A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente FINAL

Leiam a parte 1, 2 , e 4 deste conto.
caso prefira ler essa parte finalagora, aqui está a minha descrição e a descrição de Clara:
EU: Eu sou branco, corado de sol, alto, forte, loiro de olhos azuis. As mulheres sempre reparam em mim. Mesmo com elas tentando disfarçar, eu sempre as vejo, ou dando mole descarado, ou me olhando de canto de olho, fingindo que não estão me vendo. Rs

CLARA: morena clara, olhos amendoados, estatura média, cabelos castanhos, compridos e encaracolados, muito gostosa (sem ser malhada de academia, gostosa natural), bundão redondo firme e carnudo, sem barriga e seios volumosos e atraentes.

CONTINUANDO:


Tomamos banho, almoçamos, adormecemos, e acordamos com um pôr do sol laranja e dourado, maravilhoso bem na nossa frente.

Clara pegou duas cervejas geladas no freezer, veio me beijar e abraçar e me disse que queria dar a última foda comigo, pois o seu noivo já devia estar maluco a procurando, e não queria arrumar problema pra mim.

Então me disse que já tinha me dado na varanda, na sala, no quarto e dentro d’água, mas agora ela queria transar na praia, de frente praquele pôr do sol.

Eu disse que tudo bem, mas queria que ela fosse caminhando na minha frente, e eu queria que ela fosse nua. Ela já tinha percebido que eu adorava apreciar a ousadia dela, e como ela tinha esse instinto exibicionista, ela já foi baixando a calcinha, deixou em cima da mesinha da varanda, e iniciou aquele desfile ousado e instigante, rebolando aquela bunda, balançando aqueles seios, rindo maliciosa, senhora de si, como se a praia fosse dela, ou como se o mundo fosse dela.

Ficamos perto do muro, próximo do hangar dos barcos, onde uma curva no muro nos dava alguma privacidade. Apesar da praia estar quase deserta, eu preferi alguma discrição.

Ela colocou as mãozinhas no muro, separou as pernas, ficou na ponta dos pés, me olhou por cima dos ombros com aquela de putinha inocente e disse:

-Vem amor, sou toda sua, me come do jeito que você quiser.

Eu encostei a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha, segurei em suas ancas e estoquei com força. De uma só vez entrou tudo. Ela gemeu alto. Ela queria causar. Eu metia forte, estalando minha virilha em sua bunda e ela gemia com uma puta no cio.

Apesar de eu saber que ela era uma prostituta profissional, aquele momento era mais uma aventura adolescente, não era um programa.

Ela tinha sido sincera comigo, e me dava de uma forma apaixonada e quente. E agora que eu já sabia toda a verdade de sua vida, me encantava cada vez mais com seus gemidos, ela hora sussurrava e hora gritava, com uma voz feminina, suave, doce, como se fosse uma debutante virgem em seu baile de quinze anos.

No meio da foda, ouvimos barulho de um carro descendo a rampa que dá acesso à casa. Clarinha disse:

-Meu noivo!

O carro estacionou na garagem atrás do muro de onde estávamos, entre o portãozinho de acesso a praia e a varanda externa.

Eu, atleta, nadador, marombeiro e sagaz, poderia pular o muro e dar a volta por trás da casa, mas pra ela iria ser complicado. Ela poderia se arranhar ou se machucar. Expliquei a situação para ela, e ela, calma, me disse para não se preocupar que ela já tinha um plano.

Eu pulei o muro, dei a volta na casa e me escondi atrás de uma parede, perto da garagem, a tempo de vê-la vir caminhando da praia nua, toda descabelada e suada, tapando os seios com uma mão e a bucetinha com a outra. Ela se aproximou dele e o abraçou carinhosamente. Ele, disse que tinha ficado preocupado e perguntou o que tinha acontecido e porque ela estava nua.

Ela respondeu que ele estava dormindo tão pesado que, quando a sua mãe a chamou pra ir dar uma volta, não quis acordá-lo. Encontraram umas amigas que estavam indo dar um passeio curto de lancha e aceitaram o convite, pensando que não iria demorar. Mas o barco quebrou bem na frente dessa praia, então ela conheceu um casal super simpático que a convidou para pernoitar ali. O casal era tão agradável e a praia era tão bonita e convidativa, que o tempo passou e ela não percebeu.

-Mas que bom que você veio me buscar! Complementou Clarinha

-E por que você está nua?

-Amor, quando eu saí pra passear com mamãe, eu estava de roupa comum, não sabia que ia sair de barco e não trouxe roupa de banho. Aí tive que pernoitar aqui. E hoje, na hora que eu ia embora, o casal me convidou pra um almoço delicioso, não teve como não aceitar. Depois do almoço eu peguei no sono, acordei com esse pôr do sol lindo, e aí me deu uma vontade louca de dar um mergulho nesse mar. Como a praia estava vazia e os donos da casa estão dormindo eu achei que não tinha problema de entra no mar peladinha.

