e empinados, lambi e mordi de leve aqueles mamilos apetitosos enquanto ela começou a rebolar aquelas ancas e foi baixando o vestidinho até o chão, subindo um pé após o outro, de forma elegante e charmosa. Se desvencilhou do vestido, ficando só de sandálias altas e calcinha branca, minúscula, de alças finas e cravada, tipo fio dental.
Ela deu uma rodadinha, como uma modelo, se mostrando pra mim. Sua barriguinha chapada e sua bunda grande, com glúteos firmes e bronzeados, naquela calcinha branca que não cobria nada atrás me deixavam cada vez mais fissurado. Na frente, a sua calcinha branca de rendinha também era muito pequena e deixava a marca do biquíni aparecendo, aumentando meu tesão.
Então ela ficou de joelhos sobre seu vestidinho enquanto eu abri o cinto e o zíper, e baixei minha calça até os joelhos. Seus olhos amendoados brilharam quando ela viu minha pistola de 22 cm, grossa de cabeça grande e roxa armada, apontando pra cima e pronta pra disparar.
De olhos aberto, ora olhando nos meus olhos, ora olhando pra cabeça do meu pau, ela ia passando a língua pelas bolas, que estavam grandes e inchadas, lambendo e beijando cada lateral da haste grossa, até chegar na cabeça, que lambeu com a pontinha da língua, beijou com carinho, e então foi engolindo e sugando carinhosamente, num vai vem delicioso, enquanto passava a ponta de suas unhas pela minha bunda e coxas me deixando ainda mais tesudo.
Era uma sexta feira de verão, a lua estava cheia, linda, as estrelas estavam brilhantes, o barulho das ondas chiando na beira da praia e eu ali na minha varanda com aquela super, gata carioca da zona sul, ajoelhadinha, me mamando e engolindo meu grosso calibre até o talo com carinha de putinha apaixonada. Nada poderia ser melhor.
Após longos minutos ganhando aquela chupada deliciosa na varanda sob a lua, a peguei no colo e a levei para o sofá, onde me sentei e disse para ela me cavalgar.
Então Clara, em pé na minha frente, foi descendo a sua calcinha de renda branca e minúscula de uma forma extremamente sexy e sensual, dando umas reboladinhas muito gostosas. Então pude ver sua rachinha, totalmente depilada. E muito pequenininha. Uma delícia realmente! Ela afastou os lábios externos com os dedos pra me mostrar seu grelinho intumescido e molhado, e seus lábios internos rosados, quase roxos, já molhados de tesão.
Ela se colocou ajoelhada em cima de mim, fazendo biquinho com os lábios, me olhando com cara de menininha levada, segurou meu pau e foi descendo lentamente. Ela era muito apertada e, mesmo super lubrificada, ia descendo milímetro a milímetro, me permitindo ir sentindo a cabeça grossa do meu pau ir ganhando terreno dentro de sua bucetinha quente e molhada. Quando a cabeça já estava toda dentro ela parou de descer e ficou rebolando lentamente, curtindo meu pau e me dizendo como ele era grosso e gostoso. Continuou a descer, subia mais um pouco, pra em seguida descer mais até meu pau estar totalmente enfiado naquela gostosinha que chegou acompanhada de meu amigo infiel e agora, pouco tempo depois, estava me cavalgando apaixonadamente.
Ela descia até o meu pau estar atochado até o talo, então ficava remexendo seus quadris lentamente de frente para trás e de trás para frente. Com seus braços apoiados em minhas pernas, me oferecia seus seios maravilhosos para eu saborear. Depois envolveu seus braços em meu pescoço, sugando minha língua, passando sua língua em minhas orelhas, respirando fundo no meu ouvindo e me enchendo de tesão.
Ela não era escrachada como aquelas funkeiras vulgares, era dedicada e delicada, sua intensidade estava a flor da pele, em seu suor, sua respiração desconexa e seus olhos revirados. Ela dizia que meu pau era muito grosso e gostoso e que ela ia gozar. Então começou a ter orgasmos múltiplos, dizendo que amava meu pau e que queria me dar durante o final de semana inteiro.
Após quinze ou vinte minutos, nós já estávamos suados e apaixonados e eu poderia ficar ali durante toda a noite naquele namorinho gostoso, mas numa sentada mais forte que ela deu, eu anunciei que ia gozar. Aí então que ela se sentou com vontade, ficou esfregando seu grelinho em meu púbis até que eu descarregasse minha porra quente e grossa no fundo de seu útero, em seis ou sete jatadas de leite quente. Meu pau ficou latejando durante vários minutos dentro dela enquanto nos beijávamos como loucos, entrelaçando nossas línguas e sugando um a língua do outro alternadamente.
