A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 3

Leiam a parte 1 e 2 deste conto.
caso prefira ler essa parte 3 agora, aqui está a minha descrição e a descrição de Clara:

EU: Eu sou branco, corado de sol, alto, forte, loiro de olhos azuis. As mulheres sempre reparam em mim. Mesmo com elas tentando disfarçar, eu sempre as vejo, ou dando mole descarado, ou me olhando de canto de olho, fingindo que não estão me vendo. Rs

CLARA: morena clara, olhos amendoados, estatura média, cabelos castanhos, compridos e encaracolados, muito gostosa (sem ser malhada de academia, gostosa natural), bundão redondo firme e carnudo, sem barriga e seios volumosos e atraentes.

CONTINUANDO:

O sábado amanheceu ensolarado na minha praia e na minha cama uma sereia se espreguiçava e me sorria maliciosamente.

Suas mãos já envolviam meu pau e meu saco, e em poucos instantes eu já estava duro igual pedra.

Ela começou a passar a língua em minhas orelhas, dizendo que tinha adorado o sabor do meu leite e que queria mais. Foi lambendo e beijando meu pescoço, meu peito, meus mamilos, onde se demorou um tempo e me deixou delirando, depois desceu com a língua pela minha barriga até chegar na cabeça do meu pau. Lambeu da base até a cabeça, passou a língua ao redor da cabeça e começou uma mamada maravilhosa.

Chupava e punhetava com a linguinha de fora. Descia pra lamber o saco e engolia o pau inteiro de novo. A dado momento ela lambia o meu saco e foi passando a língua pelo meu ânus e me deixou louco. Eu nunca tinha sentido aquilo antes e fui ficando com um tesão louco. Enquanto ela passava a língua ao redor do meu ânus, também enfiava a pontinha da língua nele. Ela me punhetava tão gostoso que esporrei rapidamente. Clara não perdeu tempo, colocou o meu pau todo na boca, até a garganta, e sorveu toda a porra que conseguiu.

-Gatinha gosta de leite matinal amor!!

Colocou a língua pra fora e disse:

-Chupa amor, minha língua! Vê se está com gostinho de macho.

Disse isso e enfiou a língua em minha boca, ao que chupei gostosamente. Ela era muito safada e isso me dava um tesão louco. Meu pau não amoleceu, então ela se sentou em mim, rebolando freneticamente enquanto me beijava gostoso, até anunciar que estava tendo orgasmos múltiplos, gemendo e dizendo que me amava e que amava meu pau.

Eu estava atônito. Mal tinha despertado e a putaria já estava intensa.

Ela desencaixou a bucetinha gozada do meu pau, e se ajoelhou em cima do meu rosto com a sua bucetinha no meu rosto, pedindo:

-Chupa amor! Lambe a minha bucetinha gozadinha!

Puta que pariu que tesão da porra. Ela rebolava e se esfregava no meu rosto, eu com a língua pra fora lambendo aquela buceta que estava com gosto da minha porra misturada com o gosto de seus líquidos. Que loucura. Ela me olhava com uma cara de putinha inocente. Depois se deitou sobre mim e me beijou muito. Que piranha.

Tomamos banho juntos, nos secamos carinhosamente e eu fui pra cozinha preparar um café reforçado e ela foi pra varanda, usando uma camisa minha, sem nada por baixo.

Já eram umas 11h da manhã e alguns turistas curtiam a praia.

Tomamos café e então eu a convidei pra curtir a praia comigo, e ela me respondeu que adoraria, mas ela estava sem roupa de praia e que só poderia ir se fosse de calcinha.

Eu disse:

-Por mim, tudo bem.

Saímos pelo portão da varanda, pisando na areia da praia, eu de bermuda e sem camisa, e ela de calcinha branca rendada escandalosamente pequena e transparente, e ainda por cima de topless balançando aqueles peitões maravilhosos.

Eu levei um lençol para improvisar como canga, e Clarinha se abaixava e empinava aquela bunda de micro calcinha pra ajeitar a canga na areia. Meu Deus, aquela ninfeta ninfomaníaca não me dava sossego. Eu adorava aquelas provocações daquela putinha que tinha caído de paraquedas na minha festa e me fazia me sentir um sultão árabe.

Ela acariciava meu rosto, me olhava nos olhos, falava que estava adorando o fim de semana na praia comigo, e que queria que aquele fim de semana fosse inesquecível para nós.
Eu olhava em volta, não tinha nenhum conhecido e parecia que aqueles turistas não tinham visto ela de topless e calcinha ou não estavam nem aí.

Ela então se espreguiçou, se levantou para olhar em volta, as mansões, as pessoas na praia, o mar azul, cheio de barcos, olhou em minha direção, estendeu a mão em minha direção, e disse:

-Vem amor, vamos entrar na água.

Eu segurei na mão dela e me levantei. Ela me abraçou forte e me beijou. Aquele beijo de língua. Quente. Apaixonada. Passava as mãos no meu rosto, em minhas costas, esfregava seus seios em meu peito e aquela bucetinha de micro calcinha em meu pau.

Deu um passo pra trás, olhou meu pau estourando a bermuda, riu e repetiu:

-Vem amor, vamos entrar na água, deve estar uma delícia.

Eu fiquei ali, em pé de pau duro. Admirando aquele avião desfilar maravilhosa e desinibida até dar um mergulho empinando aquela bunda que eu já tinha metido a rola na noite anterior. Que visão maravilhosa.

O sol estava forte e eu entrei na água levando o protetor solar, que pedi para ela passar em minhas costas.

Foi muito gostoso sentir suas mãos carinhosas passando protetor solar em minhas costas enquanto ela falava baixinho perto da minha orelha que estava adorando estar na praia vestida apenas como aquela calcinha branca transparente e minúscula e com os seios sem biquini, soltos. Ela falava isso enquanto passava de leve seus peitos firmes com mamilos duros em minhas costas.