E complementou:

-Adorei a surpresa, você me encontrar aqui nua, estou bonita? Me deu tesão, não vejo a hora de transar contigo. Estou toda salgadinha, olha.

Ela disse isso, enfiou dois dedos na bucetinha colocou na boca dele e o abraçou, dizendo que o amava, que estava com saudade e não via a hora de ficar sozinha com ele.

Sua mãe ria e piscava pra ela. Ela perguntou para ele como ele havia a localizado. Quem respondeu foi a sua mãe, que disse que teve que ligar para a amiga que estava na lancha que quebrou, rs, mas teve que ficar sozinha na lancha a noite inteira esperando resgate. kkk
Ela então disse pra ele que era pra ele esperar na varanda, que iria tomar um banho, se vestir e já vinha para eles irem embora.

Eu fui pro banheiro e a esperei. Ela veio desfilando nua pelo corredor. Sorria, ria. Estava feliz. Da maneira dela, ela gostava do seu noivinho corno.

Chegou perto de mim, me deu um daqueles beijos de língua maravilhosos e me disse que estava tudo tranquilo, que era pra eu continuar de onde eu tinha parado, e que o noivo dela estava esperando na varanda, e ela queria voltar pra ele bem comida e com bastante gosto de porra na boca.

Se abaixou, caiu de boca no meu pau, que no meio dessa adrenalina toda estava de repouso. Ela deixou meu pau duro rápido, babou bastante pra lubrificar, e, em pé, colocou um joelho em cima da pia, onde tinha um espelho grande, e, me olhando pelo espelho, me pediu pra fuder ela do jeito que ela merecia, como uma putinha que adora botar chifre no seu noivinho corno.

Eu estocava aquela putinha linda a fitando pelo espelho, ela ali, bufando, gemendo, pedia mais. Dizia que adorava encontrar com o noivo depois de dar gostoso. Que isso a fazia se sentir uma mulher empoderada. Me pedia pra eu bater em sua bunda, que ela queria abraçá-lo com a bunda vermelha e ardendo.

Ela me provocava de um jeito que eu não resisti e logo eu anunciei que ia gozar. Ela, como era de se esperar, se ajoelhou no tapete do banheiro, colocou a pontinha da língua pra fora, os lábios entreabertos, e ficou me olhando de baixo para cima, pidona, pedindo porra, que eu não neguei. Logo eu inundei aqueles lábios e linguinha provocantes com jatos e mais jatos de porra, que ela colhia com a língua, guardava na boquinha, abria a boca, e me mostrava. A porra que escorria ela recolhia com os dedos e os lambia, languida, provocativa. Ela ficou chacoalhando a porra na boca enquanto tomávamos banho juntos.

Eu fiquei vendo-a se secar, se pentear, vestir aquele vestidinho bege decotado e com as costas nuas, super provocante, calçar aquelas sandálias altas. Ela se maquiou, passou batom, e só então ela engoliu a porra. Me disse que queria ficar com o meu gosto o resto da noite. E que queria beijar o noivo com gosto de porra. Ela adorava isso. Dizia para o noivo que, às vezes tinha mau hálito, proveniente de uma gastrite, devido ao stress de faculdade e trabalho, mas que estava tomando remédio, e logo ia ficar boa.

Me abraçou, esfregou em mim aqueles seios que tinham me deixado louco, me deu um selinho, jogou os cabelos pra trás e saiu desfilando linda, rebolativa, com aquele vestido bege de costas nuas por aquele corredor até encontrar o seu noivo na varanda.

Disse a ele que o casal simpático que a acolheu e ofereceu pernoite estava dormindo e não queria incomodá-los mais. Eu não sei como ela sabia que eu estava espiando pela janela, mas ela se empinou para lhe dar um longo beijo de língua, e levantou a parte de trás do vestido, mostrando a bunda com manchas vermelhas e sem calcinha.

O pegou pela mão e saiu com ele de mãos dadas até o carro na garagem.

Enquanto o noivo manobrava o carro, ela abaixou o vidro e me mandava beijinhos.

Fui até a varanda tomar uma cerveja e dar uma respirada e vi aquela calcinha de renda branca, minúscula e transparente, que ela havia tirado na hora do pôr do sol em que fomos transar na praia. Ela a havia deixado em cima da mesinha da varanda.

Será que ela esqueceu? Ou deixou de lembrança?

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Essa história é verídica e aconteceu a muitos anos atrás, depois disso eu acabei me mudando daquela casa de praia, me casei, me separei a alguns anos e hoje dia estou na casa dos 50+.

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Preferência de encontros reais para a região de Angra dos Reis ou para quem se proponha a viajar para cá.

                                

Foto 1 do Conto erotico: A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente FINAL


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A princesa putinha e sua micro calcinha rendada branca e transparente FINAL

Codigo do conto:
259806

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
18/04/2026

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