Ela com aqueles olhos amendoados me fitando de pertinho, me disse que tinha adorado me dar e que o final de semana estava só começando.
Ela foi tomar um banho, enquanto eu fui guardar as coisas da festa e dar uma geral na varanda e na casa. Ela saiu do banheiro espetacularmente nua e foi se refrescar na varanda enquanto eu tomei um banho e preparei um lanche para nós dois.
Enquanto lanchávamos, ela me disse que morava em Botafogo, no Rio de Janeiro e tinha vindo pra Angra com a mãe e o noivo para passar o fim de semana. Logo que chegaram, ela se trancou no quarto com o noivo, deu um chá de buceta nele e depois colocou um produto tipo calmante no suco do seu noivo para ele adormecer, para que ela pudesse sair durante a tarde de lancha com a mãe e os amigos. O passeio foi na lancha do DJ que tinha sido um caso antigo dela, e a mãe dela também ficou com um cara durante o passeio. Inclusive ela me disse que viu a mãe transando gostoso na proa da lancha, o que a deixou com muito tesão.
Depois do lanche fomos para a cama. Mais tranquilos e saciados, ela se ajoelhou sobre mim com a sua chaninha sobre meu rosto a poucos centímetros da minha boca e me pediu para lhe chupar a bucetinha. Eu abri delicadamente seus lábios rosados arroxeados e senti aquele cheirinho de puta no cio que eu adoro. Primeiro passei a língua entre o seu ânus e a sua chaninha, depois comecei a tilintar com a ponta da língua o seu canal vaginal, que a esta altura já estava ficando ensopado. Que delícia chupar e degustar uma bucetinha molhada. Ia passando a língua pelos lábios internos, enfiava a língua inteira dentro e depois tilintava e chupava o grelinho. Ela revirava os olhos, jogava a cabeça para trás e dizia que ia gozar de novo. Gozou muito, a ponto de deixar o meu rosto todo molhado com seus líquidos. Então foi descendo o seu corpo, me beijando a boca e sugando a minha língua, dizendo que adorava o gosto da sua própria bucetinha, até encostar a sua racha na cabeça do meu pau. Ficou ali brincando, me beijando, me olhando nos olhos com aquele olhar angelical de menina mimada, e pediu:
-Amor, come meu cúzinho?
-Claro amor! Como sim, deixa comigo. Respondi
Clara saiu de cima de mim e ficou de quatro, os joelhos bem separados criando espaço entre uma nádega e outra, e deitou seu rostinho de lado no travesseiro, deixando o seu anelzinho bem exposto pra eu furar.
Ela tinha gozado tanto na minha língua que toda a região estava encharcada de gozo. Aí mesmo que me deu vontade de chupar aquele cuzinho roxo mais lindo do mundo.
Comecei a passar a minha língua pelo lado externo do anel, de forma circular, depois por dentro. Nossa que delícia de cuzinho. Clara estava com muito tesão e seu cuzinho piscava gostoso na minha língua. Enfiei bem a língua e ela delirava, falava que a minha língua era uma delícia, pra eu preparar o cuzinho dela bastante e quando fosse comer, comer devagarinho pra ela poder sentir meu pau entrando e piscar no meu pau.
Então eu coloquei a ponta do dedão da mão direita, fiz uns movimentos circulares pra ir amaciando e depois enfiei até o fundo. Clarinha já rebolava e dizia que estava com muito tesão no cúzinho. Depois, sem tirar o dedão da mão direita, eu coloquei a ponta do dedão da mão esquerda e fui puxando cada um pra um lado, pra esticar o anelzinho dela.
Ela delirou:
-Abre meu cúzinho gostoso amor! Abre pra poder caber seu caralhão todo até as bolas dentro do meu cúzinho, amor!
Eu, ouvindo aqui, via que o tesão de Clarinha não era fingimento, era algo real. Ela era uma putinha ninfomaníaca tarada por sexo e precisava ser saciada de qualquer maneira.
Enfiei os dois dedões até o fundo e abri bastante até dar o tamanho aproximadamente da cabeça do meu pau, que é bem grossa.
Então encostei a cabeça do meu pau no anelzinho de Clarinha, enlacei o seu cabelo com a mão direita, e com a mão esquerda apertava os seus mamilos e depois seu grelinho, então puxei sua cabeça pra trás e dei uma estocada de leve, até entrar a cabeça do pau.
Segurei um tempo, massageando seu grelinho e dei mais uma puxada em seu cabelo, fazendo meu pau entrar até a metade. Ela urrava e rebolava. E dizia:
-Vai amor, pode enfiar. Seu pau é grosso, mas eu estou acostumada a levar ferro!!
