A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4

Leiam a parte 1, 2 e 3 deste conto.
caso prefira ler essa parte 4 agora, aqui está a minha descrição e a descrição de Clara:

EU: Eu sou branco, corado de sol, alto, forte, loiro de olhos azuis. As mulheres sempre reparam em mim. Mesmo com elas tentando disfarçar, eu sempre as vejo, ou dando mole descarado, ou me olhando de canto de olho, fingindo que não estão me vendo. Rs

CLARA: morena clara, olhos amendoados, estatura média, cabelos castanhos, compridos e encaracolados, muito gostosa (sem ser malhada de academia, gostosa natural), bundão redondo firme e carnudo, sem barriga e seios volumosos e atraentes.

CONTINUANDO:

Então eu a via andando pra areia, contraidinha, mas rebolativa e empinada. Um silêncio pairou no ar por um instante. As meninas completamente impactadas pela beleza e ousadia de Clara, com aqueles seios chamando tanto a atenção quanto aquela bunda deliciosa naquela micro calcinha de renda branca e transparente.

De bocas abertas, sem conseguir tirar os olhos de Clara desfilando aquela bunda, me disseram que minha namorada era de uma beleza estonteante. Eu respondi para elas que não era minha namorada. Que a tinha conhecido ontem na festinha na minha casa de praia, e brinquei, falando que ela tinha acabado de chegar de férias da França, onde fazer topless é normal e ir pra praia de calcinha é a última moda.

A Tati ficou louca, me olhava provocativa, mordia os lábios, olhava pra varanda da minha casa, que estava bem em frente a nós, e perguntou;

-Quando é que você vai nos convidar pra uma de suas festinhas?

Ao que eu respondi:

-No próximo sábado eu estou pensando em fazer outra festinha.

-Há é? E quem vai estar na festa?

-Nós três!

Michelly interveio:

-Mas Tati, é sábado! E os nossos namorados?

Eu disse, botando lenha na fogueira

-Seus namorados não na lista de convidados, se eles vierem vão ser barrados e vão passar vergonha.
Tati respondeu:

-Michelly eu quero muito vir nessa festinha, vamos dar um jeito! E riu. Riu não gargalhou alto, ao mesmo tempo em que já esfregava sua perna na minha e passava as mãos pelos meus ombros.

Eu então puxei Tati pela cintura e a coloquei sentada em minha perna, enquanto apertava e alisava a sua cintura.

Michelly falou:

Assim eu vou ficar com ciúmes!

Então eu respondi:

-Não seja por isso!

Peguei em sua a mão e com delicadeza a puxei pra mim, colocando-a sentada em minha outra perna. Eu ali com uma gata sentada em cada perna, enlaçando as duas pela cintura, as duas com as mãos por sobre meus ombros e me acariciando.

Estávamos de frente para a praia quando percebemos que Clara estava sentada de pernas abertas, com suas mãos em forma de concha na frente da bucetinha, colhendo a porra que escorria. Ela enfiava um dedo, abrindo caminho pra escorrer mais porra, e levando as mãos e dedos lambuzados de porra a boca e lambendo, rindo e acenando para nós.

Não sei se as meninas tinham reparado, na hora que elas se aproximaram de nós, que estávamos transando, mas agora, com certeza, a ficha tinha caído.

Elas devem ter achado aquilo muito excitante pois começaram a passar suas unhas em minhas costas. Tati me deu um beijo no pescoço e Michelly falou baixinho que gostaria de ser aquela calcinha branca, pra sentir a humidade da bucetinha de Clara e ao mesmo tempo estar encharcada com a minha porra.

Apesar de, naquele momento, eu já ter dado quatro gozadas nas últimas dozes horas e a última a menos de dez minutos, a minha piroca começou a pulsar.

E, bem no momento em que estava dando uma linguada na orelhinha sexy de Michelly, colocando a mão dela na minha rola e perguntando pra ela se ela queria mesmo sentir a minha porra, vi, no início na praia os namorados das meninas chegando.

Então nos afastamos um pouco e eu as convidei a ir para a areia, onde Clara estava de bruços relaxando sob o sol com aquela bunda maravilhosa pra cima, com as pernas ligeiramente separadas. Não sei se era pra queimar a parte interna da bunda ou para expor e mostrar, através de sua calcinha transparente, a bucetinha e o filetinho de porra que insistia em escorrer.

Tati comentou que se seus namorados vissem aquela sereia, iriam ficar malucos e não iriam nem prestar atenção nelas. Eu entendi o recado e convidei Clara para entrar, dizendo que ia preparar umas doses de whisky para nós dois. Bem, eu não sei se ela entendeu que os namorados das meninas estavam chegando e elas estavam inseguras e começando a ficar com ciúmes, mas ela disse para eu ir indo na frente, que ela queria ficar mais um pouco no sol, e em alguns instantes iria também.

Eu entrei, preparei as doses, me sentei numa espreguiçadeira na varanda, de frente para a praia, e observei que, quando os caras chegaram, eles ficaram malucos. E as meninas também, rindo nervosas, tentando explicar a companhia daquela gata maravilhosa de calcinha transparente e topless.

Clara foi calma e elegante, puxou o lençol improvisado de canga, abraçou e beijou as meninas, mas deu tchauzinho de longe pros rapazes. E saiu rebolando maravilhosa, os seios balançando. A praia parecia estar congelada para aquela beldade dominar a cena, deixando todos ser ar.

Ficamos então nós dois relaxando um pouco nas espreguiçadeiras da varanda, curtindo um whiskinho e batendo papo, sob a brisa do mar, olhando o mar azul e os grupos de gatinhas, casais e turistas na praia.

Eu perguntei pra Clara o que ela fazia no Rio, e ela me disse que trabalhava num escritório de advocacia e fazia faculdade. Porém, durante dois ou três dias por semana, em dias e horários alternados, para o seu noivo não desconfiar, ela trabalhava em um termas famoso no centro do rio.

Ela fazia performances artísticas como dança sensual de micro lingerie e strip-tease, recepcionava os clientes no salão, ganhava comissão sobre o consumo dos clientes no bar, e, é claro, atendia os clientes individualmente nas cabines. Às vezes ela atendia dois ou três clientes de uma vez, outras vezes ela ia com uma outra garota pra cabine com um cliente. Disse também que, às vezes, participava de festinhas em uma suíte grande, com várias camas e sofás, onde aconteciam despedidas de solteiro e confraternização de empresas. Uma verdadeira putinha. Profissional.

Ouvi sem julgar. A realidade da vida é o que é. Onde há demanda vai haver oferta.

Ela inclusive me disse que a mãe dela também trabalha lá, em dias diferentes, e que foi a mãe dela que a convenceu pra trabalhar nesse termas.

Tomamos banho, almoçamos, adormecemos, e acordamos com um pôr do sol laranja e dourado, maravilhoso bem na nossa frente.


CONTINUA

Foto 1 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4

Foto 2 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4

Foto 3 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4

Foto 4 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente Parte 4

Codigo do conto:
259671

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
1

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4