A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 2


leiam a parte 1 deste conto.

caso prefira ler essa parte 2 agora, aqui está a minha descrição e a descrição de Clara:

EU: Eu sou branco, corado de sol, alto, forte, loiro de olhos azuis. As mulheres sempre reparam em mim. Mesmo com elas tentando disfarçar, eu sempre as vejo, ou dando mole descarado, ou me olhando de canto de olho, fingindo que não estão me vendo. Rs

CLARA: morena clara, olhos amendoados, estatura média, cabelos castanhos, compridos e encaracolados, muito gostosa (sem ser malhada de academia, gostosa natural), bundão redondo firme e carnudo, sem barriga e seios volumosos e atraentes.

CONTINUANDO:

Ela foi tomar um banho, enquanto eu fui guardar as coisas da festa e dar uma geral na varanda e na casa.   Ela saiu do banheiro espetacularmente nua e foi se refrescar na varanda enquanto eu tomei um banho e preparei um lanche para nós dois.

Enquanto lanchávamos, ela me disse que morava em Botafogo, no Rio de Janeiro e tinha vindo pra Angra com a mãe e o noivo para passar o fim de semana. Logo que chegaram, ela se trancou no quarto com o noivo, deu um chá de buceta nele e depois colocou um produto tipo calmante no suco do seu noivo para ele adormecer, para que ela pudesse sair durante a tarde de lancha com a mãe e os amigos. O passeio foi na lancha do DJ que tinha sido um caso antigo dela, e a mãe dela também ficou com um cara durante o passeio. Inclusive ela me disse que viu a mãe transando gostoso na proa da lancha, o que a deixou com muito tesão.

Depois do lanche fomos para a cama. Mais tranquilos e saciados, ela se ajoelhou sobre mim com a sua chaninha sobre meu rosto a poucos centímetros da minha boca e me pediu para lhe chupar a bucetinha. Eu abri delicadamente seus lábios rosados arroxeados e senti aquele cheirinho de puta no cio que eu adoro. Primeiro passei a língua entre o seu ânus e a sua chaninha, depois comecei a tilintar com a ponta da língua o seu canal vaginal, que a esta altura já estava ficando ensopado. Que delícia chupar e degustar uma bucetinha molhada. Ia passando a língua pelos lábios internos, enfiava a língua inteira dentro e depois tilintava e chupava o grelinho.   Ela revirava os olhos, jogava a cabeça para trás e dizia que ia gozar de novo. Gozou muito, a ponto de deixar o meu rosto todo molhado com seus líquidos.   Então foi descendo o seu corpo, me beijando a boca e sugando a minha língua, dizendo que adorava o gosto da sua própria bucetinha, até encostar a sua racha na cabeça do meu pau. Ficou ali brincando, me beijando, me olhando nos olhos com aquele olhar angelical de menina mimada, e pediu:

-Amor, come meu cúzinho?
-Claro amor! Como sim, deixa comigo. Respondi
Clara saiu de cima de mim e ficou de quatro, os joelhos bem separados criando espaço entre uma nádega e outra, e deitou seu rostinho de lado no travesseiro, deixando o seu anelzinho bem exposto pra eu furar.

Ela tinha gozado tanto na minha língua que toda a região estava encharcada de gozo. Aí mesmo que me deu vontade de chupar aquele cuzinho roxo mais lindo do mundo.

Comecei a passar a minha língua pelo lado externo do anel, de forma circular, depois por dentro. Nossa que delícia de cuzinho. Clara estava com muito tesão e seu cuzinho piscava gostoso na minha língua. Enfiei bem a língua e ela delirava, falava que a minha língua era uma delícia, pra eu preparar o cuzinho dela bastante e quando fosse comer, comer devagarinho pra ela poder sentir meu pau entrando e piscar no meu pau.

Então eu coloquei a ponta do dedão da mão direita, fiz uns movimentos circulares pra ir amaciando e depois enfiei até o fundo. Clarinha já rebolava e dizia que estava com muito tesão no cúzinho. Depois, sem tirar o dedão da mão direita, eu coloquei a ponta do dedão da mão esquerda e fui puxando cada um pra um lado, pra esticar o anelzinho dela.

Ela delirou:

-Abre meu cúzinho gostoso amor! Abre pra poder caber seu caralhão todo até as bolas dentro do meu cúzinho, amor!

Eu, ouvindo aqui, via que o tesão de Clarinha não era fingimento, era algo real. Ela era uma putinha ninfomaníaca tarada por sexo e precisava ser saciada de qualquer maneira.

Enfiei os dois dedões até o fundo e abri bastante até dar o tamanho aproximadamente da cabeça do meu pau, que é bem grossa.

Então encostei a cabeça do meu pau no anelzinho de Clarinha, enlacei o seu cabelo com a mão direita, e com a mão esquerda apertava os seus mamilos e depois seu grelinho, então puxei sua cabeça pra trás e dei uma estocada de leve, até entrar a cabeça do pau.

Segurei um tempo, massageando seu grelinho e dei mais uma puxada em seu cabelo, fazendo meu pau entrar até a metade. Ela urrava e rebolava. E dizia:

-Vai amor, pode enfiar. Seu pau é grosso, mas eu estou acostumada a levar ferro!!

Então eu dei um puxão bem forte em seu cabelo com uma mão, e com a outra mão eu peguei em seu ombro e a puxei pra trás, cravando até o talo em seu cúzinho apertado.

Não perdi tempo e estoquei com vigor, virando sua cabeça de lado e largando um tapão em seu rostinho perfeito.
-É isso que você quer piranha? Tomar no cú?
-Isso amor. Fode meu cúzinho sem pena, que eu gosto.

Ao ouvir isso meu tesão aumentou tanto que eu estoquei sem parar por uns vinte minutos. A bucetinha dela era a mais apertada que eu já tinha comido, (com a exceção das namoradinhas que eu tirei cabaço, mas isso é história pra outro conto). O seu cuzinho era inacreditavelmente ainda mais apertado. O melhor cú que já comi na minha vida. E ela falando que estava acostumada e que gostava. Puta! Piranha! Vagabunda! Cachorra!
Senti o gozo se aproximando e não falei nada. Dei duas esporradas dentro do cú dela e quando ela sentiu, elegantemente se virou, chegou o rostinho perto do meu pau, abriu a boca de leve e colocou metade da linguinha pra fora. Me olhando nos olhos enquanto eu terminava de gozar em seus lábios e língua.

Aquela beldade ali lambendo os beiços, saboreando minha porra grossa e quente, enquanto umas gotas escorriam penduradas em seu queixo me faziam pensar em como eu sou um cara de sorte.

Ela seu aproximou de mim e me beijou apaixonadamente, enfiando sua língua com gosto de porra em minha boca e me fazendo sentir meu próprio gosto. Salgado, amargo, áspero.
Mas vindo da boca daquela princesa e sabendo que era minha própria produção, não me importei. E parecia que isso dava ainda mais tesão nela, que me beijava como se fossemos o casal mais apaixonado do mundo. Talvez naquele momento, nós fossemos.

Me deitei na cama suado e com o coração acelerado. Ela colocou uma cueca minha dobrada entre suas nádegas e me disse que era pra não escorrer, e que queria dormir com a minha porra dentro do seu cú. E então, delicadamente, ela se deitou com a sua cabeça em meu peito. Eu a abracei carinhosamente e assim adormecemos.

CONTINUA...

Foto 1 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 2

Codigo do conto:
259486

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/04/2026

Quant.de Votos:
1

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