Então eu dei um puxão bem forte em seu cabelo com uma mão, e com a outra mão eu peguei em seu ombro e a puxei pra trás, cravando até o talo em seu cúzinho apertado.
Não perdi tempo e estoquei com vigor, virando sua cabeça de lado e largando um tapão em seu rostinho perfeito.
-É isso que você quer piranha? Tomar no cú?
-Isso amor. Fode meu cúzinho sem pena, que eu gosto.
Ao ouvir isso meu tesão aumentou tanto que eu estoquei sem parar por uns vinte minutos. A bucetinha dela era a mais apertada que eu já tinha comido, (com a exceção das namoradinhas que eu tirei cabaço, mas isso é história pra outro conto). O seu cuzinho era inacreditavelmente ainda mais apertado. O melhor cú que já comi na minha vida. E ela falando que estava acostumada e que gostava. Puta! Piranha! Vagabunda! Cachorra!
Senti o gozo se aproximando e não falei nada. Dei duas esporradas dentro do cú dela e quando ela sentiu, elegantemente se virou, chegou o rostinho perto do meu pau, abriu a boca de leve e colocou metade da linguinha pra fora. Me olhando nos olhos enquanto eu terminava de gozar em seus lábios e língua.
Aquela beldade ali lambendo os beiços, saboreando minha porra grossa e quente, enquanto umas gotas escorriam penduradas em seu queixo me faziam pensar em como eu sou um cara de sorte.
Ela seu aproximou de mim e me beijou apaixonadamente, enfiando sua língua com gosto de porra em minha boca e me fazendo sentir meu próprio gosto. Salgado, amargo, áspero.
Mas vindo da boca daquela princesa e sabendo que era minha própria produção, não me importei. E parecia que isso dava ainda mais tesão nela, que me beijava como se fossemos o casal mais apaixonado do mundo. Talvez naquele momento, nós fossemos.
Me deitei na cama suado e com o coração acelerado. Ela colocou uma cueca minha dobrada entre suas nádegas e me disse que era pra não escorrer, e que queria dormir com a minha porra dentro do seu cú. E então, delicadamente, ela se deitou com a sua cabeça em meu peito. Eu a abracei carinhosamente e assim adormecemos.
O sábado amanheceu ensolarada na minha praia e na minha cama uma sereia se espreguiçava e me sorria maliciosamente.
Suas mãos já envolviam meu pau e meu saco, e em poucos instantes eu já estava duro igual pedra.
Ela começou a passar a língua em minhas orelhas, dizendo que tinha adorado o sabor do meu leite e que queria mais. Foi lambendo e beijando meu pescoço, meu peito, meus mamilos, onde se demorou um tempo e me deixou delirando, depois desceu com a língua pela minha barriga até chegar na cabeça do meu pau. Lambeu da base até a cabeça, passou a língua ao redor da cabeça e começou uma mamada maravilhosa.
Chupava e punhetava com a linguinha de fora. Descia pra lamber o saco e engolia o pau inteiro de novo. A dado momento ela lambia o meu saco e foi passando a língua pelo meu ânus e me deixou louco. Eu nunca tinha sentido aquilo antes e fui ficando com um tesão louco. Enquanto ela passava a língua ao redor do meu ânus, também enfiava a pontinha da língua nele. Ela me punhetava tão gostoso que esporrei rapidamente. Clara não perdeu tempo, colocou o meu pau todo na boca, até a garganta, e sorveu toda a porra que conseguiu.
-Gatinha gosta de leite matinal amor!!
Colocou a língua pra fora e disse:
-Chupa amor, minha língua! Vê se está com gostinho de macho.
Disse isso e enfiou a língua em minha boca, ao que chupei gostosamente. Ela era muito safada e isso me dava um tesão louco. Meu pau não amoleceu, então ela se sentou em mim, rebolando freneticamente enquanto me beijava gostoso, até anunciar que estava tendo orgasmos múltiplos, gemendo e dizendo que me amava e que amava meu pau.
Eu estava atônito. Mal tinha despertado e a putaria já estava intensa.
Ela desencaixou a bucetinha gozada do meu pau, e se ajoelhou em cima do meu rosto com a sua bucetinha no meu rosto, pedindo:
-Chupa amor! Lambe a minha bucetinha gozadinha!
Puta que pariu que tesão da porra. Ela rebolava e se esfregava no meu rosto, eu com a língua pra fora lambendo aquela buceta que estava com gosto da minha porra misturada com o gosto de seus líquidos. Que loucura. Ela me olhava com uma cara de putinha inocente. Depois se deitou sobre mim e me beijou muito. Que piranha.