Estávamos dentro d’água, ajoelhados na areia macia, numa água azul turquesa muito transparente, submersos até a altura do tórax. Então ela veio pra minha frente, esfregando aquela bunda grande e gostosa no meu pau, e pediu para eu passar protetor solar nos seus ombros e nos seus seios, afinal ela não queria ficar com os seios ardendo, pois a sua marquinha era bem branquinha. Estávamos virados para a areia e os seus seios estavam acima da linha d’água. Enquanto eu passava o protetor solar em seus seios grandes, firmes, redondos e empinados, eu beliscava seus mamilos e os apertava com vontade, enquanto ela rebolava sua bunda deliciosa com meu pau duro entre seu rego.

Ela virou seu rostinho de lado, colocou sua boca perto da minha e eu a beijei deliciosamente, e ela me disse que precisava de mim dentro dela urgente. Então ela se virou de frente pra mim, me abraçando e me beijando, encaixou sua chaninha na cabeça do meu pau e começou a rebolar e forçar pra baixo. A pequena calcinha não impediu que meu pau deslizasse pra dentro daquela bucetinha quente. Fomos um pouco mais pro fundo, só nossas ombros e cabeças pra fora da linha d’água, ela rebolava devagar, mas muito gostoso enquanto eu a estocava de baixo pra cima.

Ficamos naquele amorzinho gostoso e então eu percebi que duas moças estavam esticando as suas cangas bem na nossa frente. Duas morenas, uma morena bem bronzeada, de cabelos bem pretos, lisos e compridos, de corpo bem torneado, bunda proeminente e seios médios e firmes, de biquini preto, bem cravado e relativamente pequeno, deixando a bunda bem empinada e valorizando e mostrando boa parte daqueles seios, e uma morena clara mignon, de cabelo na altura dos ombros, seios pequenos e pontiagudos, bundinha firme e redondinha, e um biquini vermelho levemente mais comportado.

Elas molhavam seus pés na água, e passavam bronzeador uma na outra, bem na nossa frente, dando a entender que poderiam entrar na agua a qualquer momento. Clara estava com a sua cabeça voltada para o horizonte e rebolava com vontade, sentando no meu pau com força. Eu disse pra Clara que tinha chegado duas meninas e parecia que elas iriam entrar na água bem na nossa frente, que era melhor a gente disfarçar um pouco.

Então Clarinha saiu de cima de mim, se virou de frente pra praia e eu fiquei a abraçando por trás. Fui chegando pra frente buscando uma profundidade que nos permitisse ficar com os joelhos na areia. Ficamos ali respirando, mas Clarinha não resistiu, pegou no meu pau e de costas pra mim encaixou novamente em sua bucetinha, enquanto empinava bem a bunda, rebolando muito, mas muito devagar mesmo, de uma forma muito sensual e excitante, já que a pouco menos de cinco metros de distância tinha duas gatinhas de biquini suando no sol, se preparando pra entrarem na água, bem onde estávamos transando gostoso.

Eu estava tão envolvido na foda que só reconheci as meninas quando elas estavam entrando na água, já a uns três metros de distância de onde Clarinha me provocava, apertando e soltando aquela bucetinha apertada no meu pau, como se isso fosse possível. Eram Tatiana (Tati) e Michelly. Tati a morena encorpada e Michelly a mignon. Elas trabalhavam no shopping onde eu tinha loja. Eu já tinha dados uns beijos na Tati numa festinha depois do expediente. Ela tinha namorado, mas era muito espertinha. A Michelly também tinha namorado, mas eu nunca tinha visto ela com outra pessoa.

Quando elas entraram na água, elas também me reconheceram, me cumprimentaram a distância acenando e com sorrisinhos. Eu retribuí o cumprimento acenando discretamente e Clara fez questão de acenar com a mão, balançando seus dedinhos elegantes e sorrindo para elas, enquanto rebolava a bunda submersa no meu pau e apertava e soltava aquela bucetinha, envolvendo meu pau e me enlouquecendo de tesão.

As meninas estavam a uns dois metros de distância, mergulhando e se refrescando, e começaram a puxar assunto, dizendo que a água estava ótima. Ao que Clarinha respondeu:

-Está sim, uma delííciaaaa!

Ela disse isso de um jeito sensual, sexy, provocante e sedutor, enquanto apertava, dessa vez com ainda mais força a sua bucetinha ao redor do meu pau e se sentava também com um pouco mais de força. Eu não aguentei e gozei gostoso. Mais uma vez, naquele fim de semana, eu enchia a sua bucetinha com minha porra quente. Eu não sei se consegui disfarçar o tesão da gozada, mas gozei em silencio. Só suspirei fundo e gozei.

Permanecemos ali na mesma posição, e enquanto eu ia botando o pau pra dentro da bermuda, Tati e Michelly se aproximaram e me cumprimentaram elegantemente, com a mão no meu ombro e dois beijinhos no rosto. Eu as apresentei a Clara, que as beijou no rosto e as abraçou gostoso, expondo e esfregando aqueles seios desnudos nos seios cobertos das meninas.

Clara voltou pra mesma posição, de joelhos, na minha frente e de costas para mim, então se contraiu, com os braços esticados levando suas mãos pra frente da sua bucetinha, apertando-a firme, então falou pras meninas que estava com frio e ia pra areia se esquentar no sol. Se virou pra mim, me deu um beijinho na bochecha e me disse baixinho, no pé do ouvido:

-Aproveita com elas um pouco amor.

CONTINUA

Foto 1 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 3


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 3

Codigo do conto:
259577

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
16/04/2026

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3

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