Tomamos banho juntos, nos secamos carinhosamente e eu fui pra cozinha preparar um café reforçado e ela foi pra varanda, usando uma camisa minha, sem nada por baixo.
Já eram umas 11h da manhã e alguns turistas curtiam a praia.
Tomamos café e então eu a convidei pra curtir a praia comigo, e ela me respondeu que adoraria, mas ela estava sem roupa de praia e que só poderia ir se fosse de calcinha.
Eu disse:
-Por mim, tudo bem.
Saímos pelo portão da varanda, pisando na areia da praia, eu de bermuda e sem camisa, e ela de calcinha branca rendada escandalosamente pequena e transparente, e ainda por cima de topless balançando aqueles peitões maravilhosos.
Eu levei um lençol para improvisar como canga, e Clarinha se abaixava e empinava aquela bunda de micro calcinha pra ajeitar a canga na areia. Meu Deus, aquela ninfeta ninfomaníaca não me dava sossego. Eu adorava aquelas provocações daquela putinha que tinha caído de paraquedas na minha festa e me fazia me sentir um sultão árabe.
Ela acariciava meu rosto, me olhava nos olhos, falava que estava adorando o fim de semana na praia comigo, e que queria que aquele fim de semana fosse inesquecível para nós.
Eu olhava em volta, não tinha nenhum conhecido e parecia que aqueles turistas não tinham visto ela de topless e calcinha ou não estavam nem aí.
Ela então se espreguiçou, se levantou para olhar em volta, as mansões, as pessoas na praia, o mar azul, cheio de barcos, olhou em minha direção, estendeu a mão em minha direção, e disse:
-Vem amor, vamos entrar na água.
Eu segurei na mão dela e me levantei. Ela me abraçou forte e me beijou. Aquele beijo de língua. Quente. Apaixonada. Passava as mãos no meu rosto, em minhas costas, esfregava seus seios em meu peito e aquela bucetinha de micro calcinha em meu pau.
Deu um passo pra trás, olhou meu pau estourando a bermuda, riu e repetiu:
-Vem amor, vamos entrar na água, deve estar uma delícia.
Eu fiquei ali, em pé de pau duro. Admirando aquele avião desfilar maravilhosa e desinibida até dar um mergulho empinando aquela bunda que eu já tinha metido a rola na noite anterior. Que visão maravilhosa.
O sol estava forte e eu entrei na água levando o protetor solar, que pedi para ela passar em minhas costas.
Foi muito gostoso sentir suas mãos carinhosas passando protetor solar em minhas costas enquanto ela falava baixinho perto da minha orelha que estava adorando estar na praia vestida apenas como aquela calcinha branca transparente e minúscula e com os seios sem biquini, soltos. Ela falava isso enquanto passava de leve seus peitos firmes com mamilos duros em minhas costas.
Estávamos dentro d’água, ajoelhados na areia macia, numa água azul turquesa muito transparente, submersos até a altura do tórax. Então ela veio pra minha frente, esfregando aquela bunda grande e gostosa no meu pau, e pediu para eu passar protetor solar nos seus ombros e nos seus seios, afinal ela não queria ficar com os seios ardendo, pois a sua marquinha era bem branquinha. Estávamos virados para a areia e os seus seios estavam acima da linha d’água. Enquanto eu passava o protetor solar em seus seios grandes, firmes, redondos e empinados, eu beliscava seus mamilos e os apertava com vontade, enquanto ela rebolava sua bunda deliciosa com meu pau duro entre seu rego.
Ela virou seu rostinho de lado, colocou sua boca perto da minha e eu a beijei deliciosamente, e ela me disse que precisava de mim dentro dela urgente. Então ela se virou de frente pra mim, me abraçando e me beijando, encaixou sua chaninha na cabeça do meu pau e começou a rebolar e forçar pra baixo. A pequena calcinha não impediu que meu pau deslizasse pra dentro daquela bucetinha quente. Fomos um pouco mais pro fundo, só nossas ombros e cabeças pra fora da linha d’água, ela rebolava devagar, mas muito gostoso enquanto eu a estocava de baixo pra cima.
Ficamos naquele amorzinho gostoso e então eu percebi que duas moças estavam esticando as suas cangas bem na nossa frente. Duas morenas, uma morena bem bronzeada, de cabelos bem pretos, lisos e compridos, de corpo bem torneado, bunda proeminente e seios médios e firmes, de biquini preto, bem cravado e relativamente pequeno, deixando a bunda bem empinada e valorizando e mostrando boa parte daqueles seios, e uma morena clara mignon, de cabelo na altura dos ombros, seios pequenos e pontiagudos, bundinha firme e redondinha, e um biquini vermelho levemente mais comportado.
Elas molhavam seus pés na água, e passavam bronzeador uma na outra, bem na nossa frente, dando a entender que poderiam entrar na agua a qualquer momento. Clara estava com a sua cabeça voltada para o horizonte e rebolava com vontade, sentando no meu pau com força. Eu disse pra Clara que tinha chegado duas meninas e parecia que elas iriam entrar na água bem na nossa frente, que era melhor a gente disfarçar um pouco.
Então Clarinha saiu de cima de mim, se virou de frente pra praia e eu fiquei a abraçando por trás. Fui chegando pra frente buscando uma profundidade que nos permitisse ficar com os joelhos na areia. Ficamos ali respirando, mas Clarinha não resistiu, pegou no meu pau e de costas pra mim encaixou novamente em sua bucetinha, enquanto empinava bem a bunda, rebolando muito, mas muito devagar mesmo, de uma forma muito sensual e excitante, já que a pouco menos de cinco metros de distância tinha duas gatinhas de biquini suando no sol, se preparando pra entrarem na água, bem onde estávamos transando gostoso.
Eu estava tão envolvido na foda que só reconheci as meninas quando elas estavam entrando na água, já a uns três metros de distância de onde Clarinha me provocava, apertando e soltando aquela bucetinha apertada no meu pau, como se isso fosse possível. Eram Tatiana (Tati) e Michelly. Tati a morena encorpada e Michelly a mignon. Elas trabalhavam no shopping onde eu tinha loja. Eu já tinha dados uns beijos na Tati numa festinha depois do expediente. Ela tinha namorado, mas era muito espertinha. A Michelly também tinha namorado, mas eu nunca tinha visto ela com outra pessoa.
Quando elas entraram na água, elas também me reconheceram, me cumprimentaram a distância acenando e com sorrisinhos. Eu retribuí o cumprimento acenando discretamente e Clara fez questão de acenar com a mão, balançando seus dedinhos elegantes e sorrindo para elas, enquanto rebolava a bunda submersa no meu pau e apertava e soltava aquela bucetinha, envolvendo meu pau e me enlouquecendo de tesão.
As meninas estavam a uns dois metros de distância, mergulhando e se refrescando, e começaram a puxar assunto, dizendo que a água estava ótima. Ao que Clarinha respondeu:
-Está sim, uma delííciaaaa!
Ela disse isso de um jeito sensual, sexy, provocante e sedutor, enquanto apertava, dessa vez com ainda mais força a sua bucetinha ao redor do meu pau e se sentava também com um pouco mais de força. Eu não aguentei e gozei gostoso. Mais uma vez, naquele fim de semana, eu enchia a sua bucetinha com minha porra quente. Eu não sei se consegui disfarçar o tesão da gozada, mas gozei em silencio. Só suspirei fundo e gozei.
Permanecemos ali na mesma posição, e enquanto eu ia botando o pau pra dentro da bermuda, Tati e Michelly se aproximaram e me cumprimentaram elegantemente, com a mão no meu ombro e dois beijinhos no rosto. Eu as apresentei a Clara, que as beijou no rosto e as abraçou gostoso, expondo e esfregando aqueles seios desnudos nos seios cobertos das meninas.
Clara voltou pra mesma posição, de joelhos, na minha frente e de costas para mim, então se contraiu, com os braços esticados levando suas mãos pra frente da sua bucetinha, apertando-a firme, então falou pras meninas que estava com frio e ia pra areia se esquentar no sol. Se virou pra mim, me deu um beijinho na bochecha e me disse baixinho, no pé do ouvido:
-Aproveita com elas um pouco amor.
Então eu a via andando pra areia, contraídinha, mas rebolativa e empinada. Um silêncio pairou no ar por um instante. As meninas completamente impactadas pela beleza e ousadia de Clara, com aqueles seios chamando tanto a atenção quanto aquela bunda deliciosa naquela micro calcinha de renda branca e transparente.
De bocas abertas, sem conseguir tirar os olhos de Clara desfilando aquela bunda, me disseram que minha namorada era de uma beleza estonteante. Eu respondi para elas que não era minha namorada. Que a tinha conhecido ontem na festinha na minha casa de praia, e brinquei, falando que ela tinha acabado de chegar de férias da França, onde fazer topless é normal e ir pra praia de calcinha é a última moda.
A Tati ficou louca, me olhava provocativa, mordia os lábios, olhava pra varanda da minha casa, que estava bem em frente a nós, e perguntou;
-Quando é que você vai nos convidar pra uma de suas festinhas?
Ao que eu respondi:
-No próximo sábado eu estou pensando em fazer outra festinha.
-Há é? E quem vai estar na festa?
-Nós três!
Michelly interveio:
-Mas Tati, é sábado! E os nossos namorados?
Eu disse, botando lenha na fogueira
-Seus namorados não na lista de convidados, se eles vierem vão ser barrados e vão passar vergonha.
Tati respondeu:
-Michelly eu quero muito vir nessa festinha, vamos dar um jeito! E riu. Riu não gargalhou alto, ao mesmo tempo em que já esfregava sua perna na minha e passava as mãos pelos meus ombros.
Eu então puxei Tati pela cintura e a coloquei sentada em minha perna, enquanto apertava e alisava a sua cintura.
Michelly falou:
Assim eu vou ficar com ciúmes!
Então eu respondi:
-Não seja por isso!
Peguei em sua a mão e com delicadeza a puxei pra mim, colocando-a sentada em minha outra perna. Eu ali com uma gata sentada em cada perna, enlaçando as duas pela cintura, as duas com as mãos por sobre meus ombros e me acariciando.
Estávamos de frente para a praia quando percebemos que Clara estava sentada de pernas abertas, com suas mãos em forma de concha na frente da bucetinha, colhendo a porra que escorria. Ela enfiava um dedo, abrindo caminho pra escorrer mais porra, e levando as mãos e dedos lambuzados de porra a boca e lambendo, rindo e acenando para nós.
Não sei se as meninas tinham reparado, na hora que elas se aproximaram de nós, que estávamos transando, mas agora, com certeza, a ficha tinha caído.
Elas devem ter achado aquilo muito excitante pois começaram a passar suas unhas em minhas costas. Tati me deu um beijo no pescoço e Michelly falou baixinho que gostaria de ser aquela calcinha branca, pra sentir a humidade da bucetinha de Clara e ao mesmo tempo estar encharcada com a minha porra.
Apesar de, naquele momento, eu já ter dado quatro gozadas nas últimas dozes horas e a última a menos de dez minutos, a minha piroca começou a pulsar.
E, bem no momento em que estava dando uma linguada na orelhinha sexy de Michelly, colocando a mão dela na minha rola e perguntando pra ela se ela queria mesmo sentir a minha porra, vi, no início na praia os namorados das meninas chegando.
Então nos afastamos um pouco e eu as convidei a ir para a areia, onde Clara estava de bruços relaxando sob o sol com aquela bunda maravilhosa pra cima, com as pernas ligeiramente separadas. Não sei se era pra queimar a parte interna da bunda ou para expor e mostrar, através de sua calcinha transparente, a bucetinha e o filetinho de porra que insistia em escorrer.
Tati comentou que se seus namorados vissem aquela sereia, iriam ficar malucos e não iriam nem prestar atenção nelas. Eu entendi o recado e convidei Clara para entrar, dizendo que ia preparar umas doses de whisky para nós dois. Bem, eu não sei se ela entendeu que os namorados das meninas estavam chegando e elas estavam inseguras e começando a ficar com ciúmes, mas ela disse para eu ir indo na frente, que ela queria ficar mais um pouco no sol, e em alguns instantes iria também.
Eu entrei, preparei as doses, me sentei numa espreguiçadeira na varanda, de frente para a praia, e observei que, quando os caras chegaram, eles ficaram malucos. E as meninas também, rindo nervosas, tentando explicar a companhia daquela gata maravilhosa de calcinha transparente e topless.
Clara foi calma e elegante, puxou o lençol improvisado de canga, abraçou e beijou as meninas, mas deu tchauzinho de longe pros rapazes. E saiu rebolando maravilhosa, os seios balançando. A praia parecia estar congelada para aquela beldade dominar a cena, deixando todos ser ar.
Ficamos então nós dois relaxando um pouco nas espreguiçadeiras da varanda, curtindo um whiskinho e batendo papo, sob a brisa do mar, olhando o mar azul e os grupos de gatinhas, casais e turistas na praia.
Eu perguntei pra Clara o que ela fazia no Rio, e ela me disse que trabalhava num escritório de advocacia e fazia faculdade. Porém, durante dois ou três dias por semana, em dias e horários alternados, para o seu noivo não desconfiar, ela trabalhava em um termas famoso no centro do rio.
Ela fazia performances artísticas como dança sensual de micro lingerie e strip-tease, recepcionava os clientes no salão, ganhava comissão sobre o consumo dos clientes no bar, e, é claro, atendia os clientes individualmente nas cabines. Às vezes ela atendia dois ou três clientes de uma vez, outras vezes ela ia com uma outra garota pra cabine com um cliente. Disse também que, às vezes, participava de festinhas em uma suíte grande, com várias camas e sofás, onde aconteciam despedidas de solteiro e confraternização de empresas. Uma verdadeira putinha. Profissional.
Ouvi sem julgar. A realidade da vida é o que é. Onde há demanda vai haver oferta.
Ela inclusive me disse que a mãe dela também trabalha lá, em dias diferentes, e que foi a mãe dela que a convenceu pra trabalhar nesse termas.
Tomamos banho, almoçamos, adormecemos, e acordamos com um pôr do sol laranja e dourado, maravilhoso bem na nossa frente.
Clara pegou duas cervejas geladas no freezer, veio me beijar e abraçar e me disse que queria dar a última foda comigo, pois o seu noivo já devia estar maluco a procurando, e não queria arrumar problema pra mim.
Então me disse que já tinha me dado na varanda, na sala, no quarto e dentro d’água, mas agora ela queria transar na praia, de frente praquele pôr do sol.
Eu disse que tudo bem, mas queria que ela fosse caminhando na minha frente, e eu queria que ela fosse nua. Ela já tinha percebido que eu adorava apreciar a ousadia dela, e como ela tinha esse instinto exibicionista, ela já foi baixando a calcinha, deixou em cima da mesinha da varanda, e iniciou aquele desfile ousado e instigante, rebolando aquela bunda, balançando aqueles seios, rindo maliciosa, senhora de si, como se a praia fosse dela, ou como se o mundo fosse dela.
Ficamos perto do muro, próximo do hangar dos barcos, onde uma curva no muro nos dava alguma privacidade. Apesar da praia estar quase deserta, eu preferi alguma discrição.
Ela colocou as mãozinhas no muro, separou as pernas, ficou na ponta dos pés, me olhou por cima dos ombros com aquela de putinha inocente e disse:
-Vem amor, sou toda sua, me come do jeito que você quiser.
Eu encostei a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha, segurei em suas ancas e estoquei com força. De uma só vez entrou tudo. Ela gemeu alto. Ela queria causar. Eu metia forte, estalando minha virilha em sua bunda e ela gemia com uma puta no cio.
Apesar de eu saber que ela era uma prostituta profissional, aquele momento era mais uma aventura adolescente, não era um programa.
Ela tinha sido sincera comigo, e me dava de uma forma apaixonada e quente. E agora que eu já sabia toda a verdade de sua vida, me encantava cada vez mais com seus gemidos, ela hora sussurrava e hora gritava, com uma voz feminina, suave, doce, como se fosse uma debutante virgem em seu baile de quinze anos.
No meio da foda, ouvimos barulho de um carro descendo a rampa que dá acesso à casa. Clarinha disse:
-Meu noivo!
O carro estacionou na garagem atrás do muro de onde estávamos, entre o portãozinho de acesso a praia e a varanda externa.
Eu, atleta, nadador, marombeiro e sagaz, poderia pular o muro e dar a volta por trás da casa, mas pra ela iria ser complicado. Ela poderia se arranhar ou se machucar. Expliquei a situação para ela, e ela, calma, me disse para não se preocupar que ela já tinha um plano.
Eu pulei o muro, dei a volta na casa e me escondi atrás de uma parede, perto da garagem, a tempo de vê-la vir caminhando da praia nua, toda descabelada e suada, tapando os seios com uma mão e a bucetinha com a outra. Ela se aproximou dele e o abraçou carinhosamente. Ele, disse que tinha ficado preocupado e perguntou o que tinha acontecido e porque ela estava nua.
Ela respondeu que ele estava dormindo tão pesado que, quando a sua mãe a chamou pra ir dar uma volta, não quis acordá-lo. Encontraram umas amigas que estavam indo dar um passeio curto de lancha e aceitaram o convite, pensando que não iria demorar. Mas o barco quebrou bem na frente dessa praia, então ela conheceu um casal super simpático que a convidou para pernoitar ali. O casal era tão agradável e a praia era tão bonita e convidativa, que o tempo passou e ela não percebeu.
-Mas que bom que você veio me buscar! Complementou Clarinha
-E por que você está nua?
-Amor, quando eu saí pra passear com mamãe, eu estava de roupa comum, não sabia que ia sair de barco e não trouxe roupa de banho. Aí tive que pernoitar aqui. E hoje, na hora que eu ia embora, o casal me convidou pra um almoço delicioso, não teve como não aceitar. Depois do almoço eu peguei no sono, acordei com esse pôr do sol lindo, e aí me deu uma vontade louca de dar um mergulho nesse mar. Como a praia estava vazia e os donos da casa estão dormindo eu achei que não tinha problema de entra no mar peladinha.
E complementou:
-Adorei a surpresa, você me encontrar aqui nua, estou bonita? Me deu tesão, não vejo a hora de transar contigo. Estou toda salgadinha, olha.
Ela disse isso, enfiou dois dedos na bucetinha colocou na boca dele e o abraçou, dizendo que o amava, que estava com saudade e não via a hora de ficar sozinha com ele.
Sua mãe ria e piscava pra ela. Ela perguntou para ele como ele havia a localizado. Quem respondeu foi a sua mãe, que disse que teve que ligar para a amiga que estava na lancha que quebrou, rs, mas teve que ficar sozinha na lancha a noite inteira esperando resgate. kkk
Ela então disse pra ele que era pra ele esperar na varanda, que iria tomar um banho, se vestir e já vinha para eles irem embora.
Eu fui pro banheiro e a esperei. Ela veio desfilando nua pelo corredor. Sorria, ria. Estava feliz. Da maneira dela, ela gostava do seu noivinho corno.
Chegou perto de mim, me deu um daqueles beijos de língua maravilhosos e me disse que estava tudo tranquilo, que era pra eu continuar de onde eu tinha parado, e que o noivo dela estava esperando na varanda, e ela queria voltar pra ele bem comida e com bastante gosto de porra na boca.
Se abaixou, caiu de boca no meu pau, que no meio dessa adrenalina toda estava de repouso. Ela deixou meu pau duro rápido, babou bastante pra lubrificar, e, em pé, colocou um joelho em cima da pia, onde tinha um espelho grande, e, me olhando pelo espelho, me pediu pra fuder ela do jeito que ela merecia, como uma putinha que adora botar chifre no seu noivinho corno.
Eu estocava aquela putinha linda a fitando pelo espelho, ela ali, bufando, gemendo, pedia mais. Dizia que adorava encontrar com o noivo depois de dar gostoso. Que isso a fazia se sentir uma mulher empoderada. Me pedia pra eu bater em sua bunda, que ela queria abraçá-lo com a bunda vermelha e ardendo.
Ela me provocava de um jeito que eu não resisti e logo eu anunciei que ia gozar. Ela, como era de se esperar, se ajoelhou no tapete do banheiro, colocou a pontinha da língua pra fora, os lábios entreabertos, e ficou me olhando de baixo para cima, pidona, pedindo porra, que eu não neguei. Logo eu inundei aqueles lábios e linguinha provocantes com jatos e mais jatos de porra, que ela colhia com a língua, guardava na boquinha, abria a boca, e me mostrava. A porra que escorria ela recolhia com os dedos e os lambia, languida, provocativa. Ela ficou chacoalhando a porra na boca enquanto tomávamos banho juntos.
Eu fiquei vendo-a se secar, se pentear, vestir aquele vestidinho bege decotado e com as costas nuas, super provocante, calçar aquelas sandálias altas. Ela se maquiou, passou batom, e só então ela engoliu a porra. Me disse que queria ficar com o meu gosto o resto da noite. E que queria beijar o noivo com gosto de porra. Ela adorava isso. Dizia para o noivo que, às vezes tinha mau hálito, proveniente de uma gastrite, devido ao stress de faculdade e trabalho, mas que estava tomando remédio, e logo ia ficar boa.
Me abraçou, esfregou em mim aqueles seios que tinham me deixado louco, me deu um selinho, jogou os cabelos pra trás e saiu desfilando linda, rebolativa, com aquele vestido bege de costas nuas por aquele corredor até encontrar o seu noivo na varanda.
Disse a ele que o casal simpático que a acolheu e ofereceu pernoite estava dormindo e não queria incomodá-los mais. Eu não sei como ela sabia que eu estava espiando pela janela, mas ela se empinou para lhe dar um longo beijo de língua, e levantou a parte de trás do vestido, mostrando a bunda com manchas vermelhas e sem calcinha.
O pegou pela mão e saiu com ele de mãos dadas até o carro na garagem.
Enquanto o noivo manobrava o carro, ela abaixou o vidro e me mandava beijinhos.
Fui até a varanda tomar uma cerveja e dar uma respirada e vi aquela calcinha de renda branca, minúscula e transparente, que ela havia tirado na hora do pôr do sol em que fomos transar na praia. Ela a havia deixado em cima da mesinha da varanda.
Será que ela esqueceu? Ou deixou de lembrança?
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Essa história é verídica e aconteceu a muitos anos atrás, depois disso eu acabei me mudando daquela casa de praia, me casei, me separei a alguns anos e hoje dia estou na casa dos 50+.
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Preferência de encontros reais para a região de Angra dos Reis ou para quem se proponha a viajar para cá.




